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Logística Reversa de Pós Consumo

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Murilo Branco

on 25 March 2016

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Logística Reversa de pós consumo
Logística Reversa de Pós Consumo
http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/03/fabrica-lucra-com-producao-de-lixeiras-feitas-de-material-reciclado.html
Canais de distribuição reversos - LR-PC
- Reenfatizar a importância dos fluxos reversos dos produtos de pós consumo;
- Perceber as diferenças entre os fluxos reversos de bens com diferentes ciclos de vida;
- Compreender as relações de equilíbrio entre os fluxos logísticos diretos e reversos;
- Avaliar a diferença de eficiência entre os fluxos abertos e fechados;
- Avaliar as dificuldades da fase de coletas dos bens de pós consumo.
Aula 5
- Identificar as características do produto logístico de pós consumo;
- Entender o crescimento da descartabilidade dos bens;
- Entender as razões das dificuldades do descarte de bens de consumo;
- Compreender como a Logística Reversa pode auxiliar as políticas governamentais.

http://g1.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/videos/t/programas/v/construcao-civil-como-impactar-menos-o-meio-ambiente/3209072/
Aula 5 - O produto logístico de pós Consumo
Aula 6 - Canais de Distribuição Reversos
Aula 7 - Fatores de influência
Aula 8 - Objetivos da Logística Reversa de pós consumo
Aula 9 - Fatores tecnológicos
Aula 10 - Fatores logísticos

O Produto Logístico de Pós Consumo
Natureza e Classificação dos bens de pós consumo
Bens Descartáveis
Bens Duráveis
Bens Semiduráveis
Vida útil em média de algumas semanas, raramente superior a 6 meses. Exemplos: produtos de embalagens, brinquedos, materiais de escritório, suprimentos para computadores, artigos cirúrgicos, pilhas, fraldas, jornais, revistas, entre outros
Vida útil varia entre alguns anos a algumas décadas.Bens destinados a satisfação de necessidades sociais. Exemplos: Automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, máquinas e equipamentos industriais, edifícios de diversas naturezas, aviões, navios, entre outros.
Vida útil de alguns meses, raramente superior a dois anos. Categoria intermediária. Exemplos: Bateria de automóvel, óleos lubrificantes, baterias de celulares, computadores e seus periféricos, revistas especializadas, entre outros.
A descartabilidade dos bens
- Crescente velocidade na alteração de novas tecnologías
- Redução de ciclo de vida dos produtos
- Aumento da lucratividade (valor de lançamentos)
Lixo urbano
Lançamento de novos produtos
- Indicador de crescimento da descartabilidade.
- São paulo:
1960: 4.450 ton/dia - 0,6kg p/pessoa/dia
2000: 16.000 ton/dia - 1kg p/pessoa/dia
Capitalismo descontrolado
Produção de Eletroeletrônicos

USA - 1996
- 26 milhões de computadores vendidos.
- 79 milhões de compuadores sucateados.
- Obsolescência de 2 para 3.

No mundo - 2008

- 1 bilhão de computadores em uso. Números podem ser projetados aos seus produtos periféricos.
No Brasil
Computador

Telefone Celular
0,6 mi/unid

0,13 mi/unid
1994
2006
10 mi/unid

80 mi/unid
Produção de Materiais Pláticos

No mundo
1960 - 6 milhões/tons/ano
1994 - 110 milhões/tons/ano
Desenvolvimento de novas embalagens com o material.
No Brasil
Produção de Automóveis

USA - 1996
- 190 milhões de veículos em circulação.
- 10 milhões reciclados ao ano.

Japão - 1997
- 65 milhões de veículos em circulação.
- 5 milhões reciclados ao ano.

Itália + França + Alemanha - 1997
- 100 milhões de veículos em circulação.
- 6 milhões reciclados ao ano.

No mundo - 2007
- 1 bilhão de veículos.
Brasil -2007
- 25 milhões de veículos.
Evolução de veículos automotivos no Brasil
Impacto da descartabilidade na Logística Reversa
Tecnologia
- Introdução dos plásticos
- Miniaturização eletrônica
- Informática
Marketing
- Lançamento de novos produtos
- Obsolescência planejada
- Moda
Logística
- Embalagens descartáveis
- Velocidade de respostas
- Custo
DESCARTABILIDADE CRESCENTE DOS PRODUTOS
Disposição Final dos Bens
Aula 6
Natureza dos canais de distribuição reversos de pós consumo
São as diversas etapas de comercialização e industrialização pelas quais fluem os resíduos industriais e os diferentes tipos de bens de utilidade, ou seus materiais constituintes, até sua reintegração ao processo produtivo, por meio dos subsistemas de reúso, remanufatura, desmanche ou reciclagem.
Índice de reciclagem
Comparação quantitativa entre os fluxos diretos e reversos.
Índice de reciclagem de um bem durável
Índice de reciclagem
Bem durável
=
Bens reciclados no período na região
___________________________
Bens produzidos no período na região
Dificuldade de se estabelecer número exato devido a durabilidade do bem. Ex: carros reciclados em 2000 foram produzidos em períodos anteriores.
Índice de reciclagem dos componentes de um bem durável
Índice de reciclagem
dos componentes
=
Peso total dos componentes reciclados
___________________________
Peso total dos bem durável
Definição geral por peso utilizada para identificar o percentual total que é reciclável de um bem durável.
Ex: Automóvel
Peso médio do automóvel - 1.200 kg
Peso médio de seus componentes recicláveis - 1.020 kg
Índice de reciclagem dos componentes
=
1.020 kg
1.200 kg
=
85%
_______
Índice de reciclagem do material constituinte
Índice de reciclagem
Material Constituinte
=
Qtdade reciclado no período na região
___________________________
Qtdade produzida no período na região
Mesma dificuldade em estabelecer período de produção e de reciclagem. Quantidades disponíveis do material em determinado período são cumulados de produções anteriores.
Ciclos reversos de reciclagem
Distinguem-se em duas categorias: CDR de ciclo aberto e fechado


Ciclo aberto - referente ao produto final ser diferente do original
Ciclo fechado - referente ao produto final ser próximo ao original
Canais de distribuiçao rersos de ciclo aberto
Caracterizado pela extração de
materiais constituintes
de diversos produtos de pós consumo, visando sua reintegração ao ciclo produtivo e substituindo

matérias-primas novas na fabricação de diferentes tipos de produtos.
Caracterizado pela etapas de retorno do
produto de pós consumo
, nas quais os materiais constituintes de determinado produto descartado, são extraídos seletivamente para a
fabricação de um produto similar ao da origem.
A especialização se dá pelo material constituinte. São exemplos: metais, plásticos, vidros e papéis.
Canais de distribuiçao rersos de ciclo fechado
Por interesse tecnológico, econômico, logístico ou de outra ordem, as fases da cadeia produtiva reversa estão
especializadas na revalorização do material constituinte
.
É valorizada a ideia do
Projetado para Reciclagem
-
Produtos desenhados de modo que facilite a desmontagem.
Existe alta eficiência no fluxo reverso devido ao valor econômico gerado. Ex: Óleos, alumínio, baterias.
Canais de Distribuição de Pós Consumo de Bens Duráveis e Semi Duráveis
Canais de Distribuição de Pós Consumo de Bens Descartáveis
Aula 7
Fatores de Influência na Implementação da Logística Reversa de Pós Consumo
Agenda do dia
- Perceber as diferenças entre empresas das cadeias direta e reversa.
- Avaliar a influência da estratégia de integração da organização reversa das empresas nas eficiência da logística reversa.
- Conhecer os fatores de influência e como interagem com o mercado de bens de pós consumo.
Características das empresas nas cadeias produtivas reversas
Níveis de Integração Empresarial nas Cadeias Reversas de Pós Consumo
Integração empresarial em cadeias reversas de remanufatura
Empresas não integradas em remanufatura
Integração empresarial em cadeias reversas de reciclagem
Quanto à integração
Empresas integradas em reciclagem
Ciclo Aberto X Ciclo Fechado
Empresas de cadeias reversas de ciclo reverso aberto de reciclagem
Condições Essenciais de Implementação da Logística Reversa em Canal Reverso
Mercado para os produtos com conteúdo de reciclados
Fatores de Influência
na Organização de um Canal Reverso de Pós Consumo
Fatores Necessários
Fatores logísticos
Fatores Modificadores
- Diferente da Logística Reversa de Pós Venda, a Logística Reversa de Pós Consumo possui CDRs próprios
- Empresas especializadas, tanto no material como no produto, constituem o
reverse supply chain
em suas etapas reversas respectivas.
Empresas da cadeia produtiva reversa de pós consumo
Após descarte do cliente...
Coletores locais
1ª Consolidação regional (Varejo Reverso)
Consolidação intermediária
(eventual várias regiões)
Indústria da remanufatura e reciclagem
Indústria utilizadora de matéria prima secundária e componentes ou mercado secundário
- Ganhos de 40% a 60% na remanufatura
- Aplicação de 20% do esforço produtivo
- Falta de consciência do potencial da remanufatura
- Algumas tratam a remanufatura como concorrência
- Gerando estratégia para dificultar o reaproveitamento
Empresas integradas em remanufatura
Compram suas carcaças de distribuidores que se encarregam de coletar estes produtos. Geralmente nenhum processamento é realizado pelos intermediários.
Coletam os produtos em suas regiões de descarte, realizando o transporte diretamente para sua atividade de reaproveitamento.
Empresas não integradas em reciclagem
Compram os materiais reciclados das indústrias já prontos para substituirem as matérias-primas virgens.
Empresas semi-integradas em reciclagem
Compram os materiais beneficiados por intermediários com certo nível de adensamento e seleção. Executam o processamento de reciclagem antes da reintegração industrial.
Coletam ou compram os materias de sua fonte primária diretamente, beneficiam realizando o adnsamento e seleção e realizam a reciclagem para posterior reintegração na indústria.
Tipos de coleta
- Coleta de Lixo Urbana
Lixo coletado a domicílio. Principal fonte primária de bens descartados em locais em comunidades em que não há a coleta seletiva estruturada.
SP, 2006 - 16 mil tons/dia é a terceira maior coleta de lixo do mundo. 1.600 caminhões de lixo necessários. (cálculo de 10 tons/por caminhão)
- Coleta Seletiva Urbana
Lixo separado coletado a domicílio distinguindo apenas o reciclável do orgânico. Facilita a separação posterior. No Brasil, apenas 7% das cidades possuem estes programa que custa R$ 220/ton 5x mais caro que a coleta normal de lixo.
- Coleta Informal
Lixo coletado por catadores em meio ao lixo urbano não separado. Ocorre em países menos desenvolvidos como uma "oportunidade" de renda aos desfavorecidos. São escolhidos os materias com maior valor econômico. Alumínio, papel e plástico aumentam reciclabilidade no Brasil
Empresas de cadeias reversas de ciclo reverso fechado de reciclagem
Caracterizadas pela extração de material de produtos específicos de pós consumo e reintegrados em produtos de mesma natureza. Existe tendência de integração entre a cadeia direta e reversa devido ao valor econômico envolvido. Por esse motivo as cadeias reversas se desenvolvem com maior facildiade entre as organizações envolvidas.
Caracterizadas pela extração de material de diferentes produtos de pós consumo e reintegrados em produtos de diversas naturezas. É menor a integração entre as empresas do canal direto, pois a origem dos materiais é bastante diversificada. Neste caso normalmente a cadeia produtiva direta é compradora de materiais secundários ou reciclados.
Remuneração em todas as etapas reversas
A lucratividade ao longo de cada fase da cadeia reversa deve satisfazer os interesses econômicos de todos os intervenientes, os custos agregados e permitir preço de venda de produtos remanufaturados e materiais reciclados inferiores ou compatíveis com os originais.
Qualidade dos materiais reciclados
Escala econômica de atividade
Os produtos reciclados precisam ter rendimento industrial compatível com a matéria prima virgem.
Os produtos reciclados precisam ser suficientes e apresentar constância no tempo de modo a garantir eficiência econômica.
Precisa existir mercado para os produtos reciclados e remanufaturados para que exista interesse em desenvolvê-lo. Qualidade e restrições técnicas serão balizadores.
Fatores econômicos
Fatores tecnológicos
Reintegração dos materiais financiam a remuneração adequada aos agentes da cadeia reversa.
Necessidade de aparato tecnológico para a transformação de materiais ou remanufatura.
Dizem respeito às condições de organização, localização e sistemas de transportes entre os elos da cadeia reversa.
Fatores ecológicos
Fatores legislativos
Fatores de imagem corporativa e marca
Sensibilidade ecológica e ambiental de governo, sociedade e empresas.
Intervenção governamental instituindo leis e incentivos ao retorno dos produtos
Relativo a manutenção e reputação da marca e aos custos intangíveis.
http://videos.clicrbs.com.br/rs/zerohora/video/geral/2014/04/jogar-lixo-chao-pode-resultar-multa-para-pedestres-porto-alegre/72217/
Professor Murilo Branco
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