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Apresentação Unipampa

Apresentação Geral da Universidade Federal do Pampa, com uma explicação breve de cada campus
by

Fabio Corniani

on 26 August 2013

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Transcript of Apresentação Unipampa

Campus São Borja
São Borja > Rio Grande do Sul > Brasil > nasceu a partir do desmembramento do município de Rio Pardo em 12/12/1887, através da Lei nº 1.614.

A Comarca foi criada através da lei 1.020, de 11/03/1833 desmembrado de Rio Pardo É sem contestação, o núcleo habitacional permanente mais antigo do território rio-grandense do sul. Até a derrocada em 1756, os Jesuítas incrementaram a pecuária extensiva, o artesanato, o cultivo da terra e deixaram o primeiro plano diretor do município.

Localizaram a cidade em local alto, afastado da margem do rio, longe das enchentes. Com a saída dos Jesuítas estabeleceram-se grandes estâncias, predominando ainda a pecuária extensiva e a prática das queimadas nos campos nativos. Na ultima década do século XIX, com a vinda de imigrantes europeus intensificou-se a agricultura e o uso do arado no solo, expandindo a lavoura pelo campo nativo e partes das matas nativas. Em meados do século XX a lavoura de arroz então inexpressiva, toma impulso ocupando áreas de várzea e banhados.

Os primitivos habitantes deste território foram os indígenas, que deixaram um legado na cultura e na formação étnica.

São Borja é uma localidade que está inserida no mapa das grandes oportunidades. O município soma um conjunto de fatores positivos para tornar-se um ponto de referência no desenvolvimento da América do Sul, pois se situa estrategicamente no centro dos principais eixos comerciais do continente.

Os ex presidentes Getúlio Vargas e João Goulart (Jango)
Primeira dos Sete Povos das Missões e Terra dos Presidentes, São Borja é uma das cidades mais importantes da histórica política brasileira. Hoje, o município destaca-se como um novo pólo de oportunidades, tanto no agronegócio (sua principal base econômica) quanto nas rotas comerciais do Mercosul e no turismo.

São Borja tem toda infraestrutura necessária para os novos empreendimentos e dispõe de um moderno programa de incentivos para a atração de novos investimentos.

Vários são os seus destaques econômicos: a excelência da agropecuária, a força da agroindústria e a modernidade e do seu sistema logístico. E novas oportunidades estão surgindo para agregar mais valor a esta terra.

No dia 10 de outubro comemora-se o dia do padroeiro do Município, São Francisco de Borja.
Campus Itaqui
Itaqui teve o primeiro indício de vida civilizada por meio de uma missão de jesuítas espanhóis, no ano de 1700. No século seguinte, o povoamento foi sendo desenvolvido em conjunto com a atividade pecuária, até hoje uma das marcas econômicas da região.

Situa-se às margens do rio Uruguai, divisa entre Brasil e Argentina, sendo esse um dos atrativos para os turistas que a visitam. A caverna Iguariaçá apresenta uma paisagem pitoresca da região e provavelmente foi habitada pelos primeiros índios que lá estiveram. No local onde hoje está o município de Itaqui, foi feito o primeiro povoamento pelos jesuítas da redução ou missões de La Cruz (hoje localidade argentina, na fronteira com São Borja), por volta de 1700. Somente no início do século XIX foi incorporada às terras portuguesas, e em 1802 foram concedidas as primeiras sesmarias.

José Artigas, filho adotivo de José Gervasio Artigas (1764-1850), general e presidente do Uruguai, pretendeu anexar estas terras àquele país. Encontrou aqui uns três ranchos e 13 homens que liquidou com seus 1.600 índios. Esta tentativa de permanecer, porém, durou pouco tempo, porque veio um destacamento com a finalidade de expulsá-lo.

Estava acampado no Arroio Cambaí, porém uma enchente obrigou-os a procurar outro local, sendo escolhido onde hoje está a cidade de Itaqui. Isto foi em 1821, e logo vieram várias famílias para a localidade. Durante a Revolução Farroupilha (1835-1845) estas presenciaram várias lutas.

De acordo com a Lei nº. 419, de 6 de dezembro de 1858, Itaqui foi desmembrada do município de São Borja. Nessa época a população da vila era de aproximadamente quatro mil habitantes. Itaqui novamente foi campo de lutas, durante a Guerra do Paraguai, quando seus homens tiveram a oportunidade de fazer frente aos soldados de Francisco Solano López, presidente daquele país.

De 1750 a 1851 o Uruguai tentou aumentar seu território até o rio Ibicuí, pretendendo tomar a metade sul do Rio Grande de São Pedro do Sul, nome do RS na época. Pela vontade do presidente do Uruguai, Manuel Oribe, Itaqui poderia hoje ser território uruguaio. Em maio de 1879 foi elevada à categoria de cidade. Inicialmente, o nome foi São Patrício de Itaqui, em homenagem ao padroeiro local, depois foi simplificado para Itaqui.

Ainda no século XIX, foram desmembrados dois outros municípios destas terras: São Francisco de Assis e Santiago.

Itaqui tem um dos mais antigos teatros da América do Sul, o Teatro Prezewodowski, construído em 1883. Leva o nome do capitão comandante da Flotilha de Guerra do Alto Uruguai, sediada em Itaqui, de 1872 a 1874, Estanislau Prezewodowski, baiano de nascimento, que teve participação destacada anteriormente na Guerra do Paraguai (1864-1870). Possui uma população estimada em 36.191 habitantes (IBGE - Censo 2007).
Campus Uruguaiana
Uruguaiana, fundada em 24 de fevereiro de 1843, emancipou-se em 29 de maio de 1846.

Situada na microregião campanha ocidental, limitando-se ao norte: município de Itaqui, ao sul com a República Oriental do Uruguai, ao leste com Alegrete e Quaraí e a oeste com a República Argentina.

Sua área é de 5.452 Km2 com uma população de 136.364 habitantes (Fonte IBGE/ 2006).

Possui altitude de 74 metros e temperatura média máxima de 26,2c e a mínima de 12,96c.

Sua etnia foi originada por grupo nômades indígenas e posteriormente os elementos colonizadores foram os espanhóis, portugueses e africanos. As correntes migratórias modernas são representadas por italianos, alemães, espanhóis, franceses e árabes.

Distante 634 Km da capital do Estado, com acessos pela BR 290 e BR 472.

A principal atividade econômica é agropecuária, com sua extensa lavoura de arroz e gado de corte e reprodução.

Uruguaiana é a maior porta de entrada de turistas do Estado, registrando mais de 100.000 turistas do prata, chilenos, paraguaios e demais países. Nesta terra foi destilado o primeiro litro de petróleo, banhado por um pampa privilegiado, onde a tendencia é desenvolver o turismo rural, e com uma ampla rede hoteleira.

Em 152 anos de existência, o nosso Município figura como 4º maior do Estado, o maior porto-seco da America Latina,com 80% da exportação nacional atravessando a Ponte Internacional e certamente, caminha para solidificar-se como a "Capital do Mercosul".

As terras que hoje constituem o município Uruguaiana, no início do século XVI, integravam-se na Captania de São Paulo, pois a ela estavam subordinadas todas as terras que dali se estendiam para o sul, até o rio prata.

Em 1735, quando o brigadeiro José da Silva Pais assumiu o comando da província do Rio Grande de São Pedro, mandou construir uma fortificação na entrada do canal que liga a lagoa dos patos ao atlântico, o que possibilitou o desligamento dessa província da ingerência paulista em 1738, passou à juridição do governo constituído em Santa Catarina, que abrangia os atuais territórios deste estado e do Rio Grande do Sul, porém na dependência da capitania do Rio de Janeiro.

Em 1760, com a nomeação do coronel Inácio Eloi de Madureira, para o governo do Rio Grande de São Pedro, estas terras foram desligadas da jurisdição de Santa Catarina, passando a formar uma província autônoma no período do Brasil colônia.

As terras pertencentes ao município de Alegrete, que antes pertenciam ao de Cachoeira, é que surgiu Uruguaiana, como município independente.

A concessão mais antiga das terras na paróquia de Uruguaiana foi feita por D. Diogo de Souza Silveira de Souza, em 1814, entre Ibicuí e Ibirocai. Inumeras outras terras foram concedidas ou compradas nesta região.

A partir de 1835, com o desenrolar da revolução farroupilha, tinha o governo republicano apoderado-se de toda a margem do Ibicuí, daí a necessidade de fundar uma povoação à esquerda do Uruguai, conveniente tanto do ponto de vista militar como fiscal por ser fronteira, lugar de contrabando. Tal atitude deve-se a domingos José de Almeida.

Após uma série de diligências, foi escolhido o local, denominado "Capão do Tigre", nas terras de Manoel Joaquim Couto Rico. Quem mais influenciou na escolha do novo local foi o general Davi Canabarro, que era o comandante militar desta fronteira.

Pelo decreto n° 21 de 24.02.1824, o General Bento Gonçalves da Silva, então Presidente da República do Rio Grande de Piratini, autorizou a criação de uma "capela curada" denominada "Capela do Uruguai" no "Capão do Tigre" cujo território, assim como o de Santana faziam parte de 2° distrito de Alegrete.

O novo povoado chamava-se, no início, Santana do Uruguai, a posterior demarcação das divisas da cidade e o traçado das ruas , deve-se a Duque de Caxias e a Domingos José de Almeida.
Campus Alegrete
As origens do município de Alegrete datam do início do XIX quando em 1801, os aventureiros Borges do Canto e Santos Pedroso, ambos riograndenses, conquistaram para a coroa portuguesa o território das missões jesuíticas ao norte do Rio Ibicuí.

Para assegurar essa conquista o governo português lança ao sul do mesmo rio a Guarda Portuguesa do Rio Inhanduí em torno da qual forma-se o povoado, a religiosidade ergue uma capela sob o orago de Nossa Senhora Aparecida, em 1814.

As contínuas lutas de fronteira, agora entre o Reino de Portugual e os dissidentes ao recém constituído governo das Províncias Unidas do Rio do Prata, provoca o ataque e queima do povoado e da capela, provocando a transferência da povoação para a margem esquerda do Rio Ibirapuitã, em 1817, onde erguerá novo povoado e capela, com a denominação de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Alegrete.

Pelo ponto estratégico do novo local por onde escoam os produtos primários em direção aos portos de Buenos Aires e Montevidéu, o lugarejo prospera rapidamente e eleva-se a categoria de vila através do decreto provincial de 25 de outubro de 1831, demarcando assim seus limites e ganhando autonomia política. Com a Revolução Farroupilha em 1835, Alegrete torna-se, no período de 1842 à 1845, a 3ª Capital da República Riograndense. Entre batalhas e campanhas, por bravura, determinação e desenvolvimento, a Vila de Alegrete foi elevada a categoria de cidade em 22 de janeiro de 1857.
Campus Santana do Livramento
Sant'Ana do Livramento cognominada oficialmente de "Fronteira da Paz". Nasceu de um período de guerras, quando a posse da terra dependia da sorte das armas e quando as instáveis fronteiras eram defendidas com as pontas das lanças, das patas dos cavalos e do gume das espadas, em combates de peito a peito, de ombro a ombro, de pupila a pupila.

Origem e Povoamento

Em 1810 os acontecimentos que se desenrolaram no Rio da Prata e deveriam terminar com a emancipação política das colônias espanholas, pôs em perigo a situação do governo de Montevidéu. Esse fato causou muita intriga e com isso a 1ª intervenção militar do Brasil Reino. A organização de um exército de tropas de linha territorial no Rio Grande do Sul foi necessária. Foi enviado para guarnecer as fronteiras de Bagé e Livramento o Exército Pacificador, comandado por Diogo de Souza (1° Conde de Rio Pardo).

Este exército foi dividido em dois destacamentos principais e estabeleceu-se no Rio Ibirapuitã (Ibira - árvore, madeira, pau. Puitã - vermelho = árvore vermelha).

Este acampamento na época chegou a ser chamado de Cidade de São Diogo, e foi aí que se deu o início do povoamento de Sant'Ana do Livramento com a construção da capela junto ao arroio Ibirapuitã.

Mais tarde, autoridades religiosas não aprovaram o local e dependência da capela. Foi então que a capela definitiva foi construída no local denominado Itacuatiá (Ita - pedra. Cuatiá - pintar = Pedra Pintada).

Construindo a capela definitiva com a denominação de Nossa Senhora do Livramento no dia 30 de julho de 1823, data que assinalou a fundação oficial da cidade.

Colonização

O início do povoamento de Sant'Ana do Livramento foi em 1814, quando o Marquês de Alegrete fez as doações das primeiras sesmarias (uma légua de frente por três de fundos) para Belarmina Coelho, João da Costa Leite e Antonio José de Menezes.

Em 1818, tendo assumido o governo da Província, o Conde de Siqueira, Dom José Castelo Branco da Cunha de Vasconcelos e Souza, incentivou o povoamento da região concedendo sesmarias em maior número.

Os primeiros colonizadores que habitaram nossa cidade foram os índios Charruas e Minuanos, pertencentes ao grupo Guaicurus do Sul.

Os primeiros europeus que vieram para habitar o Rio Grande do Sul e nossa região foram os jesuítas espanhóis, habitando a região do Prata e contribuindo com a formação e povoamento de Sant'Ana do Livramento.
Campus São Gabriel
A história de São Gabriel inicia em 1800, quando o naturalista espanhol Félix de Azara, ao chegar ao Cerro do Batovi, funda a primeira povoação, de origem espanhola.

Em 4 de abril de 1846, já no seu atual local - antiga Sesmaria do Trilha, com colonização portuguesa, foi elevada a categoria de vila, com a instalação da Câmara de Vereadores, sendo considerada a data de aniversário de emancipação."

Foto aérea do município.

Na Revolução Farroupilha.

Em 1840 foi Capital da Republica Riograndense. No ano de 1841 ao deixar a revolução Giuseppe Garibaldi rumo ao Uruguai passa por São Gabriel, "tropeando" 900 cabeças de gado, como pagamento de seus 04 anos de serviços prestados aos farroupilhas. E a seu lado e a cavalo, duas grandes lembranças do Brasil: sua heróica Anita e, em seu colo, seu filho Menotti.

Com a Lei Provincial n.º 8 de 04 de abril de 1846, SÃO GABRIEL foi elevada a categoria de município, com a instalação da Câmara de Vereadores, cujo presidente exercia o Poder Executivo.

SÃO GABRIEL historicamente é ligada as armas, TERRA DOS MARECHAIS, como é chamada, já que aqui nasceram os Marechais João Propício Menna Barreto, Fábio Patrício de Azambuja, o Presidente da República Hermes Rodrigues da Fonseca e João Batista Mascarenhas de Moraes, o comandante da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, durante as batalhas na Itália. Outros militares gabrielenses fizeram parte da história nacional, como o Coronel José Plácido de Castro, o desbravador que conquistou o Acre.

A vocação militar conviveu pacificamente com a Poesia e outras artes, projetando para o Brasil o gabrielense Alcides Maia, o primeiro Gaúcho admitido na Academia Brasileira de Letras e o Padre Leonel Franca, teólogo fundador da PUC do Rio de Janeiro.

A história política do Município conta com personagens como o Castilhista Fernando Abbott, Presidente do Estado e o Embaixador Francisco de Assis Brasil, fundador e líder do Partido Libertador.

SÃO GABRIEL é considerada o último reduto dos Carreteiros, o mais antigo meio de locomoção inventado pelo homem.

A Origem do nome da cidade.

Quando se pronuncia o nome “São Gabriel” naturalmente atenta-se somente sobre o nome do município, pouco sobre sua origem, ou como tivera sido escolhido. O nome do município (São Gabriel) aqui no Rio Grande do Sul é uma homenagem ao Vice-Rei do Rio da Prata em 1800, Dom Gabriel.

Isso ocorreu quando Dom Félix de Azara fundou a primeira São Gabriel nessa data, no local chamado ainda hoje de Distrito do Batovi, como conta à história. Nesse local havia nessa época um posto avançado com oito homens que cuidavam da cidade ora fundada.
Campus Dom Pedrito
No início, os índios pampeanos habitavam a região que integra o município de Dom Pedrito, como parte da Estância de São Miguel.

Por volta de 1700 - 1750, o "campo das flores" - iñuvoti - como os índios denominavam o local, recebia um grupo de espanhóis desertores do Exército do Vice Reino do Prata, liderado por Don Pedro Ansuateguy.

Embrenhados nas matas a procura de região limítrofe entre as terras portuguesas e espanholas, vêm juntar-se ao grupo indígena, aldeado à margem do rio Santa Maria.

Nesse local, os espanhóis constroem meia dúzia de ranchos e, aos poucos, facilitado pelo passo ali existente e pela posição estratégica, surge alí um "Posto de Contrabando".

E por Pedro Ansuateguy ser apelidado de Dom Pedrito, começou a se nominar aquele local de passagem como Passo de Dom Pedrito.

O Passo recebeu atenção especial da Província e, em 1825, foi designado Bernardino Ângelo da Fonseca para seu escrivão. Ele, com o apoio dos moradores, solicitou a criação de uma capela-curada junto ao passo, reivindicação alcançada em 18 de novembro de 1852.

A capela N. Sra. do Patrocínio e a população são trasladados para um assentamento definitivo, em 1854, após a demarcação, ocupando o terreno da atual Praça General Osório.

Em 1859, Dom Pedrito é elevado à Freguesia e em 30 de outubro de 1872, à Vila - data que é celebrado o Dia do Município.

O desenvolvimento da vila e o fato de libertar seus escravos antes da Lei Áurea, justificaram a elevação de Freguesia de N. Sra. do Patrocínio à categoria de cidade, em 20 de dezembro de 1888.

O Município hoje tem o cognome de CAPITAL DA PAZ, pelo fato de que, na localidade de Ponche Verde, terem ocorridas as tratativas dos Farroupilhas para a pacificação do Rio Grande, que pôs fim a Revolução Farroupilha. Neste local encontra-se hoje um monumento, conhecido como OBELISCO DA PAZ.
Campus Caçapava do Sul
Nascida de um acampamento militar na metade do ano de 1770, Caçapava do é um dos municípios mais antigos do Rio Grande do Sul. Seu território está situado na chamada Região da Campanha, com extensas jazidas de minérios de cobre, cal e caulim.
Em sua configuração topográfica observam-se campos e serras imponentes, com terras escuras e solo silicioso, prestando-se de maneira admirável à criação de gado e à agricultura.
O município de Caçapava do Sul tem como base de sua economia o setor primário na pecuária, agricultura, indústria e mineração, que é responsável pela produção de mais de 85% do calcário do Estado do Rio Grande do Sul.
A Gastronomia é rica e forte, à base de carnes bovina e ovina, com influência portuguesa, espanhola, africana e indígena.
A produção cultural e artista também é referência no município. A Casa do Poeta “Clara Haag Kipper” promove concursos literários e já lançou três edições do Prêmio Literário Legislativo Caçapavano, instituído no município pela Lei nº2567/2010.

- Segunda Capital Farroupilha.
- Capital Gaúcha do Montanhismo.
- Recordes em voo livre na Rampa do Cerro da Angélica.
- Maior Produtor Estadual de Calcário Agrícola.
- Guaritas: Uma das sete maravilhas do RS.
- Único Forte Militar existente no sul do Brasil (Forte Dom Pedro II).
- Cenário dos filmes “Anahy de Las Missiones” (1997) - De Sérgio Silva; “Valsa para Bruno Stein” (2007) – De Paulo Nascimento.
- O Tradicionalismo é cultuado por seis Centros Tradicionalista Gaúcho (CTGs) e realiza uma das maiores festas tradicionalistas no Estado que é a Semana Farroupilha, a qual encerra em 20 de setembro.
- Sede do Rodeio Crioulo Estadual e Mostra Cultural Gaúcha Regional, sempre no início de janeiro.
- UFO Turismo: Grupo de Pesquisa Ufológica de Caçapava do Sul (GPUC).
- Encontro Caçapavano de Aeromodelismo: ENCAER é organizado pela União Caçapavana de Aeromodelismo (UCA).
Campus Bagé
A colonização da região onde ora se encontra o município iniciou-se com a chegada de europeus em fins do século XVII, notadamente portugueses e espanhóis. Uma das primeiras construções foi uma redução construída por jesuítas, chamada Santo André dos Guenoas, fundada como posto avançado de São Miguel, um dos Sete Povos das Missões. A incansável resistência de índios da região à catequização, notadamente tapes, minuanos e charruas, levou a um conflito que resultou na destruição do povoado.
A partir de então, a região serviu de palco para diversos conflitos entre europeus e nativos. Destaca-se o ocorrido em 1752, quando 600 índios charruas, comandados por Sepé Tiaraju, rechaçaram os enviados das coroas de Portugal e Espanha que, amparados no tratado de Madri, assinado dois anos antes, regulamentando os limites territoriais dos dois impérios na América do Sul, vieram para estabelecer as fronteiras.
Em 1773, D. Juan José de Vértiz y Salcedo, vice-rei de Buenos Aires, com cinco mil homens, saiu do Prata, atravessou o Uruguai e, chegando ao limite sul do Escudo_Riograndense. Lá construiu o Forte de Santa Tecla, que foi demolido e arrasado em dois combates e ainda hoje remanescem ruínas.
Na área do município, o general Antônio de Souza Neto, em violento combate, conhecido como a Batalha do Seival, derrotou as forças legalistas e, no dia seguinte, proclamou a República Riograndense. Na Revolução de 1893, quando os federalistas reagiram à ascensão dos republicanos, Gumercindo Saraiva invadiu o Rio Grande do Sul pelo rio Jaguarão e, no Passo do Salsinho, foi travado o primeiro combate. O município testemunhou combates das Traíras, o Cerco do Rio Negro e o Sítio de Bagé. No Rio Negro, 300 prisioneiros foram degolados, sem direito a defesa.
Campus Jaguarão
O começo de Jaguarão remonta a 1802 com um acampamento militar fundado às margens do Rio Jaguarão pelo tenente-coronel Manuel Marques de Sousa. Em 1777, com o Tratado de Santo Ildefonso, o município de Jaguarão ficava em terras espanholas. A primeira vila que começou a se formar a partir de 1751 no Rio Grande do Sul foi Rio Grande que, com a invasão dos espanhóis em 1763, transferiu sua sede de governo para Viamão.
Com Dom João VI no Brasil, em 1808 e 1809, são criados definitivamente os municípios de Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo e Santo Antônio da Patrulha. Cachoeira do Sul, vizinha de Rio Pardo, foi criada dez anos mais tarde. Em dezembro de 1830 criaram-se Pelotas e Piratini e em outubro de 1831, Alegrete, Caçapava do Sul, São José do Norte e Triunfo.
Jaguarão foi elevada a vila em 6 de julho de 1832, sendo o 12º município do estado. Situa-se na parte meridional do estado, na fronteira com a cidade de Rio Branco no Uruguai, às margens do Rio Jaguarão, que nasce na região montanhosa perto do município de Pinheiro Machado e corre aproximadamente em direção norte-sul até atingir as alturas de Aceguá, voltando-se depois para noroeste-sudeste, marcando a partir desta parte o limite entre as faixas centro-sul do estado e centro-oriental do Uruguai. Passa entre Rio Branco e o município de Jaguarão e deságua na Lagoa Mirim. Seu curso é de aproximadamente 270 quilômetros.
Uma das principais causas da criação de Jaguarão, foi a falta de acesso à justiça do então vila do Espírito Santo do Serrito no Jaguarão. Mesmo elevado a vila em outubro de 1832, o município propriamente dito demorou a se instalar. Em 22 de Maio de 1833 o município de Jaguarão desmembrou-se de Rio Grande e deu posse aos seus primeiros vereadores.
O município é conhecido por suas belas portas e está conservada e preservada por seus habitantes, exceto a Enfermaria Militar. Os exemplos de Arquitetura Eclética do centro da cidade datam de 1876 e de 1920, com frisos e marquises, e portas em estilo artesanal português.
Hoje a Estação Férrea de Jaguarão pertence a loja Maçônica General Osório 140 (Grande Loja), e esta em fase de restauração com grande parte concluída.
A Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) faz parte do programa de expansão das universidades federais no Brasil. Um Acordo de Cooperação Técnica financiado entre o Ministério da Educação, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) previa a ampliação do Ensino Superior na metade sul do estado do Rio Grande do Sul.

A Universidade Federal do Pampa foi criada pelo governo federal para minimizar o processo de estagnação econômica onde está inserida, pois a educação viabiliza o desenvolvimento regional, buscando ser um agente da definitiva incorporação da região ao mapa do desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

A expansão da educação pública superior, com a criação da Universidade Federal do Pampa, além de concretizar um antigo sonho da população, permitirá que a juventude, ávida de conhecimentos, permaneça em sua região de origem e adquira as informações necessárias para impulsionar o progresso de sua região, no momento em que se forma mão-de-obra qualificada e aumenta-se a auto-estima de seus habitantes, tendo, como conseqüência, o surgimento de novas famílias, cujos filhos vislumbrarão opções para que se desenvolvam sociedades cultural e economicamente independentes.

O Conselho Universitário (CONSUNI) é o órgão máximo da Administração Superior da UNIPAMPA com competências doutrinárias, normativas, deliberativas e consultivas sobre a política geral da Universidade.

São competências do CONSUNI: (art. 19 do Estatuto; art. 15 do Regimento Geral)

I. estabelecer as políticas gerais da Universidade e supervisionar sua execução, em consonância com o disposto no Estatuto e neste Regimento Geral;
II. aprovar o Plano de Desenvolvimento Institucional, o Projeto Pedagógico Institucional e as diretrizes de planejamento e orçamento plurianual;
III. deliberar sobre a criação, modificação e extinção de órgãos universitários;
IV. fixar normas gerais a que se devam submeter as unidades universitárias e demais órgãos;
V. avaliar o desempenho dos órgãos e serviços da Universidade;
VI. deliberar sobre a variação patrimonial: aquisição, construção, alienação de bens imóveis, bem como doações e legados;
VII. deliberar sobre política patrimonial e urbanística da Universidade;
VIII. modificar o Estatuto e este Regimento Geral, com a aprovação de pelo menos 2/3 (dois terços) de seus membros, convocados especialmente para este fim;
IX. elaborar, modificar e aprovar o seu próprio Regimento Interno;
X. aprovar os regimentos da Reitoria, de cada um dos Campus e dos demais órgãos, bem como as modificações propostas;
XI. julgar os recursos interpostos das decisões do Reitor;
XII. aprovar a concessão de títulos e dignidades universitárias;
XIII. deliberar sobre convênios e contratos;
XIV. aprovar as diretrizes relativas à retribuição de serviços cobrados pela Universidade;
XV. aprovar a organização administrativa;
XVI. aprovar o quadro de pessoal docente e técnico-administrativo em educação, bem como suas políticas de seleção, qualificação, avaliação e mobilidade;
XVII. aprovar a criação ou extinção de cursos de graduação e de pós-graduação, bem como a alteração do número total de vagas da Universidade nos cursos de graduação, ouvidas as Comissões Superiores, as Unidades e demais setores envolvidos;
XVIII. promover, na forma da Lei, com a presença de pelo menos 2/3 (dois terços) dos conselheiros, o processo de escolha do Reitor e do Vice-Reitor, que incluirá consulta à comunidade universitária;
XIX. propor a destituição do Reitor ou Vice-Reitor, na forma da Lei, com aprovação de pelo menos 2/3 (dois terços) dos conselheiros, em sessão especialmente convocada para este fim;
XX. atuar como instância recursal máxima no âmbito da Universidade, bem como convocar o exame e a deliberação sobre qualquer matéria de interesse institucional;
XXI. decidir sobre matéria omissa no Estatuto e nos diversos regimentos;
XXII. avaliar representações de outros órgãos colegiados da UNIPAMPA quando lhe couber a competência;
XXIII. analisar vetos do Reitor;
XXIV. aprovar, por maioria simples, a indicação de servidores externos ao quadro de servidores ativos da Universidade para provimento das funções da Reitoria;
XXV. avaliar e aprovar o afastamento do Reitor e do Vice-Reitor quando este exceder 30 (trinta) dias;
XXVI. analisar e dar parecer sobre a execução orçamentária, findo o ano de exercício orçamentário;
XXVII. aprovar o desligamento de discentes submetidos a sanções oriundas de atos graves contra o patrimônio científico cultural e material da Universidade ou por agressões físicas ou verbais a servidores;
XXVIII. homologar os resultados dos processos eleitorais realizados no âmbito da UNIPAMPA;
XXIX. convocar eleições para definição do substituto do Reitor.
Segundo a Resolução nº 26, do Conselho Universitário (CONSUNI) da UNIPAMPA, de 03 de fevereiro de 2011:

1. O QUE É O CONCUR:
“O Conselho Curador (CONCUR) é o órgão superior de controle e fiscalização da gestão econômico-financeira da UNIPAMPA, observada a legislação vigente.”

2. COMPÕEM O CONCUR:
I. 7 (sete) professores, eleitos na forma estabelecida pela presente Resolução;
II. 1 (um) representante estudantil, eleito na forma estabelecida pela presente Resolução;
III. 1 (um) representante dos servidores técnico-administrativos em educação, na forma estabelecida pela presente Resolução;
IV. 1 (um) representante da comunidade externa regional, indicado na forma estabelecida pelo CONCUR, nos prazos estabelecidos por esta Resolução;
§1º Os membros do CONCUR não poderão participar de quaisquer outros órgão superiores da Universidade ou exercer cargos de direção ou funções gratificadas.
§2º O mandato dos membros do CONCUR será de 2 (dois) anos, salvo o do representante discente, que será de 1 (um) ano.
§3º Os membros do CONCUR, previstos nos incisos I, II e III, serão eleitos pelo CONSUNI de acordo com esta Resolução.
§4º Os membros do CONCUR terão suplentes, indicados da mesma forma que os representantes titulares e com o mesmo período de mandato.
§5º O Conselho Curador elegerá seu presidente e vice-presidente, dentre seus membros.

3. ATRIBUIÇÕES DO CONCUR:
I. emitir parecer sobre a proposta orçamentária apresentada pela Reitoria antes de ser aprovada pelo CONSUNI;
II. fiscalizar a execução orçamentária-financeira;
III. examinar, a aqualquer tempo, os documentos da contabilidade da Universidade;
IV. apreciar atos que digam respeito à posição patrimonial da Universidade, incluídas as aquisições, gravações, permutas, alienações de bens imóveis, bem como a aceitação de subvenções, doações, legados e a prestação de garantias para a realização de operações de crédito;
V. pronunciar-se sobre a prestação de contas do Reitor e, quando for o caso, sobre as contas da gestão de diretores de Campus, dos órgãos suplementares e do diretório Central de Estudantes;
VI. emitir parecer sobre projetos submetidos pela Reitoria, que envolvam a utilização de fundos patrimoniais, operações de crédito ou a criação de fundos especiais, assim como doações e legados para a universidade;
VII. findo o ano de exercício orçamentário, a execução orçamentária deverá passar por análise e parecer do CONCUR e posterior aprovação do CONSUNI, respeitando os prazos legais;
VII. apreciar quaisquer outros assuntos que importem à fiscalização econômico-financeira e patrimonial;
IX. elaborar o seu regimento Interno, submetendo-o à aprovação do CONSUNI;
X. escolher seu Presidente e Vice-Presidente, segundo estabelecido em seu Regimento Interno.
O Curso de bacharelado em Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda da Unipampa, Campus São Borja, apresenta Conceito 4 na última avaliação do MEC realizada no ano de 2011.

A carga horária é de 2700 horas (entre disciplinas obrigatórias, complementares e atividades extras) com integralização mínima de 08 semestres e máxima de 12 semestres. O ingresso é anual com oferta de 50 vagas em regime integral. O curso é convalidado pela Portaria 492/2009, de 05 de agosto de 2009.

O curso visa o desenvolvimento intelectual do aluno, possibilitando que ele analise, critique e efetue mudanças sociais no seu campo de trabalho, com respeito constante aos princípios democráticos, às ações solidárias e à defesa dos direitos humanos. Sua estrutura curricular contempla formação específica em Publicidade e Propaganda e também a formação interdisciplinar.

Os egressos do Curso de Publicidade e Propaganda poderão atuar em agências de publicidade e propaganda, assessorias de comunicação, departamento de comunicação de empresas e instituições, em veículos de comunicação, em produtoras de vídeo e áudio, em estúdios de design gráfico, em empresas de web-design, no ensino em nível superior e outros campos afins.
O curso objetiva a formação de um profissional que domine técnicas e instrumentos para a identificação de problemas e a poposta de soluções na comunicação, com capacidade de interpretar objetivos mercadológicos de empresas e instituições e traduzi-los em objetivos e procedimentos de comunicação adequados às diferentes situações, um profissional de planejamento, criação, produção, difusão, avaliação e gestão da comunicação publicitária em empresas especializadas em publicidade e propaganda.
O curso busca a formação para a cidadania, que culmine em um egresso participativo, responsável, crítico, criativo e comprometido com o desenvolvimento sustentável a partir de algumas práticas.

O curso não prevê em sua matriz curricular o estágio obrigatório mas nas disciplinas de Agência I e II ocorre a produção de campanhas publicitárias que buscam, além de auxiliar o município, proporcionar aos alunos um contato com a realidade social e mercadológica.

É possível observar a relação teoria-prática a partir das atividades desenvolvidas pelos discentes em projetos de ensino-extensão, que congregam disciplinas com a atuação na comunidade.
Com pouco mais de um ano de atividades, o curso de Relações Públicas ênfase em Produção Cultural, foi instituído em 2010 na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), com o objetivo de oportunizar à comunidade qualificação em todas as áreas da Comunicação Social, visto que a Unipampa já havia implementado os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Em 2008, o curso foi aprovado em uma reunião de dirigentes, mas no vestibular ofertou-se apenas o de Ciência Política. Um ano depois, a opção por Relações Publicas foi confirmada, e o curso foi ofertado no vestibular seguinte. “Dessa forma, poderíamos trabalhar a comunicação de forma integrada” explica um dos membros da comissão de implantação do curso, professor Flavi Lisboa.
Para a implementação do curso, um dos maiores desafios foi conseguir realizar os concursos de docentes, para ter profissionais qualificados já no início das aulas, que ocorreu em agosto de 2010. “A outra meta era ter todas as vagas preenchidas pelo processo seletivo, para, de certa forma, demonstrar que havia demanda de qualificação nesta área”, conta Lisboa.

A equipe de elaboração da proposta do curso precisava de um diferencial. Para isso, foi determinada a ênfase em Produção Cultural, que atualmente é uma tendência de mercado, e ainda é um campo pouco explorado, em uma região que se caracteriza por possuir uma complexa riqueza cultural e artística.

O curso de Relações Públicas possui uma estrutura e equipe de docentes com plenas condições de disponibilizar ao mercado profissionais com boa capacidade de articulação e entendimento das questões culturais e artísticas. O professor Flavi acredita que os discentes terão grandes desafios pela frente: “Os egressos poderão ser alavancadores do processo de reconhecimento dessas manifestações culturais autênticas da região”.
O curso de Jornalismo visa fornecer base teórica que possibilite:

- A compreensão da natureza das linguagens e dos fenômenos culturais envolvidos nos sistemas contemporâneos de comunicação e, em particular, no processo de produção jornalística dos sentidos sociais;
- O entendimento do papel dos sistemas e processos de comunicação na contemporaneidade, bem como da evolução histórica destes sistemas e suas relações com a cultura, a política e a economia;
- Conhecimento básico sobre a história e a estrutura econômica, social e cultural do país na atualidade;
- A interpretação da realidade social e o pensamento especulativo sobre as possibilidades futuras;
- A compreensão da especificidade da função de produção de conhecimento inerente ao jornalismo em relação às demais formas de produção de conhecimento (ciência, arte e práticas culturais).

Fornecer base técnica para:
- O emprego eficiente de linguagens próprias da atividade jornalística nas distintas modalidades correspondentes aos diversos veículos de comunicação existentes;
- O planejamento de produtos e atividades jornalísticas e empreendimentos de comunicação que viabilizem a produção jornalística;
- Desempenho profissional competente.
Viabilizar a integração teoria e prática:
- Através do desenvolvimento de metodologias e ações pedagógicas aplicadas nas atividades próprias da habilitação de jornalismo possibilitar a permanente adequação às diferentes e novas demandas do exercício jornalístico, principalmente as novas tecnologias.
Debater a ética na profissão e por meio do estudo dos princípios, fundamentos e sistemas de moral, possibilitar:
- O conhecimento e a avaliação crítica do Código de Ética dos Jornalistas;
- A capacitação para a interpretação e aplicação do Código de Ética dos Jornalistas frente a situações concretas vividas por estes nas suas atividades profissionais;
- A promoção o estudo crítico da legislação vigente;
- O respeito aos direitos das minorias;
- A responsabilidade social.

- O perfil do profissional que o processo educativo busca garantir ao final do curso envolve:

•Formação ético-política, teórico-metodológica e técnico-operativa;

•Atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de construção do conhecimento;

•Visão crítica e atualizada de mundo e, em particular, consciência dos problemas de seu tempo e de seu espaço;

•Compreensão da necessidade de contínuo aperfeiçoamento profissional;
.

•Sensibilidade para as questões sociais, culturais e ambientais;

•Engajamento efetivo e crítico nas instituições onde atuar, de modo a colocar os serviços dos mesmos em função dos usuários;

•Profundo conhecimento do contexto conjuntural identificando as estratégias de ação profissional, efetivando os compromissos estabelecidos no código de ética da profissão;

•Interesse pela condição do homem e pela sua qualidade de vida.
Formar assistentes sociais competentes, críticos e comprometidos com o projeto ético-político da profissão para o enfrentamento da questão social.
-Formar profissionais comprometidos com os valores e princípios norteadores da ética profissional;
-Habilitar profissionais capazes de inserção crítica e propositiva no conjunto das relações sociais e no mercado de trabalho;
-Desenvolver profissionais capazes de elaborar, implementar, executar e avaliar políticas sociais públicas, empresariais, de organização da sociedade civil e movimentos sociais;
-Incentivar a pesquisa e a investigação científica, de modo a desenvolver a produção do conhecimento;
-Formar profissionais competentes e comprometidos com a construção de projetos sociais compatíveis com a necessária intervenção na realidade social brasileira;
-Estimular o conhecimento contemplando o cenário internacional, nacional e regional;
-Despertar a capacitação profissional continuada.
CIÊNCIAS SOCIAIS (Antropologia, Sociologia e Ciência Política): de acordo com o
Dicionário de Ciências Sociais, publicado pela Fundação Getúlio Vargas, este é um conceito
que sinteticamente pode ser definido como: “Um conjunto de disciplinas que tentam de forma
objetiva estudar os sistemas e estruturas sociais, os processos políticos e econômicos, as 17
interações de grupos ou indivíduos diferentes com a finalidade de fundamentar um corpus de
conhecimento possível de verificação”
Com a construção de novas teorias acerca das “leis” que regeriam a natureza e os
homens, ainda no século XVIII, quando a concepção da sociedade como um fato natural,
desenvolvida por Aristóteles, emerge com todo vigor, especialmente por meio das conclusões
de Montesquieu, abria-se caminho para a laicização da educação e para o desenvolvimento do
pensamento crítico.
Com o tempo, provou-se que essa tentativa fugiria à própria complexidade das
possibilidades da ação dos indivíduos. Tanto é que atualmente não há um paradigma
hegemônico nas Ciências Humanas, ou mesmo nas Ciências Sociais, como existe nas
Ciências Exatas ou Biológicas
Por esse motivo, é difícil estabelecer uma bibliografia de
referência única. Na verdade, cada paradigma possui sua bibliografia de referência e o campo
como um todo tem avançado pelo diálogo permanente entre os diversos modelos analíticos.
Diante disso, o perfil do curso de Ciências Sociais – Ciência Política deve contemplar
as seguintes premissas: a Ciência Política oferece aos seus alunos uma formação acadêmica
sólida, generalista, humanística e de forma abrangente.
Permitindo a compreensão da
administração pública, bem como dos fenômenos sociais e políticos, capacitando-os
analiticamente para gerir e avaliar as políticas públicas. Por conseguinte, os estudos são
multidisciplinares, oportunizando aos egressos o desenvolvimento de planejamentos,
consultorias, formação e assessoria junto a empresas públicas, organizações governamentais e
não-governamentais, partidos políticos, movimentos sociais e atividades similares. Essa
perspectiva inclui uma formação autônoma, solidária, crítica, reflexiva e comprometida com o
desenvolvimento local, regional e nacional de maneira sustentável, objetivando a construção
de uma sociedade justa e democrática.
CARACTERIZAÇÃO

Objetivo Geral:

Sensibilizar e capacitar as diferentes categorias profissionais que trabalham com pessoas em situação de violência intrafamiliar para promover as condições necessárias à operacionalização de medidas destinadas a conter e prevenir a violência intrafamiliar.

Período de realização:

Março de 2012 a Novembro de 2013.
Carga Horária:

420 Horas.

Período de realização das aulas:

As aulas ocorrerão quinzenalmente nas sextas-feiras (18h50min às 22h 50min.) e sábados (8h às 12h e das 14h às 18h), sendo a carga horária presencial de 24 horas por disciplina mais 06 não presenciais.
Número de Vagas:

40 vagas.

Público Alvo:

Assistentes sociais, educadores, psicólogos, advogados, enfermeiros, e profissionais de áreas afins interessados no tema que envolva a análise e intervenção relacionada à violência intrafamiliar.
Curso de Especialização em Políticas e Intervenção em Violência Intrafamiliar

Área de Concentração:

Ciências Sociais Aplicadas

Coordenadora do Curso:

Profa. Jaina Raqueli Pedersen

Vice-Coordenador:

Prof. Jocenir de Oliveira Silva

CARACTERIZAÇÃO

Objetivo Geral:

Incentivar articulações interdisciplinares nas áreas de Sociais e Humanas na elaboração de estudos monográficos sobre aspectos da construção da imagem, da história e da memória das Missões que possibilite a avaliação crítica da realidade, privilegiando enfoques de cotidianos comunitários, experiências vivenciadas, movimentos sociais, práticas culturais e religiosas, circuitos produtivos, intercâmbios culturais, construções de espaços ambientais e relações de poder na sociedade em questão, mediadas, também, pela memória coletiva e individual.

Período de realização:

Março de 2012 a Julho de 2013.



Carga Horária:

360 horas/aula distribuídas

Didática da realização das aulas:

Atividades presenciais (aulas, seminários, orientações e avaliações);

Além dessa carga horária, o(a) discente deverá dedicar-se às orientações para a elaboração do projeto final que será uma monografia, bem como a defesa da mesma perante uma banca.

Número de Vagas:

40 vagas por turma.

Público Alvo:

Licenciados e Bacharéis nas áreas de Sociais e Humanas;

Pesquisadores e profissionais interessados no estudo das Missões Jesuíticas com graduação nas áreas de Sociais e Humanas.
Curso de Especialização em Imagem, História e Memória das Missões: Educação para o Patrimônio.

Área de Concentração:

Ciências Sociais – Ciências Humanas

Coordenador do Curso:

Prof. Dr. Ronaldo Bernardino Colvero

O curso de Educação Física da UNIPAMPA recebeu sua primeira turma de graduação no ano de 2009. Atualmente, são 3 turmas que já tiveram ingresso. O curso oferece 50 vagas anuais para cursar 8 semestres, predominantemente no turno noturno.

A primeira coisa que um projeto ou currículo pode dizer a uma turma de futuros professores é do prazer de ser professor. Não se trata de nenhuma estratégia de autoajuda ou autoestima pedagógica, é apenas um testemunho necessário. A formação de um educador ou o seu despertar, pede para ser vivido intensamente, este é o convite à docência; estudar acreditando que bons professores sempre fazem falta, e o ofício não deixa de ser uma importante e interessante dimensão humana.
O currículo de nossa licenciatura quer ser este convite insistente ao ser professor, sem dourar pílulas, mas revestindo a docência de suas características social e política, mostrando e incitando sua natureza criativa e agregando significações éticas, estéticas, de compromisso social, de transformação e acesso à educação.

Ser professor sobre este ângulo apresenta-se bem mais instigante e desafiador, mesmo pesando os contracheques, da mesma forma quando imaginarmos junto ao licenciando o processo pedagógico como espaço-tempo singular de construção do conhecimento, troca de saberes, e lugar de socialização.
Apostamos em um currículo para a licenciatura preocupado mais com as concepções do que com as competências, com as vivências do que com as explicações, com os diários do que com os planos de aula, relatos e observações do que análises e julgamentos.

Importante ressaltar que a Educação Física no currículo escolar apresenta-se como o espaço do movimento e o tempo do corpo, do organismo do orgânico, produção de energia, expansão de vitalidade.

Os dualistas e os dicotômicos creem na EF como o momento para desenvolver o corpo (duas aulas semanais contra vinte e três para o cérebro), da mesma forma compreendem o recreio como uma concessão ao corpo para melhor subjugar o cérebro e domesticá-lo às fórmulas, conceitos, gramáticas, noções a serem implantadas, competências a serem desenvolvidas, hierarquias a serem assimiladas.

Entretanto, pensamos a Educação Física propondo um currículo escolar mais na rua, mais fora das salas, utilizando diversificados ambientes como espaços pedagógicos; nós somos profissionais em espaço aberto, talvez possamos convidar outros/as professores/as de outros componentes curriculares para um passeio, estudar sobre os locais onde se encontram as escolas, uma educação menos voltada para as rotinas e padronizações (características tão avessas a maioria das crianças e jovens); o jogo como elemento educativo pode ser exportado para outros componentes e a dimensão artística, ética e estética, também bastante negligenciadas, teriam muito a contribuir para embelezar as vivências curriculares. Logo a EF neste projeto pedagógico é vista em sua concepção interdisciplinar, potencializada em seus limites de “área”, para que estes sejam pontes de um conhecimento mais inteiro e consequentemente mais afim às necessidade e realidades escolares e acadêmicas.


A formação de um professor de EF pode pensar o componente curricular dentro de um determinado currículo, de uma determinada escola, em uma determinada sociedade, e não partir apenas dos saberes específicos da área; é sobre isto que nos reportamos quando nos referimos a concepções mais que competências, as primeiras levam à inserção, as segundas à adaptação.

As componentes curriculares deste currículo de formação de professores buscam pontes entre si, mais que limites específicos de áreas, buscam fugir de grades e eixos, das famosas gavetas da ciência pedagógica e para tanto propõe o curso como um processo que não pode estar em formas e formatações rígidas, apresenta-se como pauta de trabalho e assume o diálogo como forma de conhecer as necessidades e potencialidades dos grupos de estudantes e elemento fundamental para uma concepção onde conhecimentos não são transmitidos, são reconstruídos no universo subjetivo de cada pessoa em socialização com o grupo.
O Curso de Farmácia da UNIPAMPA iniciou suas atividades no segundo semestre de 2006. Em 2009, houve uma mudança na matriz curricular, com o intuito de contextualizar a formação dos estudantes dentro da realidade local, dando maior flexibilidade ao currículo e oportunizando ao acadêmico a formação em áreas mais focadas no paciente, com a inclusão de disciplinas de atenção farmacêutica, saúde coletiva e farmácia hospitalar. Além disso, através da readequação da matriz curricular, foi possível a inserção de práticas profissionais orientadas e estágios supervisionados durante o período de formação geral e específico do acadêmico, assim como a disponibilização de uma gama maior de disciplinas elencadas como Disciplinas Complementares de Graduação, as quais tem uma carga horária mínima obrigatória a ser cumprida para integralização do currículo, mas que podem ser escolhidas de acordo com o interesse do estudante em determinada área de especialização dentro das ciências farmacêuticas. O egresso do Curso de Farmácia da UNIPAMPA possui um perfil generalista, capaz de atuar na profissão de forma ampla e crítica, atendendo às necessidades regionais, tanto no setor público quanto no privado.


A carga horária está distribuida em dez semestres,em um total de 4355 h, divididas em 3165 h de disciplinas obrigatórias, 885 h de atividades de estágio, 215 h de atividades complementares de graduação (ACGs) e 90 h de disciplinas complementares de graduação (DCGs)


Objetivos Gerais: formar enfermeiros generalistas, qualificados para o exercício da Enfermagem, através de uma perspectiva humanística, crítica e reflexiva, pautado em princípios ético-político-filosóficos, capazes de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença do ser humano (indivíduos, família e coletividade), identificando as dimensões bio-psico-sociais e seus determinantes durante todo o ciclo evolutivo. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.

Ao acadêmico que cumprir todas as exigência legais da Unipampa, será conferido o título de Enfermeiro.


A Carga horária total do curso de Enfermagem da Unipampa é de 4.055h sendo assim distribuídas 3.735h de disciplina obrigatórias, onde 1.710h são de práticas educativas (hospital, unidades de saúde, clinicas, laboratórios, entre outros locais designados nos planos de ensino das disciplinas); 120h em disciplinas complementares de graduação (DCGs) e 200h de atividades complementares de graduação (ACGs)


Os acadêmicos poderão realizar as DCGs em qualquer um dos cursos oferecidos na Unipampa, sendo que a Comissão de Curso elencou algumas disciplinas dos cursos de Educação Física, Farmácia, Fisioterapia e Medicina Veterinária.
O Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) com sede no Campus Uruguaiana, teve sua criação em outubro de 2006.

Recebeu nota 4 na avaliação do MEC.

Missão: Promover a educação superior de qualidade, com vistas à formação de sujeitos comprometidos e capacitados a atuarem em prol do desenvolvimento sustentável da região e do país.

Valores: justiça, interdisciplinaridade, compromisso ético, cidadania, consciência crítico-reflexiva, participação coletiva, liberdade, integração, solidariedade, sensibilidade, equanimidade e respeito à diversidade.
O curso está voltado para formação do Tecnólogo em Aquicultura com ênfase em produção em águas continentais, de forma a possibilitar ao egresso ter plenas condições de atuar como profissional liberal atendendo as demandas emergenciais do mercado e se desejar, se qualificar para ascensão na carreira do magistério superior, realizando as disciplinas de formação na área da pesquisa, tendo como um dos objetivos a preparação dos egressos para a Pós-Graduação.
Destaca-se também a característica de tratar-se de um curso com ampla possibilidade de atividades de caráter eminentemente prático e aplicado, com todas as disciplinas relacionadas com a criação de organismos aquáticos em instalações de excelente qualidade desenvolvidas na UNIPAMPA – Campus Uruguaiana. Esta região possui um Sistema Hidrográfico de importância podendo-se citar o rio Uruguai, rio Ibicui, rio Quarai dentre outros, que fazem parte da região de inserção de Uruguaiana, estando na fronteira com Argentina.

Outro aspecto relevante é que a UNIPAMPA faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Aquicultura e Pesca 2007-2017, promovido pela antiga SEAP e Polo de Aquicultura e Pesca do RS, que visa contribuir para uma atividade pesqueira racional, desenvolvimento da aquicultura e uso sustentável da bacia do rio Uruguai. O curso possui convênios já estabelecidos com a Piscicultura Andreghetto, Prefeitura Municipal e a AGROPLAN e outros em via de efetivação: EMATER, CORSAN, PATRAM, Piscicultura Peruzzi e Piscicultura Águas Claras. Além disso, já foram realizados projetos em parceria com o IF- FARROUPILHA e o 8º Regimento de Cavalaria Mecanizada de Uruguaiana.
O Curso Superior de Tecnologia em Aquicultura oferece duas oportunidades do acadêmico entrar em contato direto com sua profissionalização e preparação para o mercado de trabalho, através da realização de atividades de aprendizado nos diferentes setores que envolvem seu exercício profissional. Dentre elas, destacam-se as pisciculturas, carciniculturas, raniculturas, órgãos públicos, setores de pesquisa, entre outras. Além das 2085 horas (carga horária mínima), computam como carga horária total, 200 horas de atividades complementares, mais 200 horas de estágio supervisionado e/ou de pesquisa.
O curso de Educação Física figura entre os mais antigos cursos de ensino superior estabelecidos nas Universidades e Faculdades Brasileiras. A primeira turma formada no Brasil tem mais de 35 anos. No Rio Grande do Sul, as Universidades Federais localizadas no Estado ofertam o curso de educação física, o qual também é opção em diversas outras Instituições Federais e Privadas do País. Ao longo desses anos, a formação em Educação Física avançou em direção a uma atuação profissional ampla, que vai desde a escola até a atuação técnica como em clubes.

A Universidade Federal do Pampa é uma instituição nova, que desde sua concepção assumiu diversos desafios. O desafio inicial é ser uma Instituição que já foi criada com 10 campi em cidades diferentes com o objetivo de colaborar para o desenvolvimento da região da fronteira oeste e campanha do Estado do Rio Grande do Sul. O curso de Educação Física apresenta como diferencial uma formação considerando grande interdisciplinaridade com outros cursos da área da saúde e educação da Unipampa, possibilitando ao estudante uma visão ampla da profissão, sem perder a identidade de educador que se procura no profissional formado.
Atendendo a esta legislação, no que concerne à estruturação de novos Cursos de Fisioterapia, partiu-se inicialmente, da concepção de Fisioterapia, Saúde e suas inter-relações, para melhor qualificar o profissional e torná-lo apto a atuar no novo modelo do Sistema de Saúde, que entende o homem como um todo e a multipluralidade da determinação da doença, formando profissionais éticos, generalistas, críticos e reflexivos, capazes de atuar em equipe multiprofissional, em todos os ciclos da vida, visando à integralidade em todos os níveis de atenção à saúde.

Neste contexto, os conteúdos essenciais para a formação no Curso de Fisioterapia da UNIPAMPA estão relacionados ao processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, visando proporcionar a integralidade das ações do fisioterapeuta colaborando dessa forma com a melhora da qualidade de vida e dos padrões de saúde da população da região.

No Curso de Fisioterapia da UNIPAMPA os conteúdos curriculares contemplam:

Ciências biológicas e da saúde;
Ciências sociais e humanas;
Conhecimentos biotecnológicos;
Conhecimentos fisioterapêuticos.
Independentemente dos conteúdos curriculares, existe a possibilidade de flexibilização curricular a partir da escolha de disciplinas e atividades complementares de graduação. A participação em disciplinas e atividades complementares permite ao discente ampliar ainda mais a sua formação no decorrer da graduação.





O Curso de Fisioterapia da UNIPAMPA assegura que o ensino, a pesquisa e a extensão estejam respaldadas numa diretriz curricular que tenha como eixo norteador o contexto social levando o profissional a posicionar-se de maneira consciente e comprometida.
O Curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA, ofertado no Campus Uruguaiana, iniciou suas atividades no segundo semestre de 2006, com o ingresso de 50 alunos na sua primeira turma, e posteriormente, ocorreu o ingresso sistemático de uma nova turma a cada ano. A partir do ano de 2009, após reforma curricular do Curso para adequação à nova legislação, que determina a carga horária mínima do Curso de 4.000 horas com tempo mínimo de formação de 5 (cinco) anos, houve ingresso de 50 alunos, divididos em duas turmas de 25 alunos.

O Projeto Pedagógico do Curso de Fisioterapia foi construído segundo a LDB, as resoluções do CNE, a Lei orgânica do Sistema Único de Saúde – SUS, o Projeto Político Pedagógico da UNIPAMPA e as resoluções do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO, que tratam dos parâmetros de qualidade para os Cursos de Fisioterapia.
A maioria das disciplinas conta com a participação de dois docentes. Essa medida visa tornar mais fácil a oferta das disciplinas, sem que ocorra sobrecarga para os docentes, garantindo a oferta continuada de acordo com as necessidades e sem prejuízo para os discentes. Além disso, as disciplinas obrigatórias são desenvolvidas em módulos condensados, de modo a permitir que os alunos dos diferentes campi possam realizá-las. Outra possibilidade, no que se refere à estratégia para que os alunos de diferentes campi possam realizar as disciplinas obrigatórias, é o uso de video-conferência.
A atividade “Estágios em Laboratórios Autorizados” será validada como crédito para os discentes. Dessa forma, ao mesmo tempo em que o discente se desloca para cumprir os créditos das disciplinas obrigatórias, poderá realizar estágio em laboratório autorizado, rendendo-lhe mais alguns créditos. Esses estágios em laboratórios autorizados permitirão também aos alunos acesso a novas metodologias e à experimentação em novos equipamentos, contribuindo significativamente com a sua formação.
O mestrando deve cumprir um total de 24 créditos para obter o título de Mestre. O aluno deve obter 14 (quatorze) créditos obrigatórios: 12 (doze) créditos correspondentes a disciplinas obrigatórias e 02 (dois) créditos com a execução das atividades obrigatórias. Os 10 (dez) créditos restantes devem ser integralizados com disciplinas e atividades eletivas, as quais deverão constar no Plano de Ensino do Aluno.
O Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF), nível Mestrado, foi criado em 2011 e aprovado pela CAPES em abril de 2012 por meio de resolução no Conselho Universitário da Universidade Federal do Pampa. O programa inicia as suas atividades no segundo semestre de 2012.
O PPGCF da UNIPAMPA apresenta aspectos diferenciais no desenvolvimento de suas atividades, relacionados ao estudo de matéria prima e compostos bioativos oriundos do bioma pampa (seu uso como insumo para o desenvolvimento de produtos farmacêuticos), estudo de fármacos, medicamentos e cosméticos de uso comum, humano e veterinário, procedentes de países do MERCOSUL.
Esta experiência de contato com a comunidade e a interação dos alunos com os problemas da região motivaram projetos de pesquisa em temáticas específicas, como envelhecimento, hábitos de atividade física em crianças e adolescentes, saúde respiratória, neurológica e neuropatias.
Com isso o grupo proponente, que iniciou as atividades em conjunto no final de 2009, sendo complementado por novos docentes nomeados em 2010, buscou redigir esta proposta de modo a satisfazer uma das principais características de uma Universidade, que é qualificar profissionais. Alguns dos projetos desenvolvidos buscaram e/ou vem buscando aproximar profissionais e Universidade, promovendo opções de qualificação.
Considerando a demanda regional, além da fronteira oeste e campanha apresentarem um maior isolamento da região norte do oeste, especialmente devido às suas características geográficas, a pós-graduação para profissionais nestas áreas na região sul do Brasil ainda é, em geral, limitada, com as instituições com cursos de pós-graduação muitas vezes estão concentradas em regiões geográficas específicas – capitais. Abre-se, com esse curso lato sensu, a forte possibilidade de que no futuro um curso de mestrado nessa área possa ser oferecido pela UNIPAMPA, o que traria inúmeros benefícios à instituição e à região.
Dessa forma, a proposta aqui apresentada, intitulada de “Curso de Especialização em Ciências da saúde” tem sua justificativa sustentada inicialmente pela demanda de profissionais sendo formados e atuando na região.
Durante a formação das primeiras turmas de graduação na área da saúde pela UNIPAMPA, os contatos com a comunidade local e regional permitiu traçar alguns perfis de demandas para mão de obra qualificada, assim como identificar problemas para investigação.
Dentre estas observações, percebe-se o alto índice de sujeitos, cardíacos, hipertensos, obesos, com doenças respiratórias, neoplásicas, neurológicas e baixo nível de atividade física habitual. Estes diagnósticos estão sendo traçados especialmente pelos projetos de extensão, desenvolvidos pelo quadro docente proponente com financiamentos diversos, tais como PROEXT-MEC e PET, e projetos de pesquisa com financiamento externo ou não.
Em consonância com esses pressupostos e considerando o contexto regional em que está inserida a Universidade, emerge o Curso de Especialização em Educação em Ciências que se articula aos objetivos do Plano Nacional de Educação 2011-2020, principalmente no que se refere à formação permanente de professores como condição para a melhoria da educação. O Programa Nacional de Educação (PNE) tem por objetivos a elevação global do nível de escolaridade da população; a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis; a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e à permanência, com sucesso, na educação pública e a democratização da gestão do ensino público, nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes (PNE 2011-2021).

Nesse sentido, além de ser urgente a formação e qualificação dos profissionais da educação para melhoria dos processos educativos é consenso que é preciso transformar a escola no mundo atual e isso implica numa formação de professores que de conta das dimensões e questões contemporâneas no contexto escolar, tais como as Tecnologias da Educação e Comunicação, as questões de corpo, gênero e sexualidade, a educação em saúde, o uso de experimentações no ensino, o compromisso com o desenvolvimento sustentável, a articulação da ciência com a tecnologia e a sociedade, entre outros aspectos.
Assim, o que se aposta neste Curso de Especialização é a constituição de professores que compreendam o seu papel enquanto docentes e que aprendam a ser comunidade com seus estudantes e, que ao aprender se tornem autores de suas propostas pedagógicas articuladas ao coletivo da escola. Concebe-se a formação de professores como alicerce fundamental para construção de uma sociedade mais justa e igualitária que inclui a construção de modos de ação consistentes na sala de aula, considerando os diversos contextos e histórias dos alunos.


Nesse sentido, o Curso de Especialização em Educação em Ciências busca contribuir na formação de professores transformadores da escola, a partir de seus entendimentos e vivências na docência, uma vez que se almeja uma formação não prescritiva, muito menos reduzida à aplicação de técnicas; deseja-se uma formação que discuta questões pertinentes à docência na articulação Universidade e Escola, favorecendo o desenvolvimento da autonomia, da curiosidade, da postura crítica, da observação e da análise, de modo que o professor possa ampliar seus conhecimentos e, dessa forma, potencializar sua atuação contribuindo para construção de aprendizagens significativas e relevantes de seus alunos.
O PPGCF-UNIPAMPA possui um quadro de pesquisadores que compreende todas as atividades propostas em suas linhas de pesquisa, como a obtenção de moléculas de interesse terapêutico a partir de fontes naturais ou sintéticas, avaliação de suas possíveis atividades biológicas e toxicidade, o desenvolvimento e controle de qualidade de insumos, produtos farmacêuticos e cosméticos. Estas ações abrangem todo o processo envolvido no desenvolvimento de fármacos, desde a descoberta/planejamento de novas moléculas, até a obtenção de formas farmacêuticas.
Os principais objetivos do PPGCF são desenvolver conhecimento técnico-científico de qualidade na área de Ciências Farmacêuticas, formar recursos humanos qualificados e capacitados a exercer atividades de ensino e pesquisa, e promover ações que contribuirão para o desenvolvimento regional e nacional.


As principais áreas de conhecimento nas quais estão distribuídas as disciplinas do curso são:

> Ciclo Básico (B): aqui se encontram as disciplinas que formarão a base matemática, física, química de expressão gráfica para o estudo das disciplinas profissionalizantes e específicas do curso;

> Mecânica dos Sólidos (MS): inclui o estudo dos mais diversos tipos de estruturas, seu cálculo e a necessidade de determinadas características específicas dos materiais dos quais elas são feitas;

> Fenômenos de Transporte (FT): aqui se encontram as disciplinas ligadas aos fluidos (líquidos e gases) e os processos realizados por eles, as trocas de calor e termodinâmica;

> Materiais e Processos de Fabricação (MP): agrega disciplinas nas quais se estuda as formas de transformar matérias-primas em componentes mecânicos básicos;

> Projeto de Máquinas (PM): área que complementa a anterior ao estudas como produzimos máquinas e equipamentos a partir dos componentes mecânicos simples;

> Automação, Instrumentação e Controle (AC): engloba o estudo das formas de gerenciar o funcionamento de máquinas e equipamentos mecânicos, utilizando eletrônica e computação para realizar esta função;

> Gerenciamento e Administração da Produção (PR): área que permite ao profissional de engenharia ter uma visão global do funcionamento de uma empresa;

> Humanidades e Atuação Profissional (HU): esta área dá uma noção das interações que o Engenheiro Mecânico terá com os colegas, governo, entidades de classe e com a sociedade.
O curso de Bacharelado em Engenharia de Software, com duração de 4 anos, aborda a teoria e a prática em metodologias e técnicas da computação no processo de desenvolvimento de sistemas de software.

Ao final do curso de Bacharelado em Engenharia de Software, espera-se dos alunos:

- Proficiência em conceitos, métodos e práticas de engenharia de software;
- Habilidade para desenvolver atividades coletivas;
- Capacidade de liderança, de comunicação e de adaptação;
- Concepção da aprendizagem como um processo contínuo e permanente.

A produção de software continua promissora e com ótimas perspectivas não somente no Brasil, mas também no contexto internacional. Os pólos tecnológicos, geograficamente distribuídos pelo país, são exemplos de iniciativas que têm fomentado o surgimento e o desenvolvimento de empresas produtoras de software, criando um mercado cada vez mais exigente por profissionais qualificados na área de Engenharia de Software. Estes profissionais devem ser capazes de investigar e desenvolver soluções de software de pequeno, médio e grande portes para os mais diversos tipos de problemas e aplicações, desde dispositivos móveis até sistemas de gestão para grandes corporações.

DURAÇÃO TÍPICA: 10 semestres
NÚMERO DE VAGAS: 50 vagas anuais
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Integral
CAMPUS: ALEGRETE
NÚMERO DE TURMAS POR INGRESSO: 1
FORMA DE INGRESSO: Processo seletivo e outras modalidades de ingresso a serem definidas pela instituição.

Coordenador: Prof. Dr. Gihad Mohamad
NOME: ENGENHARIA CIVIL
MODALIDADE: Bacharelado Acadêmico
GRAU CONFERIDO: Engenheiro Civil
ATO DE CRIAÇÃO: Parecer 072/06 CONSU/UFSM – Ata da 657ª Sessão – Data de publicação: 30/06/2006.
CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS: 3270
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO: 105
CARGA HORÁRIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO: 60
CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO: 165
CARGA HORÁRIA TOTAL PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: 3600
A UNIPAMPA está iniciando as atividades para criação do curso de graduação em Engenharia de Telecomunicações. O curso tem duração de 5 anos e o ingresso da primeira turma deverá ocorrer no primeiro semestre de 2012.

A Engenharia de Telecomunicações está relacionada à pesquisa, ao projeto e ao desenvolvimento de dispositivos e sistemas de comunicações. Muitas áreas de ciência e tecnologia necessitam da transferência de informação com alta confiabilidade e alta taxa de transmissão entre dois terminais.


Dentre outras áreas que apresentam interação com a Engenharia de Telecomunicações, pode-se destacar a Engenharia Elétrica, Engenharia Aeroespacial, Ciências da Terra como Geofísica Espacial e o Sensoriamento Remoto, além da Automação de Processos, especialmente daqueles que necessitam de técnicas de telecomando.

O engenheiro de telecomunicações tem diversas atribuições, podendo atuar em diversas áreas como:
• Antenas
• Codificação de canal
• Comunicações móveis
• Comunicações ópticas
• Comunicações via satélite
• Processamento analógico e digital de sinais
• Propagação
• Radar
• Rádio-navegação
• Redes de computadores
• Sistemas de transmissão e recepção via rádio
• Sistemas digitais


No processo seletivo para ingresso em 2012, serão oferecidas 50 vagas.
Em breve, estaremos disponibilizando mais detalhes sobre este novo curso de graduação na UNIPAMPA.

Sistemas de software são onipresentes. Estão inseridos nas mais variadas atividades cotidianas, além de apoiarem uma série de atividades organizacionais. A garantia de qualidade desses sistemas depende de diferentes fatores, entre eles a aplicação de métodos e técnicas de Engenharia de Software apropriados para o desenvolvimento de sistemas que atendam às necessidades de seus clientes e usuários de forma efetiva, com eficácia e satisfação de uso.

Para o curso de Engenharia de Software será adotada uma abordagem baseada na resolução de problemas, condizente com o profissional que se quer formar. Encontra grande pertinência a existência do Núcleo de Tecnologia da Informação da Unipampa, localizado no campus Alegrete, que deve proporcionar um ambiente profissional de alto nível no próprio campus.

No processo seletivo 2010 serão oferecidas 50 vagas.
DADOS SINTÉTICOS DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DA UNIPAMPA:

Grau: Engenheiro Mecânico

Duração: 10 semestres – 5 anos

Carga horária total: 3.870h

Carga horária mínima: 120h / semestre

Carga horária máxima: 540h / semestre

Vagas: 50 por ano
ESTRUTURA DO CURSO:

Os cursos de graduação no Brasil são estruturados a partir do seu PPC (Projeto Político-Pedagógico de Curso), atualmente em processo de elaboração pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) da Engenharia Mecânica da Unipampa.

Este documento descreve detalhadamente as propostas para concretizar o projeto de formação do profissional na sua área de atuação, incluindo a implementação do Projeto Institucional da Universidade (PDI_unipampa) através dos diversos atores envolvidos nesse processo (docentes, discentes, TAE’s, infraestrutura, etc.).
Perfil Profissional:

Um profissional consciente de sua responsabilidade profissional e social, inserido no mundo produtivo, mantendo-se atualizado e contribuindo, efetivamente, utilizando-se da tecnologia adquirida, em prol do desenvolvimento da sociedade em que vive.

O Curso de Engenharia Civil da UNIPAMPA tem por objetivo geral, formar profissionais de nível superior que tenham formação generalista, alicerçada em sólido aprendizado técnico-científico, gerencial e social, aptos a absorver e desenvolver novas tecnologias e atuar criativa e criticamente na identificação das demandas sociais e no desenvolvimento sustentado da região e do país.
Sistemas Elétricos de Potência é o ramo da Engenharia Elétrica que se ocupa da geração, da transmissão e da distribuição da energia elétrica, desenvolvendo estruturas e processos para converter os recursos naturais em formas adequadas ao atendimento das necessidades humanas. Essas atividades envolvem o uso de dispositivos e a aplicação de ferramentas matemáticas e computacionais para o planejamento, a operação e o controle de sistemas elétricos de potência.
O engenheiro agrícola é o responsável por aumentar a produtividade do campo, implantando e administrando técnicas e equipamentos. Ele usa os conhecimentos de engenharia civil, elétrica e mecânica a serviço da atividade agrícola. É responsável pela construção de açudes, currais, sistemas de irrigação e de drenagem. Ocupa-se da mecanização agrícola, da eletrificação rural e planeja métodos de armazenagem. É sua função adotar medidas para impedir que a criação de rebanhos e a exploração de lavouras provoquem a erosão, o esgotamento do solo e a poluição de mananciais.
Habilidades e aptidões necessárias
Habilidade com cálculos e números. Interesse por pesquisas tecnológicas, pelo meio ambiente e por ligadas ao campo, disponibilidade para viver no interior do país e capacidade de organização

Formação Acadêmica
Duração de 5 anos. O currículo traz disciplinas das áreas de física, química, matemática, geologia, biologia e informática. Inclui, ainda, estudos ligados diretamente á produção agrícola, como técnicas de planejamento e administração, sistemas de produção animal e vegetal e tecnologias de pós-colheita, irrigação e drenagem.
O Curso
O curso de Engenharia Agrícola será oferecido em parceria por duas instituições federais de ensino: A Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) Campus Alegrete e o Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete (www.iffarroupilha.edu.br), antiga Escola Agrotécnica Federal de Alegrete (EAFA).
Os alunos terão atividades acadêmicas e contarão com a infra-estrutura física e de laboratórios nas duas instituições.
No processo seletivo 2010 serão oferecidos 50 vagas.
O curso de engenharia elétrica está entre os primeiros cursos criados na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA). Sua aula inicial ocorreu em 16 de outubro de 2006.

A Engenharia é a arte de desenvolver e aplicar técnicas científicas, produzindo soluções tecnológicas para problemas e necessidades do ser humano. Em específico, a Engenharia Elétrica envolve a produção, a transmissão, a distribuição e a utilização racional e sustentável da energia elétrica.
Em virtude da enorme abrangência da Engenharia Elétrica, suas especialidades podem ser especificadas em grandes áreas, como:

Sistemas Elétricos de Potência;
Eletrônica de Potência;
Controle e Automação;
Microeletrônica;
Telecomunicações.
Pretende-se que o profissional formado pelo Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da UNIPAMPA possua sólida formação profissional geral e específica, através das ênfases do curso, em: Sistemas Elétricos de Potência e Eletrônica de Potência.
A Eletrônica de Potência é o ramo da Eletrônica que se ocupa do condicionamento da Energia Elétrica (circuitos conversores de tensão e de freqüência, amplificadores de potência, filtros ativos de potência, fontes ininterruptas de energia, identificação e mitigação de problemas de qualidade de energia), do acionamento e controle de máquinas elétricas e cargas especiais de grande porte (fornos a arco, por exemplo) utilizando semicondutores de potências como diodos de potência, tiristores, IGBT, TRIACS e outros.
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Alegrete, iniciou suas atividades em 2010. Possui curso de Mestrado Acadêmico em Engenharia Elétrica recomendado pela CAPES com conceito “3. O Objetivo do curso é formar Mestres em Engenharia Elétrica que possam atuar principalmente na área de Sistemas de Energia, contando com professores capacitados e laboratório modernos para dar suporte aos ingressos.


Esta área de conhecimento busca o estudo e a obtenção de inovações para fazer frente aos desafios científicos, tecnológicos e de mercado, com ênfase em:

Energia elétrica
Processamento da informação
Sistemas eletrônicos
A Engenharia Econômica experimenta notável avanço desde o início da década de 60. Como área de formação, engloba conhecimentos de Matemática Financeira, Teoria Financeira, Estatística e Pesquisa Operacional. A ênfase econômica, que cada vez mais é adotada para abordar os principais problemas das sociedades modernas, ratifica a importância da formação contínua na área.

O principal objetivo do curso consiste em desenvolver competências profissionais para análise e desenvolvimento econômico e financeiro de projetos, através do uso de métodos, técnicas e modelos específicos que ofereçam suporte à tomada de decisão. O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia Econômica aborda dimensões necessárias à gerência de projetos, em sintonia com os desafios atuais do mercado, apresentando alternativas para a solução de problemas de natureza econômica.
“Nosso processo educativo assume o compromisso de oferecer subsídios para a formação de um profissional capaz de conhecer, criar, transformar e questionar a realidade, de maneira a contribuir para a consolidação de uma sociedade consciente e transformadora” – destaca o coordenador do curso, professor Alexandre Oliveira.
Ao todo, 10 professores contribuíram para a criação do curso.
Mercado de trabalho

O curso de Engenharia Econômica possibilita atuar no mercado financeiro, nos ramos de compra e venda de ações, câmbio, mercado de crédito, disponibilidade de dinheiro, compra e venda de títulos públicos, negociação de commodities agrícolas, seguros, gestão financeira de empresas e de pessoal e previsões macro e micro econômicas.
Além disso, pessoas com essa habilitação podem trabalhar como gerentes financeiros de grandes empresas, onde os salários chegam a centenas de milhares de reais, e na gestão de pequenas empresas. O setor público também é atraente: vagas em concursos públicos, como analistas de mercado da Comissão de Valores Mobiliários, tem salário inicial que ultrapassa R$ 17 mil; no Banco Central, os salários iniciais são superiores a R$ 13 mil; Superintendência de Seguros Privados, salários superiores à R$ 11 mil; bancos mistos e privados, como Banco do Brasil, Banrisul, com salários superiores à R$ 3,5 mil; consultoria e assessoria empresarial, com salário variável. A base de conhecimentos ofertados no curso, enfim, pode melhorar em muito a qualidade de vida financeira.
NOME DO CURSO:Curso de Ciências Econômicas
NÚMERO DE VAGAS:50 vagas por ano.
GRAU:Bacharelado
IMPLANTAÇÃO:Primeiro Semestre de 2010
COORDENAÇÃO:Prof. Mauro Sopena
TURNO:Noturno
DURAÇÃO:8 semestres
CARGA HORÁRIA TOTAL:3.000 horas (176 créditos)
FORMAS DE INGRESSO:ENEM, reopção de curso e transferência
PERFIL DO EGRESSO:Os egressos deverão ser profissionais
a) comprometidos com o desenvolvimento e conscientes dos limites existentes para o equacionamento dos problemas inerentes a este;
b) capacitados para o trabalho específico do economista;
c) instrumentalizados para a pesquisa científica e;
d) éticos, críticos da realidade e autônomos quanto a interpretação dos fenômenos sociais.
O curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Pampa, criado em 2010, propõe-se a formar bacharéis em Economia comprometidos com o desenvolvimento local e nacional, capacitados para a pesquisa econômica nos setores público e privado e aptos a avaliar criticamente a realidade brasileira e mundial. Para isso, conta com um corpo docente de alto nível, com sólida formação e trabalhando em regime de dedicação exclusiva.

A formação do economista na Unipampa será eclética, passando, de forma crítica, pelas diferentes abordagens existentes na literatura econômica, e rigorosa, com a exigência de um alto grau de comprometimento com o curso.

São oferecidas atualmente 50 vagas anuais no período noturno, com carga horária total de 3.000 horas-aula, devendo ser concluído, idealmente, em 8 semestres.
NOME DO CURSO:Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública
NÚMERO DE VAGAS:50 vagas por ano.
GRAU:Técnologo
IMPLANTAÇÃO:Primeiro Semestre de 2009
COORDENAÇÃO:Prof. Camila Furlan da Costa
TURNO:Noturno, podendo ser ofertado no turno matutino se tiver demanda.
DURAÇÃO:6 semestres
CARGA HORÁRIA TOTAL:1710 horas (114 créditos)
FORMAS DE INGRESSO:ENEM e todas as outras modalidades de ingresso regulamentadas pela Unipampa

PERFIL DO EGRESSO:Além das competências do perfil do egresso da UNIPAMPA, espera-se que o Tecnólogo em Gestão Pública reúna aptidão para atuar em organizações públicas, privadas e de interesse social, nas esferas federal, estadual ou municipal.
Estas competências serão pautadas em sólidos conhecimentos sobre aspectos legais específicos, excelência na gestão de pessoas e recursos, visão sistêmica, capacidade de comunicação, trabalho em equipe e liderança. Deverá ter capacidade de planejamento, implementação e gerenciamento de programas, projetos e políticas públicas. O Tecnólogo em Gestão Pública será um agente transformador com capacidade de adaptação às novas realidades e necessidades das organizações, responsabilidade social e ética profissional.
NOME DO CURSO:Relações Internacionais
NÚMERO DE VAGAS:50 vagas por ano.
GRAU:Bacharel
IMPLANTAÇÃO:Segundo Semestre de 2009
COORDENAÇÃO:Profª. Kamilla Raquel Rizzi
TURNO:Integral
DURAÇÃO:8 semestres
CARGA HORÁRIA TOTAL:2490 horas
FORMAS DE INGRESSO:ENEM e todas as outras modalidades de ingresso regulamentadas pela Unipampa

PERFIL DO EGRESSO:
O curso de Bacharelado em Relações Internacionais tem por objetivo formar profissionais conectados com as transformações e demandas do mundo atual de maneira que estejam aptos a interagir mediante estas mudanças, articulando a arena doméstica e o cenário internacional.
O bacharel em Relações Internacionais é o profissional apto a entender e agir acerca dos fenômenos internacionais, acompanhando as tendências e transformações nas relações internacionais, conforme as competências e habilidades adquiridas por meio de sua formação multidisciplinar.
Este profissional deverá ser capaz de interpretar esses fenômenos sejam eles politicos, econômicos, sociais e culturais, e analizar as suas possíveis consequências para os mais diversos interesses, seja de governos, empresas públicas e privadas, voltadas para a inserção internacional e organizações da sociedade civil.

O bacharel em Relações Internacionais estará capacitado para atuar:

no setor governamental (serviço diplomático, por concurso no Instituto Rio Branco, ministérios, agências reguladoras, governos estaduais e municipais, entre outros);
em empresas privadas com atuação nacional e internacional;
organismos internacionais;
em organizações não-governamentais (nacionais e internacionais);
em empresas de consultoria e instituições financeiras nacionais e internacionais, no assessoramento referente a comunicação.
Ele estará apto as mais diversas tarefas como a interpretar a conjuntura, formular e executar estratégias de inserção internacional, captar recursos em organismos multilaterais ou agências de fomento, produzir análises de risco e de mercados, entre outras habilidades.
OME DO CURSO:Curso de Administração
NÚMERO DE VAGAS:100 vagas por ano (50 diurno e 50 noturno).
GRAU:Bacharel
IMPLANTAÇÃO:Segundo semestre de 2006
COORDENAÇÃO:Prof. Tiago Zardin Patias
TURNO:Diurno e Noturno
DURAÇÃO:8 semestres
CARGA HORÁRIA TOTAL:3000 horas
FORMAS DE INGRESSO:ENEM e todas as outras modalidades de ingresso regulamentadas pela Unipampa
PERFIL DO EGRESSO:Considerando a contextualização anteriormente descrita e a organização didático-pedagógica do Curso de Bacharelado em Administração, as seguintes competências e habilidades são fundamentais na constituição do perfil do egresso:
a) Ter capacidade de interpretar a realidade local, regional e nacional na perspectiva do desenvolvimento;
b) Reconhecer e estar aberto à mudança, avaliando cenários internos e externos no contexto do processo decisório
c) Exercer visão estratégica
d) Liderar com inovação e empreendedorismo
e) Ter Iniciativa com responsabilidade social
f) Ser ético
g) Reconhecer no outro a possibilidade de trabalho em equipe
h) Desenvolver a capacidade crítica com responsabilidade
i) Transformar o seu contexto em um lugar melhor para viver
O Curso de Bacharelado em Administração irá preparar profissionais com formação
humanística, técnica e científica, compatível com a realidade global em seus aspectos
econômicos sociais e culturais, com capacidade para, em contínuo desenvolvimento
profissional, tomar decisões, empreender com competência e atuar interdisciplinarmente
na administração das organizações, visando a satisfação e bem estar humano, dentro dos
princípios de responsabilidade social, justiça e ética profissional.
O curso de Pós-Graduação Lato Sensu DESENVOLVIMENTO DE REGIÕES DE FRONTEIRA do Campus Sant’Ana do Livramento – da Universidade Federal do Pampa, pretende destacar temas interdisciplinares, centrando-se na adoção de uma visão estratégica dos conteúdos e temáticas abordados. Neste sentido, busca-se, antever tendências locais e globais de mercado e perspectivas de desenvolvimento nas regiões de fronteira; com o propósito de compreender e debater tais transformações.
Considerando que já se encontra definido no campus Sant’Ana do Livramento três linhas de pesquisa, optou-se por trabalhar as mesmas como balizadoras do projeto de especialização, para a implantação e consolidação da Pós-graduação em Desenvolvimento da UNIPAMPA. Sendo as linhas de pesquisa: Desenvolvimento em Regiões de Fronteira; Agronegócios e Estudos Organizacionais e Interorganizacionais, os quais serão os grandes eixos de formação do curso, através das disciplinas.

O curso confere o título de Bacharel em Ciências Biológicas, amparado na Legislação Nacional e nas resoluções do Conselho Federal de Biologia. O curso tem seu funcionamento em período integral (matutino e vespertino), com carga horária total mínima de 3200 horas, distribuída em 2550 horas de disciplinas obrigatórias, 480 horas de Trabalho de conclusão de curso e 210 horas de atividades complementares de graduação. O regime de oferta do curso é semestral, composto por 17 semanas de efetivo trabalho acadêmico. Anualmente é realizada a semana acadêmica integrada, conjuntamente com os demais cursos do campus, além de atividades relacionadas à Semana do Meio Ambiente e ao Programa de Ensino Tutorial (PET-Biologia).

Segundo o perfil do egresso desejado para a UNIPAMPA, o trabalho acadêmico do curso de Ciências Biológicas - Bacharelado deve possibilitar uma sólida formação acadêmica generalista e humanística. Essa perspectiva inclui a formação de sujeitos conscientes das exigências éticas e da relevância pública e social dos conhecimentos, habilidades e valores adquiridos na vida universitária e inserção em perspectivos contextos profissionais de forma autônoma, solidária, crítica, reflexiva e comprometida com o desenvolvimento local, regional e nacional sustentáveis, objetivando a construção de uma sociedade justa e democrática.


O Biólogo Bacharel deverá estar ciente de seu papel como divulgador do conhecimento científico e comprometido com questões que envolvam cidadania, considerando a perspectiva sócio-ambiental de seu trabalho. Esse profissional também deverá ser capaz de empregar a metodologia científica em sua prática didática, assegurando sempre a indissociabilidade entre ensino/aprendizagem e pesquisa. O Bacharel deverá ser socialmente atuante e comprometido com a melhoria das condições da vida da população brasileira e também com questões ambientais globais, manifestando esses compromisso através de seu trabalho, de suas atitudes e da participação em associações de classe. Também se espera que o Bacharel seja um profissional que procure a atualização constante de seus conhecimentos, tendo consciência de que atua em uma área em que as informações são rapidamente acumuladas, demandando formação continuada. Este profissional também deverá ser capaz de empregar a metodologia científica em seu cotidiano valorizando abordagens integradas nos diversos níveis de organização Biológica e também considerar a dimensão ética e social de seu trabalho.
O curso confere a titulação de Licenciado em Ciências Biológicas, amparado na Legislação Nacional e nas resoluções do Conselho Federal de Biologia. O curso tem seu funcionamento em período integral (matutino e vespertino), com carga horária total mínima de 3120 horas, distribuída em 2910 horas de disciplinas obrigatórias (incluíndo 420 horas de estágio curricular obrigatório) e 210 horas de Atividades Complementares de Graduação.
O regime de ofertas do curso é semestral, composto por 17 semanas de efetivo trabalho acadêmico. Anualmente é realizada a Semana Acadêmica Integrada, conjuntamente com os demais cursos do campus, além de atividades relacionadas à Semana do Meio Ambiente e ao Programa de Ensino Tutorial (PET-Biologia).
O curso conta com projetos como o Laboratório de Didática da Biologia (LDBio) e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que objetivam aproximar os acadêmicos da prática docente durante toda a formação acadêmica.

A carga horária total prevista é de 4.365 horas/aula, sendo que a parte fixa, incluindo estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso, é de 3.735 horas/aula e a parte flexível de 390 horas/aula está distribuída em 210 horas/aula para Atividades Complementares de Graduação e 180 horas/aula, para Disciplinas Complementares de Graduação.

O futuro Biotecnólogo deverá possuir uma formação sólida, ampla dos conceitos, princípios e teorias relacionadas à Biotecnologia e suas aplicações. Deverá estar em condições de: Desenvolver ações estratégicas para o diagnóstico de problemas, elaborar e executar projetos, atuar na divulgação do conhecimento científico, estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade, atendendo o mercado de trabalho com uma visão ética, humanística e crítica dos produtos e ferramentas biotecnológicas.

O Biotecnólogo deverá estar ciente de seu papel como produtor e divulgador do conhecimento científico e comprometido com questões que envolvam cidadania, considerando o desenvolvimento sustentável dentro de uma perspectiva social, econômica e ambiental do trabalho.




Espera-se ainda, que esse profissional adote condutas compatíveis com as legislações reguladoras do exercício da profissão e do direito a propriedade intelectual, bem como com a legislação ambiental, e regulamentações federais, estaduais e municipais.

O profissional deverá estar habilitado a atuar nas áreas de saúde, agrícola e ambiental.

Espera-se que o Biotecnólogo esteja capacitado a planejar, executar e interpretar os resultados da aplicação das técnicas da Biotecnologia moderna referentes ao diagnóstico e ao desenvolvimento de produtos e processos.
O número de vagas para o curso de Engenharia Florestal do Campus de São Gabriel é de 50 alunos por ano. O Curso estabelece ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e atitudes com responsabilidade técnico-científica e social, tendo como princípios os valores:
- Respeito à Fauna e à Flora;
- Conservação e/ou Recuperação da qualidade do solo, do ar e da água;
- Uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente;
- Emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo e
- Atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício de atividades profissionais.
O Gestor Ambiental terá uma formação básica em ciências ambientais e administração, com formação na área socioeconômica, biológica e de manejo dos recursos naturais, com capacidade para avaliar projetos e processos que possuam interação com o meio ambiente. Pretende-se formar um egresso crítico com autonomia intelectual, que esteja comprometido com a realidade social da região onde atua e também compromissado com as demandas contemporâneas globais, possuindo nos seus princípios os preceitos do desenvolvimento sustentável.


Será um profissional preparado para elaborar e gerenciar projetos ambientais, principalmente, com relação ao desenvolvimento de Estudos e Relatórios de Impactos Ambientais.
O Gestor Ambiental terá a capacidade de gerenciar o conjunto de políticas, programas e práticas, tanto administrativas quanto operacionais, de forma a promover o bem estar e a qualidade de vida dos indivíduos, bem como a preservação, melhoria e eventuais remediações dos ecossistemas.

Dado o panorama da situação da região exposta anteriormente, a criação do curso de pós-graduação em Ciências Biológicas, modalidade Mestrado, pleiteada na presente proposta tem as seguintes pretensões:

1) suprir uma lacuna quanto à situação do desenvolvimento de cursos de pós-graduação existentes no estado. Na área de Biologia Geral (classificação da Capes), o Rio Grande do Sul possui somente três pós-graduações stricto sensu: Biologia Celular e Molecular na UFRGS e PUCRS e Biologia de ambientes aquáticos e continentais na FURG. Neste contexto, seria pioneiro na metade sul do Rio Grande do Sul por abranger várias áreas de conhecimento especialmente voltadas ao Bioma Pampa;

2) amenizar a clara deficiência existente em termos do que é conhecido de fauna e flora do pampa. Os compromissos do país perante a conservação da diversidade biológica e a crescente valorização dos recursos biológicos, devido principalmente às novas técnicas de biotecnologia, aumentaram a demanda por informações sobre a biodiversidade brasileira;
A formação de recursos humanos qualificados, a presença de um grupo de pesquisadores com afinidades e objetivos similares, graças à implantação da UNIPAMPA, e o forte desejo dos docentes em impulsionar o progresso dessa região favorecerão a melhoria nos aspectos cultural, social e econômico da população. Entre as possíveis tecnologias a serem desenvolvidas, destacam-se: técnicas e práticas de manejo possibilitando o desenvolvimento de atividades do setor primário sem que haja degradação dos recursos naturais de forma intensiva e com busca por alternativas economicamente viáveis; o conhecimento aprimorado da fauna, flora e de microorganismos da região subsidiando práticas de conservação mais efetivas, com a confecção de chaves de identificação, ampliação na capacidade de previsão sobre a biologia desses organismos e detecção de padrões biogeográficos e relacionamento filogenético entre as espécies; aprimoramento e maximização da produção e do lucro a partir do desenvolvimento de eficientes práticas de melhoramento genético animal e vegetal; acesso a genes de interesse biotecnológico como aqueles envolvidos na solubilização de fosfatos, fixação de nitrogênio e promoção de crescimento de plantas, bem como outros que codificam a síntese de produtos secundários envolvidos na degradação de compostos tóxicos e metais pesados;





4) produzir informação básica para orientar o uso racional e sustentável dos recursos além da fronteira do bioma Pampa, pois, apesar do enfoque da proposta ser regional, não pode estar restrita a esta esfera. Neste sentido, as pesquisas a serem realizadas vislumbrarão também outros contextos dentro de cada linha de pesquisa. O fortalecimento da atuação do grupo de pesquisas Antárticas da UNIPAMPA é um exemplo a ser destacado dentro deste objetivo. Afinal, mais do que nunca as preocupações globais têm sido enfatizadas e esta proposta de pós-graduação não pode negligenciá-las.

5) fortalecer os cursos de graduação da instituição.
A criação do presente programa de pós-graduação vem ao encontro tanto das necessidades de estudo e conservação do Bioma Pampa quanto à meta primordial da criação da UNIPAMPA, ou seja, promover o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental de forma sustentável na região em questão a partir de fomento ao ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, projetos que integrem educação, meio ambiente, desenvolvimento regional e estudos de biodiversidade e ecologia em ecossistemas ameaçados, como é o caso do Bioma Pampa, podem ser considerados projetos prioritários para o conhecimento e preservação do ambiente brasileiro.


O Curso será desenvolvido através de atividades presenciais, planejadas por cada professor em seu Plano de Ensino, podendo-se cumprir até 20% da carga horária na forma de atividades não-presenciais.

As atividades presenciais serão realizadas no Campus da UNIPAMPA/São Gabriel, com aulas as sextas-feiras das 18:30 às 22:30 h e aos sábados, das 08:30 às 11:50 h e das 13:30 às 17:50 h.


A metodologia proposta para o curso prevê a aprendizagem orientada por um princípio metodológico geral, que pode ser traduzido pela ação-reflexão-ação e que aponta a resolução de situações-problema como uma das estratégias didáticas privilegiadas.
Pesquisadores e profissionais interessados no estudo das Missões Jesuíticas com graduação nas áreas de Sociais e Humanas.
O Programa de Pós Graduação lato sensu em Educação: Interdisciplinaridade e Transversalidade tem como objetivo principal habilitar profissionais da educação graduados de modo que ampliem o conhecimento acerca da área educacional e do exercício da docência no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

Contudo, este curso é também aberto a profissionais de outras áreas do conhecimento que sintam a necessidade de desenvolver capacidades de trabalho interdisciplinar e com temas transversais em diferentes ambientes de trabalho.

Nesse contexto, a criação do presente programa de pós-graduação vem ao encontro tanto das necessidades de estudo e conservação do Bioma Pampa (atuando diretamente em todas as propostas supracitadas elaboradas para o Pampa pelos pesquisadores) quanto à meta primordial da criação da UNIPAMPA, ou seja, promover o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental de forma sustentável na região em questão a partir de fomento ao ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, projetos que integrem educação, meio ambiente, desenvolvimento regional e estudos de biodiversidade e ecologia em ecossistemas ameaçados, como é o caso do Bioma Pampa, podem ser considerados projetos prioritários para o conhecimento e preservação do ambiente brasileiro.

3) produzir informação básica para orientar o uso racional e sustentável dos recursos da região, porque há um grande potencial para o desenvolvimento acelerado do agronegócio. É importante deixar claro que o mestrado aqui proposto não pretende frear o desenvolvimento dos sistemas de produção e a ocupação do pampa, mas sim utilizar a ciência para desenvolver e fomentar tecnologias para o desenvolvimento sustentável do agronegócio da região. Em outras palavras, pretende-se inserir a UNIPAMPA como agente orientador e catalisador nesse processo de mudança da matriz produtiva da região, e esse enfoque de produção da presente proposta é também um diferencial importante em relação a outros programas de pós-graduação em Ciências Biológicas já existentes.
É sabido que a presença de Instituições de Ensino Superior em qualquer região é elemento fundamental de desenvolvimento econômico e social, bem como de melhoria da qualidade de vida da população, uma vez que proporciona o aproveitamento das potencialidades locais. Os municípios que possuem campus de universidades estão permanentemente desfrutando de um acentuado processo de transformação econômica e cultural, mediante parcerias firmadas entre estas instituições e as comunidades em que estão inseridas.

A Universidade Federal do Pampa veio marcada pela responsabilidade de contribuir com a região em que se edifica – um extenso território, com críticos problemas de desenvolvimento socioeconômico, inclusive de acesso à Educação Básica e a Educação Superior. Neste cenário a UNIPAMPA se propõe a fomentar a troca de informações e a interação científica, tecnológica e cultural que permite a transferência de conhecimentos necessários ao estabelecimento do desenvolvimento sustentável, em estímulo e respeito aos sistemas produtivos locais.
Este município concentra o maior número de produtores de vinho da região da Campanha, segundo a Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha. Um produtor do município conquistou a Medalha de Prata, no V Concurso Internacional de Vinhos, ocorrido no ano de 2010, e no VI Concurso Internacional “Emozioni dal Mondo”, realizado em Bergamo, na Itália em 2010, a Medalha de Ouro nos vinhos Cabernet e Merlot, premiação inédita para um vinho brasileiro. Seus vinhos se encontram entre os 30% superiores de acordo com a 16º e a 17º edições da Avaliação Nacional de Vinhos. Destaca-se que é a segunda safra deste viticultor e que os produtores de Vinhos Finos instalados no município são todos empreendedores locais, diferente do que ocorre em outras regiões caracterizadas pela migração ou expansão de grandes vinícolas, principalmente da região da Serra Gaúcha.
O Tecnólogo em Agronegócio é o profissional que viabiliza soluções tecnológicas competitivas para o desenvolvimento de negócios na agropecuária a partir do domínio dos processos de gestão e das cadeias produtivas do setor. Prospecção de novos mercados, análise de viabilidade econômica, identificação de alternativas de captação de recursos, beneficiamento, logística e comercialização são atividades gerenciadas por esse profissional.
O profissional do agronegócio está atento às novas tecnologias do setor rural, à qualidade e produtividade do negócio, definindo investimentos, insumos e serviços, visando à otimização da produção e o uso racional dos recursos.
O Curso tem como objetivo geral formar profissionais aptos a gerenciar atividades agropecuárias e a elaborar estudos e pesquisas que identifiquem o potencial da região em que atúam.

A cada ano são ofertadas cinqüenta novas vagas para candidatos que tenham cursado o ensino médio ou equivalente. A forma de ingresso é por vestibular anual ou por ingresso extra vestibular nas modalidades de reopção, reingresso, transferência ou portador de diploma.

Grau: Superior

Modalidade: Tecnológico

Turno: Noturno

Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicads/Ciências Agrárias
A região da campanha do Estado do Rio Grande do Sul apresenta grande potencial para as atividades agropecuárias, o que reflete a necessidade de formação e geração de conhecimentos e aperfeiçoamento pessoal, garantindo acesso aos alunos da região e refletindo em permanência dos mesmos a fim de desenvolverem suas atividades profissionais e contribuição na resolução de problemas locais e regionais.
O Curso de Zootecnia, passa a existir juntamente com a Universidade Federal do Pampa, à partir da assinatura de seu protocolo de criação, em 27 de junho de 2006. Inicialmente, o Curso passará a ocupar, temporariamente, as instalações da Secretaria Municipal da Educação, até as conclusões das obras do prédio definitivo.

A estrutura física das instalações provisórias é composta por um laboratório de microscopia, sala de informática, biblioteca com sala de estudos, sala conjunta para secretaria e colegiado de curso e sala para professores, além de sala de aula.
Considerando que Dom Pedrito situa-se na região da Campanha Gaúcha, é o 4º município em extensão do Rio Grande do Sul, com 5250km² e mais de 1300 propriedades rurais. A riqueza do município concentra-se na agropecuária, principalmente na criação de bovinos e na cultura do arroz irrigado. Sentindo a necessidade da diversificação da matriz produtiva e apresentando as condições edafoclimáticas adequadas ao cultivo de uvas, vem gradativamente investindo e sendo reconhecida como uma área promissora por excelência na produção e qualidade de vinhos e seus derivados.
Em agosto de 2009, durante a realização da XIII Reunião Ordinária do Campus (ATA nº13/2009) o Professor Wilson Valente da Costa Neto, propôs a criação de um curso ligado ao setor Vitivinícola com característica inovadora que atendesse as demandas de mercado e compromissada com o desenvolvimento social, surgindo assim, o Bacharelado em Enologia. Para tanto, o início dos trabalhos para elaboração do curso, contou com o interesse e participação dos produtores Vitivinícolas da Campanha Gaúcha.

Baseado na política da UNIPAMPA consorciado com os anseios do setor verificou-se a necessidade da formação de um profissional articulado no setor da Viticultura, Vinicultura e Agronegócio. Neste contexto, o Campus Dom Pedrito, ciente das demandas sociais e de um mercado em expansão, traçou o perfil deste novo profissional, considerando a promissora vocação desta região. Os desafios da contemporaneidade exigem a formação de enólogos capazes de gerenciar a matriz produtiva de maneira econômica e ambientalmente sustentável. Sabe-se que a sustentabilidade não é mais responsabilidade de um elo isolado, mas de toda a cadeia produtiva do qual ele faz parte.
No cenário mundial percebe-se uma supervalorização, principalmente, dos fatores econômicos na cadeia produtiva em relação às questões ambientais e sociais. Desta forma, o modelo de produção e consumo atual não garante qualidade de vida para a geração presente nem assegura a continuidade das gerações futuras (Declaração do Rio – 1999).

Assim, o Curso de Bacharelado em Enologia da Universidade Federal do Pampa foi estruturado a partir de um eixo articulador, intitulado Sustentabilidade da Cadeia Produtiva. Este eixo, juntamente com o conjunto de núcleos integradores de formação permitiria a formação destacada deste profissional, procurando entender a enologia de forma ampla, podendo atuar desde a caracterização, produção, rastreabilidade, certificação de origem, empreendedorismo, marketing e comercialização dos produtos, sempre de forma autônoma e ambientalmente responsável. Portanto, todas as faces do conhecimento a ser adquirido neste curso estarão permeadas pelo viés da sustentabilidade da cadeia produtiva, por meio do tripé indissociável de pesquisa, ensino e extensão.
Além disso, e da exigência de profissionais generalistas, crítico-reflexivos e criativos, novos aspectos, como a criação de um curso alicerçado nos princípios de interdisciplinaridade, com a proposição de uma matriz curricular, que assegura movimento e dinamismo à vida curricular e educacional na sua multidimensionalidade (Parecer CNE/CEB 07/2010), possibilitaria a formação de profissionais diferenciados.
A escolha de Caçapava do Sul para a implantação do curso de Geofísica deve-se a localização da cidade em uma região de grande relevância no cenário geológico brasileiro e de atividade mineira, sendo ponto de referência para outras instituições de ensino superior do país, relacionados com as Geociências.

Além disto, a implantação de uma Universidade Pública no município é parte de um antigo sonho da população: permitir que a juventude, ávida de conhecimentos, permaneça em sua região de origem onde poderá formar mão-de-obra qualificada e adquirir as informações necessárias para impulsionar o progresso de sua região e, com isso, minimizar o processo de estagnação econômica da região onde está inserida.
O Curso de Geologia da Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA, Campus de Caçapava do Sul foi criado em 2010 e teve seu início em março de 2011, com o ingresso de 50 alunos oriundos de diferentes estados do Brasil.

A opção do curso de Geologia, para ser implantada em Caçapava do Sul, foi atribuída a grande relevância da região no cenário geológico e mineiro nacional, sendo ponto de referência para diversas instituições de ensino superior do país, relacionados com as Geociências.

Caçapava do Sul é considerada uma das maiores províncias minerais do Brasil devido a ampla ocorrências de minérios, rochas e fósseis num raio 100 km, com idades que variam desde a formação dos primeiros continentes (aproximadamente 2,2 bilhões de anos) até os dias atuais.

O Projeto Pedagógico do Curso de Geologia está conectado com as demandas tradicionais voltadas para a busca de recursos minerais de interesse industrial, e aquelas atribuídas aos aspectos ambientais, riscos geológicos, e modificações introduzidas no ambiente natural pela atuação do homem.


Assim, o Curso de Geologia da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Caçapava do Sul busca uma formação sólida e generalista, com capacidade de raciocínio crítico, de caracterização e interrelacionamento entre processos físicos, químicos, biológicos e antropogênicos e seus reflexos e transformações derivadas sobre o planeta.


O professor egresso do curso estará habilitado a lecionar matemática, física ou química, de acordo com a habilitação escolhida, e poderá obter mais de uma habilitação integralizando as atividades curriculares do núcleo específico correspondente.
O curso de Engenharia Sanitária e Ambiental objetiva formar profissionais que buscam a solução de problemas de planejamento, execução e gerenciamento de projetos, utilizando conhecimentos de engenharia, química e biologia, de forma a preservar a natureza, bem como seus recursos, isto é, desenvolvendo e aplicando ações tecnológicas para proteger o ambiente dos danos causados pela ação crescente, decorrentes das atividades humanas.


O curso de Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, da Universidade Federal do Pampa, visa formar profissionais com base sólida em engenharia, aptos a desenvolver ou solucionar problemas, com uma visão aprofundada das necessidades de preservação, controle e recuperação ambiental, com uma visão da responsabilidade para com as futuras gerações, onde o ambiente é o meio para gerar-lhes bem estar e desenvolvimento.
O curso de Licenciatura em Ciências Exatas do Campus de Caçapava do Sul da Universidade Federal do Pampa foi criado com o objetivo de formar professores habilitados a ensinar física, matemática e química no ensino básico.

O curso é constituído de um núcleo básico, multidisciplinar, com duração de seis semestres e de três núcleos específicos, nas áreas de física, química ou matemática, cada um deles com duração de dois semestres.
A Universidade Federal do Pampa (Unipampa), criada em 2006 com estrutura multicampi e inserida no programa de expansão das universidades federais no Brasil, vem procurar minimizar o processo de estagnação econômica onde está inserida e, por meio da educação, ser um agente da definitiva incorporação da região ao mapa do desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

Neste sentido, em 2008, projetou-se um curso que fosse relacionado diretamente com a principal economia do município: a mineração. Em 2009, ingressaram no Campus Caçapava do Sul, os 30 alunos que constituíram a primeira turma do CST em Mineração e, devido à demanda registrada nos anos anteriores, em 2011 o número de vagas para ingresso passou a ser de 40 .

A proposta de criação do CST em Mineração foi principalmente motivada (i) pelo forte e acelerado aquecimento do setor mineral do País e (ii) pela carência de mão-de-obra qualificada capaz de atender à estas demandas.


O CST em Mineração da Unipampa objetiva formar profissionais, em nível de graduação, habilitados para o planejamento, gerenciamento e implementação de atividades ligadas aos processos de lavra e tratamento de minérios. As atividades deste profissional envolvem a avaliação técnica e econômica de depósitos minerais e empreendimentos mineiros, a partir de dados geológicos, bem como a definição da rota adequada de processo, visando a sustentabilidade econômica, ambiental e social.
O funcionamento do curso de Geofísica teve início em 18 de setembro de 2006, nas dependências provisórias do Campus de Caçapava do Sul: dois pavilhões cedidos pela Escola Estadual Eliana Bassi de Melo e que foram reformados pela Prefeitura da cidade. Estes pavilhões abrigaram duas salas de aula, um laboratório de Informática, um laboratório de Física, a biblioteca, uma sala da administração e uma sala para os professores.

Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Licenciado em Física
Turno de funcionamento: Diurno
Duração do curso: 08 semestres

DEMANDA:
Suprir as carências de professores de Física na Região.

OBJETIVO:
Formar professores de Física para a educação básica, ou seja, com conhecimentos, habilidades e atitudes para atuar nas séries finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio e em programas de extensão, conscientes de seu papel de educador, comprometidos com a difusão do saber e preparados para continuar os estudos em nível de Pós-Graduação.
MERCADO DE TRABALHO
Lecionar a disciplina de física nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio em escolas das redes pública e particular. Atuar como consultor ou assessor nas áreas de Física. Atuar como professor e/ou pesquisador em instituições de ensino superior, mediante a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação.
OBJETIVO:
Atender a demanda de profissionais na área de Engenharia de Alimentos para a região sul do Estado do Rio Grande do Sul, visando implementar o crescimento sócio-econômico regional e propiciar maior aproveitamento das matérias-primas típicas, bem como a agregação de valor a estas e conversão em fontes de renda aos produtores.


MERCADO DE TRABALHO
Desenvolver processos industriais e novos produtos alimentícios Trabalhar em equipes multidisciplinares atuando no planejamento, implementação, controle e funcionamento da indústria de alimentos, tanto em seus aspectos técnicos como econômicos, principalmente nas áreas de produção, marketing e distribuição. Atuar no desenvolvimento de novos produtos e na otimização de processos que venham a melhorar o nível nutricional da população e a eficiência de produção. Realizar o controle higiênico-sanitário, de qualidade e o registro dos alimentos e dos processos envolvidos em sua fabricação, comercialização e armazenamento, e a relação destes processos com o ambiente, os assuntos normativos de engenharia e econômicos relacionados com o exercício de sua profissão
LINHAS DE PESQUISA
Tecnologia e Engenharia de Produtos e Subprodutos de Origem Animal e Vegetal Identificação de Cadeias Produtivas e Estratégias de Desenvolvimento Econômico Regional

OBJETIVO:
Proporcionar uma formação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média.
MERCADO DE TRABALHO
Desenvolver atividades didático-pedagógicas nas instituições de Ensino Fundamental e Médio, públicas ou privadas. Poderão utilizar habilidades e conhecimentos de fenômenos físicos e químicos, sendo capazes de se engajarem no processo de transformações científicas, sociais e humanísticas.
LINHAS DE PESQUISA
Extração, Separação, Análises Ambientais

Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Engenharia de Produção
Turno de funcionamento: Noturno
Duração do curso: 10 semestres
DEMANDA:
Suprir as carências regionais em Engenharia de Produção.
OBJETIVO:
Atender a demanda de profissionais em Engenharia de Produção para a metade sul do estado do Rio Grande do Sul, visando a sinergia entre estes, os mercados e a sociedade com a perspectiva do desenvolvimento regional. Formar profissionais em Engenharia de Produção com perfil voltado ao gerenciamento e ao melhoramento de sistemas de produção de bens e serviços, criando interfaces entre os aspectos humanos, econômicos, tecnológicos, sociais e ambientais.
MERCADO DE TRABALHO
Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos nas atividades industriais, seus serviços afins e correlatos; Avaliar os impactos socioambientais das atividades da engenharia;Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;Atuar em equipes multidisciplinares associadas a estas atividades

LINHAS DE PESQUISA
Gestão dos Recursos, Processos, Sistemas de Produção e Operações; Engenharia da Qualidade; Ergonomia e Higiene e Segurança do Trabalho; Pesquisa Operacional; Gestão Ambiental; Engenharia da Estrutura Organizacional; Engenharia Econômica; Ética e Responsabilidade Social; Desenvolvimento Regional Sustentado.

Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Químico Licenciado
Turno de funcionamento: Diurno
Duração do curso: 08 semestres

DEMANDA:
Profissionais de Química habilitados para atuar no campo educacional, especificamente nos níveis fundamental e médio.
Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Engenharia Química
Turno de funcionamento: Diurno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Atender uma demanda social da região de abrangência da UNIPAMPA
OBJETIVO:
O Curso de Engenharia Química tem por objetivo a formação de profissionais capacitados para pesquisar, analisar, projetar e operar processo onde a matéria sofre alterações de fase, de estado físico, de conteúdo energético ou de composição. Estes processos existem, principalmente, nas indústrias de produtos químicos, de materiais, de alimentos, etc., e no controle da poluição.
MERCADO DE TRABALHO
Indústrias de Cerâmica, Cimento e Vidro; Tratamento de água e proteção do meio-ambienteIndústrias de Fermentação (álcool, cerveja, lácteos, etc.)Perfumes, aromatizantes e aditivos alimentaresSabões e DetergentesIndústrias do Açúcar e do AmidoFertilizantesIndústrias NuclearesIndústrias de Tintas e AdesivosIndústrias de AlimentosIndústrias AgroquímicasIndústrias de Polpa e PapelIndústrias de PlásticosIndústria FarmacêuticaRefino do PetróleoIndústria PetroquímicaAtua também em institutos de pesquisa e desenvolvimentoEnsinoEmpresas de projetosVendas técnicasConsultoria e assessoria independenteE todos os demais ramos industriais que envolvam transformação de matéria-prima em algum produto
Área de Conhecimento: Ciências Agrárias
Habilitação: Engenheiro de Alimentos
Turno de funcionamento: Diurno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Este curso está voltado às características regionais que evidenciam uma forte aptidão agropecuária, identificada pela criação de ovinos, bovinos e eqüinos, além dos projetos de desenvolvimento para fruticultura e apicultura.


LINHAS DE PESQUISA
Ciência e Tecnologia de MateriaisDesenvolvimento de Processos BiotecnológicosDesenvolvimento de Processos QuímicosEngenharia de ProcessosSistemas de Processos Químicos e Informática
MERCADO DE TRABALHO
- O Engenheiro de Computação é um profissional preparado para especificar, conceber, desenvolver, pesquisar, implementar, adaptar, produzir, industrializar, instalar e manter sistemas computacionais, bem como perfazer a integração dos recursos físicos e lógicos necessários para o atendimento das necessidades computacionais, de informação e de automação de organizações em geral;
- Atuar em uma variada gama de indústrias, tais como: de computadores, de telecomunicações, de produção de energia, eletrônica, entre outras;
- Aplicar as teorias e princípios da computação, matemática, ciências, e engenharia na resolução de problemas técnicos por meio do design de hardware, de software, de redes e de processos;
- Projetar sistemas computacionais voltados para atender necessidades de aplicações específicas.

OBJETIVO:
Formar professores habilitados para atuar na educação básica, mais precisamente nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, conscientes de seu papel de educadores, comprometidos com a difusão do saber na área de Letras e preparados para continuar os estudos em nível de pós-graduação.

MERCADO DE TRABALHO
Lecionar as disciplinas de Língua Portuguesa e de Língua Estrangeira, nas séries finais do Ensino Fundamental, e as disciplinas de Língua Portuguesa, Literaturas em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira, no Ensino Médio.Atuar em atividades que exijam o domínio da língua, como tradução, versão, revisão de textos, etc., nas áreas afins.
Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Licenciado em Matemática
Turno de funcionamento: Noturno
Duração do curso: 08 semestres


DEMANDA:
Suprir as carências de professores de Matemática na Região.
OBJETIVO:
Formar professores de Matemática para a educação básica, ou seja, com conhecimentos, habilidades e atitudes para atuar nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, conscientes de seu papel de educador, comprometidos com a difusão do saber matemático e preparados para continuar os estudos em nível de Pós-Graduação.
MERCADO DE TRABALHO
Lecionar a disciplina de matemática nas séries do ensino fundamental e no ensino médio em escolas das redes pública e particular. Atuar como consultor ou assessor nas áreas de Matemática e Educação Matemática. Atuar como professor e/ou pesquisador em instituições de ensino superior, mediante a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação.
ÊNFASE DE PESQUISA
Educação Matemática, Matemática Aplicada, Matemática Pura.

Área de Conhecimento: Ciências Humanas
Habilitação: Licenciado em Letras – Português/Inglês; Português/Espanhol e respectivas literaturas
Turno de funcionamento: Noturno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Suprir as carências de professores de Língua Materna, Literatura e Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol) da região.

OBJETIVO:
Formar professores habilitados para atuar na educação básica, mais precisamente nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, conscientes de seu papel de educadores, comprometidos com a difusão do saber na área de Letras e preparados para continuar os estudos em nível de pós-graduação.
Área de Conhecimento: Ciências Humanas
Habilitação: Licenciado em Letras – Português/Inglês; Português/Espanhol e respectivas literaturas
Turno de funcionamento: Noturno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Suprir as carências de professores de Língua Materna, Literatura e Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol) da região.

MERCADO DE TRABALHO
Lecionar as disciplinas de Língua Portuguesa e de Língua Estrangeira, nas séries finais do Ensino Fundamental, e as disciplinas de Língua Portuguesa, Literaturas em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira, no Ensino Médio.Atuar em atividades que exijam o domínio da língua, como tradução, versão, revisão de textos, etc., nas áreas afins.
Área de Conhecimento: Eng. Elétrica e Ciência da Computação
Habilitação: Engenheiro de Computação
Turno de funcionamento: Noturno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Curso pretende contribuir com o desenvolvimento regional formando pessoal capacitado para a construção, implementação e manutenção de componentes de software e hardware de sistemas computacionais e equipamentos controlados por computador e fomentando a criação de novos empreendimentos na área tecnológica.
OBJETIVO:
Formação de recursos humanos plenamente capacitados para exercer atividades profissionais relacionadas com áreas que constituem interface entre Engenharia Elétrica e Ciência da Computação

LINHAS DE PESQUISA
Otimização e Controle de Sistemas ;
Engenharia de Software;
Interface Homem Máquina;
Sistemas Embarcados;
Modelagem e Simulação Computacional.
Área de Conhecimento: Ciências Exatas
Habilitação: Engenheiro de Energias Renováveis e Ambiente
Turno de funcionamento: Diurno
Duração do curso: 10 semestres

DEMANDA:
Setor industrial e agroindustrial, cooperativas, empresas prestadoras de serviços de diagnósticos energéticos e empresas geradoras e/ou distribuidoras de energia.

OBJETIVO:
Formar profissionais com capacidade de encontrar opções adequadas de geração, uso, operação, manutenção e gestão de energia. Deverá destacar-se capacidade de projetar, construir, operar e realizar manutenção de sistemas que se utilizam de energias renováveis como eólica, solar, de biomassa, do hidrogênio e outras.
MERCADO DE TRABALHO
Empresas do setor industrial e agroindustrial;Cooperativas agroindustriais;Empresas prestadoras de serviços de diagnósticos energéticos; Empresas geradoras e/ou distribuidoras de energia;Órgãos públicos e não-governamentais que desenvolvem projetos de aproveitamento energético;Empresas de consultoria e de inovação científica.
LINHAS DE PESQUISA
Energias Renováveis Transferência de Calor e Massa
O curso de Licenciatura em Letras, habilitação Português, Espanhol e Respectivas Literaturas, foi proposto pelo Ministério da Educação (MEC), após estudos e levantamentos que apontavam a necessidade de suprir a região de Jaguarão com profissionais habilitados para a educação básica. A formação de profissionais habilitados no domínio da Língua Portuguesa, Língua Espanhola e de suas respectivas literaturas torna-se uma necessidade premente para a aproximação cultural com os países vizinhos e a continuação das ações implementadoras do MERCOSUL.
Nesse contexto, o curso de Letras virá ao encontro desta demanda social, pois preparara professores para lecionarem Português e Espanhol e respectivas literaturas para a população dessa região, permitindo uma melhor integração social e cultural, bem como um maior desenvolvimento econômico, a partir da ampliação da comunicação com a população do país vizinho.


Denominação: Licenciatura em Letras – Português, Espanhol e Respectivas Literaturas.

Modalidade: Licenciatura Plena

Titulação Conferida: Licenciado em Letras em Português, Espanhol e Respectivas Literaturas.

Duração do Curso: 9 semestres

Carga Horária Total do Curso: 3305 horas

Turnos de funcionamento: matutino (em extinção), integral e noturno

Número de Vagas Oferecidas: 50 vagas integrais e 50 vagas noturno

Regime Acadêmico: semestral
O Curso de Tecnologia de Gestão em Turismo tem como objetivo formar um profissional com visão sistêmica com vistas ao desenvolvimento local e regional do turismo. Formar sujeitos comprometidos e capacitados a atuarem em prol do desenvolvimento turístico em consonância aos preceitos de sustentabilidade.
Objetivos Específicos:

Possibilitar uma formação que desenvolva a capacidade empreendedora e proativa nos diferentes âmbitos da atividade turística;
Formar um profissional apto para atuação no planejamento e gestão da atividade turística em distintos contextos;
Fomentar a criação e o desenvolvimento de métodos para a identificação, prospecção e inserção do patrimônio cultural e natural no espaço turístico fronteiriço;
Propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos, ambientais, culturais e político-institucionais resultantes da atividade turística, e também na gestão e incorporação de novas tecnologias na atividade.
PBDA 2013: 140 bolsas
Projetos de Extensão: 312
PROEXT MEC: 8
Extensão

Universidade Federal do Pampa

Reitora Ulrika Arns
Vice-reitor Almir Neto
Assistência Estudantil
Programa de Instalação: 162 alunos atendidos
Programa de Permanência: 1.177 alunos atendidos
Programa de Desenvolvimento Acadêmico: 440 auxílios
Programa Anauê: 3 indígenas aldeados
PBDA 2011: 82 bolsas
PBDA 2012: 137 bolsas
PBDA 2013: 140 bolsas
Bolsas CNPq: 42
Bolsas Fapergs: 65
Grupos de Pesquisa: 683
Pesquisa
Unipampa em números
Total de Acadêmicos: 11.563
Docentes: 687
Técnicos Administrativos: 551
Desafio
Consolidar a Unipampa em todas as suas dimensões para colaborar na promoção do desenvolvimento da região, nas seguintes áreas:
Trabalho e Renda;
Saúde;
Educação;
Tecnologia e Inovação;
Fronteira;
Desenvolvimento Rural;
Meio Ambiente.
Pós-Graduação
Especialização: 404 alunos
Mestrado: 183 alunos
Matrículas Graduação
Estrutura Administrativa nos Campi
Diretor de Campus
Coordenador Acadêmico
Coordenador Administrativo
Investimentos - Obras
34 obras em execução
Inaugurações previstas em 2013:
5 prédios acadêmicos,
3 prédios administrativos,
5 cantinas,
7 prédios de laboratórios
Investimentos
Fotos: Fabricio Marcon
Centro de Interpretação do Pampa - CIP
O Centro de Interpretação do Pampa será um espaço destinado as mais diversas manifestações culturais, congregando pesquisadores e público em geral no conhecimento sobre o modo de ser e viver no pampa.

O local escolhido para seu funcionamento são as ruínas e cercanias de uma antiga enfermaria militar do exército brasileiro, tombado pelo IPHAN e localizado na cidade de Jaguarão/RS.

Abrigará salas de exposição, de pesquisa, auditório subterrâneo, espaço de convivência e anfiteatro a céu aberto, além de prédio de apoio técnico e administrativo.
Parque Científico e Tecnológico do Pampa - PAMPATEC
O objetivo do PampaTec é estimular a geração e a transferência de conhecimento e tecnologias da Unipampa para as entidades e empresas integrantes do parque, visando o desenvolvimento e produção de bens, processos e serviços inovadores.
Ciências Humanas: Do ponto de vista técnico, todo e qualquer conhecimento produzido pela humanidade caracteriza-se como uma “ciência humana”, mas a expressão Ciências Humanas em si refere-se àqueles campos de conhecimento, tidos também como “ciências”, que têm o ser humano como seu objeto de estudo, ou então, como seu foco. Portanto, as Ciências Humanas, compostas por um imenso leque de conhecimentos que abarcam desde a história até a psicologia, passando pela filosofia, sociologia e a geografia, compõem um arcabouço teórico que tem como objetivo analisar o(s) homem(ns) em sua complexidade, nas relações que mantém entre si e consigo mesmos. Nesse sentido, partindo do pressuposto de que o curso ora proposto visa a formação de profissionais que contribuam para uma área na qual há um considerável déficit na região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul.
A Universidade constrói seu perfil institucional com a diversidade e o relacionamento de áreas de conhecimento que promovem a socialização e a produção do saber científico, das tecnologias, dos métodos e dos outros saberes e expressões culturais. Na realização da formação acadêmica, a Universidade deve orientar-se pelo princípio da indissociabilidade entre ensino/pesquisa/extensão, criando uma nova relação teoria/prática e universidade/sociedade. Desse modo, a UNIPAMPA pretende realizar uma formação humana e profissional crítica, emancipada e ética, com sólida base científica e cultural, capaz de promover, assim, a compreensão e a análise da realidade, construindo uma nova sociedade e uma nova qualidade de vida humana.
Conseqüentemente, a formação exigirá sempre da Universidade um compromisso efetivo com a seleção crítica e ética das competências humanas, pessoais, profissionais, e dos conhecimentos científicos e culturais, diante de interesses e valores conflitantes, optando pelo desenvolvimento de uma sociedade e de grupos socialmente conscientes e emancipados. Exigirá também, um contexto investigativo que favoreça a formação crítica e a integração de campos de conhecimento científico e de outros saberes culturais, bem como a relação harmoniosa da teoria e da prática e a percepção da ciência como construção social.Por esta lógica, o Curso encontra-se constituído e será ministrado a partir dos princípios e elementos, axiais na fundamentação teórica e na orientação práticopedagógica, que, a seguir, se encontram desenvolvidos.

UNIPAMPA
História
Graduação
Comunicação Social
Publicidade e Propaganda
Comunicação Social
Relações Públicas
Comunicação Social
Jornalismo
Serviço Social
Licenciatura em
Ciências Humanas
Ciências Sociais
Ciência Política
Unipampa em Números
Pós-Graduação
Especialização em Políticas e
Intervenção em Violência Familiar
Especialização em Imagem
História e Memória das Missões
História
Graduação
Agronomia
Bacharelado Interdisciplinar
em Ciência e Tecnologia
Ciência e Tecnologia
de Alimentos
Nutrição
Licenciatura em
Matemática
Bacharelado em
Engenharia em Agronomia
Pós-Graduação
Ciências Agrárias
e de Alimentos
História
Graduação
Educação Física
Licenciatura em
Ciências da Natureza
Farmácia
Enfermagem
Tecnologia em
Agricultura
Medicina Veterinária
Fisioterapia
Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação
em Bioquímica
Programa de Pós-Graduação
em Ciência Animal
Programa de Pós-Graduação
em Ciências Farmacêuticas
Especialização em
Ciências da Saúde
Especialização em
Educação em Ciências
Enfermagem na
saúde da mulher
Gestão do trabalho e
da educação na saúde
História
Graduação
Ciências da Computação
Engenharia Mecânica
Engenharia de Software
Engenharia Civil
Engenharia de Telecomunicações
Engenharia Agrícola
Engenharia Elétrica
Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação
em Engenharia
Programa de Pós-Graduação em
Engenharia Elétrica (PPGEE)
Práticas e Ensino de Física
Especialização em
Engenharia Econômica
História
Graduação
Administração
Ciências Econômicas
Tecnologia em
Gestão Pública
Relações Internacionais
Pós-Graduação
Especialização em Desenvolvimento
de Regiões de Fronteiras
História
Graduação
Biotecnologia
Ciências Biológicas:
Bacharelado
Ciências Biológicas:
Licenciatura
Engenharia Florestal
Gestão Ambiental
Pós-Graduação
Mestrado em Ciências Biológicas
Especialização em Educação
História
Graduação
Zootecnia
Bacharelado em Enologia
Tecnologia em Agronegócio
Licenciatura em
Ciências da Natureza
Pós-Graduação
Produção Animal
História
Graduação
Engenharia Sanitária
e Ambiental
Geofísica
Geologia
Licenciatura em
Ciências Exatas
Tecnologia em Mineração
História
Graduação
Engenharia de Produção
Licenciatura em Física
Engenharia de Alimentos
Licenciatura em Química
Engenharia Química
Licenciatura em Matemática
Engenharia de Computação
Licenciatura em Letras
Português e Espanhol
Engenharia de Energias
Renováveis e de Ambiente
Licenciatura em Letras
Português e Inglês
Pós-Graduação
Processos Agroindustriais
Linguagem e Docência
Sistemas Distribuídos com
Ênfase em Banco de Dados
Leitura e Escrita
Profissional Ensino
de Ciências
História
Graduação
Pós-Graduação
Licenciatura em Letras
Português e Espanhol
Licenciatura em História
Licenciatura em Pedagogia
Tecnológico em
Gestão de Turismo
Bacharelado em Produção
e Política Cultural
Especialização em
Culturas, Cidade e Fronteiras
Especialização em
Educação Ambiental
Especialização em Direitos
Humanos e Cidadania
Distância entre os Campi por
rodovias asfaltadas (Km)

Licenciatura em Música
Práticas Educativas em Ciências
da Natureza e Matemática
Engenharia de Agrimensura
Metodologia do Ensino de
Línguas e Literatura
Especialização em Gestão Pública Ambiental
Especialização em Educação
para o Patrimônio
Patrimônio
Objetivo Geral:

Incentivar articulações interdisciplinares nas áreas de Sociais e Humanas na elaboração de estudos monográficos sobre aspectos da construção da imagem, da história e da memória das Missões que possibilite a avaliação crítica da realidade, privilegiando enfoques de cotidianos comunitários, experiências vivenciadas, movimentos sociais, práticas culturais e religiosas, circuitos produtivos, intercâmbios culturais, construções de espaços ambientais e relações de poder na sociedade em questão, mediadas, também, pela memória coletiva e individual.
Período de realização:

Março de 2012 a Julho de 2013.

Carga Horária:

360 horas/aula distribuídas

Didática da realização das aulas:

Atividades presenciais (aulas, seminários, orientações e avaliações);

Além dessa carga horária, o(a) discente deverá dedicar-se às orientações para a elaboração do projeto final que será uma monografia, bem como a defesa da mesma perante uma banca.
Nome do curso:

Curso de Especialização em Imagem, História e Memória das Missões: Educação para o Patrimônio.

Área de Concentração:

Ciências Sociais – Ciências Humanas

Coordenador do Curso:

Prof. Dr. Ronaldo Bernardino Colvero
Número de Vagas:

40 vagas por turma.

Público Alvo:

Licenciados e Bacharéis nas áreas de Sociais e Humanas;

Pesquisadores e profissionais interessados no estudo das Missões Jesuíticas com graduação nas áreas de Sociais e Humanas.
Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas do conhecimento. O Bacharelado Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia (BIC&T) poderá, ainda, caracterizar-se como etapa inicial de formação, conferindo o título de Bacharel em Ciências e Tecnologia e vincular-se às carreiras acadêmicas e profissionais, em segundo ciclo de formação. No caso do BIC&T do Campus Itaqui da Unipampa, os egressos deste curso poderão optar por uma segunda graduação em Agronomia, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Engenharia de Agrimensura, Licenciatura em Matemática ou Nutrição.

O BIC&T proporcionará uma formação com foco na interdisciplinaridade e no diálogo entre áreas de conhecimento e entre componentes curriculares, estruturando as trajetórias formativas na perspectiva de uma alta flexibilização curricular. O caráter interdisciplinar dos projetos deve ser garantido pela articulação e inter-relação entre disciplinas, dentro das grandes áreas das Ciências e Tecnologia.

A proposta do Bacharelado Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia da UNIPAMPA Campus Itaqui nasce da necessidade de se instituir na região de atuação desta Universidade uma nova matriz técnica, científica e social, capaz de promover o desenvolvimento sustentável atendendo às variadas necessidades e demandas regionais, não omitindo de sua concepção os demais cenários nacionais. Além de explicitar o que regimentalmente a UNIPAMPA se propõe, ou seja, ser um bem público que se constitui como lugar de exercício da consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e organização política, social e econômica (Resolução nº 05, de 17 de junho de 2010, que institui o Regimento Geral da Universidade).

Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (Campus Alegrete)
Programa de Pós-graduação em Engenharias (Campus Alegrete)
Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências (Campus Bagé)
Programa de Pós-graduação em Ensino de Línguas (Campus Bagé)
Programa de Pós-graduação em Tecnologia Mineral (Campus Caçapava do Sul)
Programa de Pós-graduação em Educação (Campus Jaguarão)
Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas (Campus São Gabriel)
Programa de Pós-graduação em Bioquímica (Campus Uruguaiana)
Programa de Pós-graduação em Ciência Animal (Campus Uruguaiana)
Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas (Campus Uruguaiana)

Doutorado: 14 alunos
Programa de Pós-graduação em Bioquímica (Campus Uruguaiana)
Ensino de Línguas
Pós-Graduação
Tecnologia Mineral
Profissional em Educação
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