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Martirfer

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by

João Pinto

on 18 January 2013

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Transcript of Martirfer

Contabilidade Financeira Avançada MARTIFER Group Marcos históricos da EMPRESA O "hoje" da MARTIFER Fundada em 1990 (Martifer - Construção, S.A.)

Sociedade por quotas, com um capital social de aproximadamente 22 500 euros

Sede na Zona Industrial de Oliveira de Frades


Ao fim de um ano de atividade a empresa apresentava:
18 colaboradores | VN 240 mil euros. 1998 Multinacional com mais de 3000 colaboradores em todo mundo Docente: Dra. Lúcia Marques Hélio Ferreira 1008163 | João Pedro Pinto 1009500 Ano lectivo 2012/2013 Marcos históricos da EMPRESA - Mais de 100 colaboradores
- Participação na Expo 98: Construção da torre Vasco da Gama 1999 - Inicia o seu processo de internacionalização, com o objectivo de se evidenciar como uma referência na construção metálica: Espanha (País pioneiro) 2004 - Inicia a atividade no sector das energias renováveis
- Fabrico de torres metálicas para aerogeradores metálicos Focada em duas áreas negócio: metálica e solar Área de negócio metálica bastante desenvolvida na fábrica Martifer Metallic Constructions no Brasil Área de negócio solar conquista o seu primeiro projecto no Brasil (grupo General Motors em Joinville). Posteriormente entrou na Ucrânia, Roménia e no México. MISSÃO VS
VISÃO Acrescentar valores aos clientes, accionistas e demais stakeholders Para isso, apoia-se na inovação, na criatividade e no empenho de todos os seus colaboradores Visão de se tornar num dos maiores grupos a nível global Procura superar expectativas Ultrapassando os desafios com AMBIÇÃO E CONFIANÇA Estratégia/ Objectivo Evidenciar a base da engenharia que fez crescer a Martirfer Na construção metálica passa a incluir a produção de equipamentos para energia Na área da energia fotovoltaica foca-se em três áreas geográficas:
Europa, Angola e Brasil Reduzir os rácios de endividamento Aposta na estratégia
"asset light" Áreas de negócio CONSTRUÇÃO METÁLICA SOLAR Áreas major Áreas minor Empresas participadas
Martirfer Renewables
Prio energy
Nutre
Navalria Situação financeira da empresa O total de ativos, a 31 de Dezembro de 2011, ascendia a 1.037.8 milhões de euros, enquanto o ativo não corrente ascendia a 544.4 milhões de euros.

No final de 2010 o total de ativos ascendia a 1.126.0 milhões de euros enquanto o ativo não corrente ascendia a 553.5 milhões de euros. Situação financeira da empresa Os Capitais Próprios decresceram de 340,2 milhões de euros no final de 2010, para 283,3 milhões de euros no final de 2011. Esta variação deve-se essencialmente à continuação do resultado líquido negativo que se verificou desde 2010. Investimentos Os investimentos no final de 2011 ascendeu a 61,3 milhões de euros. Tal facto deveu-se a: (i) construção de parques eólicos RE Developer na Roménia (19,7 milhões de euros);

(ii) desenvolvimento de projetos de energia solar nos EUA e na França pela Martifer Solar (27,9 milhões de euros);

(iii) manutenção e construção de novas instalações da Construção Metálica no Brasil (13,7 milhões de euros). Principais Indicadores Demonstração de resultados Balanço Bases de apresentação As demonstrações financeiras anexas respeitam às demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com:
Normas Internacionais de Relato Financeiro (‘IFRS’), tal como adotadas pela União Europeia, em vigor para o exercício económico iniciado em 1 de janeiro de 2011.
Normas Internacionais de Relato Financeiro, emitidas pelo International Accounting Standards Board (‘IASB’)
International Financial Reporting Interpretations Committee (‘IFRIC’) ou pelo anterior Standing Interpretations Committee (‘SIC’). As demonstrações financeiras consolidadas anexas foram preparadas a partir dos registos contabilísticos da Empresa, das suas subsidiarias e dos empreendimentos conjuntos, no pressuposto da continuidade das operações e tomando por base o custo histórico.

Para o Grupo, não existem diferenças entre os IFRS adotados pela União Europeia e os IFRS publicados pelo Internacional Accounting Standards Board (IASB). Estrutura de consolidação do grupo A consolidação de contas, embora não seja referido, dispõe de três modelos de consolidação:

- consolidação pelo método integral;

- consolidação pelo método proporcional;

- consolidação pelo método da equivalência patrimonial. Bases de consolidação Os investimentos financeiros em empresas associadas (empresas onde o Grupo exerce uma influencia significativa mas não detêm o controlo das mesmas através da participação nas decisões financeira e operacional da Empresa - geralmente investimentos representando entre 20% a 50% do capital de uma empresa) são registados pelo método da equivalência patrimonial na rubrica ‘Investimentos financeiros em equivalência patrimonial’.

De acordo com o método da equivalência patrimonial, as participações financeiras são registadas pelo seu custo de aquisição, ajustado pelo valor correspondente a participação do Grupo nos resultados líquidos das associadas, por contrapartida de ganhos ou perdas do exercício e pelos dividendos recebidos, liquido de perdas de imparidade acumuladas. Empresas associadas Bases de consolidação As participações financeiras em empresas nas quais o Grupo detenha, direta ou indiretamente, mais de 50% dos direitos de voto em Assembleia Geral de Acionistas/Sócios e/ou detenha o poder de controlar as suas politicas financeiras e operacionais (definição de controlo utilizada pelo Grupo), foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas anexas, pelo método de consolidação integral.

O capital próprio e o resultado liquido destas empresas correspondente a participação de terceiros nas mesmas, são apresentados na demonstração da posição financeira consolidada (na rubrica de capitais próprios – interesses não controlados) e na demonstração dos resultados consolidada (incluída no resultado consolidado liquido atribuível a interesses não controlados), respetivamente. Empresas do grupo Futuro Critérios Valométricos Diferenças de aquisição positiva (Goodwill) Goodwill: Corresponde às diferenças positivas entre o custo de aquisição dos investimentos em empresas do Grupo e associadas e o justo valor dos ativos e passivos identificáveis (incluindo os passivos contingentes) dessas empresas.

O Goodwill gerado antes da data de transição para os IFRS (1 de janeiro de 2004) ou o resultante da constituição do Grupo, mantém-se registado pelo seu valor líquido contabilístico, apurado de acordo com o Plano Oficial de Contabilidade, sendo objeto de testes de imparidade no final de cada ano, a partir daquela data.

O valor das Diferenças de consolidação não é amortizado, sendo testado anualmente para verificar se existem perdas por imparidade, ou seja, se as diferenças de consolidação não se encontram registadas por um valor superior a sua quantia recuperável, as perdas por imparidade das diferenças de consolidação verificadas no exercício são registadas na demonstração dos resultados na rubrica de ‘Provisões e perdas de imparidade’. A quantia recuperável é a mais alta do preço de venda líquido e do valor de uso. Os ativos intangíveis gerados na aquisição de uma empresa subsidiária, ou conjuntamente controlada, são identificados e registados separadamente da rubrica de ‘Diferenças de consolidação’ se o seu justo valor puder ser estimado com fiabilidade. O custo de aquisição de tais ativos intangíveis e o seu justo valor na data de aquisição.

Após o seu reconhecimento inicial, os ativos intangíveis gerados na aquisição de uma empresa subsidiaria, ou conjuntamente controlada, são registados ao custo de aquisição, deduzido das amortizações e eventuais perdas de imparidade acumuladas, da mesma forma que os ativos intangíveis adquiridos pelo Grupo. Tais ativos são amortizados pelo método das quotas constantes, geralmente durante o período em que se espera que benefícios económicos ocorram. Activos intangíveis Instrumentos financeiros O Grupo classifica os investimentos financeiros nas seguintes categorias:

Investimentos registados ao justo valor através de resultados

Empréstimos e contas a receber

Investimentos detidos até ao vencimento

Investimentos disponíveis para venda

A classificação depende da intenção subjacente a aquisição do investimento.

A classificação é definida no momento do reconhecimento inicial e reapreciada numa base trimestral.
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