Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A Dor e o Catéter Epidural

No description
by

Pilar Andrade

on 19 October 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A Dor e o Catéter Epidural

Escudeiro, L., & MavildeVieira. (2004). Dor- 5º Sinal Vital. A Ponte , 4-6.
G, C., & S., T. (3 de Novembro de 2010). Care of the patient receiving epidural analgesia. art & science , pp. 35-40.
Lopes, J. M. (2003). Fisiopatologia da Dor. Permanyer Portugal.
M.J.Davis. (Agosto de 2007). Perioperative Epidural anaesthesia and analgesia-an appraisal of its role. Anesthesia and Intensive care , pp. 593-600.
Martins, P. (2006). A Via Epidural em Analgesia Pós-operatória. Lisboa: Permanyer Portugal.
Morgan, G., S.Mikhail, M., & J.Murray, M. Anestesiologia Clínica. Revinter.
Pasero, C., Eksterowicz, N., Primeau, M., & Cowley, C. (Junho de 2007). Registered Nurse Managemente and Monitoring os Analgesia by catheter Techniques:Position Statement. Pain Managemente Nursing , pp. 48-54.
Pasin, S., & Schnath, F. (2007). Cuidados de Enfermagem na Analgesia por catéter peridural. HCPA , pp. 69-73.
The Association of Anaesthetists of Great Britain and Ireland. (2008). Epidural analgesia:first do no harm. Anesthesia , pp. 1-3.
Unic-Stojanovic, D., Babic, S., & Jovic, M. (Outubro de 2012). Benefits, Risks and Complications of Perioperative Use of Epidural Anesthesia. Med Arh , pp. 340-343.
Vanda Gonçalves, S. R. (2 de Dezembro de 2007). A Analgesia Epidural no Controlo da Dor Pós-Operatória. Nursing .
Wayne Kleinman, M. S. Anestesia Regional e Tratamento da Dor. In J. G.Edward Morgan, M. S.Mikhail, & M. J.Murray, Anestesiologia Clínica (pp. 259-290). Revinter.
Whiteman, A., & Stephens, R. C. (2010). Epidurals and their care on a surgical ward. British Journal os Hospital Medicine , 41-43.

Programa Regional de Controlo da Dor, 2009
Plano Nacional de Luta Contra a Dor, 2001
Avaliação e registo da Dor como 5º sinal vital (serv-25/Nº 003.33/Rev01)
Avaliação e Controlo da Dor (serv-49/Nº103/Rev01)
Política da Dor HDES,EPE (serv-05/Nº62/Rev01)
Circular Normativa da Direção Geral de Saúde (nº09/DGCG de 14/06/2003)
PESSOA
EM
CONTEXTO CIRÚRGICO

O registo sistemático da intensidade da Dor;

A inclusão na folha de registo dos sinais e sintomas vitais, em uso nos serviços prestadores de cuidados de saúde, de espaço próprio para registo da intensidade da Dor;

A utilização para mensuração da intensidade da Dor, de uma das escalas validadas internacionalmente;
Dor = 5ºSinal Vital
“Experiência multidimensional e desagradável, envolvendo não só um componente sensorial mas também um componente emocional e que se associa a uma lesão tecidular concreta ou potencial, ou descrita em função dessa lesão.”
Dor = 5ºSinal Vital
A avaliação da intensidade da dor pode efectuar-se com recurso a qualquer das escalas propostas;

A intensidade da dor é sempre a referida pelo doente;

A intensidade da dor registada refere-se ao momento da sua colheita;

As escalas propostas aplicam-se a doentes conscientes e colaborantes, com idade
superior a 3 anos;

A escala utilizada, para um determinado doente, deve ser sempre a mesma;

Para uma correcta avaliação da intensidade da Dor é necessária uma
padronização da escala a utilizar e ensino prévio à sua utilização;

É fundamental que o profissional de saúde assegure que o doente compreenda,
correctamente, o significado e utilização da escala utilizada.
Regras de aplicação das escalas (DGS 2003)
Fisiologia
da
Dor

Transdução
Transmissão
Percepção
Modulação
Analgesia
Epidural


Efeitos sobre os sistemas
Cardiovascular
Menor risco de EAM;

Menor risco de trombose venosa profunda;

Redução da morbilidade e mortalidade em cirurgia vascular.
Analgesia Epidural
Respiratório
Aumento da CRF;

Diminuição da incidência de
pneumonia;

Menor risco de embolia pulmonar;

Diminuição da hipoxemia;

Redução do tempo de
entubação e ventilação mecânica.
Gastrointestinal
Redução do íleo.
Redução das perdas sanguíneas;

Redução da incidência de trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar;

Redução da hipercoaguabilidade.
Circulatório
Complicações associadas à colocação do cateter epidural
INJECÇÃO INTRAVASCULAR
BLOQUEIO ESPINAL TOTAL
LESÃO NEUROLÓGICA
LOMBALGIA
Imunológico
Redução da incidência de complicações infecciosas no pós-operatório.
Fármacos utilizados
Anestésicos locais
Analgésicos opióides
Sistema Nervoso Central (crises convulsivas e perda de consciência);
Sistema Cardiovascular (hipotensão, arritmias e colapso cardiovascular)
A difusão das medicações utilizadas dá-se através:

da dura-máter para o LCR e medula espinal;

da captação e absorção vascular da droga com ligação aos receptores opióides na medula e encéfalo;

da passagem da droga do depósito de gordura para a circulação sistêmica.
Substâncias químicas capazes de inibir a geração e a condução dos potenciais de ação nociceptivos bloqueando os canais de sódio, resultando em bloqueios sensorial, autonômico e motor reversíveis.

ex. bupivacaína, lidocaína, levobupivacaína e ropivacaína.
ABCESSO EPIDURAL
HEMATOMA EPIDURAL
CEFALEIA PÓS-PUNÇÃO DURAL
MENINGITE
DESVIO DO CATETER EPIDURAL
Substâncias químicas capazes de se ligar aos receptores opióides presentes no sistema nervoso e às terminações nervosas aferentes primárias, inibindo a liberação da substância P e de outros neurotransmissores.

ex. morfina e fentanil
Efeitos Secundários
Ileo paralítico
Hipotensão

Retenção urinária
Arritmias
Depressão respiratória
Alucinações
Confusão
Alterações de humor
Prurido
Náuseas e vómitos
Bloqueio motor
Injecção acidental no espaço raquidiano:

Dificuldade ou paragem respiratória;
Tetraplegia;
Colapso cardiovascular com eventual paragem cardíaca.
Bradicardia
Anestésicos Locais
Resposta inflamatória com ou sem espasmo muscular reflexo.
Sinal de hematoma ou abcesso epidural
Punção inadvertida da dura-máter (diminuição da Pressão Intra-Craniana)
Ocorre entre 12 a 72horas após o procedimento
SINAIS E SINTOMAS
Analgésicos opióides
Cefaleia bilateral, frontal ou rectro-orbital, occipital que se estende para o pescoço;
Latejante ou constante;
Fotofobia, náusea.
Aliviada quando na posição de deitado;
Gotejamento do liquido cefaloraquidiana;
Alterações da sensibilidade e mobilidade
Raízes nernosas ou espinal medula lesadas
Contaminação de equipamento ou das soluções injectadas;

Organismos levados a partir da pele.
Contaminação da pele no local da punção, do cateter ou material de punção, dos anestésicos, ou ainda contaminação pelo anestesista.
SINAIS E SINTOMAS
2003
5º Sinal Vital
Plano Nacional de Controlo da Dor
2008
2009
1999
Dor lombar ou vertebral;
Dor em raiz nervosa ou radicular;
Défices sensitivos ou motores ou disfunção esfincteriana;
Paraplegia e paralisia.
Plano Nacional
de Luta Contra a Dor
2001
Plano Regional de Controlo da Dor
Associação Portuguesa para
Controlo da Dor
DOR
Analgesia Epidural
no Controlo da Dor
Punção traumática,
Lesão por cateter (remoção ou inserção);
Alterações da coagulação.
Comprime o tecido neuronal, causando lesão por pressão directa e isquémia
SINAIS E SINTOMAS
Dor aguda nas costas e nos membros inferiores;
Falta de sensibilidade;
Fraqueza motora;
Disfunção esfincteriana.
Migração para o espaço peridural através
dos buracos de conjugação, enrolamento,
torção e oclusão.
migração para o espaço peridural através dos buracos de conjugação, enrolamento, torção e oclusão.
Pós-operatório
HIPOTENSÃO
Náuseas e vómitos
Prurido
Retenção urinária
Sedação e
depressão respiratória
Perceber a causa: cirúrgica ou anestésica;

Avaliar TA 4/4 horas;

Nunca colocar doente em trendlenbourg
(o anestésico pode migrar para a região
cervical, podendo deprimir as funções vitais);

Contactar anestesista.
Orientar utente para exercícios de inspiração
profunda e expiração tranquila;

Administrar antieméticos de resgate;

Contactar anestesista.
Administrar anti-histamínicos;
Contactar anestesista.
Aplicar creme hidratante;
Avaliar sinais vitais (FR, SatO2);

Contactar anestesista.
Avaliar globo vesical;

Colocar sonda vesical, se necessário.
Cuidados de Enfermagem
HEMATOMA
ABCESSO
CEFALEIA PÓS PUNÇÃO DURAL
Pós-operatório
ACTUAÇÃO PERANTE
COMPLICAÇÕES
DA INTRODUÇÃO DO CATETER EPIDURAL
Anestésicos locais
A potência e duração de acção estão relacionadas com a lipossolubilidade
(capacidade em penetrar nas membranas) e grau de ligação proteica;

Para além dos canais de sódio, ligam-se também aos canais de potássio e cálcio.
Efeitos Secundários
Sistema Cardiovascular
Sistema Neurológico
Sistema Respiratório
Vigilância de sinais e sintomas;
Prevenção
Pré-operatório
Pós-Operatório
REMOÇÃO DO CATÉTER
A colocação do catéter deve ocorrer 12horas ou
mais após HBPM;
Sistema Hematológico
Em altas doses de HBPM colocar catéter até 24horas após.
Alterações na membrana do músculo cardíaco, por bloqueio dos canais cardíacos de sódio.
A primeira dose deve ser administrada 6 a 8 horas após crurgia;
Se ocorrer hemorragia na punção deve adiar-se a administração de HBPM até 24h após a cirurgia.
2 ou mais horas antes da HBPM;

10 a 12h depois da HBPM.
Bradicardia; hipotensão; arritmias
Bupivacaína liga-se por mais tempo aos canais de sódio do que a lidocaína;
Ropivacaína tem propriedades fisico químicas semelhantes à bupivacaína, mas tem metade da sua lipossolubilidade (probabilidade 70% menor de causar disrritmias cardíacas e maior tolerância do SNC).
Sintomas iniciais
Vigiar sinais e sintomas;

Vigiar penso e local de inserção do catéter, uma vez por turno, para despiste de sinais inflamatórios;

Realizar o penso com técnica asséptica de 48/48h ou em SOS;

Substituir filtro antibacteriano de 48/48h, a menos
que se utilize filtro de duração semanal.
Relaxam a musculatura lisa dos brônquios;

A lidocaína deprime o impulso hipóxico.
A lidocaína reduz a coagulação, prevenindo tromboses e diminuindo a agregação plaquetária.
Analgésicos opióides
Efeitos Secundários
Prurido
Retenção urinária
Náuseas e vómitos
Vigiar sinais e sintomas;

Vigiar local de inserção do catéter;

Manter paciente deitado;

Hidratação e cafeína;

Dieta rica em fibras (diminuir a manobra de Valsava);

Administrar analgésicos (paracetamol, AINE's);

Tampão epidural.
Depressão respiratória
A habilidade dos opióides em atravessar a barreira hemato encefálica depende do tamanho molecular, grau de ionização, lipossolubilidade e grau de ligação proteica.
Activação central do centro de prurido localizado na medula espinal;

Difusão do opióide pelo LCR.
O fentanil demonstrou uma menor incidência comparativamente à morfina.
CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO EPIDURAL
Prurido na face, pescoço e parte superior do tórax
Inibição do sistema nervoso parassimpático e relaxamento do músculo detrusor, com um aumento da capacidade da bexiga em armazenar urina.
O fentanil relaciona-se com uma menor incidência quando comparado à morfina.
Nunca administrar em posição de sentado;

Verificar a permeabilidade do catéter;

Manter catéter epidural o mais estéril possível;

Questionar o doente pelo menos 1x/turno sobre alterações de sensibilidade e/ou mobilidade ao nível dos membros inferiores;

Se detectada alguma alteração, contactar anestesista.
Estimulação dos quimioreceptores do vómito;

Atraso do esvaziamento gástrico.
Migração cefálica da droga no liquor e interação com receptores opióides;

Doses apropriadas de opióides administradas no neuroeixo não têm elevada incidência, comparando com outras vias.
Fentanil- pode ocorrer até 2 horas após administração(precoce) ou após 2 horas (tardia);
Morfina- pode ocorrer de 6 a 12 horas após administração.
Ponta Delgada, 20 de Outubro de 2014
Ajuda a prevenir
complicações
(respiratórias,
cardiovasculares)
Proporciona
maior
conforto ao
doente
Controlo da Dor Aguda
no Pós-Operatório
Técnicas
Convencionais
Técnicas Não Convencionas
Favorece a
precocidade
da alta
Contribui para a
humanização
dos cuidados
Controlo da
Dor Aguda
no
Pós-Operatório
Analgesia Epidural
Analgesia Epidural
Técnica mais eficaz no controlo da dor no pós-operatório
Realizada mais frequentemente na região lombar
Efetuada através de um catéter no espaço epidural- entre o ligamento amarelo e a dura mater
periodicamente será questionado sobre a sua dor;

encontrar-se-á monitorizado para despiste precoce de eventuais complicações;

irá ser verificado o penso do cateter epidural;

será questionado quanto à sensibilidade e mobilidade dos membros inferiores;

no período pós-operatório imediato, pode sentir alteração da sensibilidade e/ou mobilidade num dos membros inferiores ou em ambos.
Pré-operatório
Informar doente que
Complicações associadas à
colocação do
catéter epidural

INJECÇÃO INTRAVASCULAR
BLOQUEIO ESPINAL TOTAL
LESÃO NEUROLÓGICA
LOMBALGIA
Sistema Nervoso
Central
ABCESSO EPIDURAL
HEMATOMA EPIDURAL
CEFALEIA PÓS-PUNÇÃO DURAL
MENINGITE
DESVIO DO CATÉTER EPIDURAL

Dificuldade ou paragem respiratória;

Tetraplegia;

Colapso cardiovascular com eventual paragem cardíaca.
Resposta inflamatória com ou sem espasmo muscular reflexo;
Sinal de hematoma ou abcesso epidural.
Punção inadvertida da dura-máter (diminuição da Pressão Intra-Craniana)
Ocorre entre 12 a 72horas após o procedimento
SINAIS E SINTOMAS
Cefaleia bilateral, frontal ou retro-orbital, occipital que se estende para o pescoço;
Fotofobia, náusea.
Aliviada quando na posição de deitado;
Gotejamento do liquido cefaloraquidiano;
Alterações da sensibilidade e mobilidade.
Raízes nernosas ou espinal medula lesadas
Contaminação de equipamento ou das soluções injectadas;

Organismos levados a partir da pele.
Contaminação da pele no local da punção, do catéter ou material de punção, dos anestésicos, ou ainda
contaminação pelo anestesista.
SINAIS E SINTOMAS
Dor lombar ou vertebral;
Dor em raiz nervosa ou radicular;
Défices sensitivos ou motores ou disfunção esfincteriana;
Paraplegia e paralisia.

Cirurgia torácica;
Cirurgia abdominal;
Cirurgia abdomino-pélvica;
Cirurgia dos membros inferiores

Indicações:
Contra-Indicações:
Recusa do doente;
Infeccao sistémica ou local, na zona de punção e peri-punção;
Alterações da coagulação;
Pressão intra-craniana aumentada;
Hipovolémia grave;
Estenosa aórtica ou mitral grave;
Alergia aos anestésicos locais;
Doente não colaborante;
Antecedentes de patologia medular ou neuropatia;
Deformações da coluna vertebral

DESPISTE E ACTUAÇÃO
PERANTE EFEITOS ADVERSOS
DA TERAPÊUTICA
Pós-Operatório
Avaliar a eficácia da analgesia (escalas de avaliação de dor);

Monitorizar sinais vitais;

Implementar medidas não-farmacológicas para controlo da dor;

Vigiar alterações neurológicas.
Avaliar a função motora e sensitiva de 4/4 horas ou menos, se alterações;

Não permitir deambulação, se alterações da força ou sensibilidade.
Analgesia Epidural
Técnica mais eficaz no controlo da dor no pós-operatório;

Realizada mais frequentemente na região lombar;

Efectuado através de um catéter que é colocado no espaço epidural- entre o ligamento amarelo e dura-máter

Introdução ou remoção do catéter;

Distúrbios de coagulação;

Pode causar lesão por pressão directa ou isquémia da medula espinal e dos nervos.
SINAIS E SINTOMAS
Dor aguda nas costas e nos membros inferiores;

Diminuição da sensibilidade e fraqueza motora;

Disfunção esfincteriana.
Ocorre quando há desvio ou quebra do catéter dentro dos tecidos;

Remoção cirúrgica.
(International Association for the Study of the Pain (IASP))
Injecção acidental no espaço raquidiano:
BIBLIOGRAFIA
Conclusão
- falta de sensibilidade
- parestesias na língua
- tonturas
- agitação
- nervosismo
- convulsões tónico-clónicas
- dor tipo queimadura
- dor nas extremidades
inferiores e nádegas.
Sintomas excitatórios
Sintomas transitórios
(relacionados
com a
irritação
radicular)
A dor é um fenómeno complexo

Afecta de forma negativa a vida da pessoa

Deve ser encarada como uma prioridade no âmbito da prestação de cuidados de saúde


Analgesia epidural - técnica de excelência do tratamento da dor no pós-operatório

Complicações
Conhecimento baseado na evidência

Trabalho em equipa
Desafio
Envolver o doente no plano de cuidados


Qual a importância do controlo da dor?

Quais os sinais e sintomas das principais complicações relacionadas com a introdução do catéter epidural?

Quais os principais efeitos secundários dos fármacos administrados por via epidural?

Quais os cuidados de Enfermagem a adoptar na administração de terapêutica por via epidural?
Questões orientadoras
Objectivo Geral
Pode durar até 16 horas após administração do opióide.
"A dor é aquilo que
sentimos que dói"
Enf.ª Ana Sofia Rodrigues
Enf.ª Marta Cordeiro
Enf.ª Pilar Andrade
Elaborado por:
(testemunho)
“Sensibilizar a equipa de Enfermagem para os cuidados a adoptar no controlo da dor no pós-operatório com recurso à analgesia epidural”
“A dor é o que a pessoa diz ser e existe sempre que a pessoa diz que existe”
(McCaffery)
- crises convulsivas e
perda de consciência
- hipotensão
- arritmias
- colapso cardiovascular
Sistema
Cardiovascular
Suspensão da ticlopidina 14 dias antes e o plavix 7 dias;
Full transcript