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Bronquiolite

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by

Ilara Pires

on 20 September 2012

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Transcript of Bronquiolite

O que é? BRONQUIOLITE “Infecção respiratória aguda, de etiologia viral, que compromete as vias aéreas de pequeno calibre (bronquíolos), através de um processo inflamatório agudo, levando a um quadro respiratório do tipo obstrutivo com graus variáveis de intensidade”. Síndrome do sistema ventilatório mais frequente e grave que acomete crianças jovens nos primeiros anos de vida. Prevalência no outono inverno PADRÃO EPIDÊMICO CAUSA MAIS FREQUENTE DE INTERNAÇÃO
DE LACTENTES Febre Rinorréia Inicia-se com sintomas das infecções virais das vias aéreas superiores 4 a 6 dias Tosse Sibilos Pico de incidência abaixo dos 12 meses Evoluindo para acometimento das vias aéreas inferiores Risco aumentado para 30 % em:

Prematuros;
Crianças com displasia broncopulmonar;
Cardiopatia congênita;
Imunocomprometidos;
Desnutridos;
Outros. Mortalidade Baixa < 1% Risco de doença grave Crianças < 6 meses Fatores de risco DEMOGRÁFICOS Sexo
Idade SOCIOECONÔNIMOS Renda familiar;
Educação dos pais;
Lugar da residência. AMBIENTAIS Exposição à fumaça;
Confinamento;
Exposição ao frio e à umidade;
condições adversas. NUTRICIONAIS Baixo peso ao nascer;
Desnutrição;
Desmame precoce;
Deficiência de vitamina A. Infecção e Inflamação da mucosa respiratória BRONQUIOLITE AGUDA Replicação viral Pequeno calibre das vias aéreas e ausência de imunidade ativa contra vírus respiratórios Descamação do epitélio respiratório,
edema da mucosa,
Reatividade da musculatura lisa da via aérea Vírus sincicial respiratório Mediadores inflamatórios – células epiteliais respiratórias PATOGÊNESE Oclusão parcial das vias aéreas distais Patógenos Vírus sincicial respiratório
Paramixovírus com RNA;

Envelopado;

Sem proteínas na superfície; Vírus Influenza Grupos A (mais graves) e B;

Período de incubação: 4 a 6 dias;

Vive em pH 7,5;

Sensível a temperatura;
Transmissão: contato ocular ou nasal com secreção;


Infecção: vias aéreas superiores vias aéreas inferiores;


A infecção é mais grave e a replicação do VSR é mais prolongada em humanos e animais com deficiência de células-T. Vírus com RNA de hélice dupla;

Família Ortomixiviridae;

Grupos A, B e C;

Hemaglutininas;

Neuraminidase. Infecção autolimitada;

Pode ocasionar complicações: pneumonia, síndrome de Reye, miosite, convulsão febril e encefalopatia aguda;

A hospitalização, a doença grave e as complicações da doença ocorrem frequentemente em crianças < 2 anos e com fatores de risco. Vírus parainflueza Vírus com RNA de fita simples, senso positivo;

Vírus esférico;

Paramixovírus;

Presença de 6 a 8 proteínas estruturais;

Tipos 1, 2 e 3. Causa doenças respiratórias comuns em indivíduos de todas as idades;

O espectro da doença é similar ao do VSR, mas com menor taxa de hospitalização. Na maioria das vezes, ocasiona infecção do SV superior; 30% a 50% dos casos são complicados por otite média;

A pneumonia e a BA pelo vírus parainfluenza tipo 3 ocorrem principalmente nos primeiros seis meses de vida, mas com baixa incidência quando comparado ao VSR. Adenovírus Pode ser destruído pelo calor (54ºC durante 30 minutos), desinfetantes e detergentes habituais e por agentes de higiene das mãos;

Transmissão: gotas do SV e olhos, e no caso do adenovírus entérico, pelas fezes;

Período de incubação: 5 a 10 dias;

Não é comum nos primeiros seis meses de vida. Rinovírus Vírus com DNA de fita dupla;

É icosaédrico;

Não possui envelope lipídico;

É altamente estável fora da célula;

51 sorotipos;

Pode causar doenças na vias respiratórias, no trato gastrointestinal, nas vias urinarias e nos olhos. Vírus de RNA de fita simples, senso positivo;

Pequeno vírus icosaédrico;

Não envelopado;

Possuem predileção pelo ambiente da mucosa nasal, com temperaturas mais baixas;

É o principal causador do resfriado comum;

A patogênese da doença não é completamente definida;

As infecções decorrentes dele são a causa mais freqüente de crises de asma em crianças e em adultos.
Início:
Rinorréia abundante
Tosse seca e “ apertada”
Aceitação inadequada de alimentos
Febre moderada

4 a 6 dias após:
Taquipnéia
Tiragens
AP com crepitações e/ou sibilos
Diminuição da expansibilidade torácica
Fase expiratória prolongada

Sinais de Piora:
Alterações do nível de Consciência(agitação>>>torpor)
Cianose
Aleteo Nasal
Gemido
Retrações supra e infraclavicular e de fúrcula esternal Principais Sinais e Sintomas CLÍNICO!!! DIAGNÓSTICO Rinorréia abundante e tosse “apertada”;
Perda de apetite;
Taquipnéia
Hipóxia leve a moderada;
Sinais de desconforto respiratório;
Chiados, creptos ou roncos. ACHADOS Expansão torácica diminuída
Fase expiratória prolongada ALTERAÇÕES LABORATORIAIS Hemograma: leucopenia com linfopenia

Em lactentes, há um leve elevação no número de leucócitos.

Lavado nasal. ACHADOS RADIOLOLÓGICOS Hiperinsuflação;

Gradil costal reto;

Rebaixamento da cupula diafragmatica Num 1º episódio de sibilância em lactente com pródromos de infecção viral, independente da condição atópica, podemos fazer esse diagnóstico. Imunoflorescência da secreção respiratória demonstrando VSR
Identifica dm 60-80% dos casos Fonte: www.info.gov.hk/dh/diseases/CD/RSV.htm Diagnóstico Diferencial ASMA Pneumonias Cardiopatias Aspiração de CE RGE Fibrose Cística C) Oxigenação de membrana extracorpórea.

D) Óxido nítrico inalatório. Outras Medidas de Tratamento A) Mistura de hélio e oxigênio (heliox) Outras Medidas de Tratamento Tratamento G) Ventilação com oscilação alta frequência:
H) Ventilação não invasiva com pressão positiva: Outras Medidas de Tratamento E) Surfactante exógeno.


F) Ventilação Pulmonar Mecânica (VPM):
- Está indicada para crianças com padrão obstrutivo e aquelas com doença restritiva com hipoxemia. Outras Medidas de Tratamento C) Adrenalina racêmica:
É indicado, somente, para o meio hospitalar.
Deve-se monitorar a frequência cardíaca e a eletrocardiografia
Reduz o edema de mucosa intersticial.

D) Corticóide inalatório e sistêmico:
Não é indicada para tratamento de BA leve/moderada.
Sua ação antinflamatória não apresenta, na prática, resultados que justifiquem seu uso. Tratamento B) Beta-2 agonistas:
É uma prática muito utilizada.
São broncodilatadores.
São mais eficazes no estágio inicial da infecção, quando não há obstrução nas pequenas vias aéreas. Tratamento A saturação arterial de oxigênio (SaO2) é indispensável para avaliar a piora.
Deve-se observar, também, a história clínica de doenças, esforço cardioventilatório, frequência respiratória e idade inferior a 3 meses.
Ainda hoje, não existe tratamento para a bronquiolite aguda (BA) com efetividade demonstrada. Admissão Hospitalar E) Aerosolized recombinant human (DNase):
Diminui a viscosidade do muco.
É aplicada duas vezes ao dia, até a melhora clínica, por nebulização ou pela cânula.

F) Ribavirina:
É um antiviral que inibe a síntese das proteínas estruturais dos vírus.
Diminui a resposta da IgE.
Não é efetiva para pacientes com imunidade normal. Sendo restrita a imunodeprimidos. Tratamento A) Hidratação e oxigenação:
Via oral / enteral ou por via venosa.
A SaO2 deve ser mantida superior a 92%.
É o tratamento universalmente aceito. B) Fisioterapia respiratória:
- Desobstrução brônquica, desinsuflação pulmonar e recrutamento alveolar. PREVENÇÃO Creche nos primeiros 6 meses
Contato com pessoas gripadas EVITAR AGLOMERAÇÕES Curiosidade
Álcool 70° DESINFECÇÃO DE OBJETOS Soro fisiológico
Rinofaringites LAVAGEM DO NARIZ Sistema imunológico
Dieta balanceada
Amamentação BOM NÍVEL NUTRICIONAL Fervura
Quimica
Micro-ondas
Vapor ESTERELIZAÇÃO DOS BIBERÕES Prevenção VSR
1/3 risco de hospitalização ALEITAMENTO MATERNO Medida simples e eficaz
Antissépticos LAVAGEM DAS MÃOS Infecções respiratórias e otites crônicas
Alertar sobre os riscos TABAGISMO PASSIVO Peculiaridades nas Crianças O sistema imunológico não esta completamente formado
A criança não sabe expectorar Aspecto Fisiológico Parênquima Pulmonar
Menos elastina e surfactante
Menor volume pulmonar
Menor ventilação colateral
Menor complacência do parênquima pulmonar Características Anatômicas Epiglote mais longa, menos flexível e mais horizontalizada;
A língua é maior em relação a orofaringe;
A mucosa da VAS é mais fina;
A laringe tem forma de funil e é mais superior. Aspectos Fisiológicos Costelas maleáveis
Musculatura menos desenvolvida

Aumento da complacência da caixa torácica
Maior tendência ao colapso na expiração Alvéolos Menor numero de alvéolos
Ao nascer: 20 milhões
Aos 8 anos: 250-300 milhões
Menor superfície alveolar Características Anatômicas Vias aéreas menores e mais curtas
A cabeça é maior em relação ao corpo
Vírus Sincicial Respiratório
75 a 85% dos casos REFERÊNCIAS Carvalho WB et al. Bronquiolite aguda, uma revisão atualizada. Revista Associação médica brasileira, São Paulo, ed. 53 (2), pg. 182-8, 2007
Piva JP et al. Insuficência respiratória na criança. Jornal de Pediatria, vol. 74, suplemento 1, s99-111, 1998.
Cesar G. Victora, MD. Fatores de risco nas IRA baisxas, Seção 1: magnitude do problema, Cap. 3
Pereira de Lima, Elson; Gomes Maranhão, Damaris. Prevenção e controle de infecções respiratórias em crianças que frequentam creches: ações de enfermagem. Revista Enfermagem UNISA, Vol. 2, 102-6, 2001
Dias, Pablo F.F. Fisiopatologia Respiratória. Disponível em: www.sogab.com.br. Acesso: 09/2012 MUITO OBRIGADO! FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS
CURSO DE MEDICINA
DISCIPLINA: INTEGRAÇÃO DO CONHECIMENTO BRONQUIOLITE Salvador, 21 de setembro de 2012

DISCENTES: Aline Lima, Alvaro Victor, Anthony Mota, Ilara Pires, João Neto, Laís Lopes, Leila Camila, Liz Wolfovitch, Thiara Cristina COMORBIDADES
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