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ASFALTO

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by

Larissa Ramos

on 29 October 2013

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Transcript of ASFALTO

ASFALTO
design by Dóri Sirály for Prezi
ASFALTO
O asfalto é um produto obtido através da destilação do petróleo sendo uma de suas frações mais pesadas com um ponto de ebulição de 600°C. Isso significa que ele é obtido bem mais perto da base da torre de destilação. Ele também pode ser extraído direto da natureza. Era assim que ele era obtido antigamente. Nessa época poderia ser chamado de betume e era utilizado para evitar vazamentos de água e até mesmo na preparação de múmias.
Existem vários tipos de asfalto e cada um é obtido misturando diversos materiais ao asfalto do petróleo. Dos diferentes tipos de asfalto, diferentes composições de seus componentes são escolhidos de acordo com as necessidades da rua que será asfaltada. Por exemplo, uma rodovia que suporta o transporte de caminhões de grande porte, tem a necessidade de um asfalto mais resistente do que das ruas de carros de passeio. Uma maneira de generalizar a produção do asfalto é que o betume é misturado à areia, pó de pedra e gravilha a 200°C. É essa mistura que vemos sendo derramada nas ruas e assentadas por compressores quando as ruas estão sendo asfaltadas. A sua distribuição é regulamentada pela ABEDA – Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfalto.
ASFALTO E O MEIO AMBIENTE
O asfalto também tem sido uma maneira de fazer reciclagem. Os pneus velhos são sempre um problema para a disposição de lixo na cidade. Eles ocupam muito espaço e a sua queima libera gases tóxicos na atmosfera. O que tem sido feito é misturar raspas de pneus velhos ao asfalto, gerando assim o chamado asfalto ecológico ou asfalto borracha.
As propriedades da borracha são adicionadas às do asfalto, fazendo com que ele fique mais flexível e seja menos suscetível a rachaduras. E também reduzem os custos da produção do asfalto, já que os pneus usados seriam mesmo descartados.
Muitas pesquisas tem sido feitas para tornar o asfalto uma maneira de ajudar o meio ambiente, são as chamas estradas verdes. Nos Estados Unidos existem projetos para utilizar o calor do sol absorvido pelo asfalto para gerar energia. A adição de quartizitos aumenta a capacidade do asfalto de absorver calor. Em Madrid está sendo estudada a possibilidade da utilização de um asfalto especial que ajuda a diminuir a poluição gerada pelos carros na estrada, captando o óxido de nitrogênio emitido.

O asfalto borracha começou a ser testado pelo governo do Rio de Janeiro para aumentar a segurança nas estradas e espera adotar a iniciativa em todo o estado. Além disso, a expectativa é de que o piso tenha a durabilidade de 20 anos, o dobro em relação à recapeamentos comuns. A primeira estrada brasileira a receber 35 quilômetros desse tipo de asfalto foi a RJ-122, conhecida como Rio-Friburgo. Cada metro quadrado de asfalto ecológico retira do meio ambiente o equivalente a um pneu usado. O pavimento, por sua alta viscosidade, reduz os ruidos e garante uma massa asfáltica com alto coeficiente de atrito, que pode reduzir o número de acidentes nas pistas.
Definimos asfalto como sendo um produto orgânico composto por hidrocarbonetos pesados, fuel oil, graxas, carvão e petrolato, oriundos de resíduos da destilação fracionada do petróleo. Encontrado também livre na natureza, em afloramentos naturais, como por exemplo, o "Asfalto de Trinidad" (obtido no lago de mesmo nome), puros ou misturados em minerais e outras substâncias; ou ainda, impregnado em estruturas porosas denominadas de rochas asfálticas. Genericamente, podemos dizer tratar-se de material composto de hidrocarbonetos não voláteis, possuidor de uma elevada massa molecular com propriedades que variam dependendo da origem do petróleo e do processo de sua obtenção. No Brasil, o principal processo para refino é da destilação a vácuo e, em menor proporção, o de desasfaltação por solvente. É do resíduo desses dois processos que se obtém o C.A.P. (Cimento Asfáltico de Petróleo) tendo como característica física se encontrar no estado semi-sólido ou sólido (dependendo da temperatura ambiente), com cor variando do negro até o pardo. Trata-se de material termossensível e visco elástico totalmente isento de impurezas, solúvel em bissulfeto e tetracloreto de carbono, possuidor de propriedades aglutinantes e impermeabilizantes com características de flexibilidade, durabilidade e alta resistência à ação da maioria dos ácidos, sais e álcalis.
Asfaltos são materiais aglutinantes, de cor escura, sólidos, semi-sólidos ou líquidos obtidos por um processo de destilação. A Petrobras comercializa estes através de distribuidoras e uma margem pequena para clientes finais. Os produtos asfálticos são:
1. Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP): uso direto na construção de revestimentos asfálticos.
2. Asfaltos Diluídos de Petróleo (ADP): também conhecido como asfaltos recortados ou "cut-backs".
3. Agente Rejuvenescedor: regenera o asfalto envelhecido e oxidado.
4. Emulsão Recicladora: permite reciclar até 100% das misturas envelhecidas fresadas.
5. Agente Antipó: aplicado em vias não pavimentadas, serve como impermeabilizante.
6. Tapa Buracos: ideal para reparo de pavimentos asfálticos no caso de pequenas
obras urbanas de água, gás, esgoto e eletricidade.
7. Sela Trincas: preenche e impermeabiliza o vazio das trincas, evitando a entrada de
água para o interior do asfalto.

PAVIMENTAÇÃO ASFALTICA
O objetivo principal da pavimentação é garantir a trafegabilidade em qualquer época do ano e condições climáticas, e proporcionar aos usuários conforto ao rolamento e segurança. Uma vez que o solo natural não é suficientemente resistente para suportar a repetição de cargas de roda sem sofrer deformações significativas, torna-se necessária a construção de uma estrutura, denominada pavimentoque ,é construída sobre o subleito para suportar as cargas dos veículos de forma a distribuir as solicitações às suas diversas camadas e ao subleito (Croney, 1977), limitando as tensões e as deformações de forma a garantir um desempenho adequado da via, por um longo período de tempo.
O desempenho adequado do conjunto de camadas e do subleito relaciona-se à capacidade de suporte e à durabilidade compatível com o padrão da obra e o tipo de tráfego, bem como o conforto ao rolamento e a segurança dos usuários. O desafio de projetar um pavimento reside no fato, portanto, de conceber uma obra de engenharia que cumpra as demandas estruturais e funcionais. Aliado a esses dois objetivos, o pavimento deve ainda ser projetado da forma mais econômica possível, atendendo as restrições orçamentárias.
Do ponto de vista do usuário, o estado da superfície do pavimento é o mais importante, pois os defeitos ou irregularidades nessa superfície são percebidos uma vez que afetam seu conforto. Quando o conforto é prejudicado, significa que o veículo também sofre mais intensamente as consequências desses defeitos. Essas consequências acarretam maiores custos operacionais, relacionados a maiores gastos com peças de manutenção dos veículos, com consumo de combustível e de pneus, com o tempo de viagem etc. Portanto, atender o conforto ao rolamento também significa economia nos custos de transporte.


DURABILIDADE, TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE.
O Asfalto-borracha é um asfalto modificado por borracha moída de pneus. Além de ser uma forma nobre de dar destino aos pneus inservíveis, resolvendo um grande problema ecológico, o uso de borracha moída de pneus no asfalto melhora em muito as propriedades e o desempenho do revestimento asfáltico.
Como aplicar?
O Asfalto-borracha é aplicado por equipamentos convencionais de pavimentação.
Onde aplicar?
É recomendado para aplicações que requeiram do ligante asfáltico um desempenho superior, alta elasticidade e resistência ao envelhecimento, tais como revestimentos drenantes, SMA (Stone Mastic Asphalt), camadas intermediárias de absorção de tensões, camadas anti-reflexão de trincas e outras.
Vantagens:
- Alta elasticidade;
- Alta resistência ao envelhecimento;
- Alta coesividade;
- Excelente relação benefício/custo.
Outros tipos de CAPs: CAP-DOP | CAP FIX | CAP FLEX | CAP PLUS
Asfalto Diluídos
Os asfaltos diluídos (ADP) são produzidos pela adição de um diluente volátil, obtido do próprio petróleo, que varia conforme o tempo necessário para a perda desse componente adicionado restando o asfalto residual após a aplicação. O diluente serve apenas para baixar a viscosidade e permitir o uso à temperatura ambiente.Os asfaltos diluídos de petróleo (ADP) são produzidos a partir do CAP e diluentes adequados.
São classificados pelo Departamento Nacional de Combustível (DNC) de acordo com a velocidade de cura em três categorias: cura rápida, cura média e cura lenta.
Asfalto-Espuma
Uma terceira forma de diminuir a viscosidade do asfalto e melhorar a sua dispersão quando da mistura com agregados, mas ainda utilizando o CAP aquecido, é a técnica chamada de asfalto-espuma.
A espuma de asfalto surge quando se junta o asfalto quente a 170 graus com pequena percentagem de água, de 2% a 3%. Isso modifica o estado físico do asfalto a ser usado na operação: de material super-viscoso, duro e pegajoso, transforma-se numa espuma muito fácil de misturar.

Curiosidades!
-Asfalto a partir de material reciclado...
A ideia é trabalhar com o asfalto fresado, que é retirado do revestimento das rodovias quando já está desgastado e com fissuras. “Existem milhares de toneladas desse material nos pátios de empresas e instituições que trabalham com pavimentação.
Outra possibilidade de reciclagem são os materiais de demolições e os desperdiçados da construção civil. Com a utilização do material reciclado, espera-se uma queda de 50% nos custos!

-Tecnologia desenvolvida em universidade paulista pode absorver água das chuvas, permitindo que elas penetrem no solo...
Existem dois tipos de pavimento que estão sendo desenvolvidos. O primeiro é feito com asfalto comum misturado a aditivos e o segundo, com placas de concreto. A grande diferença com relação aos tipos normais de asfalto é a base de pedras de 35 centímetros, responsável por reter praticamente 100% das águas da chuva por algumas horas e, posterirmente, permitir a penetração delas no solo.
Jogue seu chiclete no asfalto e ajude o Meio Ambiente!
Parece estranho, mas é bem simples de entender.
O chiclete é um tipo de confeito que é produzido para ser mastigado e não engolido.
Tradicionalmente é produzido a partir do látex de uma árvore denominada chicle ("TCHI - CLÉ" que quer dizer Tchi=boca e Clé=movimento), um produto natural.
Atualmente, por razões econômicas, os chicletes são produzidos a partir do petróleo.
Quem diria ? A partir do petróleo. Então, como o asfalto é derivado do petróleo, o melhor local para se jogar um chiclete é no próprio, ao qual se integrará.
Com o calor excessivo do asfalto com o passar dos dias a goma de mascar virará uma espécie de "gesso" e se quebrará todinha.
Na etapa de execução, dois momentos merecem atenção especial: o espalhamento, que deve ser feito com equipamentos apropriados e com mão de obra qualificada; e a compactação, que precisa ser bem controlada e executada com equipamentos apropriados, de forma a garantir maior longevidade ao pavimento. Quando a obra é de grande porte ou a distância até a usina torna o transporte oneroso, recomenda-se a montagem de usinas móveis no próprio canteiro. Isso para não perder a temperatura de aplicação da massa asfáltica.
1. Preparo da base
O capeamento asfáltico é aplicado após a execução da base e sub-base. Esse piso deve estar regular, compactado e isento de partículas soltas. A brita graduada simples é um dos materiais mais usados no País como base e sub-base de pavimentos asfálticos. Trata-se de um material cujo diâmetro dos agregados não excede 38 mm, e que tem entre 3% e 9% de finos. Seu transporte é feito em caminhões basculantes e a distribuição do material na pista é feita, normalmente, por vibroacabadora ou motoniveladora.
2. Compactação da base
A compactação é executada por rolos compactadores estáticos ou vibratórios. Essa operação deve ser feita logo após o espalhamento para evitar que a brita perca umidade.
3. Lançamento da mistura asfáltica
A mistura asfáltica deve ser lançada em uma camada de espessura uniforme. O lançamento é feito por vibroacabadora, que lança a mistura, faz o nivelamento e a précompactação da mistura asfáltica. O lançamento da mistura deve ser precedido por uma preparação da superfície da base - com uma imprimação, por exemplo. A imprimação consiste na aplicação de material asfáltico sobre a superfície da base já concluída, para conferir impermeabilização e permitir a aderência entre a base e o revestimento a ser executado.
Execução da Pavimentação
4. Compactação do asfalto
Essa fase de execução da camada asfáltica geralmente se divide em: 1) rolagem de compactação e 2) rolagem de acabamento. Na primeira, se alcança a densidade, a impermeabilidade e grande parte da suavidade superficial. Na rolagem de acabamento são corrigidas marcas deixadas na superfície pela fase de rolagem anterior. Para essas tarefas são empregados rolos compactadores estáticos ou vibratórios. Após a compactação o pavimento está pronto para receber o acabamento superficial especificado.


Depósito para
cimento asfáltico
Depósito para agregados
Silos para agregados
Usina para
misturas asfálticas
Equipamento para
distribuição e
acabamento
Caminhão para
transporte da mistura
Equipamento para
compactação
Ferramentas e
equipamentos
acessórios
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