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Compreender e transformar o ensino

Esquema de apresentação do livro "Compreender e transformar o ensino", de SACRISTÁN e GOMES
by

Tarciso Tar Ciso

on 30 October 2013

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Transcript of Compreender e transformar o ensino

Compreender e transformar o ensino
Educação e socialização
Os mecanismos de socialização na escola
Aspectos do currículo:
Contradições da socialização na escola
O
processo de socialização não é linear, mecânico
,
SACRISTÁN, J.G.; GOMES, A. I. P.
Preparação das novas gerações para:
Mundo do trabalho
Participação na vida pública
Escola assume as contradições que maram as sociedades contemporâneas
Conhecimentos, ideias, habilidades e capacidades formais,
Formação de atitudes, interesses e pautas de comportamento
1. A seleção e a oranização dos conteúdos,
2. O modo e o sentido da organização das tarefas acadêmicas,
3. A ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola.
4. As formas e estratégias de valorização das atividades.
5. Os mecanismos de distribuição de recompensas,
6. Os modos de organizar a partição dos alunos,
7. O clima de relações sociais presidido pelo individualismo e pela competitividade.
"A escola é um cenário de permanente conflito (...) O que acontece na aula é resultado de um processo de negociação informal que se situa em algum lugar intermediário entre o que o professor(a), ou a instituição escolar, querem que os alunos façam e o que estes estão dispostos a fazer."
Características plurais e às vezes contraditórias entre
os diferentes âmbitos do mercado de trabalho
Contradições e resistências
individuais e grupais, mas existem espaços de
relativa autonomia
.
Pluralidade --> alavanca para satisfação das exigências do mundo do trabalho.
Formação de atitudes, interesses e pautas de comportamento
A orientação homogeinizadora da escola legitima as diferenças sociais, transformando-as em outras de cartáter individual
A função educativa da escola
Socialização e humanização
A função educativa da escola ultrapassa a função reprodutora da socialização.
Utilização do conhecimento como ferramenta de análise para a compreensão do verdadeiro sentido das influências de socialização.
Reconstruir conhecimentos e experiências.

Preparar os alunos para pensar criticamente e agir democraticamente
numa sociedade não-democrática.
Organizar o
desenvolvimento radical da

função compensatória das desigualdades
de origem, mediante a atenção e o respeito pela diversidade,
Dois eixos de intervenção:
A função compensatória
A escola não pode anular a discriminação, mas:
Atenuar seus efeitos,
Desmascarar a ideia de sua inevitabilidade.
Substituir a lógica da homogeneidade pela
lógica da diversidade.
Defender um
currículo comum e compreensivo
para a formação de todos os cidadãos.
Criar um
modelo didático flexível e plural.
Não impor a didádita da homogeneidade de rítmos, estratégias e experiências edutativas para todos.
A reconstrução do conhecimento
e da experiência
Reconstruir conhecimentos, atitudes e formas de contuda assimilados pela criança durante as práticas anteriores e paralelas à escola, adiquiridos, em grande medida, dos meios de comunicação em massa.
"A criança chega à escola com um abundante capital de informaçoes e com poderosas e acríticas pré-concepções sobre os diferentes âmbitos da realidade (...) [essa visão] encontra-se muito mais próxima da reprodução da cultura dominante do que da reelaboração crítica e reflexiva da mesma (...) somente a escola pode cumprir essa função."
Escola compreensiva
Objetivos:
comparações e a reconstrução de suas pré-noções, dos seus interessees, de suas atitudes conditionadas, de suas pautas de conduta.
particição ativa e crítica dos alunos nas diferentes tarefas que se desenvolvem na aula e que devem refletir o modo de viver da comunidade democrática de aprendizagem.
outras formas de organização:
do espaço e do tempo,
das atividades e
das relações sociais na aula e na escola
Educação como contínua reconstrução da exeperiência
diagnosticar as pré-concepções e interesses dos alunos,
oferecer aos alunos o conhecimento público como ferramenta de análise para facilitar auto-questionamentos.
reconstrução crítica do pensamento e da ação.
Exigências:
Capítulo 1
As funções sociais da escola:
da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da exeriência
Capítulo 2
Os processos de ensino-aprendizagem:
análise das principais teorias da aprendizagem
Teorias da aprendizagem
Associacionistas
Mediacionais
Também chamadas de:
teorias de condicionamento,
teorias de estímulo-resposta.
Consideram que as relações e condições externas atuam mediadas pelas condições internas.
Teorias psicológicas que englobam a corrente cognitiva.
Gestalt,
Psicologia genético-cognitiva,
Aprendizagem significativa,
Psicologia genético-dialética,
A escola de Wallon
Programas de reforço,
ensino programado, maquinas de ensinar,
Skinner e Pavlov.
Input-output,
Utilizadas nas condutas animais e nas primeiras formas de reação da crianças.
Pilares
1 - aprendizagem cega e mecânica ligada aos estímulos e recompensas;
2 - a crença no poder absoluto do reforço.
A psicologia genético-cognitiva
A aprendizagem não é heriditária,
mas passa pelo construtivismo genético
Piaget
Bruner
Para piaget, o processo ensino-aprendizagem é:
o caráter construtivo e dialético de todo o
processo de desenvolvimento individual
,
a atividade do aluno
que passa pelas atividades sensório-motoras de discriminação e manipulação de objetos
até
chegar
às operações formais
,
a i
ncorporação da linguagem na atividade intelectual
,
a
cooperação para superar o egocentrismo
,
a
motivação ligada à cognição
.
A aprendizagem significativa.
Ausubel
Oposição à aprendizagem repetitiva e mecânica
Engloba três dimensçoes do saber:
A lógica:
coerência do material e sequência lógica dos processos,
A significação cognitiva:
relação da estrutura com o sujeito.
A significação afetiva:
aprendizagem gera desenvolvimento
A escola de Wallon
Para Wallon, a passagem do nível orgânico para o psicológico ocorre pela penetração social.
Elementos importantes:
Emoção,
Imitação,
Motrocidade,
O social.
Wallon
Merani
Psicologia genético-dialética
Vygotsky
Rubenstein
A aprendizagem se dá em função da comunicação
e do desenvolvimento
Para Vigotsky:
o psiquismo e a conduta intelectual adulta são resultado de uma peculiar e singular impregnação social do organismo de cada indivíduo
MOVIMENTO
DIALÉTICO
Relação educativa
Impregnação social do organismo
Relação educativa
Apropriação da cultura (produto da história)
Valorização da
INSTRUÇÃO
, da transmissão educativa na atividade tutorada
Capítulo 3
A aprendizagem escolar:
da diática operatória à reconstrução da cultura na sala de aula
A didática operatória
Piaget
Didática
operatória
progressista
e russoniana.
A educação deve centrar-se na criança
, deve adaptar-se ao atual estágio de seu desenvolvimento.
O princípio operativo mais importante é a
primazia à atividade
,
A educação deve orientar-se para os
processos autônomos e espontâneos de desenvolvimento e aprendizagem
,
As
fases de desenvolvimento
da criança
tem rítmo próprio
, cujo espontaneismo deve ser respeitado,
O ensino deve ter
centralidade no desenvolvimento de capacidades formais, operativas
, e não na transmissão de conteúdos.
Aprender a aprender, aprender a pensar.
O
egocentrismo
natural
da criança é corrigido progressivamente
mediante a comparação com a realidade.
Transmissão linear do conhecimento,
Aprendiz como receptor passivo,
Conhecimento enciclopédico
Incorporando a cultura
Desenvolvimento da criança é mediatizado por determinações culturais
Vygotsky
As trocas da criança são mediadas pela cultura.
Aprender cultura
Ausubel
Oposição à aprendizagem repetitiva e mecânica
Engloba três dimensões do saber:
A lógica:
coerência do material e sequência lógica dos processos,
A significação cognitiva:
relação da estrutura com o sujeito.
A significação afetiva:
aprendizagem gera desenvolvimento
Aprendizagem relevante
Processo de transição contínua em que se incorpora a cultura pública ao reinterpretá-la pessoalmente, reconstruindo seus esquemas e pré-concepções ao incorporar novas ferramentas intelectuais de análise.
Requisitos
Partir da cultura experencial
do aluno
Aprender cultura
É um processo de aprendizagem guiada, apoiado pelo adulto, cujo objetivo a transferência de competências deste para a criança.
Prática educativa tradicional
Instrução
como método mais direto e eficas para introduzir a criança no mundo cultural adulto.
Modelo de aprendizagem guiado ecolaborativo:
Mediante a
troca simbólica
com o adulto, a criança pode realizar a assunção de competências.
Centralidade da linguagem
A
linguagem
é o instrumento básico do intercâmbio simbólico entre as pessoas.
A
s fases de desenvolvimento não definem,
para Vygotsky, um ponto ou uma linha de
capacidades, mas uma
ampla
zona de desenvolvimento proximal.
zona de desenvolvimento competencial que abrange desde as tarefas que a criança pode fazer por si mesma àquelas que pode realizar com ajuda alheia
distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro.
Nesse processo de
diálogo
, com a
ajuda e o apoio do adulto
, a criança vai assumindo progressivamente as competências operativas e simbólicas que lhe permitem o acesso ao mundo da cultura, do pensamento e da ciência.
Cultura
Acadêmica
Experiencial
Valor como ferramenta para resolução de problemas propostos na escola
Valor como ferramenta para resolução de problemas propostos na escola
DIÁLOGO
significados compartilhados
Realidade
O mundo é uma construção:
cultural,
política,
histórica e
social
A ciência é um processo humano de produção de conhecimento socialmente condicionado
Conjunto de representações individuais, grupais e coletivas que dão sentido aos intercâmbios entre os membros de uma comunidade
Ciência
"A imposição da cultura na aula, assim assimlada, não é um agente de pensamento que configure e oriente a atividade prática do sujeiro, exceto naquelas restritas às tarefas da prórpria vida acadêmica. Aprende-se a cultura assim enlatada para servir e jogar fora, para esquecer depois do exame."
Criar um espaço de conhecimento
compartilhado
Proximidade da cultura pública,

Provocar a reconstrução das pré-concepções do aluno a partir do conhecimento.

A informação que se oferece na escola deve desempenhar uma função instrumental: facilitar o processo de construção, estimular o desenvolvimento da capacidade de compreenção, de reorganização racional e significativa da informação reconstruída.
A aprendizagem não é individual, mas se dá na relação professor(a)/aluno(a):

Função do professor:
Facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer os instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer esse espaço de conhecimnto compartilhado.

Nunca substituir o processo de construção dialético desse espaço, impondo suas representações ou cerceando as possibilidades de negociação.
Capítulo 4
Ensino para a compreensão
Diferentes enfoques
transmissão cultural
treinamento de habilidades
Conhecer a vida na sala de aula
Modelo processo-produto
Compreender e
interveir na escola
TERMINAR DEPOIS
Elementos importantes:
Emoção,
Imitação,
Motrocidade,
O social.
ENSINO COMO:
fomento do
desenvolvimento natural
produção de mudanças conceituais
Modelo
mediacional
Modelo mediacional centrado no professor
Modelo mediacional centrado no aluno
Professor e aluno são os principais responsáveis pela vida na sala aula
Capítulo 6
O currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise prática?
Currículo como
estudo de conteúdos de ensino
O que devemos ensinar?
Conceito e concepções
Aprender cultura
Ausubel
Oposição à aprendizagem repetitiva e mecânica
Engloba três dimensçoes do saber:
A lógica:
coerência do material e sequência lógica dos processos,
A significação cognitiva:
relação da estrutura com o sujeito.
A significação afetiva:
aprendizagem gera desenvolvimento
Aprendizagem relevante
Processo de transição contínua em que se incorpora a cultura pública ao reinterpretá-la pessoalmente, reconstruindo seus esquemas e pré-concepções ao incorporar novas ferramentas intelectuais de análise.
Requisitos
Partir da cultura experencial
do aluno
Aprender cultura
É um processo de aprendizagem guiada, apoiado pelo adulto, cujo objetivo a transferência de competências deste para a criança.
Nesse processo de
diálogo
, com a
ajuda e o apoio do adulto
, a criança vai assumindo progressivamente as competências operativas e simbólicas que lhe permitem o acesso ao mundo da cultura, do pensamento e da ciência.
Cultura
Acadêmica
Experiencial
Valor como ferramenta para resolução de problemas propostos na escola
Valor como ferramenta para resolução de problemas propostos na escola
DIÁLOGO
significados compartilhados
Realidade
O mundo é uma construção:
cultural,
política,
histórica e
social
A ciência é um processo humano de produção de conhecimento socialmente condicionado
Conjunto de representações individuais, grupais e coletivas que dão sentido aos intercâmbios entre os membros de uma comunidade
Ciência
"A imposição da cultura na aula, assim assimlada, não é um agente de pensamento que configure e oriente a atividade prática do sujeiro, exceto naquelas restritas às tarefas da prórpria vida acadêmica. Aprende-se a cultura assim enlatada para servir e jogar fora, para esquecer depois do exame."
Criar um espaço de conhecimento
compartilhado
Proximidade da cultura pública,

Provocar a reconstrução das pré-concepções do aluno a partir do conhecimento.

A informação que se oferece na escola deve desempenhar uma função instrumental: facilitar o processo de construção, estimular o desenvolvimento da capacidade de compreenção, de reorganização racional e significativa da informação reconstruída.
A aprendizagem não é individual, mas se dá na relação professor(a)/aluno(a):

Função do professor:
Facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer os instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer esse espaço de conhecimnto compartilhado.

Nunca substituir o processo de construção dialético desse espaço, impondo suas representações ou cerceando as possibilidades de negociação.
Currículo - Definição:
Ação e efeitos de ensinar,
Sistema e método de dar instrução,
Conteúdo de formação,
Elemento que determina a atividade
Etc
O CURRÍCULO É UMA ATIVIDADE INTENCIONAL
é normativo
é sempre uma seleção limitada de cultura.
deve considerar as práticas diversas:
contexto social, econômico, político e cultural da sociedade
O currículo é uma seleção limitada de cultura.
O conteúdo abrange:
Método,
Valores,
Visa a aquisição de:
conhecimentos,
habilidades específicas,
método.
Modelos
Currículo como compêndio de conteúdos,
Livros-texto, guias didáticos e o currículo consumidos pelos professores,
Currículo no contexto das práticas educativas:
Os planos feitos pela escola,
Currículo no contexto das práticas educativas:
Conjunto de tarefas de aprendizagem realizado pelo aluno,
Aquilo que é exigido nas avaliações
A realidade curricular deve ser analisada em sua dimensão holísitica, dialética e histórica, englobando as ações, os agentes e as práticas que se misturam nos processos educativos.
O curículo:
Pensamento educativo sobre currículo
Abordagem de problemas prévios e da técnica pedagógica,
Entender a prática de ensino implica ir além da técnica e dos métodos.
Didática orientada a compreensão e orientação da prática,
Ir além do ensino, pensar práticas:
organizativas, político-administrativas, de controle, de produção de meios
Professor
Postura ativa, técnica, política e ética
Sacristán
Conhecimentos e práticas não apenas para reproduzir, mas também para incidir na soc.
Campo intelectual no qual interagem ideias e práticas reciprocamente,
Projeto cultural elaborado condicionante da profissionalização do docente,
Pauta com diferentes graus de flexibilidade, permitindo a intervenção do professor.
Capítulo 7
O que são conteúdos de ensino?
Currículo e sociedade
Uma relação recíproca
Particularidades
A escola e os conteúdos
A escola não transmite apenas conteúdos
O currículo deve abranger o caráter social e moral para formar o cidadão.
Tendência reprodutivista da escola,
Pressões do mundo do trabalho,
Espaços de relativa autonomia,
Exercício da contra-hegemonia,
Adoção de uma perspectiva reflexiva e crítica perante os principais temas conflitantes (APPLE).
Vantagens e desvantagens,
não deve ser todo currículo que cada aluno recebe,
meio para oferecer igualdade,
base da educação geral,
integral
exige "escola única"
mesmos professores, programação, carga horária e materiais idêntivos
não é proposição de escola homogeneiadora ou padronizada
Evolução dos conteúdos
Ampliação das funções de socialização da escola,
A escola visa formar integralmente o ser humano:
formação humana,
profissional e
cidadã
A explosão do conhecimento e o fluxo das informações fora das aulas e o surgimento de novos paradigmas.
A dispersão dos saber exige novas conexões,
A ideia de educação permanente ao longo da vida,
A pedagogia não é neutra.
Educação é produto e processo.
Conteúdos valiosos
Avalisados pela sociedade,
A fonte do currículo é a cultura
Prolongamento da escolaridade obrigatória
No Brasil, hoje: dos 4 aos 17 anos
Caráter de serviço social,
Projeto de socialização do cidadão para manutenção da orgem,
Retardamento do ingresso do jovem no mercado de trabalho.
Educação centrada na criança,
Aprender em liberdade,
Ensino baseado nos interesses dos alunos,
Métodos centrados na atividade
Construção e reconstrução do conhecimento,
Igualdade de oportunidades,
Escolarização universal e currículo comum para superar as discriminações, desenvolver os valores da soclidariedade estimulando a tolerância
não é uma determinação centralizadora,
deliberação aberta para participações democráticas múltiplas,
conteúdos não são generalidades infefinidas, mas permitem traçar caminhos comuns
referêncial de qualidade mínima,
integração escolar (educação inclusiva)
Os âmbitos do plano
A ordenação geral
do currículo
Decisões condicionadas por:
Interdependência entre os ciclos e níveis,
Homologação de condições para qualquer titulação,
Produção de materiais didáticos,
Funcionamento da escola,
Formação docente.
Capítulo 8
Plano do currículo, plano do ensino:
O papel dos professores

Princípios fundamentadores
da ação
Pressupostos
Atribuições no
plano do currículo:
Plano x planejamento
Projeto que serve como guia para ordenar as atividades,
Intencionalidade
objetivos
O planejamento precisa adequar-se às necessidades dos níveis escolares para que haja sintonia intenções/ações
Pluralismo de tendências na sociedade,
Autonomia das escolas e dos professores,
Adequação da cultura escolar às necessidades é decidida no debate político e social,
O plano deve ser sempre aberto e flexível.
Agentes planejadores do currículo
Administrações educativas,
Projeto de escola,
Planos de trabalho,
Textos, guias e materias de apoio.
Epistemológicos:
Orientação,
Seleção,
Apresentação

Sociais-ideológicos:
Visões de mundo, da sociedade
Plano
Previsão das razões das ações
Modo de realização do plano pevisto
Exige competência profissional aliada à atunomia para realização,
Esquema norteador
linearidade flexível,
função compartilhada entre professores,
Planejamento
Reafirmação da Escola Soviética.
Psicopedagógicos:
Didáticas,
Tipos de aprendizagem, etc..
Modelos de atuação: formas de pensar e fazer na prática:
a) TYLER - Princípios básicos do currículo:
i) Discussão dos objetivos da escola,
ii) Seleção de experiências educativas com mais probabilidade de se atingir aos objetivos,
iii) Organização das experiências,
iv) Comprovação do alcance dos objetivos propostos.
(1) O modelo tyleriano tecnologizou o ensino.
b) BRUNER – O processo da educação:
i) Ênfase nos conteúdos.
c) SACRISTÁN:
i) Os poderes públicos:
(a) Não devem regular os processos educativos,
(b) Devem regular:
(i) Os conteúdos básicos,
(ii) Os padrões mínimos da cultura escolar,
(iii) Os certificados.

Capítulo 9
o âmbito de determinação político e macroorganizativo:
Planejar o currículo em nível macro consiste em selecionar opções de cultura básica para todos os cidadãos.
A ordenação geral
do currículo
Esquema extradisciplinar:
Necessidades:
Superação da disciplinaridade das disciplinas:
Aproximação entre a disciplinas de um mesmo campo de estudo.
Formação de professores,
Inovação de conteúdos.
Matizes pedagógicos na seleção do mapa cultural:
Perspectiva antropológica e social da cultura escolar,
Pretensão de compreender a cultura como produto social,
Cultura como instrumento crítico de compreensão para participar nela e reconstruí-la.
Necessidade de avaliações que diagnostiquem o funcionamento da prática.
o âmbito de determinação político e macroorganizativo:
Planejar o currículo em nível macro consiste em selecionar opções de cultura básica para todos os cidadãos.
O projeto curricular da escola:
Medidas complementares para a transmissão de cultura:
Prescrições curriculares e avaliação do sistema,
Formação de professores,
Coordenação dos professores,
Atividades culturais,
Métodos globalizados, projetos de trabalho interdisciplinar,
Elaboração de materiais sobre tópicos concretos e projetos curriculares gerais.
Seleção do que será cultura comum:
Modelo tyleriano: mapa cultural para a educação geral:
Criação e desenvolvimento de um projeto educativo criado pela escola.
O movimento para a descentralização administrativa
As condições do projeto curricular da escola:
O alcance dos planos curriculares nas escolas:
Escola como ambiente organizativo,
Busca da qualidade do ensino,
Cultura não se esgota nas matérias escolares,
Escola como fonte de experiências educativas.
não deve por na transferência de poderes de decisão desde as administração centrais para de outro nível??
não deve ser entendido apenas na esfera administrativa, mas como algo que obedece a um objetivo político fundamental: o aprofundamento democrático.
A autonomia das escolas deve ser entendida como espaço aberto à comunidade.
Novo neoliberalismo conservador receoso frente a qualquer serviço do Estado.
Autonomia escolar responsabiliza a escola pela qualidade do ensino.
Estimular o envolvimento de toda comunidade educativa,
Formação de professores,
Com regulação de suas funções docentes e não docentes.
Com certa estabilidade na escola.
Criação de materiais didáticos diversificados,
Reconversão dos órgãos diretivos, regulando funções pedagógicas, para que não sejam meros gestores,
Agilidade gestionária,
Responsabilidade e controle (cumprimento de objetivos).
Professores planejadores
Liberdade para realização de muitas práticas pedagógicas possíveis, mesmo em sistemas controlados,
Esboço de unidades amplas ou lições completas,
Roteiros de conteúdos,
Configuração de um modelo prático:
O professor não atua na elaboração de estratégias de intervenção ou de modelos de ensino ou de aprendizagem, mas responde às exigências de seu trabalho com um grupo de aluno de determinadas condições,
Ponto de partida: esboço escrito de um plano real, objetos de reflexão individual e debate.
Planejamento como processo de resolução de problemas:
Possibilidades, demandas e condições reais.

Capítulo 10
Avaliação do Ensino
Breve síntese histórica
Anatomia de uma prática complexa
Anatomia de uma prática complexa
Avaliação como práxis,
Avaliar não é ação esporádica ou circunstancial,
Avaliação como função didática,
Avaliação depende dos objetivos.
Funções da instituição educativa:
mercado de trabalho
sociedade.
O nível de centralidade do pensamento,
As concepções acerca da natureza dos alunos e da aprendizagem,
A estruturação do sistema escolar,
A despersonalização da relação pedagógica provocada pela massificação,
A forma de entender a autoridade e a manutenção da disciplina,
A emulação dos alunos nas escolas.

A prática de avaliação se relaciona com:
Perspectiva acadêmica
Ensino como atividade artesanal,
Professor como artesão,
Classificar o rendimento escolar dos alunos,
Objetividade de resultados educativos
Pedagogia como prática mais científica,
Objetivos precisos,
Procedimentos de avaliação técnicos,
Processo por meio do que os professores buscam e usam informações de numerosas fontes para chegar a um julgamento de valor sobre o aluno ou sobre uma faceta do referido.
i) A prática avaliativa consiste em um processo de:
(1) Aquisição,
(2) Elaboração de informações,
(3) Expressão de um julgamento.
ii) Avaliar é uma competência profissional muito genérica,
iv) Séries de causas e necessidades:
(1) Avaliação foi tomando um caráter holístico (caráter múltiplo do currículo)
(2) Notas ou pontuações pouco se diferenciam,
(3) Coleta e pauta de outras informações além das simples qualificações escolares (reflexão sobre a prática)
(4) Orientação acadêmica e vocacional requer informações além das qualitativas
(a) Formação do perfil qualitativo:
(i) Relevância de aspectos da personalidade e dos rendimentos do aluno,
(ii) Coleta de aspectos essenciais de uma área ou disciplina,
(iii) Coleta útil para reorientação dos métodos educativos,
1. Significância das categorias ressaltadas,
(iv) Necessidade de diálogo entre os professores;
iii) Práticas diversas,
(1) Variam conforme conveniência e exequibilidade:
(a) Enfoque de uma realidade,
(b) Seleção de uma faceta que será avaliada,
(c) Elaboração de um julgamento de avaliação,
(d) Expressão do resultado da avaliação.
(b) As funções da avaliação na prática:
(i) Definição dos significados pedagógicos e sociais,
(ii) Poder de controle,
(iii) Criar o ambiente escolar,
(iv) Diagnosticar,
(v) Promover a individualização,
(vi) Garantir a aprendizagem,
(vii) Orientar,
(viii) Fundamentar prognósticos,
(ix) Balaneçar o currículo e a socialização profissional,
(x) Organizar a escola,
(xi) Apoiar a investigação.


(c) Considerações acerca da seleção dos instrumentos:
(i) Escolher as técnicas de avaliação depende do que se quer avaliar,
(ii) Cada técnica ou procedimento de avaliação pode desempenhar de igual modo as funções que sistematizamos,
(iii) As condições da prática e do trabalho dos professores fazem com que certos procedimentos e técnicas sejam mais factíveis de utilizar do que outros.
(d) O sentido da avaliação integrada no processo de ensino aprendizagem:
(i) A instituição escolar exige julgamentos de caráter somativo sobre os alunos,
(ii) Avaliação formativa
1. É no decurso da aprendizagem que a forma de operar e as realizações dos alunos devem ser observadas e utilizadas imediatamente para retificar a forma de proceder.
2. Da análise dos exercícios que se realizam cotidianamente em ala podem se tirar todo tipo de informações.
Capítulo 11
A função e formação do professor no ensino para a compreensão.
Ensino como processo de:
Transmissão de conhecimento,
Enfoque enciclopédico,
Aquisição de cultura pública.
Docente como especialista
Conhecimento como objetivo-chave na formação do docente, concebido como intelectual que coloca o aluno em contato com as aquisições científicas e culturais da humanidade.

Ensino como atividade crítica,
Docente como autônomo.
Perspectiva tradicional
Perspectiva Técnica
Ensino como ciência aplicada,
Professor como técnico,
Zeichner
Perspectiva radical:
Perspectiva Acadêmica
Perspectivas ideológicas nos programas de formação docente;
Perspectiva da reflexão na prática prática para a reconstrução social
Perspectiva prática
Perspectiva Técnica
Perspectiva Acadêmica
Perspectiva técnica
Perspectiva prática
Perspectiva da reflexão na prática prática para a reconstrução social
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