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Aula 02

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Naraiana Tavares

on 23 March 2016

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Transcript of Aula 02

Professora: Naraiana de O. Tavares
Roteiro de Avaliação Psicológica no Hospital Geral e Instituições de Saúde
Desvio (contextos, culturas e apropriação temporal e espacial)
Transtornos Psicológicos ou Mentais
O modelo médico indica que se um distúrbio psicológico é uma doença mental pode ser diagnosticada pelos seus sintomas e pode ser curada através de terapia.
Contraste o modelo médico de distúrbios psicológicos com a abordagem biopsicossocial
DSM-IV descreve atualmente 400 distúrbios e sua prevalência. O manual define uma técnica de entrevista estruturada que os médicos podem usar para chegar a um diagnóstico. Eles respondem questões objetivas, existem então cinco níveis diferentes, ou eixos, sobre comportamentos observáveis do indivíduo.
A confiabilidade da classificação é elevada.
Metas e Conteúdo do DSM-IV
- Os críticos do DSM-IV argumentam que os rótulos de diagnóstico pode estigmatizar uma pessoa por polarização interpretações e percepções dos comportamentos passados e presentes dos outros e por afetar as maneiras como as pessoas reagem a uma pessoa rotulada.
- Os benefícios de rótulos diagnósticos são eles que ajudam os profissionais de saúde mental se comunicarem uns com os outros sobre os cuidados e terapia, e eles estabelecem um vocabulário comum para a troca de idéias entre os pesquisadores que trabalham em causas ou tratamentos para doenças.
- O perigo de usar um rótulo diagnóstico é que se um rótulo é usado em algumas defesas legais, pode levantar questões morais e éticas sobre como a sociedade deve tratar as pessoas que têm transtornos e têm crimes cometidos
Limitações e Benefícios do uso do diagnóstico
Brandes MD, Mina, and O. Joseph Bienvenu MD PhD. "Personality and anxiety disorders." Springer. N.p., n.d. Web. 8 Apr. 2013. <http://link.springer.com/static-content/0.6350/lookinside/579/art%253A10.1007%252Fs11920-006-0061-8/000.png>.
Bibliography
Eixo 1:
Eixo 1- Existe uma síndrome clínica presente?
- Quais os critérios específicos podem ser selecionados:
- Transtornos do Desenvolvimento... Encontrados na infância ou adolencência
- Transtornos ligados à Esquizofrênia Ou outros distúrbios psicóticos...
- Distúrbios do sono, transtornos de ansiedade, ou distúrbios alimentares
etc.
Eixo 2:
O diagnóstico clínico, pode ou não estabelecer essas condições.
Existe um transtorno de personalidade ou cognitivo (retardo mental presente)
Eixo 3
Existe outra condição médica, presente?
Exemplos

-Diabetes

-Hipertensão
Eixo 4
Existem condições psicossociais ou ambientais presente no problema?
Exemplos:

- Dificuldades Escolares

- Problemas Familiares
Eixo 5:
Classificação e Avaliação Global do funcionamento psíquico
Existem mais de 1- 100 códigos
91-100: funcionamento Superior em uma ampla gama de atividades. Não há sintomas
51-60: sintomas moderados (ataques de pânico ocasionais) ou dificuldade moderada em atividades sociais, ocupacionais ou o funcionamento da escola.
1-10: perigo de ferir gravemente a si e aos outros.
Quando foi abordado através do modelo biopsicossocial, presume-se que as variantes psicológicas surgem de predisposições genéticas, estados psicológicos, dinâmicas psicológicas internas e circunstâncias culturais sociais
Ligado ao estress
Disfuncional
Hospital, Cathy Frank, M.D., Director, Outpatient Behavioral Health Services, Henry Ford. "How Is 'Normal' Anxiety Different From An 'Anxiety Disorder'?" ABC News. ABC News Network, 21 Nov. 2008. Web. 09 Apr. 2013.
"Psychology." Research Gate. N.p., n.d. Web. 9 Apr. 2013. <www.researchgate.net/publication/7591498_Temperament_and_anxiety_disorders/file/79e4150a3fdd457ed3.pdf>.
"Psychology." Encrypted. N.p., n.d. Web. 9 Apr. 2013. <https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQN3_O761s6_Lxay-jkHB8E7YiHjZ4HnjYkHPpmIJHTpTHLwqzS>.
"Distressed." Google. N.p., n.d. Web. 9 Apr. 2013. <https://www.google.com/search?um=1&hl=en&safe=active&biw=1024&bih=662&tbm=isch&sa=1&q=stressed+out&oq=stressed+out&gs_l=img.3..0l10.81952.82790.0.82959.4.3.0.1.1.0.97.219.3.3.0...0.0...1c.1.8.img.aPHKuvAPAnI#imgrc=UIjuAn956Bwo7M%3A%3Bw-1J7vfSpcnZGM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.transformleaders.tv%252Fwp-content%252Fuploads%252F2010%252F10%252Fstressed-out-woman.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.transformleaders.tv%252Fstressed-out-stop-stress-in-it%2525E2%252580%252599s-tracks%252F%3B480%3B320>.
"Chairs." Google. N.p., n.d. Web. 9 Apr. 2013. <https://www.google.com/search?um=1&hl=en&safe=active&biw=1024&bih=662&tbm=isch&sa=1&q=dysfunctional+chair&oq=dysfunctional+chair&gs_l=img.3...47911.51958.0.52169.23.14.1.8.9.0.102.832.13j1.14.0...0.0...1c.1.8.img.Sl3ZqILD3XQ#imgrc=oDofri4aiFIY3M%3A%3BsSsL1RSOpW4KHM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.yankodesign.com%252Fimages%252Fdesign_news%252F2009%252F03%252F18%252Fdysfunctional-chair_11.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.yankodesign.com%252F2009%252F03%252F19%252Fdare-you-shake-tilt-or-fart-on-my-chairs%252F%3B468%3B360>.
Identificando as principais Funções Psicológicas
Função diagnóstica:
analisar as causas e a dinâmica das alterações psíquicas do paciente, identificando os quadros reativos ou patológicos.

Orientador de foco:
seleção dos focos a serem trabalhados junto ao paciente através de uma abordagem breve.

Fornecimento de dados sobre a estrutura psicodinâmica da personalidade:
levantar hipótese prognóstica da relação do indivíduo com o seu processo de adoecer e de tratamento (tendências biófilas ou necrófilas).

Instrumento de avaliação continuada:
observações evolutivas da relação do paciente com sua doença e tratamento, mediante intercorrências internas e externas, que levam a pessoa resignificar sua doença.


História da pessoa:
a coleta de dados sobre o paciente possibilita a compreensão dos conteúdos latentes e manifestos das queixas do paciente.

Função terapêutica:
possibilita o paciente a verbalização, manifestação e reflexão sobre seu processo de vida.



Estado Emocional Geral do Paciente
- Indentificação;
- Auto-conceito, ansiedade
e depressão;
- Informação sobre a doença e tratamento
Estado Emocional Geral do Paciente
Relação com a doença;
Defesas predominantes;

Ruptura psicótica;

Estrutura emocional básica.

Exemplo: paciente apresenta uma estrutura emocional equilibrada, porém manifesta uma ansiedade reacional moderada, desencadeando sintomas psicossomáticos, como insônia e falta de apetite. Encontra-se aparentemente motivado com o tratamento e idealiza uma possível cura para sua patologia.

Sequelas emocionais do paciente
Acompanhamento psicológico: primeira experiência de contato com um centro de saúde especializado e com a equipe multiprofissional, relata uma impressão positiva da assistência.

Tratamento anterior

Separações e abandono

Perdas e óbito e

Temperamento Emocional
Aspectos Psicodinâmicos do Adoecer
Negação: mecanismo de defesa associado ao medo, permitindo um mínimo de contato com a realidade da doença e com o tratamento. Necessária quando permite um tempo para a assimilação do diagnóstico, mas perigosa quando há uma recusa aos cuidados.

Barganha: paciente busca uma saída para seu sofrimento através da negociação, que na maioria das vezes é uma promessa religiosa.

Revolta: reação persecutória, onde o paciente atribui ao exterior a causa de seus sofrimentos, há uma manifestação da pulsão agressiva como a raiva, inconformismo e ressentimentos.
Depressão elaborativa: observa-se no paciente uma introspecção e angustia existencial, relacionadas com os questionamentos frente ao adoecer e a vida, sobretudo não há perca de interesse pelo mundo.

Desvinculação/Isolamento: perca de interesse pelas relações estabelecidas com amigos, familiares e o trabalho, os afetos estão reprimidos, o que pode levar a uma depressão involutiva.
Aceitação: compreensão real dos limites e possibilidades impostas pela doença, levando à participação no tratamento, através de questionamentos e busca de informação.

Ganho Secundário: conjunto de benefícios conscientes ou inconscientes, que passam a gerir a vida do paciente como forma de compensar o estar doente.

Conscientes: compensação social da doença (status de doente)

Inconsciente: a doença evita o contato com experiências de alta exigência.
Compreender como se instalou a doença na vida do paciente do ponto de vista somático, psíquico e relacional.

Como era o paciente antes de adoecer
Como foi descoberto o diagnóstico
Se houve algum fato marcante na vida da família ou do paciente antes ou depois do aparecimento da doença.
Se houve mudança no comportamento do paciente ou na dinâmica familiar após o aparecimento da doença.


Coleta de dados do desenvolvimento psicológico do paciente referente à infância e a adolescência, e dos vínculos estabelecidos durante a vida adulta.

Dados sobre o contexto cultural dos grupos que esteve inserido no decorrer da vida, como: empregos, amigos e participação na comunidade.

História do paciente com sua doença
Dados Psicossociais
Ao longo da construção do processo de avaliação e acompanhamento do paciente nas instituições de saúde, o elemento crucial não é o teste, roteiro de entrevista e a linha teórica, mas sim a sensibilidade clínica. Para desenvolvê-la, o psicólogo deve estar consciente do que acontece, explícita ou implicitamente durante todo o processo diagnóstico.


Identificação da demanda atendida pelo serviço de psicologia;

Auto-avaliação do serviço de psicologia e uma devolutiva à instituição, acerca dos atendimentos oferecidos;

Gerenciamento de dados e elaboração de estatísticas quanto aos procedimentos e demandas.

IMPORTANTE: informações sigilosas, que eventualmente os pacientes possam vir a relatar, não são registradas nos prontuários, de modo a respeitar o sigilo e manter uma postura ética às demandas do paciente.

Benefícios dos protocolos de avaliação e acompanhamento.

Dados de identificação;
Motivo do encaminhamento;
História de vida e clínica sucintas;
Recursos utilizados no processo diagnóstico (testes, desenhos,..)
Parecer psicológico, incluindo os aspectos saudáveis;
Prognóstico (condições emocionais, cognitivas e sociais)
Encaminhamento.


Sequência dos dados no registro do prontuário:

Etapa 2 – Avaliação Psicológica Hospitalar: caracteriza-se por uma ampliação e maior especificação da etapa de triagem, de acordo com os aspectos cognitivos e afetivos apresentados pelo paciente. (Dias & Radomile, 2007).

Delimitar os focos relacionados com e para o evoluir da doença e dos procedimentos a ela vinculados. (Romano, 2008).

Adaptar os recursos e instrumentos conforme as necessidades e capacidades de cada paciente. (Romano, 2008).




Etapas da avaliação psicológica

A entrevista clínica utilizada no contexto hospitalar, permite ao psicólogo a obtenção e a compreensão de informações que auxiliarão na intervenção terapêutica ou no encaminhamento:

Entrevista de enfoque psicanalista: não diretiva, envolvendo transferência e contratransferência, e a ênfase dada para a relação psicólogo-paciente é mais baseada no afeto do que no conhecimento.
Entrevista com enfoque nas relações interpessoais: diretiva, o entrevistador participa de forma ativa, através de uma relação mais cognitiva com paciente, permitindo a este uma compreensão de suas relações interpessoais.
Entrevista centrada no cliente: semidirigida, visando mais a pessoa do que os problemas apresentados; a direção da entrevista é tarefa do cliente baseada na sua realidade e na relação de afeto com o psicólogo.

Romano, 2008

A entrevista psicológica clínica no hospital.

Parte I
Introdução: descrever as potencialidades da doença em desencadear sofrimento psíquico e a importância do trabalho do psicólogo nesta unidade.
Parte II
Descrição da unidade: perfil dos pacientes, equipe multidisciplinar, rotina dos atendimentos
Descrição do trabalho do psicólogo: atendimento individual, grupo, acompanhamento familiar ou da equipe de saúde.
Parte III
Construção do questionário de avaliação psicológica específico para o contexto da instituição de saúde.



Trabalho em Grupo:

Pacientes cuja família mostrou-se mais presentes durante o processo de hospitalização tenderam a avaliar a equipe de saúde mais positivamente, bem como apresentaram menor alteração cognitiva. (Dias & Radomile, 2007)

No que tange à integridade do afeto/humor do paciente, este apresentou correlação positiva significativa, mediante relacionamento interpessoal positivo com a equipe. (Dias & Radomile, 2007)


Protocolos de atendimento: avaliações sobre a hospitalização do paciente.

Em pesquisa realizada com pacientes internados em hospital geral de uma cidade do interior de São Paulo, verificou-se os seguintes motivos de solicitação de atendimento psicológico:

Ansiedade
Depressão
Nervosismo
Tristeza
Paciente poliqueixoso
Outros: problemas de relacionamento com a equipe, choro, paciente pouco falante, ausência de acompanhante e desejo de ir embora.

(Dias & Radomile, 2007)

Protocolos de atendimento: avaliações sobre a hospitalização do paciente.

Dias & Radomile, 2007.

Delimitar procedimentos de atendimento (avaliação e acompanhamento) e suas contribuições no contexto das instituições de saúde;

Instrumentalizar o profissional na sua área de atuação, independente de sua orientação teórica;

Contribuir para uma melhor inserção da psicologia nas instituições de saúde.






Importância do Protocolo de Atendimento.

Antonia, 4 anos, foi encaminhada para o serviço de Psicologia devido suspeita de abuso sexual, mediante manifestação de condiloma, DST transmitida pelo vírus HPV. Segundo informação da mãe, foi relatado por Antonia, quando tinha 3 anos de idade, que haviam “mexido” no seu “bumbum”, foi questionada nesta ocasião, mas logo em seguida diz ter sido mentira, então não houve mais averiguações sobre o assunto. Durante o atendimento Antonia não apresentou sinais de sofrimento psíquico nem resistência ao atendimento individual com a psicóloga, demonstrando afetividade e solícita quando questionada, observou-se amorosidade na relação entre a criança e mãe, bem como desta com seus familiares. A genitora foi orientada sobre a importância de estar atenta ao comportamento da criança e suas relações intrafamiliar e na escola, bem como sobre a necessidade de informar ao Conselho Tutelar sobre a suspeita de abuso, encaminhada para orientações junto ao Serviço Social.

Registro em prontuário de uma entrevista de aconselhamento/orientação

Etapa 4 – Comunicação dos resultados da avaliação:
Devolução das dificuldades e de perspectiva de soluções para o paciente e família;
Devolução ao profissional que fez a solicitação;
Deve ser o menos traumática possível, ressaltando os aspectos patológicos e sadios;
Encaminhamento caso necessário.

Etapas da avaliação psicológica

Etapa 3 – Acompanhamento Psicológico Hospitalar: após avaliação e sendo identificada a necessidade de acompanhamento, o paciente recebe atenção sistemática e focal, caracterizado por visitas regulares do psicólogo. (Dias & Radomile, 2007)


Romano (2008), salienta a importância do registro no prontuário, não só dos aspectos patológicos como também os aspectos sadios e os potenciais adaptativos do paciente.


O acompanhamento pode ser individualizado ou em grupos que atendam às necessidades dos pacientes, bem como ao espaço físico e a rotina dos atendimentos da unidade hospitalar.


Etapas da avaliação psicológica

Etapa 1 – Triagem Psicológica Hospitalar: caracteriza-se pela visita a todos os leitos, para realizar uma breve avaliação e a triagem de pacientes com alterações de comportamento ou ajustamento. (Dias & Radomile, 2007 ).

Romano (2008), descreve aspectos fundamentais na primeira etapa da entrevista, são estes:
Identificar de onde surgiu a solicitação e o objetivo do encaminhamento
Se o paciente apropria-se da queixa como sendo sua, podendo ou não apresentar resistência;
Buscar informações com a equipe multiprofissional;
O começo do contato deve ser livre, não diretivo, no sentido de possibilitar a redução da ansiedade.




Etapas da avaliação psicológica

Diagnóstica: coleta-se dados para realizar uma indicação terapêutica adequada para o caso.

Terapêutica: utiliza-se a interpretação com a finalidade de intervir em dificuldades apresentadas pelo paciente ao mesmo tempo em que se apreende as informações sobre o paciente.

Aconselhamento/ Informativa: colhem-se dados básicos sobre o paciente para que o psicólogo possa fornecer orientações.

Objetivos da entrevista psicológica clínica:

A entrevista clínica utilizada no contexto hospitalar, permite ao psicólogo a obtenção e a compreensão de informações que auxiliarão na intervenção terapêutica ou no encaminhamento:

Entrevista de enfoque psicanalista: não diretiva, envolvendo transferência e contratransferência, e a ênfase dada para a relação psicólogo-paciente é mais baseada no afeto do que no conhecimento.
Entrevista com enfoque nas relações interpessoais: diretiva, o entrevistador participa de forma ativa, através de uma relação mais cognitiva com paciente, permitindo a este uma compreensão de suas relações interpessoais.
Entrevista centrada no cliente: semidirigida, visando mais a pessoa do que os problemas apresentados; a direção da entrevista é tarefa do cliente baseada na sua realidade e na relação de afeto com o psicólogo.

Romano, 2008

A entrevista psicológica clínica no hospital
Diagnóstica: coleta-se dados para realizar uma indicação terapêutica adequada para o caso.

Terapêutica: utiliza-se a interpretação com a finalidade de intervir em dificuldades apresentadas pelo paciente ao mesmo tempo em que se apreende as informações sobre o paciente.

Aconselhamento/ Informativa: colhem-se dados básicos sobre o paciente para que o psicólogo possa fornecer orientações.

Objetivos da entrevista psicológica clínica
Etapa 1 – Triagem Psicológica Hospitalar: caracteriza-se pela visita a todos os leitos, para realizar uma breve avaliação e a triagem de pacientes com alterações de comportamento ou ajustamento.
(Dias & Radomile, 2007 ).

Romano (2008), descreve aspectos fundamentais na primeira etapa da entrevista, são estes:
Identificar de onde surgiu a solicitação e o objetivo do encaminhamento
Se o paciente apropria-se da queixa como sendo sua, podendo ou não apresentar resistência;
Buscar informações com a equipe multiprofissional;
O começo do contato deve ser livre, não diretivo, no sentido de possibilitar a redução da ansiedade.
Etapas da avaliação psicológica
Etapa 2 – Avaliação Psicológica Hospitalar: caracteriza-se por uma ampliação e maior especificação da etapa de triagem, de acordo com os aspectos cognitivos e afetivos apresentados pelo paciente. (Dias & Radomile, 2007).

Delimitar os focos relacionados com e para o evoluir da doença e dos procedimentos a ela vinculados. (Romano, 2008).

Adaptar os recursos e instrumentos conforme as necessidades e capacidades de cada paciente. (Romano, 2008)
Etapas da avaliação psicológica
Etapa 3 – Acompanhamento Psicológico Hospitalar: após avaliação e sendo identificada a necessidade de acompanhamento, o paciente recebe atenção sistemática e focal, caracterizado por visitas regulares do psicólogo. (Dias & Radomile, 2007)


Romano (2008), salienta a importância do registro no prontuário, não só dos aspectos patológicos como também os aspectos sadios e os potenciais adaptativos do paciente.


O acompanhamento pode ser individualizado ou em grupos que atendam às necessidades dos pacientes, bem como ao espaço físico e a rotina dos atendimentos da unidade hospitalar.
Etapas da avaliação psicológica
Etapa 4 – Comunicação dos resultados da avaliação:

Devolução das dificuldades e de perspectiva de soluções para o paciente e família;
Devolução ao profissional que fez a solicitação;
Deve ser o menos traumática possível, ressaltando os aspectos patológicos e sadios;
Encaminhamento caso necessário.

Etapas da avaliação psicológica
Etapa 2 – Avaliação Psicológica Hospitalar: caracteriza-se por uma ampliação e maior especificação da etapa de triagem, de acordo com os aspectos cognitivos e afetivos apresentados pelo paciente. (Dias & Radomile, 2007).

Delimitar os focos relacionados com e para o evoluir da doença e dos procedimentos a ela vinculados. (Romano, 2008).

Adaptar os recursos e instrumentos conforme as necessidades e capacidades de cada paciente. (Romano, 2008).

Etapas da Avaliação
Parte I
Introdução: descrever as potencialidades da doença em desencadear sofrimento psíquico e a importância do trabalho do psicólogo nesta unidade.
Parte II
Descrição da unidade: perfil dos pacientes, equipe multidisciplinar, rotina dos atendimentos
Descrição do trabalho do psicólogo: atendimento individual, grupo, acompanhamento familiar ou da equipe de saúde.
Parte III
Construção do questionário de avaliação psicológica específico para o contexto da instituição de saúde.

Atividade
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