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#MundoEduAoVivo | Literatura: método de resolução de questões | 2016/07/07

Junte-se aos #GuerreirosDoENEM! Prepare-se para a prova com os melhores professores e videoaulas divertidas! Acesse: www.mundoedu.com.br
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MundoEdu ENEM

on 6 July 2016

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Transcript of #MundoEduAoVivo | Literatura: método de resolução de questões | 2016/07/07

#Pergunte?
pergunte.mundoedu.com.br
Ao descrever o Ateneu e as atitudes de seu diretor, o narrador revela um olhar sobre a inserção social do colégio demarcado pela

(A) ideologia mercantil da educação, repercutida nas vaidades pessoais.
(B)  interferência afetiva das famílias, determinantes no processo educacional.
(C)  produção pioneira de material didático, responsável pela facilitação do ensino.
(D)  ampliação do acesso à educação, com a negociação dos custos escolares.
(E)  cumplicidade entre educadores e famílias, unidos pelo interesse comum do avanço social.
com prof. Dani Bressan
LITERATURA
método de resolução de questões
Lembre-se: você encontrará, pelo menos, 3 questões que exijam interpretação de poemas.

Leia a fonte (está no final do texto);

Imediatamente faça a associação com o nome do autor e o período literário no qual ele está inserido. Lembre-se das características de cada período (estética literária é a mesma coisa);

Observe o enunciado. O que pede? 
Sublinhe!
Cuidado com os indícios que se apresentam no texto como: metáforas, relações, comparações;

Tenha certeza do assunto tratado no texto.
Pergunte a si mesmo: qual o tema do texto?

Vá para as alternativas tendo em mente o enunciado;
Descarte as alternativas absurdas. Geralmente são duas.

Você pode ficar em dúvida entre duas alternativas. Escolha a mais correta.

Assinale imediatamente a resposta correta;

Vá para a próxima questão.
LEMBRE-SE DOS PERÍODOS LITERÁRIOS
E DAS PRINCIPAIS OBRAS.

PELO MENOS UMA QUESTÃO SERÁ EXIGIDA.
Um dia, meu pai tomou-me pela mão, minha mãe beijou-me a testa, molhando-me de lágrimas os cabelos e eu parti.
Duas vezes fora visitar o Ateneu antes da minha instalação.
Ateneu era o grande colégio da época. Afamado por um sistema de nutrido reclame, mantido por um diretor que de tempos a tempos reformava o estabelecimento, pintando-o jeitosamente de novidade, como os negociantes que liquidam para recomeçar com artigos de última remessa; o Ateneu desde muito tinha consolidado crédito na preferência dos pais, sem levar em conta a simpatia da meninada, a cercar de aclamações o bombo vistoso dos anúncios.
O Dr. Aristarco Argolo de Ramos, da conhecida família do Visconde de Ramos, do Norte, enchia o império com o seu renome de pedagogo. Eram boletins de propaganda pelas províncias, conferências em diversos pontos da cidade, a pedidos, à substância, atochando a imprensa dos lugarejos, caixões, sobretudo, de livros elementares, fabricados às pressas com o ofegante e esbaforido concurso de professores prudentemente anônimos, caixões e mais caixões de volumes cartonados em Leipzig, inundando as escolas públicas de toda a parte com a sua invasão de capas azuis, róseas, amarelas, em que o nome de Aristarco, inteiro e sonoro, oferecia-se ao pasmo venerador dos esfaimados de alfabeto dos confins da pátria.  Os  lugares que  não procuravam  eram um belo dia surpreendidos pela enchente, gratuita, espontânea, irresistível! E não havia senão aceitar a farinha daquela marca para o pão do espírito. (POMPÉIA, R. O Ateneu. São Paulo: Scipione, 2005.)
Ao descrever o Ateneu e as atitudes de seu diretor, o narrador revela um olhar sobre a inserção social do colégio demarcado pela

(A) ideologia mercantil da educação, repercutida nas vaidades pessoais.
(B)  interferência afetiva das famílias, determinantes no processo educacional.
(C)  produção pioneira de material didático, responsável pela facilitação do ensino.
(D)  ampliação do acesso à educação, com a negociação dos custos escolares.
(E)  cumplicidade entre educadores e famílias, unidos pelo interesse comum do avanço social.
Casa dos Contos

& em cada conto te cont
o & em cada enquanto me enca
nto & em cada arco te a
barco & em cada porta m
e perco & em cada lanço t
e alcanço & em cada escad
a me escapo & em cada pe
dra te prendo & em cada g
rade me escravo & em ca
da sótão te sonho & em cada
esconso me affonso & em
cada claúdio te canto & e
m cada fosso me enforco &

(ÁVILA, A. Discurso da difamação
do poeta. São Paulo: Summus, 1978.)

O contexto histórico e literário do período barroco- árcade fundamenta o poema Casa dos Contos, de 1975. A restauração de elementos daquele contexto por uma poética contemporânea revela que

a) a disposição visual do poema reflete sua dimensão plástica, que prevalece sobre a observação da realidade social.

b) a reflexão do eu lírico privilegia a memória e resgata, em fragmentos, fatos e personalidades da Inconfidência Mineira.

c) a palavra “esconso” (escondido) demonstra o desencanto do poeta com a utopia e sua opção por uma linguagem erudita.

d) o eu lírico pretende revitalizar os contrastes barrocos, gerando uma continuidade de procedimentos estéticos e literários.

e) o eu lírico recria, em seu momento histórico, numa linguagem de ruptura, o ambiente de opressão vivido pelos inconfidentes.
O contexto histórico e literário do período barroco- árcade fundamenta o poema Casa dos Contos, de 1975. A restauração de elementos daquele contexto por uma poética contemporânea revela que

a) a disposição visual do poema reflete sua dimensão plástica, que prevalece sobre a observação da realidade social.

b) a reflexão do eu lírico privilegia a memória e resgata, em fragmentos, fatos e personalidades da Inconfidência Mineira.

c) a palavra “esconso” (escondido) demonstra o desencanto do poeta com a utopia e sua opção por uma linguagem erudita.

d) o eu lírico pretende revitalizar os contrastes barrocos, gerando uma continuidade de procedimentos estéticos e literários.

e) o eu lírico recria, em seu momento histórico, numa linguagem de ruptura, o ambiente de opressão vivido pelos inconfidentes.
A pátria

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum pais como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,

É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!

Vê que grande extensão de matas, onde impera,
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha…

Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!
Criança! não verás pais nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!

(BILAC, O. Poesias infantis .
Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1929.)
Publicado em 1904, o poema A pátria harmoniza-se com um projeto ideológico em construção na Primeira República. O discurso poético de Olavo Bilac ecoa esse projeto, na medida em que

a) a paisagem natural ganha contornos surreais, como o projeto brasileiro de grandeza.

b) a prosperidade individual, como a exuberância da terra, independe de políticas de governo.

c) os valores afetivos atribuídos à família devem ser aplicados também aos ícones nacionais.

d) a capacidade produtiva da terra garante ao país a riqueza que se verifica naquele momento.

e) a valorização do trabalhador passa a integrar o conceito de bem-estar social experimentado.
Publicado em 1904, o poema A pátria harmoniza-se com um projeto ideológico em construção na Primeira República. O discurso poético de Olavo Bilac ecoa esse projeto, na medida em que

a) a paisagem natural ganha contornos surreais, como o projeto brasileiro de grandeza.

b) a prosperidade individual, como a exuberância da terra, independe de políticas de governo.

c) os valores afetivos atribuídos à família devem ser aplicados também aos ícones nacionais.

d) a capacidade produtiva da terra garante ao país a riqueza que se verifica naquele momento.

e) a valorização do trabalhador passa a integrar o conceito de bem-estar social experimentado.
da sua memória
mil
e
mui
tos
out
ros
ros
tos
sol
tos
pou
coa
pou
coa
pag
amo
meu

(ANTUNES, A. 2 ou + corpos no mesmo espaço.
São Paulo: Perspectiva, 1998.)
Trabalhando com recursos formais inspirados no Concretismo, o poema atinge uma expressividade que se caracteriza pela

a) interrupção da fluência verbal, para testar os limites da lógica racional.

b) reestruturação formal da palavra. para provocar o estranhamento no leitor.

c) dispersão das unidades verbais, para questionar o sentido das lembranças.

d) fragmentação da palavra, para representar o estreitamento das lembranças.

e) renovação das formas tradicionais, para propor uma nova vanguarda poética.
Trabalhando com recursos formais inspirados no Concretismo, o poema atinge uma expressividade que se caracteriza pela

a) interrupção da fluência verbal, para testar os limites da lógica racional.

b) reestruturação formal da palavra. para provocar o estranhamento no leitor.

c) dispersão das unidades verbais, para questionar o sentido das lembranças.

d) fragmentação da palavra, para representar o estreitamento das lembranças.

e) renovação das formas tradicionais, para propor uma nova vanguarda poética.
Cântico VI

Tu tens um medo de
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.

MEIRELES. C. Antologia poética,
Rio de Janeiro: Record. 1963 (fragmento).
A poesia de Cecília Meireles revela concepções sobre o homem em seu aspecto existencial. Em Cântico VI, o eu lírico exorta seu interlocutor a perceber, como inerente à condição humana,

a) a sublimação espiritual graças ao poder
de se emocionar.

b) o desalento irremediável em face
do cotidiano repetitivo.

c) o questionamento cético sobre
o rumo das atitudes humanas.

d) a vontade inconsciente de perpetuar-se
em estado adolescente.

e) um receio ancestral de confrontar
a imprevisibilidade das coisas.
A poesia de Cecília Meireles revela concepções sobre o homem em seu aspecto existencial. Em Cântico VI, o eu lírico exorta seu interlocutor a perceber, como inerente à condição humana,

a) a sublimação espiritual graças ao poder
de se emocionar.

b) o desalento irremediável em face
do cotidiano repetitivo.

c) o questionamento cético sobre
o rumo das atitudes humanas.

d) a vontade inconsciente de perpetuar-se
em estado adolescente.

e) um receio ancestral de confrontar
a imprevisibilidade das coisas.
À garrafa

Contigo adquiro a astúcia
de conter e de conter-me.
Teu estreito gargalo
é uma lição de angústia.
Por translúcida pões
o dentro fora e o fora dentro
para que a forma se cumpra
e o espaço ressoe.
Até que, farta da constante
prisão da forma, saltes
da mão para o chão
e te estilhaces, suicida.
numa explosão
de diamantes.

(PAES. J. P. Prosas seguidas do odes mínimos.
São Paulo: Cia. das Letras, 1992.)
A reflexão acerca do fazer poético é um dos mais marcantes atributos da produção literária contemporânea,
que, no poema de José Paulo Paes, se expressa por um(a)

a) reconhecimento, pelo eu lírico, de suas limitações no processo criativo, manifesto na expressão “Por translúcida pões”.

b) subserviência aos princípios do rigor formal e dos cuidados com a precisão metafórica, como se observa
em “prisão da forma”.

c) visão progressivamente pessimista, em face da impossibilidade da criação poética, conforme expressa o verso “e te estilhaces, suicida”.

d) processo de contenção, amadurecimento e transformação da palavra, representado pelos versos “numa explosão / de diamantes”.

e) necessidade premente de libertação da prisão representa da pela poesia, simbolicamente comparada à “garrafa” a ser “estilhaçada”.
A reflexão acerca do fazer poético é um dos mais marcantes atributos da produção literária contemporânea,
que, no poema de José Paulo Paes, se expressa por um(a)

a) reconhecimento, pelo eu lírico, de suas limitações no processo criativo, manifesto na expressão “Por translúcida pões”.

b) subserviência aos princípios do rigor formal e dos cuidados com a precisão metafórica, como se observa
em “prisão da forma”.

c) visão progressivamente pessimista, em face da impossibilidade da criação poética, conforme expressa o verso “e te estilhaces, suicida”.

d) processo de contenção, amadurecimento e transformação da palavra, representado pelos versos “numa explosão / de diamantes”.

e) necessidade premente de libertação da prisão representa da pela poesia, simbolicamente comparada à “garrafa” a ser “estilhaçada”.
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