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Exposés, Walter Benjamin

Antropologia do Lugar, PPGAS/UFG 2012
by

Rodrigo Azócar

on 15 October 2012

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Transcript of Exposés, Walter Benjamin

PARIS Walter Benedix Schönflies Benjamin (1892 -1940) foi um ensaísta, crítico literário, tradutor, filósofo e sociólogo judeu alemão
Associado à Escola de Frankfurt e à Teoria Crítica, foi fortemente inspirado tanto por autores marxistas, como Lukács e Brecht, como pelo místico judaico Gershom Scholem. Conhecedor profundo da língua e cultura francesas, traduziu para o alemão importantes obras como Quadros Parisienses de Charles Baudelaire e Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. Passagens
"Exposés"

Walter Benjamin “Exposé de 1935” + “Exposé de 1939”
“Paris, a capital do século XIX”
Foi escrita em 1935, e en 1939 revisada e reeditada (Introdução e Conclusão)
Representa uma tradição do “exposé” em língua alemã de 1935.
A edição de 1939 são especialmente esclarecedoras para o desenvolvimento das reflexões teóricas de Benjamin nos quatro anos que se situam entre as versões de dois “Exposés”. Introdução
Segundo Schopenhauer, para aprender a essência da história basta comparar Heródoto e o jornal da manhã, situação fala da sensação de vertigem característica da concepção que no século XIX se fazia da história. Considera o curso so mundo como uma série ilimitada de fatos congelados em forma de coisas. Busca mostrar como as formas de vida nova e as novas criações de base económica e técnica, que debemos aoséculo XIX, entram no universo de uma fantasmagoría. 1. Fourier ou as passagens

-A primera condição para aparecimento dos passagens de Paris (15 após 1822) foi desenvolvimento do comercio textil.
-“Magassins de nouveauté” são primeiros establecimentos a manter grandes estoques de mercadorías.
-Balzac = “O grande poema das vitrines canta suas estrofes coloridas da Madeleine a Porte Saint-Denis”.
-As passagens são o centro das mercadorias de luxo e para expô-las, a arte põe-se a serviço do comerciante. São galerías cobertas de vidrio e com paredes revestdas de mármore, que atravessam quarteirões inteiros e são cenário da primeira iluminação a gás.
-A segunda condição para aparecimento dos passagens de Paris, foi pelas construções de ferro.
-Contribuição para renovar a arquitetura no espíritu de Grécia antiga.
-Não reconheceram a natureza funcional do ferro os arquitetos dessa época.
-“A construção desempenha o papel do subconsciente” (SigfriedGiedion)
- Na consciência coletiva existen as imágenes que são desejo e nelas o coletivo procura tanto superar quanto transfigurar as imperfeições do produto social, bem como as deficiencias da orden social de produção.
-Nestas imagens de desejo vem á tona a vontade expressa de distanciar-se daquilo que se tornou antiquado.
-No sonho, em que diante dos olhos de cada época surge em imagens a época seguinte , esta aparece associada a elementos da história primeva, o seja, de uma sociedade sem clases. As experiências desta sociedade, que têms eu depósito no inconsciente do coletivo, geram, em interação com o novo, a utopia que deixou se rastro em mil configurações da vida, das construções duradouras até as modas pasageiras. 2. Daguerre ou os panoramas
Assim como a arquitetur acomença a emancipar-se da arte com a construção de ferro, assim a pintura por sua vez o fez com os panoramas, que coincide com o surgimento das passagens. Procuravase-se reproduzir nas paisagem as mudanças da luz do dia, o nascer da lua, ou murmurar das cascatas. Ao tentar reproduzir nanatureza representada as transformações de maneira engañosamente similar, os panoramas abren o camino para além da fotografía, ao cinema mudo e ao cinema sonoro.Contemporânea, existe uma literatura panorámica. Os panoramas das artes, são expressão de um novo sentimento de vida, onde o habitante da cidade tenta inserir o campo na cidade. 3. Grandvilleou as exposições universais

As exposições universais são lugares de peregrinaçãoao fetiche de mercadoria, foram precedidas por exposições nacionais da ind ústria, a primera das quais se realiza em 1798, no Campo de Marte.
Nasce do desejo de “divertir as clases trabalhadoras, tornando-se para elas uma festa de emancipação” (Engländer, 1864).
As exposições universais idealizam o valor de troca das mercadorias, criam um quadro no qualseu valor de uso passa para o segundo plano.A entronização da mercadoria e o brulho da distração que a cerca é o tema secreto da arte de Grandville. (Argucias Teológicas, segundo Marx)A moda prescreve o ritual segundo o qual o fetiche mercadoriadeseja ser adorado. GrandeVille estende a autoridade da moda aos objetos de uso diario, tanto quanto ao cosmos. 4. Luís Filipe ou o interieurO homem privado, o espaço em que vive se opõe pela primera vez ao local de trabalho. O primeiro constitui-se com o interieur (individualismo).Com Van de Velde, a casa aparece como expressão da personalidade.
5. Baudelaire ou as ruas de París.Com Baudelaire, París se torno objeto da poesía lírica, olhar alegórico que lança sobre a cidade.O que é único na poesía de Baudelaire é o fato de que as imagens da mulher e da norte se interpretamcom uma terceria imagen, a de París. (Substrato social, moderno, “idílio fúnebre” da cidade) 6. Haussmann ou as barricadas.
As atividades de Haussmann incorpora-se ao imperialismo napoleónico que facvorece o capitalismo financiero. Ele tinha ódio contra população instável das grandes cidades, que aumenta constamente debido a seus empreendimentos (moraban nos suburbios da cidade).A verdadeira finalidade dos trabalhos de Haussmann era proteger-se contra a eventualidade de uma guerra civil (tornar impossível a construção de barricadas nasruas de Paris). Os contemporáneos batizaram seu empreendimento de “embelezamento estratégico”Foi uma tendencia (Século XIX) de enobrecer as necesidades técnicas com pseudo finalidades artísticas. Conclusão
Auguste Blanqui em 1872 escreve “Eternité par les Astres”, preso no forte do Taureau. Esse libro completa a constelação das fantasmagorías do século com uma última fantasmagoría, de carácter cósmico, que compreende a crítica acerba a todas as outras.
O século não soube responder às novas virtualidades técnicas com uma nova orden social. É por isso que a ultima palabra coube às mediações engañosas do antigo e do novo, que estão no coração de suas fantasmagorías. O mundo dominado por esas fantasmagorías é a modernidade.
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