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Eletrocardiograma

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Transcript of Eletrocardiograma

62
ECG
bpm
Obrigada!!
Alterações de Ritmo
Caso clínico - José Carlos Toso
66 anos

Diagnóstico clínico: IAM, RM e HAS.

Queixa principal: desconforto no peito durante os esforços e durante a relação sexual.

HMA: Há 5 anos sentiu dor forte no peito enquanto caminhava e tomava banho. O dia em que sentiu uma dor mais intensa, foi ao serviço de pronto-atendimento e sua PA estava 240x180mmHg. Após 4 anos , sentiu dores no peito novamente e realizou angioplastias sucessivas, colocação de 5 stents e de um balão.

Apresenta extra-sístoles!!

Comorbidades: DM e tabagista por 45 anos.
Principais alterações no ECG
"Estudo de caso sobre alterações do ritmo cardíaco - Discussão geral sobre as principais alterações do ritmo cardíaco e apresentação de traçados de ECG."
Eletrocardiograma
Amanda M. de Oliveira
Estágio em Fisioterapia Cardiovascular
ECG: registro da sequência de ativação elétrica do coração!
Nó Sinusal
Nó Atrio-Ventricular
Fibras de His-Purkinje
Impulsos gerados pelo marcapasso dominante (NSA) caminham pelo coração por vias de condução preferencial, permitindo uma rápida ativação elétrica de todo o miocárdio.

Sequência de ativação do coração:

1. ATIVAÇÃO ATRIAL: onda P do ECG.

2. ATIVAÇÃO VENTRICULAR: complexo QRS do ECG.
Derivações
São diferentes pontos de vista...
Derivação unipolar:
eletrodo explorador faz o registro da atividade elétrica cardíaca (V1 a V6 e aVR,aVL,aVF).
-> aVR, aVL e aVF: derivações unipolares aumentadas dos membros.

Derivação bipolar:
registro se faz através de 2 eletrodos situados à mesma distância do coração (DI, DII e DIII).
Análise do ECG - Critérios de normalidade
Ritmo: sinusal (onda P arredondada e monofásica)
Frequência: 60bpm a 100bpm
Onda P: até 2,5mm, arredondada e monofásica, 0,10s.
Intervalo PR: do início da onda P até o início do complexo QRS (0,12 a 0,20s).
é o tempo que o impulso do NSA leva para atingir as fibras Purkinje
Complexo QRS:
Onda Q:

é a 1ª deflexão negativa do QRS - representa a ativação septal!
Onda R:

é a 1ª deflexão positiva do QRS - representa a ativação das paredes livres dos ventrículos.
Onda S:

é a 2ª deflexão negativa do QRS - representa a ativação das porções basais dos ventrículos.
Segmento ST:
começa no ponto J (término do QRS) e termina na porção ascendente da onda T. -> desníveis
Onda T:
assimétrica, polaridade variável
Intervalo QT:
do início do QRS até o final da onda T - representa o tempo de ativação e recuperação do miocárdio ventricular.
Onda U:
deflexão pequena após a onda T e segue sua polaridade - repolarização dos mm. papilares. Quando oposta à onda T, é sempre sinal de patologia!
Ritmo variável: ritmos irregulares em sequencia normal de ondas
Arritmia Sinusal
Ritmo irregular variável
Causada por DAC
Ondas P idênticas
Cronologia irregular dos ciclos
Marca-passo migratório
Ritmo variável e irregular
Alterações na forma da onda P (têm formas diferentes)
Atividade do marca-passo varia de foco para foco
Fibrilação auricular
Causada por múltiplos focos ectópicos nas aurículas
Sem ondas P verdadeiras
Deflexões auriculares ectópicas múltiplas
Apenas alguns impulsos atingem o Nó AV para iniciar um complexo QRS
Batimentos Suplementares
Extra-sístoles
São ondas que aparecem antes do tempo em que deveriam surgir;
As pausas se traduzem por uma linha de base sem deflexões;
São causadas por uma descarga prematura de vários focos ectópicos

Extra-sístoles ventriculares (ESV)
Originam-se de um foco ectópico no ventrículo

Ocorre muito precocemente no ciclo

É uma "contração" ventricular

Condução lenta/ QRS alargado

Após a ESV: pausa compensadora -> coração eletricamente silencioso

Têm deflexões maiores do que os complexos QRS normais
As ESV podem coincidir com um ou mais batimentos normais, causando Bigeminismo, Trigeminismo etc.
ESV podem significar que a
irrigação coronária é precária
!
Seis ESV por minuto: estado patológico!!!
Se a ESV cair sobre a onda T estará ocorrendo durante um período vulneável, o que poderá causar arritmias perigosas!!!
Ocorre quando a área de marcapasso do Nódulo SA "falha" subitamente e não envia os estímulos de comando. Após a pausa da Parada Sinusal, nova área de marcapasso assume o comando, mas não acompanha a frequência precedente.
Parada Sinusal
Taquicardia
Taquicardia Paroxística (Súbita)
Frequência cardíaca rápida, de início súbito que, em geral, nasce de marca-passo ectópico.

Variação de frequencia de 150 a 250.
Taquicardia Supraventricular
Origem acima dos ventrículos!
Taquicardia Ventricular Paroxística

Inicia-se em um foco ventricular ectópico;
Frequência ventricular de 150 a 250 ;
Não se observam ondas P distintas;
A instalação de Taquicardia Ventricular aparece como uma série ou salva de ESV

Fibrilação
Fibrilação Auricular
Flutter Ventricular
Produzido por um único foco ventricular ectópico que dispara com frequência de 200-300/min.
Pode se transformar em arritmias mortais!
Causada por muitos focos auriculares ectópicos disparando em frequências diferentes e produzindo ritmo auricular caótico, irregular;

Aparece como uma linha de base irregular sem ondas P; a resposta QRS não é regular e pode ser lenta ou rápida.
Fibrilação Ventricular
Produzida por estímulos de muitos focos ventriculares ectópicos causando uma contração caótica e irregular dos ventrículos!

"Movimento vermicular"

Não há bombeamento cardíaco efetivo

Traçado totalmente irregular

#ParadaCardíaca
Bloqueios Cardíacos
Bloqueios cardíacos podem ocorrer no Nódulo SA, Nódulo AV ou nos Ramos do Feixes de His!

São bloqueios elétricos que detêm a passagem de estímulos elétricos.

Bloqueios SA, AV, completo, de Ramo.
Bloqueio de Ramo Esquerdo
Retardamento do impulso do lado E;

QRS "alargado";

Não identificamos ondas Q;

O diagnótico de Infarto pode não ser exato!
E no bloqueio de ramo direito devemos examinar o ECG em busca de sinais de infarto...
Principais alterações no ECG
Salvas deTaquicardia Ventricular Paroxística podem significar DAC!
Objetivos do tratamento
Melhorar o condicionamento cardiovascular frente às atividades de intensidade moderada a alta; melhora do condicionamento muscular periférico.
Conduta
Exercícios resistidos com caneleiras, halteres e bastão para MMSS e MMII;
Protocolo intervalado incremental em BE:
- 3 min a 25W
- 5'/1': 35W/20W, 45W/20W, 55W/20W
Exercícios respiratórios associados à elevação de MMSS, visando o relaxamento e a normalização dos valores hemodinâmicos.
Pcte monitorizado!
ONDA P
CONTRAÇÃO AURICULAR
COMPLEXO QRS
CONTRAÇÃO VENTRICULAR
ONDA T
REPOLARIZAÇÃO
VENTRICULAR
CICLO CARDÍACO
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.
Sinais de Isquemia
Infarto agudo do miocárdio
sem
supra desnível do segmento ST: o diagnóstico é estabelecido pelos sintomas e pela evidência de necrose miocárdica (não ocorre necrose transmural).


Infarto agudo do miocárdio
com
supra desnível do segmento ST: é a limitação do fluxo sanguíneo de tal magnitude e duração que leva à necrose do músculo cardíaco.
É o supra desnível do segmento ST que evidencia a isquemia!
Ondas Q patológicas!
Casos de IAM subendocárdicos confirmados à necrópsia: são observadas depressões do segmento ST e/ou alterações na onda T em apenas 50% das vezes.
No IAM sem elevação do segmento ST observa-se maior incidência de obstrução sub-total do vaso coronário culpado, e de maior fluxo colateral para a zona infartada.
Alterações no segmento ST e na onda T não são específicos! Podem ocorrer em: angina estável e instável, hipertrofia ventricular, pericardite aguda e crônica, miocardite, repolarização precoce, alteração eletrolítica, choque, desordem metabólica e efeito digitálico.
Desvios transitórios do segmento ST (depressão ou elevação) e/ou inversão das ondas T ocorrem comumente na Angina Instável, mas não sempre.

Alterações dinâmicas no segmento ST (depressão ou elevação do ST) ou inversões da onda T durante episódio doloroso, que se resolvem pelo menos parcialmente quando os sintomas são aliviados, são importantes marcadores de prognóstico adverso, isto é, subsequente IAM ou morte.

Manifestação eletrocardiográfica sutil e infrequente de Angina Instável: presença de onda U invertida transitória.
http://slideplayer.com.br/slide/284893/ (Cardiopatia Isquêmica: Conceito, Fisiopatologia e Avaliação Clínica. Miguel Ibraim Abboud Hanna Sobrinho, 2011, UFPR.

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST (II Edição, 2007) - Arq. Bras Cardiol 2007; 89 (4): e89 a e131.

Dublin, Dale. Interpretação rápida do ECG...um curso programado; 1993.

Eletrocardiografia básica - Cap. 2: Princípios Básicos do Eletrocardiograma.
Último TE!
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST (II Edição, 2007).
Full transcript