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Bullying

No description
by

Eva Fernandes

on 22 June 2015

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Report abuse

Transcript of Bullying

BullyIng l
é
errado
BullyIng
O que é o Bullying?
Comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma(s)
pessoa(s), cuja intenção é ferir outros.
Pode assumir várias formas e incluir diferentes comportamentos.
Agressões (de pequena ou grande intesidade) sistemáticas.
Intenção de constranger, intimidar, humilhar ou agredir o indivíduo (vítima), geralmente na frente de colegas ou conhecidos.
Afirmação de poder através da agressão física, verbal psicológica ou cibernético.
Forte sentimento de desprezo e não de raiva.
... observe que:
existem três tipos de pessoas envolvidas no ato
de violência:

- espectador (
bystander
),
- vítima (
bullied
) e
- agressor (
bully
)
É necessário observar, principalmente, a intenção e a frequência da conduta.

Uma desavença ou discussão isolada não é caracterizada como
bullying
.
O Bullying e o género, nas diferentes idades e o seu impacto em Portugal.
quem pratica
Porque na adolescência?
O que o torna mais propício ao bullying?
Como ocorre?
Relação entre pessoas
Individual
Agressor
BULLY
Vítima
BULLIED
Grupo de Pares
BULLIES
Vítima
BULLIED
Vítima
BULLIED
Agressores
BULLIES
Violência interpessoal
bullying, Género e idade
Porém...
era relatado que os rapazes estavam mais envolvidos no bullying do que as raparigas.

Numa tentativa de intervenção é preciso considerar a forma como o género influencia todos os fatores envolventes na vitimação .

A vitimação das raparigas já não é inferior à dos rapazes, ou seja, já não se verificam diferenças significativas entre a vitimação dos dois géneros.
As Investigações...
Analogia da pirâmide e do círculo para explicar as relações socias dos homens e das mulheres.

(Giligan, 1982)
As influências de bullying podem servir para reforçar os papéis sócio-culturais de acordo com a forma como cada sexo se deve comportar.

(Gini e Pozzoli, 2006)
Os rapazes têm uma tendência a experimentar regras de conformidade sexual que são mais rigorosas do que as raparigas.

(Young e Sweeting, 2004)
Avaliaram a diferença entre ser vitimado por um rapaz e ser vítima de uma rapariga, no ajustamento psicossocial de ambos os sexos.

(Felix e McMahon, 2006)
Os dois sexos reportam que as formas de bullying utilizadas pelas raparigas são mais dolorosas.

(Rigby, 2007)
Descobriu que existia um desequilíbrio acentuado entre sexos

(Cowie, 2000)
O bullying geralmente diminui com a idade e as crianças mais expostas a este fenómeno são as jovens e mais fracas.

(Due e Holstein, 2008)
As diferenças relacionadas com o género, nas estratégias de intervenção, podem ser necessárias para determinar intervenções mais eficazes.

(Hawkins & Pepler, 2011)
Registaram os tipos mais utilizados de bullying por cada género.

(Hawkins, et al. 2011)
Num estudo de alunos com idade média de 14,7 anos, verificou que os rapazes eram mais agressivos que as raparigas em todas as dimensões.

(Martins, 2009)
Portugal:estudo com alunos com idade média de 11,6, concluiu que os rapazes foram mais agressores e vítimas do que as raparigas.

(Pereira, 2004)
De jovens americanos, com idades entre os 6 e 10 anos, concluiu-se que os rapazes foram mais agressivos do que as raparigas.

(Nansel et al, 2001)
Rapazes e raparigas podem envolver-se e experimentar formas diferentes de bullying.

(Crick e Grotpeter, 1995)
Os rapazes estão mais envolvidos em situações de vitimação diárias.

(Skyrzpiec et al, 2011)
Utilizou um instrumento de nomeação de pares que permitia obter resultados relativos a dois tipos de agressão segundo a idade e género.

(Crick, 2000)
O comportamento agressivo que é demonstrado pelas crianças mais jovens é diferente daquele que é apresentado por crianças mais velhas ou adolescentes.

(Smith, 2010)
As propriedades do bullying mudam consoante a maturação das crianças.

(Pepler et al, 2008)
O desenvolvimento da criança está ligado a diferentes tipos de bullying.

(Pereira, 2006)
O bullyIng e as suas relações, fundamentos e consequências
As questões de género servem para problematizar as condicionantes culturais na medida em que determinam fronteiras de legitimidade entre o género feminino e masculino. (Costa et al, 2013)

As formas de vitimação servem para reforçar os papés socioculturiais. (Melim & Pereira, 2013)
género feminino vs género masculino
...cenário de não igualdade
...mas de grande proximidade.
Utilização de mais formas de vitimação por parte das raparigas;

Deixaram de ser o "sexo frágil";

Tornaram-se mais agressivas.
Inicialmente os rapazes estavam mais presentes;

Com agressões pontuais;

Como vítimas contantes.
O bullying não é aceite socialmente, apesar de ser tolerado por alguns grupos sociais e em alguns contextos.
Bullying ....
Constitui uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para todos, tanto para as vítimas, como os agressores e os espectadores.
A humilhação repetitiva e de longa duração acaba interferindo na vida de modo direto, comprometendo a sua identidade, a sua dignidade, as suas relações afetivas e sociais. Tudo isto causa graves danos à saúde física e psicológica, podendo evoluir para uma incapacidade laborativa e até mesmo para a morte, constituíndo um risco invisível, mas real.
mulheres
homens por
opção sexual
religião
aparência
enfermos ou acidentados
limitações físicas
origem
• depressão, angústia, stresse, crises de competência, crises de choro, mal-estar físico e mental;
• insônias, alterações no sono, pesadelos;
• diminuição da capacidade de concentração e memorização;
• cansaço exagerado, falta de interesse
pelas atividades diárias, irritação constante;
• sensação negativa em relação ao futuro;
• mudança de personalidade, reproduzindo as condutas de violência moral;
• aumento de peso ou emagrecimento exagerado, aumento da pressão arterial, problemas digestivos, tremores e palpitações;
• uso de álcool e drogas;
• autodestruição; mutilação; suícidio;
idade
vítimas mais comuns
reflexos do bullying
bullyIng de género = assédio sexual
Heterossexual
Comportamentos caracterizados por:
bater/agredir;
roubar;
danificar objetos;
extorquir;
ameaçar;
meter medo;
insultar;
falar mal ou não falar com;
excluir;

(Matos et al, 2009 as cited in Costa et al, 2013)
Homofóbico
Transfóbico
conclusão
Desmitificar a questão do
bullying
é o caminho seguro para o prevenir e erradicar a sua presença onde já estiver instalado.

Os estudos revelam percentagens altíssimas de
bullying
em ambos os géneros, por isso, é necessário ter consciência das consequências que este problema acarreta.

Enquanto houver vítimas de
bullying
, com todos as consequências que dele decorrem, a luta pela mudança dessa realidade deve continuar.
Projeto realizado no âmbito da disciplina VITIMOLOGIA I.
Maio de 2015
por
Daniela Pinto, Eva Fernandes, Joana Sampaio e Júlio Pinheiro
Criminologia
29022 29527 29040 28621
fim
quem sofre
7,2%
7,9
6,5
7,9
7,1
23,6
20,3
26,1
20,3
16
Coletiva
Bullying é abusivo, malicioso e tem intenção de magoar.
Diferencia-se de um conflito, pois o bully não pretende resolver o problema, mas beneficiar com a situação.
O bullying pode vir de qualquer parte, não depende do género nem da idade.
O que configura o bullying é a conduta, o comportamento. A prática reiterada de ações que constrangem, magoam e afastam os outros e degradam as relações.
(McPherson, 2004)
(Kuykendall, 2012)
(Kuykendall, 2012)
(Kuykendall, 2012)
(Kuykendall, 2012)
(Kuykendall, 2012)
(Klein, 1991 as cited in Ramos, 2011)
IBGE, 2013
Comportamento e Saúde em Crianças em Idade Escolar
(Costa, 2010)
(Smith & Brain, 2000 as cited in Sanders, 2004)

SINAIS
COnsequência

SINTOMAS
Resultado
Isolamento; Abandono escolar;
Baixo rendimento escolar; Dificuldade em dormir;
Falta de vontade de sair de casa. Mudanças de humor.
Depressão; Ansiedade;
Agressividade; Autodestruição;
Baixa autoestima; Suícidio.
Normalidade
Crise Económica
Vulnerabilidade
Violência
Bullying
Bulliyng em Portugal
Vitimação física
Vitimação Verbal
Vitimação de exclusão
Cyberbullying
Adolescentes...
Apesar da grande diversidade de formas de vitimação, nas escolas é notória a utilização de apenas algumas destas, sendo que a sua frequência tem aumentado exponencialmente.
Adolescentes Portugueses e o Bullying escolar: estereótipos e diferenças de género
(Costa et al, 2013)
O
bullying
conceitua a prática do abuso sistemático de poder entre pares, provocado por um indíviduo ou mais, perante uma vítima ou mais, através de um processo de agressão intecional e continuado, que está intimamente dependente do género. (Olweus, 1993)
O
bullying
é referenciado como as múltiplas facetas da vitimação e pode ser classificado de várias formas atendendo à sua frequência, duração e forma.
O processo de vitimação compromete o bem-estar dos aolescentes, tem impacto negativo na sua vida íntima, compromete a relação com os grupos de pares e interfere no seu desenvolvimento global.
Metade dos estudantes se situam como vítimas durante o 1º período.
Redução na assimetria de géneros que leva a uma inversão de posições: o género feminino apresenta maior envolvimento nos diferentes tipos de vitimação.
Nova posição na sociedade: são agora agressoras e vítimas
A emergência do sexo feminino não invalida a frequência da vitimação do sexo masculino.
Ambos participam igualmente no
bullying
, apesar das estatísticas.
1 Forma de Vitimação: 4% a 35%
1 Forma de Vitimação: 1% a 19%
2 ou mais Formas de Vitimação: 0% a 46%
2 ou mais Formas de Vitimação: 4% a 33%
Força física
Expressões indiretas e manipulação social
Nos dias de hoje
discriminar;
mentir;
disseminar boatos;
intimidar;
troçar/gozar;
provocar;
hostilizar;
comentários ou gestos ordinários;
piadas sexuais;
abusar ou assediar sexualmente.
O bullying é praticado exclusivamente pelo sexo masculino.
Atualmente...
A agressão é considerada normal, por ser tão frequente e estar presente nas relações interpessoais dos alunos que acompanham todo o seu desenvolvimento.
A relação entre o género e o
bullying
num contexto cultural e de desenvolvimento ajuda a compreender a participação de rapazes e raparigas no problema e as formas de agressão associadas.
(Melim & Pereira, 2013)
O aspeto central do bullying está relacionado com o desenvolvimento dos jovens devido à influência hormonal.
Agressão
Não seja vítima ou cúmplice deste ato, pois os danos à sua saúde e ao seu futuro podem ser irreparáveis.
Verifica-se uma maior utilização de agressão parte das crianças, essencialmente, deviado à socialização primária que as leva a imitar comportamentos violentos.
(Smith e Monks, 2008)
(Neto, 2005)
Apesar de existirem grandes relações afetivas, a agressão é muito frquente nos adolescentes.
Caso de bullyIng em portugal
Notícias de Portugal, 2015
Em Nelas, no distrito de Viseu, a GNR está a investigar uma queixa por alegado bullying contra um rapaz de 12 anos. O aluno terá sido amarrado e fotografado sem roupa em pleno recreio por três alunos mais velhos.
Campanha Portuguesa Contra o Bullying Homofóbico
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