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Memorial do Convento

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by

Ny Godinho

on 28 February 2014

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Transcript of Memorial do Convento

Memorial do Convento
Personagens
Capitulo IX:
Blimunda
Baltazar
Padre Bartolomeu
Capitulo X:
Baltasar e Blimunda chegam a Mafra e vão a casa dos pais (João Francisco e Marta Maria) para um reencontro, mas só encontram a sua mãe em casa, pois o pai fora trabalhar.
Resumos do capítulo IX e X
Capitulo X:
Baltazar
Blimunda
João Francisco e Marta Maria
Inês e o seu Marido
Capitulo IX:
No incio do capitulo, podemos ver a mudança de Baltasar e Blimunda para a Quinta em S.Sebastião da Pedreira, para auxiliar o Padre Bartolomeu Lourenço na construção da Passarola.
Baltazar fala sobre o facto de não ter uma mão e ate onde pode este vir a ser util.
"Nem sempre o trabalho corre bem. Não é·verdade que a mão esquerda não faça falta. Se Deus pode viver sem ela, é porque é Deus, um homem precisa das duas mãos, uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto, quantas vezes já teve Blimunda de vir limpar o sujo que ficou agarrado às costas da mão e doutro modo não sairia, são os 23 desastres da guerra, mínimos estes, porque muitos outros soldados houve que ficaram sem os dois braços, ou as duas pernas, ou as suas partes de homem, e não têm Blimunda para ajudá-los ou por isso mesmo a deixaram de ter. É excelente o gancho para travar uma lâmina de ferro ou torcer um vime, é infalível o espigão para abrir olhais no pano de vela, mas as coisas obedecem mal quando lhes falta a carícia da pele humana, cuidam que se sumiram os homens a quem se habituaram, é o desconcerto do mundo. Por isso Blimunda vem ajudar, e, chegando ela, acabase a rebelião, Ainda bem que vieste, diz Baltasar, ou sentem-no as coisas, não se sabe ao certo."
Continuação da construção da passarola pelo Padre e pelo casal;
Ajuda preciosa de Blimunda na construção, que utilizando o seu dom, vai descobrindo as fraquezas da obra para posteriormente serem reparadas;
O padre Bartolomeu atribui a Blimunda o nome de Sete Luas, por ver às escuras, e o nome de Sete Sóis a Baltasar por ver às claras;

Ida do Padre Bartolomeu para pregar o sermão em Salvaterra de Magos.
Descoberta dos inúmeros casos de el-rei com as freiras, e que o facto de ser muito novo ainda se vai intertendo com os brinquedos e as Freiras.
Apercebemo-nos que o Rei cedendo mais uma vez aos seus caprichos e agindo de acordo com a sua personalidade, protege o Padre Bartolomeu Lourenço da Inquisição;

"Aqui ensaiou o padre Bartolomeu Lourenço o sermão que foi pregar a Salvaterra de Magos, estando lá el-rei e a corte, aqui está provando agora o que pregará na festa dos desponsórios de S. José, que lho encomendaram os dominicanos, afinal não lhe desaproveita muito a fama que tem de voador e extravagante, que até os filhos de S. Domingos o
requestam, de el-rei não falemos, que sendo tão moço ainda gosta de brinquedos, por isso protege o padre, por isso se diverte tanto com as freiras nos mosteiros e as vai emprenhando, uma após outra, ou várias ao mesmo tempo,que quando acabar a sua história se hão-de contar por dezenas os filhos assim arranjados (...)"
Surge um problema na construção da passarola, a falta de Éter.
Partida do Padre para a terra dos sábios sobre Alquimia e Éter na Holanda.
O casal com a partida do padre para a holanda, decide regressar a Lisboa.
Decidem ambos não ir ao auto-de-fé, vão às touradas no Terreiro do Paço, pois estas ainda não existiam em Mafra.
fazem uma breve comparação entre as touradas e auto-de-fé, pois ambas remetem para a alegria e euforia experimentadas pelo rei e pelo povo.
"Paraíso será, se justiça houver, nem pode haver inferno depois do que sofrem estes, os das mantas de fogo que são umas capas grossas, em camadas, recheadas de várias ordens de foguetes, e pelas duas pontas delas se lhes chega o lume, e então começa a manta a arder, e os foguetes rebentam, por largo espaço vão rebentando, estouram e resplandecem por toda a praça, é como assar o touro em vida, e assim vai o animal correndo o terreiro, louco e furioso, saltando e bramindo, enquanto D. João V e o seu povo aplaudem a mísera morte, que nem o touro, ao
menos, se pode defender e morrer matando. Cheira a carne queimada, mas é um cheiro que não ofende estes narizes, habituados que estão ao churrasco do auto-de-fé, e ainda assim vai o boi ao prato, sempre é um final proveito, que do judeu só ficam os bens que cá deixou."
Marta ficou chocada ao ver que o filho tinha perdido a mão. Marta Maria está tão absorvida pelo regresso do filho que não nota a presença de Blimunda, que ficou entre portas à espera que o seu marido a chamasse para conhecer a sua nova família. No fim do dia, chegou o seu pai, João Francisco, com quem conversou sobre o que tinha acontecido na guerra.
Blimunda fala um pouco sobre a sua família, dizendo que a sua mãe foi degredada, porque foi denunciada ao Santo Ofício.
O pai de Baltasar fica preocupado, porque pensa que ela é judia ou cristã nova, mas Baltasar diz-lhe que a sua sogra tinha sido degredada por ter visões e ouvir vozes. Diz ainda que pretendem ficar em Mafra e que estão a pensar em comprar casa.
João e Sete-Sóis foram à salgadeira e tiraram um bocado de toucinho, que dividiram em quatro tiras, tendo-as, posteriormente, distribuído por todos. Ficaram a olhar Blimunda para verem se ela comia a sua fatia.
João Francisco conta-lhe que vendeu as terras que tinha na Vela, ao rei, pois este quer construir um convento de frades.
Partida de Blimunda e Baltasar para Mafra.
Como ela comeu, João compreendeu que ela não era judia, tendo ficado mais descansado.
Baltasar diz ao pai que precisa de arranjar um emprego para si e para a sua mulher, tendo todos ficado com dúvidas se ele conseguiria arranjar trabalho devido à mão.
No dia seguinte, conheceram uma nova parente, Inês, e o seu marido que falaram sobre a morte do filho de el-rei e sobre o seu filho que estava doente. Baltasar caminha sobre as terras da Vela e relembra os momentos que ali passou.
Enquanto isso, encontra o seu cunhado e conversa com ele sobre o convento que ali será construído e sobre os frades que irão ali viver.

Ao chegar a casa, encontra sua mãe a falar com Blimunda sobre a rainha que agora visita muitas igrejas e muitos conventos onde reza pelo seu marido que está muito doente.
“ … é a grande, interminável conversa das mulheres”; “ é esta conversa que segura o mundo na sua órbita.”;
D. Maria fica em Lisboa a rezar, enquanto seu marido se convalesce nos campos de Azeitão, onde os franciscanos da Arrábida o estão a assistir.
O Infante D. Francisco, sozinho em Lisboa, tenta fazer a corte à sua cunhada, deitando contas à morte do rei. D. Maria diz-lhe que seu marido ainda não morreu e que não pensa em se casar de novo.


O narrador anuncia em voz profética a morte de duas crianças, uma rica, outra pobre, em sinal de grandes escrúpulos de equilíbrios sociais.
Neste capítulo há num paralelismo narrativo entre poderosos e populares e também é referido, em especial, a vida e a morte.
Turma:3B21
Trabalho realizado por:
Nilza Godinho
Jakeline Rocha
Formadora: Carla Rodrigues
"...Onde há menos de um ano foi enterrado um rapazito de quem não chegou a averiguar-se o nome..."
“… Adoeceu tão gravemente El-Rei, morreu o sonho de D. Maria Ana, depois El-Rei sarará, mas os sonhos da rainha não ressuscitarão.”
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