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A Europa nos séculos XVII e XVIII - Sociedade, poder e dinêm

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by

Sofia Rosado

on 4 October 2013

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Transcript of A Europa nos séculos XVII e XVIII - Sociedade, poder e dinêm

A Europa nos séculos XVII e XVIII - Sociedade, poder e dinâmicas coloniais
Dinâmicas económicas
Mercantilismos
A construção da modernidade europeia
História A
trabalho realizado por:
Inês Caetano
Maria Santos
Sofia Rosado
Demografia
O modelo demográfico antigo
Modelo demográfico antigo
Modelo demográfico antigo
Século XVII

Regressão demográfica
Carateristicas
Taxa de natalidade elevada

Taxa de mortalidade muito elevada, principalmente nos jovens

“taxa de subsistuição próxima da unidade”

Esperanças de vida entre os 25 e 30 anos

Guerras
Crise de subsistência
Fatores

pestes e epidemias
A Europa dos estados absolutos e a Europa dos parlamentos

Progressão Demogáfica e
melhoria das condições de vida
1730 – novo comportamento demográfico na Europa

Explicação
melhoria climática
progressos técnicos e económicos
desenvolvimento da medicina
Nova demografia
meados do século XVIII

progressos da indústria
desenvolvimento dos transportes
inovações agricolas
boas colheitas
conquistas na medicina
O crescimento populacional, deveu-se á acentuada diminuição da mortalidade

A pluralidade dos estratos sociais:
França, Espanha, Portugal
“A sociedade de ordens do Antigo Regime assentava no reconhecimento e aceitação do príncipio da desigualdade natural dos súbditos perante o Estado e perante a comunidade.

A sociedade estava dividida em ordens e classes, cada um com direitos e deveres específicos.

Estratificação social
Nobreza
Funções: defesa da nação
Previlégios e rendimentos:
insento de impostos;
recebiam rendas e subsidios, dos reis e dos camponeses
tratamento e penas especificas;
podiam usar roupas próprias e de tecidos muito finos

Hierarquia: a ascenção era restrita mas podia ser alcançada pela compra de titulos, por concessão do monarca ou por casamento.
Nobreza
nobreza de espada –tarefas militares,

nobreza de corte – viva com o rei e dispunha e muitos previlégios,

nobreza de provincia – ligada à terra,

nobreza de sangue – orgolhosa do seu sangue e titulos honorificos,

nobreza de toga- provem da borguesia, classe mais baixa

Clero
Funções: dedicava-se ao culto de Deus,
às obras de assistência e ao ensino

Previlégios e rendimentos
recebia rendas do rei;
sento de impostos e de prestar serviço militar;
tinha leis e tributos próprios;
tinha direito à cobrença da dizima; tinha propiedades

Hierarquia: pertencia-se ao clero principalmente por vocação. No entanto a maioria provinha por interesse, uma vez que era uma ordem previligiada e rica.

Estavam apenas sujeitos à ordem do Papa de Roma

Clero
alto clero:
bisspos, cardeais,etc
Viviam em cidades

baixo clero:
Padres, parocos
Viviam aldeias com os pobres

Terceiro Estado
Funções: ordem mais numerosa e que se dedicava aos trabalhos braçais.

A burguesia também pertencia ao povo mas trabalhava em atividade mais lucrativas

Privilégios e rendimentos:

ordem tributária por excelencia,
só tinham obrigações,
a maioria vivia na miséria,
trabalhavam em terras do senhor, em toca de pagamentos de rendas e dizimas

Hierarquia: a única divisão establecida é a da burguesia.
docente:
Maria Leonilde Pinto
Ano letivo 2013/2014
A sociedade de ordens assente no privilégio e garantida
pelo absolutismo régio de direiro divino
O regime dominante na Europa era a monarquia absoluta. A centralização foi favorecida por um conjuto de fatores:
Ressurgimento do mundo urbano e da economia mercantil, burguesa e capitalista
Desejo de ascensão da burguesia eriquecida,
Desenvolvimento cultural e renascimento de Direito Romano
Crescimento económico e alargamento geográfico dos países

Estes fatores conjugaram-se para valorizar a figura do rei junto das comunidades da época.

No mundo oriental as monarquias eram totalmente absolutas, pois os reis governavam sozinhos

Os modelos estéticos de encenação do poder
A corte – morada do rei – era o local mais importante do reino

Nos seculos XVII e XVIII, Portugal, Espanha, Holanda, França e Inglaterra, detinham as ligaçoes oceânicas, possuindo a maior fatia do comércio intercontinental, cujos lucros eram extraordinários.

Os Holandeses consideravam a atividade mercantil o “motor da economia e da riqueza dos povos”

“para o comércio ser gerador de riqueza, não bastava dominar muitas rotas e mercados e transacionar miutos produtos”

Para o comércio gerar verdadeira riqueza tem de ser exercido no quadro de uma balança comercial saudável

Os países europeus começaram a copiar o modelo económico holandês

Surgem as primeiras medidas proteccionistas em França e em Inglaterra

As medidas protecionistas encontraram justificação e apoio no mercantilismo

O comércio era o principal gerador de riquezas

Os estados deviam favorecer a sua produção interna para aumentar as exportações.

Mercantilismo Holandês
Mercantilismo Francês
Implantado por Colbert (1619/1683)

Preocupava-se com as mercadorias importadas pelos holandeses

Desenvolveu a manufactura

A principal característica: importância dada ao setor manufactureiro

Para evitar importações, introduziram novas industrias

Impulsionou a criação de grandes manufacturas

Colbert, investiu no desenvolvimento da frota mercante e da marinha de guerra

Criou grandes companhias monopolistas ás quais reservou o direito de comercio sobre determinada zona.

O Colbertismo foi a corrente mais dirigista de todo o mercantilismo e o modelo mais adotado pelos paises europeus

Mercantilismo Inglês
Foi implementado lentamente para resolver as dificuldades económicas que iam surgindo

O caracter flexivel, adaptando-se aos tempos e circunstâncias

Valorizava a marinha e o setor comercial

Poderio económico holandês, motivou estas medidas proteccionistas mais fortes entre 1651 e 1663 sairam os atos de navegação.

Destruída a concorrência holandesa, os ingleses não tinham mais entraves ao seu crescimento

O setor comercial foi reforçado com a criação de grandes companhias de comércio.

Esta política protecionista conseguiu os efeitos - o poderio comercial e marítimo de Inglaterra acabou por se consolidar permitindo-lhe assim disputar o primeiro lugar na economia internacional 

Mercantilismo espanhol
Proteção e transporte dos metais preciosos oriundos das minas americanas, não evitando, todavia, a sua saída para o estrangeiro como garantia da riqueza

Equilibrio europeu e a disputo das areas coloniais

A adoção da política económica mercantilista trouxe também consequências negativas para a Europa – acréscimo de tensão e rivalidade nas relações entre os Estados

O mercantilismo mantém uma guerra de tarifas aduaneiras, de concorrência comercial e colonial.

O comércio de um país deve superiorizar-se ao dos rivais, destinando-se as colónias a fornecer produtos complementares aos da metrópole.

Os países com colónias começam por constituir verdadeiros “impérios coloniais/de comércio”

Conflito anglo-holandês
Medidas mercantilistas foram usadas pelos europeus para combater a hegemonia económica da Holanda, e para resolver a crise geral que a Europa viveu por meados dos séc. XVII.
O mercantilismo desencadeou disputas económicas entre países, e tendências para o imperialismo económico.
A conquista de espaços económicos próprios, para afirmar as economias nacionais, levou a uma guerra naval entre a Inglaterra e a Holanda, na 2ºmetade do Séc.XVII, impulsionada por Inglaterra ao promulgar o primeiro ato de Navegação em 1651.
No fim dos conflitos, a Holanda, viu-se obrigada a reconhecer as conquistas inglesas.

A concorrência francesa e inglesa
na América do Norte e do Índico
O desenvolvimento do mercantilismo na Europa, passava pela defesa do espaço económico interno e pela conquista de mercados externos

O primeiro conflito entre estas potências, ocorreu na guerra da sucessão espanhola, entre 1702 e 1713.
O tratado de Utreque, aumentou o poderio económico, marítimo e colonial de Inglaterra, mantendo assim a concorrência entre os dois estados.

A guerra dos 7 anos (1756-1763), originada por um conflito entre a América do Norte e a Índia, decorreu sobretudo na Europa e na América, e noutras zonas coloniais, onde franceses e ingleses disputavam os seus interesses.

Devido á guerra continental, França perdeu força nas colónias relativamente a Inglaterra, assim foi feito o Tratado de Paris (1763), que concedeu nítida vantagem a Inglaterra, tornando assim Inglaterra na maior potência naval e colonial do Mundo.

A hegemonia economica Britanica:
condições de sucesso e arranque industrial
O surto demográfico
Em Inglaterra, no sec.XVIII deu-se um forte impulso demográfico devido a:
Quebra da mortalidade
Aumento da taxa de natalidade
Aceleração do crescimento da população com as modificações económicas e aumento da mão-de-obra
Progressos da alimentação, da higiene e da medicina

Assim, o saldo fisiológico tornou-se positivo e passou a existir uma interacção entre o crescimento demográfico e o desenvolvimento económico

O poderio e os sucessos do comércio colonial
O dinamismo do mercado externo

Inglaterra tinha a maior frota mercante do Mundo, era por isso apelidada de “rainha dos mares”.

O comércio colonial tinha um grande peso na expansão do comércio internacional, tendo este sido uma grande característica da vida económica do Séc.XVIII.

A roda triângular- Europa, África, Américas, Europa- era estruturada com o objetivo de obter açúcar, madeiras, plantas tintureiras e metais preciosos do novo Mundo.

Os escravos africanos iam para as Américas para trabalhar nas Minas e nas plantações açucareiras. Os mercados orientais forneciam especiarias, sedas, chá e porcelanas.

Inglaterra ocupava um lugar de destaque no comércio colonial no Séc.XVIII.

O grande comércio internacional e o mercado externo estiveram intimamente ligados ao arranque da industrialização:
Estimulando a aquisição de matérias primas para abastecer na indústria
Possibilitando a produção em massa e a especialização
Acumulação de capitais
Organizando e regulando o comércio e os mercados- capitalismo comercial
Estimulante a concentração e a especialização económicas

O método experimental e o progresso do conhecimento
do Homem e da Natureza
A revolução cientifica
A era da curiosidade
No Séc.XVII, a intervenção de Deus, do Diabo ou a simples conjugação dos astros servia de explicação aos fenómenos naturais.
O saber universitário, estava impregnado destas superstições e pouco tinha evoluído desde a idade média.
Apesar disso, um pequeno grupo de eruditos herdaram do Renascimento uma mentalidade crítica e o desejo de aprender.
Esta fonte de coisas novas, estimulou o interesse pelo Mundo natural e pelas realizações Humanas que levou à criação de “gabinetes de curiosidades” e associações cientificas
Construção do método experimental
Através do desenvolvimento do gosto pela observação direta dos fenómenos, os “crânios” tornaram mais habituais as observações iniciadas no renascimento. Partilhavam três ideias fundamentais:
Só a observação direta conduz ao conhecimento da natureza
O conhecimento pode aumentar constantemente
O progresso cientifico contribui para a melhoria do destino da humanidade

Grandes nomes da ciência como Galileu, protagonizaram a “Revolução científica” que criaram uma nova forma de atingir o conhecimento.
Conduziu a teorizações sobre as regras que deviam guiar o pensamento e a investigação científica.
O filósofo ingês Francis Bacon, expôs as etapas do método indutivo (experimental) com o intuito de:

Observar factos precisos
Formular hipóteses explicativas
Provocar a repetição dos factos através de experiências
Determinar a lei

Descartes publicou a obra “Discurso do método”, considerado uma das pedras basilares do pensamento racionalista.

A utilização progressiva da matemática como linguagem de expressão das leis aumentou o sentido do conceito “ciência exacta”. Assim, a ciência entrou na sua maioridade , permitindo ao homem um conhecimento mais profundo e uma melhor compreensão da natureza.
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