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Segunda semana do desenvolvimento embriológico humano

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Lais Prz

on 4 December 2013

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Transcript of Segunda semana do desenvolvimento embriológico humano

Segunda semana do desenvolvimento embriológico humano
A implantação do blastocisto começa no fim da primeira semana e vai até o fim da segunda
O sinciciotrofoblasto encaminha a implantação do embrião no endométrio
As células endometriais que ficam em volta do local de implantação vão sendo afastadas, podendo sofrer apoptose. Algumas degeneram-se e servem como nutrição, pois são ricas em glicogênio e lipídeos. Estas são as células deciduais, que são formadas em resposta a altos níveis de progesterona e impedem a rejeição do concepto pelo corpo materno.
O trofoblasto é diferenciado em Citotrofoblasto e Sinciciotrofoblasto
O citotrofoblasto forma novas células, que migram para o sinciciotrofoblasto
O sinciciotrofoblasto produz o hormônio hCG (Gonadotrofina Coriônica Humana), que mantém a atividade hormonal do corpo lúteo e é detectável em testes de gravidez.
Conforme ocorre a implantação, vai surgindo um espaço no embrioblasto (que dá origem à cavidade amniótica) revestido por âmnio.
Também ocorre a formação do disco embrionário, formado por duas camadas: o epiblasto e o hipoblasto.
O
epiblasto
é formado por células colunares altas voltadas para o âmnio, enquanto que o
hipoblasto
é composto de células cuboides voltadas para a cavidade exocelômica.
O hipoblasto, juntamente com a membrana exocelômica, origina o saco vitelino primitivo. Ele é envolvido por mesoderma extra-embrionária.
Surgem lacunas no sinciciotrofoblasto, que são preenchidas por sangue materno e secreções de glândulas uterinas. O fluido desses locais passa para o disco embrionário, servindo de nutrição para o embrião.
Essas lacunas também são importantes para a circulação uteroplacentária primitiva.
Em torno do 10º dia, o concepto está completamente implantado e a falha no epitélio endometrial é preenchida por um tampão. Esse tampão, em torno de dois dias, é recoberto pelo epitélio regenerado. O embrião implantado causa uma pequena elevação no endométrio.
As lacunas se fundem e geram redes lacunares, que formarão os espaços invervilosos da placenta.
No mesoderma extra-embrionário surgem espaços celômicos. Eles se fundem e geram o celoma extra-embrionário.
Em seguida, o saco vitelino primitivo atrofia e forma o saco vitelino secundário (ou propriamente dito), que contém líquido. Sua função está relacionada à seleção de nutrientes para o embrião. Ele não contém vitelo.
Também surge o pedículo do embrião.
Ao fim da segunda semana, surgem as vilosidades coriônicas primárias, que são projeções do citotrofoblasto para dentro do sinciciotrofoblasto.
Mesoderma extra-embrionário somático
Mesoderma extra-embrionário esplâncnico
Elas são o primeiro estágio de desenvolvimento das vilosidades coriônicas da placenta.
O celoma extra-embrionário divide o mesoderma extra-embrionário em dois tipos:
somático
, que reveste o trofoblasto e cobre o âmnio
esplâncnico
, que envolve o saco vitelínico
Com isso, esse celoma passa a ser chamado de cavidade coriônica.
O mesoderma extra-embrionário somático juntamente com duas camadas de trofoblasto forma o córion.
Córion
No fim da segunda semana, há a formação da placa precordal em uma zona do hipoblasto. Esse é o futuro local da boca, o organizador da região da cabeça e o formador da camada endodérmica da membrana bucofaríngea.
Intra-uterino
No endométrio da parte superior do corpo do útero(parede posterior)
Próximo ao colo do útero

Extra-uterino
(gestações ectópicas)
Na tuba uterina
No ovário
No mesentério
Implantação cervical
Locais de possível implantação do blastocisto
Terceira semana do desenvolvimento embriológico humano
A terceira semana é marcada pela gastrulação, que é o início da morfogênese. Com ela, o disco embrionário bilaminar é convertido em trilaminar (Ecto, Meso e Endoderma).
A gastrulação tem início com a formação da linha primitiva, na superfície mediana do epiblasto do disco bilaminar, devido a migração de células para essa região.

A linha se alonga e em sua extremidade cranial surge o nó primitivo. Com esse alongamento, também vai sendo evidenciado o sulco primitivo, que, ao nível do nó, torna-se mais profundo, sendo chamado de fosseta primitiva.
Depois disso, há migração de células dessa região para formar o mesênquima. Ele tem o papel de formar tecidos de sustentação do embrião e mesoblasto (que forma o mesoderma intra-embrionário).
Além disso, células epiblásticas deslocam o hipoblasto para formar o endoderma embrionária. As células que permaneceram no epiblasto formam a ectoderme do embrião.
A linha primitiva forma mesoderma ativamente até o início da quarta semana. Ela diminui e, geralmente, degenera ao fim da quarta semana.
Algumas células provenientes da fosseta e do nó primitivo formam o processo notocordal. Ele cresce cefalicamente até alcançar a placa precordal. Apresenta, inclusive, uma luz chamada de canal notocordal.
A placa precordal é o primórdio da membrana bucofaríngea.
O mesoderma intra-embrionário
não
separa ectoderma de endoderma na membrana bucofaríngea, na membrana cloacal e no processo notocordal.
O processo notocordal origina a notocorda da seguinte maneira:
Alongamento
Formação do canal notocordal
Fusão do assoalho do processo notocordal com o endoderma embrionário subjacente, seguida de degeneração gradual, até desaparecer.
Com isso, há comunicação do canal notocordal com o saco vitelino
O que restou do processo notocordal passa a se chamar placa notocordal
A notocorda é importante na definição do eixo primitivo do embrião (conferindo-lhe certa rigidez), serve de base para o desenvolvimento do esqueleto axial e indica o local dos futuros corpos vertebrais. Ou seja, é a estrutura em torno da qual se forma a coluna vertebral. Seu resquício na coluna são os núcleos pulposos dos discos vertebrais.
Placa notocordal
A partir da extremidade cefálica, há o dobramento da placa, formando, assim, a notocorda. Ela se separa do endoderma do saco vitelino.
Além disso, a notocorda induz a formação da placa neural, que é primórdio do sistema nervoso central.
Lateralmente à notocorda, há três regiões de mesoderma: Paraxial, Intermediário e lateral. Essas regiões tem suma importância no desenvolvimento embrionário. A paraxial, por exemplo, origina os somitos, no final da terceira semana.
A formação da placa neural é induzida pela notocorda. No fim da terceira semana, as pregas neurais começam a se aproximar (formando o sulco e as pregas neurais) e a se fundir (formando o tubo neural). O tubo logo se separa do ectoderma.
A neurulação é completada na quarta semana.
A crista neural formada na separação do tubo neural se projeta lateralmente a ele. Essa estrutura dá origem, principalmente, aos gânglios espinhais e os gânglios do sistema nervoso autônomo.
Os somitos são conjuntos de células mesenquimais a partir das quais há a formação de vértebras, costelas e musculatura axial.
Fim
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