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PROVA DIDÁTICA – PLANO DE AULA

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Hayeska Barroso

on 12 October 2016

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Transcript of PROVA DIDÁTICA – PLANO DE AULA



Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – UERN
EDITAL Nº 01/2016 – REITORIA FUERN
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DO CARGO DE PROFESSOR EFETIVO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

PROVA DE DESEMPENHO DIDÁTICO
CANDIDATA: HAYESKA COSTA BARROSO


1. OBJETIVOS

1.1. GERAL
• Compreender a questão social como base de fundação sócio-histórica do Serviço Social, seu significado na sociabilidade capitalista e suas particularidades na formação histórica brasileira.

1.2. ESPECÍFICOS
• Apreender a questão social como objeto de trabalho do(a) assistente social;
• Compreender as condições sócio-históricas do surgimento da questão social no modo de produção capitalista;
• Desvendar as particularidades da questão social no Brasil, dada a formação histórica brasileira;
• Problematizar as estratégias de enfrentamento à questão social na cena contemporânea, e o papel do Serviço Social nesse contexto.

2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I – A questão social no capitalismo
• O surgimento e os desafios postos pela questão social;
• O significado da questão social no marco da teoria social crítica;
• O debate francês sobre a questão social;
• A questão social na cena contemporânea.

UNIDADE II – A questão social na formação sócio-histórica do Brasil
• Particularidades da formação histórica brasileira e questão social;
• Questão social no Brasil contemporâneo

UNIDADE III – Sociabilidade capitalista, questão social e Serviço Social
• Questão social e Serviço Social;
• Estratégias de enfrentamento da questão social e Serviço Social

3. PROCEDIMENTOS (Metodologia, Estratégias de Ensino-Aprendizagem)

Estratégias de Ensino: Considerando que o processo de ensino-aprendizagem supõe um pensar crítico e participativo-reflexivo dos sujeitos envolvidos (docente e discentes), o conteúdo programático será exposto e discutido através de:

• Recursos didáticos: Aulas expositivo-dialogadas, estudo e produção de textos em trabalhos individuais e em grupo, fichamentos, resenhas e/ou resumos críticos, dinâmicas de grupo e seminários;

• Recursos Técnicos: Datashow (projetor), slides, quadro, pincel e apagador.

4. AVALIAÇÃO


A avaliação da aprendizagem será processual e terá por base os seguintes critérios: apropriação do conteúdo e participação do aluno nas atividades propostas (individuais e em grupo), de modo a considerar seu desempenho no que diz respeito à frequência, assiduidade, pontualidade, participação em sala de aula, provas escritas, trabalhos em grupos, seminários, estudos dirigidos, fichamentos, tendo em vista o caráter amplo e contínuo do processo avaliativo
.
5. REFERÊNCIAS
BEHRING, Elaine Rossetti. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e a perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003.
BRAZ, Marcelo Moraes dos Reis. Notas sobre o Projeto Ético-Político do Serviço Social. In: Assistente Social: Ética e Direitos. 3. ed. Rio de Janeiro: CRESS, 1996. (Coletânea de leis e resoluções).
CARDOSO, Priscila Fernanda Gonçalves. Ética e Projetos Profissionais: os diferentes caminhos do Serviço Social no Brasil. Campinas, SP: Papel Social, 2013.
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Tradução Iraci D.Poleti. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
CERQUEIRA FILHO, Gisálio. A questão social no Brasil: crítica do discurso político. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortes, 1998.
______. A questão social no capitalismo. In: Revista Temporalis. Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Ano 2, nº 03, Brasília: ABEPSS, 2001.
______. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007.
UNIDADE I – A questão social no capitalismo

O surgimento e os desafios postos pela questão social

Em que momento a questão social ganha materialidade e protagonismo?

Quando? Nomeada pela primeira vez em 1830 (STEIN, 2000);

Onde? Na Europa;

Por quê? Grandes transformações societárias, políticas e econômicas advindas da Revolução Industrial;

PAUPERISMO!! Uma nova dinâmica da pobreza (generalizada), sem precedentes na história anteriormente conhecida;

A pobreza crescia na razão direta em que aumentava a capacidade social de produzir riquezas;

Desdobramentos sócio-políticos – “[...] os pauperizados não se conformaram com sua situação” (NETTO, 2001, p.43);

Produção social coletiva – Apropriação privada;

“O modo de produzir, distribuir e acumular bens materiais e riqueza é um PRODUTO HISTÓRICO, resultado da ação de homens e mulheres que, ao proverem as necessidades de reprodução da própria vida, reproduzem as relações sociais” (MOTA, 2013, p. 21);

Múltiplos sentidos e significados atribuídos à questão social – “disfunção”, “ameaça à ordem”, “exclusão social”... FETICHIZAÇÃO CONCEITUAL

Efeitos diretos da ausência de clareza e precisão conceitual em torno da questão social: FRAGMENTAÇÃO/PULVERIZAÇÃO da sua abordagem, indiferença frente aos seus determinantes históricos, apreensão APOLÍTICAde suas expressões, esvaziamento de sentido em relação à sua capacidade de expressar contradição e conflitos determinados pela questão capital-trabalho na sociedade capitalista; não existe uma “nova questão social”;

Diferentes estágios capitalistas produzem diferentes manifestações da questão social (NETTO, 2001);

Debate francês X Debate crítico
O significado da questão social no marco da teoria social crítica;

Questão social como parte CONSTITUTIVA das relações sociais capitalistas;

Expressão ampliada das desigualdades sociais, anverso do desenvolvimento das forças produtivas do trabalho social (IAMAMOTO, 2001);

A produção e a reprodução da questão social assumem perfis e expressões HISTORICAMENTE particulares, o que não significa dizer que a questão social muda, em seus determinantes fundamentais, com as transformações societárias;

A expressão questão social é estranha ao universo marxiano, mas não às análises marxistas, na medida em que os PROCESSOS SOCIAIS que ela traduz estão no centro da análise de Marx sobre a sociedade capitalista;

Indissociável relação entre a produção de bens materiais e a forma econômico-social em que é realizada;

Quais as configurações do trabalho na sociedade capitalista? A resposta exige uma compreensão da sua HISTORICIDADE;

Caráter predominante e determinante da MERCADORIA; inversão e subversão do sentido das relações sociais, submissão das relações entre os seres humanos às relações entre coisas (subsunção);

MAIS-VALIA é a finalidade determinante da produção;

DUPLO MOVIMENTO do processo de acumulação ou reprodução ampliada do capital:

Quando a composição do capital constante mantém-se inalterada = + capitalistas +trabalhadores (ampliação do poder de mando do capital);

Quando se altera a composição orgânica do capital (aumenta-se o capital constante);

Intensificação dos processos de extração de mais-valia absoluta e relativa;

Crescimento da superpopulação relativa e latente;

“O desemprego [per si] não resulta do desenvolvimento das forças produtivas, mas sim do desenvolvimento das forças produtivas sob as relações sociais de produção capitalista.” (NETTO e BRAZ, 2006)

Raiz da produção da questão social – uma parcela da população trabalhadora sempre irá crescer mais rápido do que a necessidade de seu emprego para fins de valorização do capital (descompasso!);

O signo do TRABALHO LIVRE – trabalhador dotado de “mera capacidade de trabalho”, separado das condições necessárias à realização de seu trabalho;

UNIDADE II – A questão social na formação sócio-histórica do Brasil
Questão social – Desigualdade – Rebeldia; “expressão do processo de formação e desenvolvimento da classe operária e de seu ingresso no cenário político, exigindo seu reconhecimento como classe por parte do empresariado e do Estado (IAMAMOTO, 1996);

Expressa disparidades econômicas, políticas e culturais das classes sociais, mediatizada por relações de gênero, questões étnico-raciais etc;

Luta aberta e surda pela cidadania (IANNI, 1992);

As LUTAS SOCIAIS tornam a questão, de fato, SOCIAL, extrapolam-na para o cenário público e político, exigem a intervenção do ESTADO;

Para Mota (2013), “por trás da extensão semântica do conteúdo da expressão questão social, o que se articula é uma armadilha TEÓRICA e IDEOLÓGICA”, que desistoriciza e descontextualiza a existência real da questão social;

Não se trata apenas de uma questão epistemológica, e sim, sobretudo, TEÓRICO-METODOLÓGICA (MOTA, 2013);


O debate francês sobre a questão social

Robert Castel e as metamorfoses da questão social na Europa ocidental;

Questão social como uma “aporia fundamental sobre a qual uma sociedade experimenta e enigma da sua COESÃO e tenta conjurar o risco de sua fratura” (CASTEL, 1998, p.30);

Metamorfose – dialética do mesmo e do diferente;

Existe forte correlação entre o lugar ocupado na divisão social do trabalho e a participação nas redes de sociabilidade e nos SISTEMAS DE PROTEÇÃO que cobrem o indivíduo diante dos acasos da vida;

Reiteração da lógica da integração social;

Sociedade definida por suas relações de interdependência, e não pelas suas contradições, conflitos...

O lugar do ‘social’ – fora da dimensão de classe;

Função integradora do trabalho;

A “nova questão social” surge do enfraquecimento da sociedade salarial e sua capacidade de garantir mínimos direitos;

A precarização do trabalho se materializa na perda do contrato por tempo determinado;

É preciso reconhecer a riqueza história da pesquisa de Castel;

A crítica a Castel deve se centrar, antes de tudo, nos supostos teóricos de análise;

“É o salário – e não a luta de classes – que faz história” (BRAGA, 2003);

Pierre Rosanvallon – a nova questão social (segundo Mota(2013), uma equívoca e equivocada noção) se revela pela inadaptação dos antigos métodos de gestão do social atestado pela crise do Estado-providência, nos anos 70;

Valorização do indivíduo, do direito individualizado – individualização do social;

Em ambos, observa-se a negação da existência das classes sociais, a naturalização da desigualdade social;

Para Netto (2001), pensar uma nova questão social revela uma anemia teórico-analítica;

O enfrentamento da questão social deve ir além de apenas políticas de inclusão/integração;

UNIDADE III – Sociabilidade capitalista, questão social e Serviço Social
A questão social na cena contemporânea

A luta pela afirmação dos direitos é hoje também uma luta contra o capital;

Questão social como alvo de CRIMINALIZAÇÃO que atinge as classes subalternas – “classes perigosas”, alvo de repressão e coerção, “caso de polícia” (IANNI, 1992);

NATURALIZAÇÃO da questão social;

Reduzida às suas manifestações, é objeto de programas focalizados no combate à pobreza, assistencialização das políticas sociais;

Assistência focalizada + Repressão; Reforço do Estado penal (WACQUANT, 2001);

Dupla armadilha na análise da questão social:
o Desconectar as expressões da questão social de sua gênese comum (ausência da dimensão da totalidade); QUESTÕES SOCIAIS e PROBLEMAS SOCIAIS; foco e culpabilização do indivíduo;
o Discurso GENÉRICO, preso às análises estruturais, distanciando-se de suas particularidades, da vida dos sujeitos sociais;

Plena incorporação das economias periféricas no processo de reprodução ampliada do capital – anos 1970;

Novas mediações históricas à produção da questão social na contemporaneidade (IAMAMOTO, 2001):

“A globalização do capital globaliza também a questão social.” (IAMAMOTO, 2001, p. 21);

Novas determinações históricas da questão social, que se redefine, mas permanece a mesma por se tratar de uma dimensão ESTRUTURAL (YASBEK, 2001);

Particularidades da formação histórica brasileira e questão social

Pensar a questão social a partir das peculiaridades específicas de cada formação social e da forma de inserção de cada país na ordem capitalista mundial (PASTORINI, 2004);

HETERONOMIA – marca da trajetória capitalista brasileira (FERNANDES, 1981);

Burguesia “à brasileira” – surge antes da generalização do trabalho livre, enraizada nas bases do poder oligárquico;

Os interesses relacionados à propriedade fundiária foram preservados, sem impedir a modernização capitalista, dando forma à modernidade arcaica no Brasil;

“As ideias fora do lugar” (SCHWARZ, 1981);

Caráter repressor e reacionário da burguesia brasileira tratou a questão social como “questão de polícia”;
Da “democracia dos oligarcas” à “democracia do grande capital”, com clara dissociação entre desenvolvimento capitalista e regime político democrático (FERNANDES, 1981);

Anos 1930 – Questão social ganha expressão política e o Estado se vê pressionado a dar respostas;

Processo de modernização conservadora (“pelo alto”) – simbiose entre o poder do atraso e a modernidade;

Papel decisivo do Estado – o amplo uso de instrumentos coercitivos restringiu a participação política e o exercício da cidadania;

Tardia regulação do Estado das relações de trabalho;
Questão social no Brasil contemporâneo
Crise do capital nos anos 1970 – necessidade compulsória de restauração do capital;

Redefinição dos mecanismos de acumulação e dos mecanismos ido-políticos necessários à formação de novos consensos;

Novas mediações históricas reconfiguram a questão social na cena brasileira contemporânea no contexto da mundialização do capital;

Favorecimento dos investimentos especulativos em detrimento da produção;

Flexibilização das relações de trabalho;
Embate contra a organização e lutas sociais dos trabalhadores;

Fragmentação dos interesses classistas dos(as) trabalhadores(as) e proliferação de movimentos sociais extra-trans-classistas;

A burguesia unifica capitais a nível mundial, e, ao mesmo tempo, fragmenta as necessidades e identidades daqueles que vivem do trabalho;

Precarização das condições e dos direitos do trabalho;

A mundialização do capital (re)produz, de forma ampliada, a questão social no espaço mundial e não apenas nos países pobres (IANNI, 2004);
As mais significativas expressões da questão social na contemporaneidade são (radicalização da questão social):
Retrocesso no emprego;
Distribuição regressiva de renda;
Ampliação da pobreza;
Aumento das desigualdades nos estratos socioeconômicos, de gênero e localização geográfica urbana e rural;
Queda dos níveis educacionais dos jovens

CF/88 – bases legais e formais do que poderia ser um Estado de Bem Estar Social (MOTA, 2013);

Subordinação dos direitos sociais à lógica orçamentária;

Gasto social visto como culpado/responsável pela crise fiscal;

No governo FHC, fomos ao “coração das trevas do neoliberalismo” (OLIVEIRA, 1999);
Questão social e Serviço Social

A questão social é um problema REAL, que pode ser transformada em OBJETO DE CONHECIMENTO e INTERVENÇÃO se/quando decifrada com os aportes teóricos da teoria do valor-trabalho (MOTA, 2013)

No Brasil, data dos anos 1980 a emergência de discussões TEORICAMENTE FUNDADAS que abordam a relação Serviço Social – Questão Social;

Serviço Social como especialização do trabalho coletivo, inserido na divisão social e técnica do trabalho;

A questão social está na base da profissionalização do Serviço Social, eixo fundante (IAMAMOTO, 1982), articulador de conteúdos da formação profissional (ABESS/CEDEPSS, 1997);

A existência da questão social, por si mesma, não é suficiente para determinar a gênese do Serviço Social (NETTO, 2001);

Significado sócio-histórico e ideopolítico do Serviço Social inscreve-se no conjunto das práticas sociais acionado pelas classes e mediadas pelo Estado em face das ‘sequelas’ da questão social (IAMAMOTO, 2010);

Nas formas históricas de enfrentamento à questão social, é preciso compreender a natureza da ação do ESTADO, do CAPITAL e dos TRABALHADORES;

Questão Social – Serviço Social = questão saliente, INCONTORNÁVEL e praticamente consensual (problematizar) (NETTO, 2001, p. 41);

Não existe unicidade na compreensão da questão social na tradição crítica do Serviço Social brasileiro; há certo consenso sobre sua CENTRALIDADE para o Serviço Social

Estratégias de enfrentamento da questão social e Serviço Social

Duas tendências gerais para pensar a natureza do enfrentamento da questão social (MOTA, 2013):
Sua ADMINISTRAÇÃO no interior da sociedade burguesa;
Sua SUPERAÇÃO da ordem social que a determina;

Duas possibilidades/tendências a dar respostas à questão social:
TENSÃO entre a DEFESA DOS DIREITOS sociais
X
MERCANTILIZAÇÃO/REFILANTROPIZAÇÃO do atendimento às necessidades sociais;

As condições de trabalho e relações sociais em que estão inscritos os assistentes sociais são indissociáveis da contra-reforma do Estado (BEHRING, 2003);

Políticas de ajuste recomendadas pelos organismos internacionais;

Subordinação da política social à política econômica;

Desmonte do legado de direitos conquistados;

Transferência de responsabilidades governamentais para segmentos da sociedade civil;

TERCEIRO SETOR – esfera “pública” não estatal; heterogeneidade da natureza das entidades que compõem; apelo ao voluntariado, filantropia;

Tendência a estabelecer uma identidade entre sociedade civil e terceiro setor
A visão liberal desqualifica a questão social como questão PÚBLICA, POLÍTICA e NACIONAL (YASBEK, 2001);

Novas funções e competências atinentes aos(as) assistentes sociais – formulação e avaliação de políticas sociais, planejamento e gestão; redimensionamento das requisições aos(as) assistentes sociais;

Novas exigências de qualificação;

Importância da realização de PESQUISAS que favoreçam o conhecimento do modo de vida e de trabalho dos segmentos populacionais atendidos;

Avanços de ordem téorico-metodológica, ética e política acumulados pelo Serviço Social a partir da década de 1980;

As lutas pelo enfretamento e superação da questão social não podem ser exclusivas à categoria profissional, mas sim de um projeto político de classe;

Não é uma luta apenas profissional, e sim social;

Categorias de CONTRADIÇÃO e MEDIAÇÃO como principais aportes teórico-metodológicos para o entendimento da natureza contraditória da profissão;

Necessidade fortalecer o núcleo téorico, estratégico e político da profissão;

Discutir a relação entre projeto ético-político e questão social;

“Se há outro mundo possível, esse outro mundo está na barriga deste, e temos de ajudá-lo a nascer. Esse parto não vai ser fácil e para isto a energia da indignação é fundamental. Não aceitar esta realidade como a única realidade possível, porque cada realidade contém muitas outras dentro dela. É como se o mundo estivesse grávido de outros ‘mundinhos’, de outros ‘mundinhos’ bem melhores que este.”
(Entrevista “O tempo e o modo” – Eduardo Galeano)
Obrigada!
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