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SUBJETIVIDADE E CONSUMO

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by

Cristina Vasconcelos

on 14 December 2013

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Transcript of SUBJETIVIDADE E CONSUMO

SUBJETIVIDADE E CONSUMO

Subjetividade e Consumo



Análise de propagandas


Equipe:
Cristina Vasconcelos
Daniel Lima
Jamile Priscila
Izabella Feitosa
Larissa Rosa
Ilusão de escolha


Função "objetiva" da propaganda
Imperativo publicitário
indicativo publicitário -existência
- evidência
A lógica do papai noel



Algumas definições
Segundo o dicionário online de
português, consumo é:
s.m. Uso que se faz de bens e serviços produzidos.
E consumismo,
Atitudes e comportamentos se caracterizam por um consumo impulsivo, descontrolado, irresponsável e muitas vezes irracional.
Consumismo na Infância
Corpo de consumo
Sociedade do Consumo
Toda promessa deve ser falsa ou exagerada
Desvalorização do objeto logo após o consumo
Insatisfação
Necessidade ou Compulsão?
Pessoas como objetos
Síndrome do consumo
Julgar e avaliar
Transitorieadade e novidade
Velocidade, excesso e desperdício.
"O Brasil ocupa o primeiro lugar
no ranking mundial de crianças que mais assistem televisão" (documentário Criança, a alma do negócio)

“A criança não pode ser considerada pela propaganda um adulto em miniatura ou um mini adulto...
o empresário que se vale da inexperiência da criança para transformá-la num produtor ou promotor de seus produtos dentro de casa, viola princípios éticos e morais vigentes em nossa sociedade”
"É a estória do papai noel: as crianças não mais se perguntam sôbre sua existência e não relacionam esta existência com os presentes que recebem como se se tratasse de um jôgo de causa e efeito. A crença no papai noel é uma fabulação racionalizante que permite preservar na segunda infância a relação miraculosa de gratificação pelos pais (e mais precisamente pela mãe), que caracteriza as relações da primeira infância."
"É a estória do papai noel: as crianças não mais se perguntam sôbre sua existência e não relacionam esta existência com os presentes que recebem como se se tratasse de um jôgo de causa e efeito. A crença no papai noel é uma fabulação racionalizante que permite preservar na segunda infância a relação miraculosa de gratificação pelos pais (e mais precisamente pela mãe), que caracteriza as relações da primeira infância." (BAUDRILLARD, S/D. P.274)
Dissociação do trabalho e seu produto
Dissociação do produtor e consumidor
A reciprocidade falsificada da publicidade
O papel político das técnicas publicitárias
Os signos publicitários
Omissão do mundo -> frustração
"O princípio da realidade omitido na imagem nela, entretanto, transparece eficazmente como repressão contínua do desejo."(BAUDRILLARD, S/D. P.278)
Gratificação e repressão;
A transformação do desejo individual em uma referência coletiva.

Propaganda: A alma do mercado
Referências

BAUMAN, Z. (2007) Os consumidores na sociedade moderna. Em: Vida líquida. Tradução de Carlos Alberto Medeiros. Ed. Zahar. Rio de Janeiro.

BAUDRILLARD, J. (1990) Significação da subjetividade. Em: Lima, L. C.,
Teoria da Cultura de Massa
(pp. 273-280). Rio de Janeiro. Paz e Terra.

CANIATO, A.M.P. e NASCIMENTO, M.L.V.(2010) A subjetividade na sociedade de consumo: do sofrimento narcísico em tempos de excesso e privação.
Arquivos Brasileiros de Psicologia
, 62 (2), 25-37.

Documentário "Criança, a alma do negócio".
"Boa forma"
Lixo farto
"A famosa ideia de que ‘o importante é sentir-se bem consigo mesmo’ ilustra claramente a 'onda' neoindividualista na qual esse consumidor, ao pretender nela 'surfar', frequentemente acaba sendo levado (talvez fosse mais adequado dizer arrastado) aos destinos pré-determinados pelos caprichos da moda.” (CANIATO; NASCIMENTO, 2010)
Fase 1: Produção em massa
Fase 2: Consumo de massa
-renovação e status social
Fase 3: Consumo emocional
- função identintária
- o "Culto das marcas" (LIPOVETSKY, 2007)
- turbo capitalismo e desperdiço maciço
- a felicidade e a aquisição de bens
- excesso e privação

Fases do capitalismo de consumo
Felicidade Mensurável
Como diz Baudrilhard (1995) “ a felicidade constitui a referência absoluta da sociedade de consumo”









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