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Do Fordismo à "acumulação flexível"

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by

Philipe Andre

on 16 November 2016

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Transcript of Do Fordismo à "acumulação flexível"

Do Fordismo à "acumulação flexível"
Espacialmente
- Concentração industrial - processos de complementaridade;

Espacialmente
- Papel fundamental dos fatores locacionais:

Uma nova sociedade?
"O que havia de especial em Ford (...) era
o seu reconhecimento que produção de
massa significava consumo de massa,
um novo sistema de reprodução da força
de trabalho, uma nova política de controle
e gerência do trabalho, uma nova estética
e uma nova psicologia, em suma, um novo tipo de sociedade (...)"
(Harvey, 2003, p. 122).
O fordismo
- Origens da organização das indústrias no fordismo: Taylorismo (organização racional-científica do trabalho)
- Novidades propostas por Ford: reconhecimento que a organização interna das fábricas deveria repercutir em uma "nova sociedade";
--> Daqui decorre a necessidade de intervenção do Estado (o Grande Estado)
Para fora das Fábricas...
- Crise de 1929: o problema do Fordismo apenas dentro das fábricas;
- New Deal: o Estado assume a "parceria" com o grande capital no proporcionamento das condições para o estabelecimento do fordismo em larga escala;
- Barreiras para expansão do Fordismo pelo planeta no entre-guerras:
a) os sindicatos (o controle do trabalho);
b) conciliar liberalismo e intervenção estatal (Trecho p.2 do artigo)
A indústria atualmente
- Geração de riquezas nas ecomomias centrais e semi-periféricas do capitalismo: setor de serviços;
- Indústria: "locomotiva do setor de serviços";
- Contexto atual da indústria:
- Um controle rígido das atividades dos trabalhadores, cada vez mais especializados em pequenas funções.
- Separação entre trabalho intelectual e trabalho manual.
- Produção era bastante fragmentada e cada operário desempenhava apenas uma pequena função, era necessário um grande número de trabalhadores, e quanto maior esse número, maior seria a produtividade.
Taylorismo
Produção em massa

- demanda -

Consumo em massa
Dia de 8h de trabalho e U$5 de remuneração
Disciplina
e
Produtividade
Lazer e renda
para consumir
os produtos.
Consumir e
comportar-se adequadamente
(controle social)
As soluções
a) para os sindicatos: leis de restrição 'a atuação sindical e estabelecimento de negociações mediadas pelo Estado (em alguns casos);
b) para a intervenção estatal: a adoção de princípios keynesianistas.

Estabelecimento do "acordo social": GRANDE TRABALHO - GRANDE ESTADO - GRANDE CAPITAL
Trecho (Harvey, 2003, p. 125)
Espacialmente
- Geração de regiões industrializadas no espaço geográfico (Detroit; Ruhr-Reno; Tokyo, São Paulo etc)

Crise do Fordismo
Três "abalos" ao fordismo:

1) Críticas dos excluídos/Descontentes;
2) Globalização e emergência de novos atores no cenário global;
3) Desenvolvimento tecnológico (transportes e telecomunicações)

1) Excluídos/ Descontentes
- Benefícios do fordismo restritos aos trabalhadores de alguns setores da economia e alguns países;
- Geração de desigualdades sociais com forte clivagem de gênero, raça e etnia;


"Sem acesso ao trabalho privilegiado da produção de massa, amplos segmentos da força de trabalho também não tinham acesso às tão louvadas alegrias do consumo de massa" (HARVEY, 2003, p. 132).
Críticas e práticas contraculturais paralelas aos movimentos das minorias (ambientalismo, movimento gay, movimento estudantil) se somavam às críticas ao sistema capital-Estado-trabalho do Fordismo.
2) Desenvolvimento tecnológico
- Desenvolvimento nos transportes e telecomunições;
- Implosão de "hierarquias tradicionais" entre as regiões do planeta (item 3)
3)Globalização e "novos atores"
- Saturação de mercados na Europa Ocidental e Japão (fim da Reconstrução pós-Segunda Guerra) - acirramento da competição global;

- Industrialização da América Latina e do Sudeste Asiático - pequena absorção dos excedentes do centro do fordismo e migração das indústrias para tais lugares (inovação tecnológica);

- Racionalização do fordismo - dispensa de trabalhadores e queda da demanda.
Desindustrialização
- Caracteriza-se pela redução da
PARTICIPAÇÃO
da atividade industrial na
geração de empregos
e na
composição do PIB;

Países Desenvolvidos
Processo de desindustrialização acompanhado de aumento do componente tecnológico da indústria e, consequentemente, dos serviços
Aumento da renda per capita e impulsiona um processo de terciarização apoiado em atividades ligadas à tecnologia que compensam a menor geração (relativa) de emprego e riqueza da indústria. Renda per capita elevada.
Países Menos Desenvolvidos
Processo de desindustrialização não é acompanhado por uma modernização do setor industrial. Pode estar associado a um crescimento da exportação de commodities (ou produtos de baixo valor agregado) e apreciação cambial, além de um aumento rápido na produtividade das indústrias.
Não há um aumento considerável da renda per capita. Sofre com os efeitos de montante e jusante da indústria. Terciarização precária. Dependência de exportações de primários para manter saldos positivos em balanças comerciais.
Produtos
Empregos
Unidades produtivas
Flexibilidade Produtiva
Fragmentação da Produção

(Desterritorialização ou Territórios-rede?)
Mobilidade
Mobilidade de Produtos
e
Mobilidade de Unidades produtivas
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