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Redes Sociais na Eduacação

Uso do Professor na Sala de Aula
by

Isabel Cristina

on 4 March 2013

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Transcript of Redes Sociais na Eduacação

Informática na Educação A Cibercultura e as Redes Sociais Web 1.0 A Web 1.0
Acesso a grandes quantidades de
informações, mas o papel do usuário era o de
“mero expectador” ou consumidor de informações e,
nas páginas da Internet não era possível alterar conteúdos.
Além disso, a maioria dos serviços dependia de licenças
pagas, o que onerava o seu uso. Web 2.0 Quantidades massiva de dados.

Há uma grande quantidade massiva de dados disponíveis
na rede em razão da facilidade de sua funcionalidade de contribuição e participação. Isto resulta em potencial para acesso a uma multiplicidade de tipos de dados que, embora não designados para fins educacionais podem ser aproveitados para atividades de ensino e aprendizagem e, segundo Ullrich et al. (2008), são apropriados para abordagens construtivistas. Acesso independente aos dados

A Web 2.0 oferece múltiplas fontes de input, podendo ser acessada de uma variedade de maneiras por meio de tecnologias móveis.
Consequentemente, isto aumenta o potencial de participação.
Esta característica proporciona possibilidades de participação mais ativa nos processos de
aprendizagem, pois pode ampliar as oportunidades de Interação sem a restrição sem a
restrição de localização que é imposta pela
tecnologia do desktop. • Ampliação do poder de exploração
e participação

Os serviços pela Web 2.0 são gratuitos e de fácil
manipulação, fazendo com que aumente o número
de pessoas interessadas em usá-las e a
participação ampliada potencializa a
inteligência coletiva.
Possibilita uma variedade de atividades que podem promover:

•Colaboração e autoria
•Participação ativa, aberta de baixo para cima por meio da interação com
informações interligadas em múltiplos caminhos
•Produção continuada, reprodução e transformação de materiais em
uso e recuso de conteúdos
•Abertura de conteúdos, renúncia de copyright, autoria distribuída
•Consciência da característica de não finalização da atividade
•Desenvolvimento no âmbito da internet, ou com o uso de recursos
e atividades mediados pela Web. • Criatividade Individual


A Web 2.0, facilita a participação ativa dos usuários,
seus aplicativos e serviços permitem a publicação e o
armazenamento de informação por indivíduos por meio de
blog, ou coletivamente por meio de Wikis, gravações
em áudio (podcasts) vídeo (videocasts)etc.
Isto facilita a autoria e estimula de a
participação ativa dentro de uma plataforma. Arquitetura de montagem

Pelo fato de oferecer funcionalidades que permitem
adicionar, mudar e recuperar dados, na web 2.0 é possível
a criação de micro conteúdos que são unidades autocontidas, tais como imagens e outros conteúdos em multimeios que são adequados para mistura e recombinação, formando novos conteúdo. A Web 2.0 também possibilita a composição modular de componentes “plug-in” que permite integrar serviços, como em microblogging. Essas possibilidades de misturas e combinações resultam em potencial para a criatividade e extensão dos ambientes de aprendizagem, agregando novos canais de expressão, que caracterizam os ambientes personalizados de aprendizagem ou Personal
Learning Environments. O uso da Informática na Educação
Internet na Educação



Toda produção cultural e fenômenos
sociotécnicos que emergiram da relação entre seres
humanos e objetos técnicos digitalizados em conexão
com a internet, a rede mundial de computadores,
caracterizam e dão forma à cibercultura.
Em sua fase atual, a cibercultura vem se caracterizando
pela emergência da mobilidade ubíqua em conectividade
com o ciberespaço e as cidades. Esta visão sugere que a rede
está se tornando mais uma finalidade
mercadológica e paga. Lévy, portanto,
argumenta que a música e o cinema também
são produtos industriais, mas nem por isso
aumentou o fosso existente entre ricos e pobres. Cibercultura - "Pierre Léry"

O texto Dilúvios de Pierre Lévy traz uma discussão acerca do que a cibercultura representa hoje para a sociedade. Não consiste exatamente em defendê-la como um bem inegável, mas propõe exatamente enxergar nela as potencialidades mais positivas, seja nos planos econômico, político, cultural e humano.
Lévy coloca que a cibercultura é um movimento que oferece novas formas de comunicação, o que chama a atenção de milhares de jovens pelo mundo. Assim, ele lembra que aqueles que denunciam a cibercultura têm certa aparência com os que denunciavam o rock e o cinema há algumas décadas. Sendo que estes por inúmeras vezes foram porta-vozes dos sonhos e aspirações da juventude na época. Não necessariamente acabando com a fome a miséria, mas permitindo que
muitos se divertissem ao ouvir ou tocar suas músicas. A proposta de Lévy
é, então, não se posicionar a favor ou contra,
mas permanecer abertos a novidades e
as mudanças.
Apostando que apenas dessa forma seremos capazes de desenvolver essas tecnologias dentro de uma perspectiva
humanista.
Mais a frente ele coloca que a questão está definida: o ciberespaço entrou para a era comercial. O que significaria um aumento significativo no abismo que separa os bem-nascidos e os excluídos, colocando a concentração do poder nas mãos de
uns poucos dominadores. Onde quem aprecia a cibercultura coloca-se imediatamente no lado do neoliberalismo e do
capitalismo financeiro. Levy afirma ainda que nesta
nova era, as vozes não se apagarão,
pois diferentemente das sociedades orais
e escritas, onde seus legados eram a
qualquer momento apagados, ou simplesmente jogados fora como objetos a mando de seus superiores, agora as inúmeras vozes que ressoam no ciberespaço continuarão a se fazer ouvir e a gerar respostas.
Por fim, Pierre Lévy reconhece que a tecnociência produziu tanto a bomba atômica quanto as redes interativas, mas sendo que estas apenas comunicam. Assim, as técnicas não determinam nem a salvação e nem a perdição do homem. Estando em nossas mãos as escolhas de nossas ações. Cibercultura CIBERESPAÇO
O espaço cibernético intensificou transformações sociais nos mais diversos campos da atividade humana, é o que Manuel Castells chama de sociedade em rede. Com o ciberespaço constituiu-se um novo espaço de sociabilidade que é não-presencial e que possui impactos importantes na produção de valor, nos conceitos éticos e morais e nas relações humanas. O surgimento da Internet como uma rede mundial de computadores, veio confirmar essas expectativas ao criar um novo espaço para a expressão, conhecimento e comunicação humana. Porém trata-se de um espaço que não existe fisicamente, mas virtualmente: o ciberespaço.
Pode-se afirmar que o ciberespaço diz respeito a uma forma de virtualização informacional em rede. Por meio da tecnologia, os homens, mediados pelos computadores, passam a criar conexões e relacionamentos capazes de fundar um espaço de sociabilidade virtual. No mundo contemporâneo, a tecnologia tem sido cada vez mais utilizada na educação, tanto na presencial, quanto na EAD e o imenso potencial pedagógico da Web 2.0 e seu uso pedagógico visa aperfeiçoar a aprendizagem através de sua usabilidade.
As tecnologias da web estão criando novas e interessantes oportunidades de ensino e aprendizagem, mais personalizadas, sociais e flexíveis. Podemos dizer que o conhecimento se multiplica e quase tudo está disponível na internet.

As redes sociais trouxeram mais
mobilidade às informações na internet,
na medida em que o usuário não precisa
vasculhar as informações que lhe
interessam nos sites da Internet.
São os próprios usuários que
divulgam entre si através de links
as informações que são de
interesse comum entre a
comunidade virtual
da qual faz parte. Construíndo na Web 2.0 Através da utilização dos recursos da web 2.0,
o professor pode ajudar a ampliar a capacidade dos
alunos de elaborar textos, pesquisar um assunto, emitir
opiniões e debater com outros usuários. São exemplos de ferramentas da web 2.0: Facebook,Podcast, Mashups, delicious, Flicker, Blog, Wiki, Browser, Youtube,
Correio eletrônico. Para Refletir Através da Internet, são ressignificados os processos de emissão, transmissão, circulação e recepção de mensagens entre um ponto (ou emissores) e um ponto receptor (ou receptores).
O homem encontrou um novo espaço para atuar socialmente e desenvolver novas formas de relacionamento, como também criou técnicas e tecnologia correspondentes a este novo espaço. A criação Humana também convergiu para o ambiente virtual e encontrou espaço para suas produções. Novas tecnologias e novas formas de ver a web 2.0 podem
ser usadas como a forma de encarar a carência da socialização e aprendizagem colaborativa, pois usuários podem fazer uso de diferentes ferramentas, pois estas ajudam no processo de aprendizagem e estimulam no desenvolvimento das capacidades intelectuais.
Segundo Vygotsky (1978), o conhecimento é construído de forma coletiva, marcado pela história e pela cultura de cada pessoa ou grupo social, neste sentido a aprendizagem é vista como o resultado de um processo de interações sociais contínuas. Requerem cuidado e acima de tudo precisam
do fator humano para funcionar, da mesma forma é necessário um bom planejamento dentro da educação, é preciso analisar as necessidades, conhecer o potencial das ferramentas
e descobrir novas formas de usabilidade.
Com a web 2.0, temos ferramentas que potencializam colaboração de um trabalho colaborativo, mas isso não surge automaticamente, é necessário motivação e criatividade, de forma que o uso destas ferramentas devem ser claras
no processo de aprendizagem, pois é necessário criar redes de
aprendizagem colaborativa. Ferramentas da Web 2.0 "Há necessidade de sermos homens e mulheres do nosso tempo, que empregam todos os recursos disponíveis para dar o grande salto que a nossa educação está a exigir"
PAULO FREIRE Desafio
Construir uma Sociedade com pessoas que tenham comportamentos: étnicos, de cidadania, de respeito. Aprendizagem também pode ser vista
como resultado de um processo de interações sociais
contínuas. Novo espaço de ensino -aprendizagem
em EAD com a Web 2.0 Hoje, a partir das vivências com o fenômeno da cibercultura, se faz necessário uma renovação nas práticas educativas, uma necessidade que Teixeira (1963, s/p) previu desde os anos 60 ao dizer “ainda não fizemos em educação o que deveria ser feito para preparar o homem para a época a que foi arrastado pelo seu próprio poder criador”. Neste momento, gesta-se uma humanidade diferente, que se comunica de uma nova maneira, faz inúmeras coisas nos tempos e espaços que lhes cabem, enxerga o mundo a partir de novos dispositivos. Daí também ser uma das atribuições dos educadores ajudarem a compreender e a tornar-se um ser humano participativo, reflexivo uma realidade povoada de contradições, em uma coletividade socialmente integrada e ativa. Neste sentido, vale à pena atentar ao que o Mestre Anísio Teixeira já sinalizava há exatos 34 anos atrás: A Cibercultura na educação O ciberespaço ou “rede” (LÉVY, 1999, p. 17) Além do mais se os serviços pagos
na rede estão aumentando, os serviços
gratuitos aumentam em uma velocidade
bem maior que, não são os pobres
que se opõem a rede mas, sim aqueles,
cujos interesses estão sendo
ameaçados. Nessa nova forma de aprender e de ensinar a troca e a interatividade com os demais são fatores essenciais. A colaboração e a construção de conteúdos, debate, críticas etc. produzem outro modo de se relacionar com a informação e com os demais integrantes que estão ao seu redor; consideramos que é uma nova e melhor maneira de construção de conhecimento. Em síntese, implica a construção de uma identidade na rede de troca e construção, em que seus interesses, possibilidades e responsabilidades se revelam para todos. Esta busca, então, implica o uso responsável das TIC, já que pressupõe um compromisso ativo e permanente de revisão de conteúdos, interesses e uma constante exploração de possíveis narrativas. O papel do Professor diante do avanço tecnologico
É o novo meio de comunicação
que surge da interconexão mundial de computadores,
não apenas a infra-estrutura material de comunicação
digital, mas também o universo oceânico de informações que esta
abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam
esse universo.
Portanto, a cibercultura é uma forma sociocultural que emerge da
relação simbiótica entre sociedade, cultura e tecnologias digitais.
Essencialmente busca romper com a dinâmica informacional
baseada na relação Um para Todos, potencializando
as trocas Todos para Todos e possibilitando que cada
indivíduo seja, ao mesmo tempo, emissor e receptor
de informações e sentidos.


Em que aspectos as tecnologias influenciam
no cotidiano do trabalho da docência?

Como você analisa o papel das instituições
educacionais frente às mudanças?

Você se sente preparado para ensinar e aprender
na Sociedade da Informação e Comunicação?

Para você, quais os principais desafios da Sociedade da Informação e Comunicação?

De que maneira você pode utilizar nas suas
atividades com alunos os recursos
tecnológicos disponíveis em
sua escola? Webgrafia Isabel Cristina Berlandi Peregrina
Sites: http://www.youtube.com/results?search_query=o+ciberespa%C3%A7o+como+espa%C3%A7o+publico&oq=o+ciberespa%C3%A7o+como+espa%C3%A7o+publico&gs_l=youtube-reduced.3...1727646.1784306.0.1784788.62.41.0.0.0.0.724.9234.1j1j13j6j3j3j1.29.0...0.0...1ac.akprAZYmDFA

-http://pt.scribd.com/doc/54787885/utilizacao-pedagogica-de-algumas-ferramentas-da-web-2-0

http://www.moodle.ufba.br/mod/book/view.php?id=64904&chapterid=18511

Videos:
www.youtube.com/watch?v=z9jswF31RZO
www.youtube.com/watch?v=3T3pNyp3XbE
www.youtube.com/watch?v=hCFXsKeTsOw Aula do dia- 09/08/12
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