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A minha escolinha

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Transcript of A minha escolinha

Nesta escola só havia meninos, mas um dia apareceu uma menina muito bonita e simpática, que se chama Teresa.
Os meninos ficaram pasmados ao ver uma menina tão linda e tão pequenina e todos a chamavam de Teresinha.
As primeiras professoras desta escola foram umas jovens que hoje são Irmãs Dominicanas, como é o caso da Irmã Jacinta, Irmã do Céu e a Irmã Fátima do Menino Jesus.
Mais tarde contrataram-se novas professoras e algumas delas ainda estão cá na escola a ensinar os meninos a ler e a escrever.
Os tempos eram difíceis e a maioria dos alunos era pobre.
Aqui comiam pão, sopa, bebiam leite e ajudavam nas tarefas da escola. Ao lado das professoras, ajudavam nas limpezas, acarretavam cavacas para o fogão a lenha e iam ajudar à Missa do Santuário.
Eram chamados os meninos do coro!

A escola estava a ficar pequena
para tantos alunos porque todos queriam aprender.
Então, a Irmã Benigna deu os primeiros passos nesta construção, onde alunos e professoras carregaram tijolo a tijolo para que a escola se construísse mais depressa e sem gastar muito dinheiro.
O primeiro aluno a aparecer chamava-se Henrique Henriques e era um menino muito esperto e com vontade de aprender.
Uma Escolinha com história
Decidida, diz às outras Irmãs da Comunidade que vai ensinar as crianças de Fátima a ler, a escrever e a aprender a catequese. Como não havia muito espaço, porque esta escola ainda não existia, as primeiras aulas foram dadas na garagem.




Era uma vez, há muito muito tempo, uma Irmã que se chamava Benigna.
Era uma Irmã muito boa e gostava muito de crianças. Sempre que ia à capelinha rezar, as crianças iam ao seu encontro pedir rebuçados.
Na convivência diária com os rapazinhos, a Irmã Benigna percebeu que eles não frequentavam a catequese e não andavam na escola.
No dia seguinte vieram mais dois meninos, o António da Silva Augusto e o André Pedro dos Santos Marto que era primo dos pastorinhos Francisco e Jacinta. Menino a menino, a garagem foi enchendo e uma turma se foi fazendo.
Fátima passou a ter a primeira escolinha só para meninos. Aqui aprenderam muitas coisas boas!

Irmã Benigna Faria de Oliveira
Fundadora do Externato de S. Domingos a 21 de outubro de 1953. Era natural de Vila Nova de Ourém (Escandarão).
Faleceu aos 97 anos de idade, velhinha na cidade de Braga.

Era importante ajudar a senhora professora a enfeitar a Escola com flores para ela ficar bem bonita.
O hino do Externato foi feito pelo Padre Jordão (irmão da Irmã Benigna) e por um Irmão Dominicano da Aldeia Nova que era professor de música.
Ainda hoje cantamos com orgulho e com muito entusiasmo o nosso hino.
A Teresinha foi a primeira menina do Externato de S. Domingos!
Todos queriam brincar com ela porque era muito amorosa.

Hoje é responsável pela Livraria Paulistas aqui em Fátima.

A Irmã Beningna tinha muito orgulho nos alunos que eram acólitos no Santuário.
Estes meninos portavam-se sempre muito bem e ela ficava contente com eles. Mas havia uma professora de seu nome Ana, que durante 25 anos preparou estes meninos.
A Escolinha foi construida com muito amor e continua a receber meninos e meninas.
No Externato de S. Domingos as crianças eram muito felizes e queriam aprender muito para crescerem. Naquela altura não havia computadores e os meninos brincavam com uns brinquedos de madeira que o simpático Sr. Francisco Pelês fazia.
Os brinquedos eram todos muito simples, até com bogalhos brincavam.
A bola de futebol era feita de trapos e meias velhas com a ajuda da professora.








Passaram muitos anos e hoje, dia 21 de outubro, a escolinha está de Parabéns.
Faz 60 anos!
Cresceu, adaptou-se aos novos tempos e continua a querer fazer parte das famílias. Quer continuar a ensinar alunos para que possam voar para o mundo.
Hoje é a unica escola católica, privada e do 1º ciclo do concelho. Todos os alunos são muito especiais e somos uma grande familía onde o afeto, a dedicação, a partilha, o zelo, a autonomia, a paciência e a firmeza são características muito próprias.
A escolinha é moderna e acompanha a evolução do ensino.
As crianças com o que recebem ajudam a pintar o mundo com outras cores.
São a nossa esperança para um futuro melhor e mais risonho.
Amor, Carinho, Educação, Respeito, Amizade, Compreensão, Ajuda e Partilha, são os valores que aprendemos na nossa escola e que levamos para a nossa família.
Na nossa escola o pai e a mãe são muito importantes porque com eles construímos uma família, a família escolar, por isso é que somos a Alegria na Família.


Moral da história:
Cresce e ajuda a construir o mundo melhor.
Como dizia a Madre Teresa de Saldanha, nunca te esqueças de Fazer o Bem, Sempre!
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