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Crise de 2008: Antecedentes

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by

Silvia Prata

on 26 June 2015

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Transcript of Crise de 2008: Antecedentes


Crise de 2008:
ANTECEDENTES

Beatriz Assis
Silvia Prata P. de Alvarenga
Stephanie Naomi Ito
Vinicius Soro

INSTITUTO DE ECONOMIA - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
Fases Históricas
1930 - 1960
Marketing boca a boca? Buzz marketing? Marketing viral?
O comportamento do consumidor
Marketing boca a boca x marketing de massa
vantagens e desvantagens
PANORAMA GERAL DO TEMA
A web e a "inteligência coletiva"
Cases de sucesso
Por que usar marketing boca a boca?
Quem são os agentes?
(questão ética)
consumidores espontâneos
consumidores contratados
atores
Pierre Levy
apresentação dos conceitos fundamentais
O declínio do marketing boca a boca
blogueiras
Expansão Econômica nos EUA
Processo espontâneo ou manipulado?
Causa
Inovações No Setor Imobiliário
1960 - esgotamento do padrão de crescimento econômico do pós-guerra

1970 - 1980
1970

Novos contratos hipotecários
INFLAÇÃO
ALTA DE JUROS
Money markets mutual funds
e outros mecanismos de financiamento
AMEAÇA AO MONOPÓLIO
DAS INSTITUIÇÕES DE DEPÓSITO
Criação de instrumentos financeiros
Surgimento de novos agentes (investidores institucionais)
Mobilidade internacional
COMPORTAMENTO
ESPECULATIVO
Evolução do preço dos ativos financeiros
Condições de crédito
DECISÕES DE CONSUMO E INVESTIMENTO
HIPOTECAS
Financeirização das empresas
*ações de empresas ligadas aos setores de tecnologia da informação e telecomunicações nos EUA nos anos 1990
Valorização dos ativos das instituições financeiras, das empresas e das famílias
Desempenho favorável de imóveis, cotas em fundos, carteiras de ações e demais títulos
NECESSIDADE CRESCENTE DE MAIORES LUCROS
Aumento da capacidade de endividamento
Relação entre preço dos ativos e crédito:

CRÉDITO


VALORIZAÇÃO DOS ATIVOS


+ CRÉDITO (EMPRÉSTIMOS)
PRIMEIRA FASE: expansão
SEGUNDA FASE: euforia

TERCEIRA FASE: crash

QUARTA FASE: pânico e desvalorização dos ativos

QUINTA FASE: reestruturação
Redução da lucratividade dos agentes credores
Elevação dos juros
Contenção das operações de crédito
Deterioração dos balanços patrimoniais dos agentes
VENDA DE ATIVOS
Reforça a tendência de queda nos mercados financeiros
Redução dos gastos
Aumento da poupança
Declínio da demanda agregada
Redução dos investimentos
Círculo vicioso e contracionista entre as decisões microeconômicas de ajustamento
Política monetária e fiscal expansionista
Ação do governo
1990
"Era da Automação"
New Deal
1990-2000
Taxa de desemprego
Taxa de inflação
PIB
Consequências
Ganhos de produtividade
Ampliação do investimento
Inovações Tecnológicas
Demanda Agregada
"Demanda total de bens e serviços em uma dada economia"
Consumo
Crescimento da renda disponível
Maior endividamento
Investimentos Residenciais
Política monetária
Gastos Públicos
Gastos militares
Transferências
A tomada do imóvel do inadimplente e sua revenda representam perda de 30% a 60% do valor da dívida, o que aumenta a tolerância em relação a atrasos.

Essas iniciativas foram apoiadas pelo governo devido a sua importância social
A política do governo de reduzir os juros permitiu que famílias de renda mais baixa tivessem acesso ao financiamento imobiliário
A elevação dos preços dos imóveis aumentou o patrimônio das famílias, o que aqueceu o consumo
Aumento do risco das
carteiras de empréstimo
Aumento da taxa de desemprego
Redução do tempo e custos na geração do crédito hipotecário
Investimento tecnológico nos Tigres Asiáticos
Altos gastos militares
"Era da Estagflação"
Diminuição de barreias na entrada do setor
Hipotecas
O Setor imobiliário se adequou as inovações aos demais setores
da economia
Fonte: Bureau of Economic Analysis, U.S. Department of Commerce, Federal Reserve System e Office of Federal Housing Enterprise Oversight.
Fonte: Bureau of Economic Analysis, U.S. Department of Commerce
Consumo em relação ao PIB – 1991 a 2005
Investimento Residencial em relação do PIB, House Price Index e Taxa de juros para Hipotecas Convencionais
Dívidas antigas
Novos endividamentos
Otimismo
Expansão creditícia


Baixa taxa de juros
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