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A Crise do México (1994)

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Andriely Bueno

on 14 August 2013

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Transcript of A Crise do México (1994)

A Crise do México (1994)
Mercado Financeiro
e de Capitais

Andriely, Camila, Mariane, Marta, Michele e Paola
Definição
da Crise do
México
•A Crise no México foi provocada pela falta de reservas internacionais, causando desvalorização do peso, durante os primeiros dias da presidência de Ernesto Zedillo, e produto da política econômica neoliberal adotada no país.
•Tratou-se então, de uma crise de balança de pagamentos associada a especulação financeira e fuga de capitais, resultantes de uma crise política interna do México.
•O país estava sem reservas internacionais e a balança comercial apresentava números preocupantes.
•O então presidente Carlos Salinas, tentou realizar uma manobra econômica conhecida como crawlingpeg, que fracassou.
•O governo de Carlos Salinas foi marcado por escândalos de corrupção, o que acabou com o interesse de investidores estrangeiros na economia do país.
•Estas decisões agravaram ainda mais uma situação já delicada, até ao ponto em que a crise se tornou inevitável e a desvalorização foi apenas um dos muitos ajustamentos necessários.
•Salinas foi duramente criticado no México. Foi considerado culpado do colapso da economia pela maioria da população.

•Principal causa: Desvalorização do peso
•De 1991 a 1994 – Déficit de US$98 bilhões
•Tesobônus - Garantia de que o peso não seria desvalorizado
•Elevação da taxa de juros – Aumento da dívida externa – Desconfiança dos investidores
•20 de dezembro – Desvalorização do peso
•Descontrole da desvalorização

Causas da
Crise
Consequências
no México
Jan/95 - 250 mil mexicanos perderam seus empregos e 4 mil empresas fecharam suas portas;
Abr/95 - Vendas no varejo caíram 32,7%;
Mai/95 - Taxa de desemprego era 106% maior que a do mesmo período em 1994;
Jun/95 - 2,2 milhões de desempregados;
2º tri/95 - PIB caiu 10,5% em relação ao mesmo período de 1994;
Ago/95 - Sistema bancário à beira da falência;
Set/95 - Dívida externa mexicana atingia 165 milhões;
Out/95 - Poder de compra caiu 25%;

•Queda do rendimento assalariado estimado entre 36,4% e 60%;
•Índice de desemprego duplicado em um ano;
•Cerca de 35% da população vivendo em situação de pobreza ou pobreza extrema, de acordo com o Banco Mundial;
•Queda de 45% na atividade da construção civil;
•Cerca de 39% das empresas completamente paralisadas, muitas com falência decretada;
•Crescimento econômico negativo de 7%;
•Queda de 33,3% do Produto Interno Bruto per capita em um ano;
•Aumento de 128% na taxa anual de inadimplência, atingindo 50% das empresas mexicanas;
•Queda de 50% no investimento externo;
•83% das reservas nacionais despendidas com juros da dívida.

Consequências
no Brasil

•Elevado risco cambial dos investimentos, fuga de grandes volumes de capitais das economias emergentes;
•Elevação das importações e pouco crescimento das exportações, crescimento do déficit na balança comercial;
•Altas taxas de juros;

Consequências na
Argentina
- De 1991 à 1994, a Argentina passou por um período de recuperação econômica após alta inflação.
- Sentiu o efeito da crise no mercado financeiro: a redução de depósitos bancários chegou a 18%, gerando varios problemas de liquidez.
- Bancos com grande vinculos ao mercado mexicano fecharam as portas.
- Levou ao banco central a adotar medidas como renovar dívidas, e recompra de títulos.
- Além disso houve cortes de U$$ 1 bilhão nas despesas públicas.
- Vinculou-se fortemente ao dólar, o que lhe permitiu ocultar a perda de U$$ 2,5 bilhões de reservas até janeiro de 1995.
- Levou a Argentina a ajustar a balança comercial , antes deficitária, em 1995 passou a superavitária. O que estava associado a implantação do plano real no brasil e a valorização da moeda brasileira. Causou aumento da demanando por manufaturados argentinos.

Consequências no Uruguai

- O Uruguai estava em um bom período, com crescimento economico e queda da inflação, sentiu a crise mexicana em 1995, afetando principalmente a conta capital e a conta de transações corrente do país.
- Ocorreu uma fuga de capital do país de 83% do capital investido na economia uruguaia.
- No ano de 1997, a economia uruguaia voltou ao normal, pos o seu saldo em conta capital aumentou 69%.
É importante sabe que a conta capital e financeira é fundamental para o financiamento da conta de transações correntes de um país.

Consequências no Paraguai
- É bastante clara a dependencia do Paraguai dos demais países do Mercosul, na época da crise mexicana, o país estava passando por uma crise bancária, a crise mexicana fez com que os recursos externos que eram poucos se tornarem esccassos.
- Só não fez maiores estragos, pelo fato do país não ter relações comerciais significativas com o México e em 1997 já estava com sua economia recuperada.

Consequências nos EUA


-Interesse em resolver a crise – motivos:
-migração ilegal aumentaria
-queda nas importações americanas para o México
- dinheiro investido em negócios mexicanos
-medo de que o resto do mundo se “contagiasse” com a crise.


Considerações Finais
Cabe ressaltar que mesmo sendo uma economia
emergente, a crise do México despertou a atenção
de inúmeros países. Pois existe o que chamam de
efeito-contágio das crises. Precedendo essa crise, as crises cambiais e bancárias começama afetar especialmente os mercados emergentes, como Tailândia, Indonésia, Malásia e Coreia do Sul (1997), Russia (1998), Brasil (1998/99), Turquia e Argentina (2001), causando recessões severas, aumento da pobreza e, parcialmente,crises políticas e sociais.
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