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O VÍNCULO/ TRANSFERÊNCIA E O CONSULTÓRIO NA RUA

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Anderson Pfundner

on 15 August 2014

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Transcript of O VÍNCULO/ TRANSFERÊNCIA E O CONSULTÓRIO NA RUA

O VÍNCULO/ TRANSFERÊNCIA E O CONSULTÓRIO NA RUA
A presença do Consultório de Rua em um dado território é precedida por uma decisão institucional, portanto, não há uma demanda prévia de atendimento por parte da clientela. Trata-se de uma oferta programada. (OLIVEIRA, 2009)

A aquiescência da população à nossa presença ia 90ocorrendo, à medida que a equipe trabalhava na construção de vínculos, pré-requisito essencial para que a intervenção viesse a se realizar. (OLIVEIRA, 2009)

A TEORIA!
Ao se fazer uma “clínica de rua”, o estabelecimento dos limites do enquadre estão colocados, prioritariamente, na relação, pois o setting da rua, no espaço aberto, não favorece as condições de espaço-tempo que possam dar borda ao enquadre terapêutico, determinados pelas condições pré-estabelecidas dos atendimentos realizados nos moldes tradicionais da clínica (sala, mobiliário, horários, honorários, postura), sobretudo nos atendimentos que têm um seguimento, configurando um acompanhamento psicoterapêutico. (OLIVEIRA, 2009)
A TEORIA!
Os muitos anos em que convivo com a população em situação de rua me ensinaram bastante. Aprendi que é impossível conviver sem estabelecer vínculos que humanizem e facilitem o encontro e possibilitem respostas.
(LANCELOTI, 2012)
A TEORIA!
Alguns pressupostos são necessários: o despojamento e a empatia, a capacidade de
compreender sem julgar e o respeito, que estabelece limites. (LANCELOTI, 2012)
A TEORIA!
O vínculo é irmão da gratuidade, sabe esperar o tempo do outro, perceber os pequenos passos que possibilitam, não é imediatista nem coisifica as pessoas para contabilizar êxitos e respostas obtidas (LANCELOTI, 2012)

Muitas vezes, vemos o problema como se nele se esgotasse a pessoa. Sempre repetimos, por exemplo, o problema não é o crack, é a vida. (LANCELOTI, 2012)


A TEORIA !
A população de rua está cansada de ser tratada de maneira fria e tecnicista, não se estabelece vínculo que humaniza em atendimento ompartimentalizado onde a pessoa é encaminhada, e não acompanhada, onde se transforma em dados, fichas e deixa de ser o que é: pessoa. (LANCELOTI, 2012)
A TEORIA
Vínculo exige perseverança e permanência, estabilidade que gera segurança, previsibilidade mesmo nos desafios que enfrentamos no dia a dia do trabalho e do viver. Vínculo revela conhecimento e reconhecimento. Não estranheza, mas pertença! Só quem pertence ao nosso mundo de significados estabelece vínculos conosco, e só assim estabelecemos vínculos com o outro. (LANCELOTI, 2012)
A TEORIA !
• A equipe em campo.

• A chegada da equipe.

• Tempo para que se estabeleca o vinculo.

• A diferença entre um espaço fechado e a rua

• Consultório na Rua X Assistencialismo
A PRÁTICA !
REFERÊNCIAS
LANCELOTI, Júlio. “ Vínculo no atendimento em População de Rua”, In: Manual sobre o cuidado a saúde , junta a população em situação de rua. 2012. http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/manual_cuidado_populalcao_rua.pdf Acessado em 12 de Agosto de 2014.

OLIVEIRA, Mírian Gracie Plena Nunes. Consultório de Rua: Relato de uma Experiência. Universidade Federal da Bahia. Salvador 2009. http://twiki.ufba.br/twiki/pub/CetadObserva/Outros/Dissertacao_final_MIRIAN_GRACIE_2.pdf Acessado em 12 de Agosto de 2014.
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