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A sociedade no homem:

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by

Caio Lara

on 10 August 2014

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Transcript of A sociedade no homem:

Sociologia do Conhecimento
Em meados do século 20, a corrente
inicialmente se ocupava com a diversidade de valores presentes nas atitudes, modos de pensar de grupos sociais que produzem universos mentais de interpretação do mundo, numa mesma sociedade.
Teoria do Papel
A sociedade no homem:
Teoria do Grupo de Referência
Um
grupo de referência
“é a coletividade cujas
opiniões, convicções e rumos de ação são decisivos para a formação de nossas próprias opiniões, convicções e rumos de ação”, o qual nos fornece um modelo através do qual podemos nos comparar continuamente. Nesse sentido, “a escolha de grupo trará consigo também um conjunto de
símbolos intelectuais, os quais seria conveniente
exibir com um ar de fidelidade”
(Berger, 1976, pg. 133-134, § 1º).
a vontade dos indivíduos de se integrarem socialmente
Criação: Caio Lara
Jean-Jacques Rousseau
(1712-1778), filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço
"O homem nasce
livre, e por toda a parte encontra-se acorrentado".
-
em Do Contrato Social
Na Sociologia, são
três as áreas principais de
investigação e interpretação
da influência da sociedade no homem, quais sejam:
a teoria do papel,
a sociologia do conhecimento
e a teoria do grupo
de referência.
Diz a Teoria do Papel Social que
cada situação exige que nós nos comportemos de determinada maneira.
Há pressões para que isso aconteça
e assim vivemos e enfrentamos as peculiaridades do dia-a-dia.
Quando dois ou mais atores praticam ações sociais entre si, acontecem
interações sociais.
A interação social é um dos objetivos da ação humana, ela é a responsável pela socialização e conduz à formação de
padrões sociais,
formas pre-estabelecidas de interação. A ação social padronizada é formadora da
organização social,
pois a sociedade é formada por papéis a serem interpretados pelos atores sociais, e esses papéis são padronizados segundo classes, que são agrupamentos de papéis sociais iguais. A padronização das ações sociais, que forma a organização social, induz à previsibilidade – e não à espontaneidade – da vida em sociedade. Podemos observar a padronização das ações sociais em todo e qualquer tipo de relação social, segundo os papéis em jogo.
A
Teoria do Papel
foi uma criação intelectual quase inteiramente americana (
Peter Ludwig Berger
-
New School for Social Research de Nova York
e
Joel Charon
-
Minnesota State University
escreveram textos a respeito). A sociedade existe porque as definições da maioria das pessoas para as situações mais importantes são mais ou menos as mesma. É como se a sociedade proporcionasse o "script" para todos os personagens. O homem excepcional é o homem que reflete sobre seus papéis. As brincadeiras infantis registram o ensaio do papel a ser concretizado pela criança quando ela se tornar adulta.
Teoria do Papel
“O significado da teoria do papel poderia ser sintetizado dizendo-se que, numa perspectiva sociológica, a identidade é atribuída socialmente, sustentada socialmente e transformada socialmente” (Berger, 1976, pg. 112, 1º §).

Sendo assim, a identidade precisa que a mesma sociedade que a define, lhe dê sustentação, pois um papel não faz sentido sem o contexto que o respalde.
Pertencer ou deixar
de pertencer a um grupo em particular normalmente
necessita de
compromissos específicos
, o que define o
lugar do mundo social
escolhido para se viver.
A
sociologia do conhecimento (ou Sociologia da Sociologia)
entra em nosso raciocínio para demonstrar que, tanto quanto os homens, as idéias têm localização social. Isso pode servir como definição da disciplina para nossos propósitos: a sociedade do conhecimento trata da
localização social das idéias.
Ela rejeita a idéia de que o pensamento ocorra isoladamente do contexto social dentro do qual determinados homens pesam sobre determinada coisas.

O sociólogo, não se convence quando a razão de um evento antes de conhecer o contexto ao qual este ocorreu. Cada qual tem um mundo diferente, sua própria razão. A teoria do conhecimento tem origem européia, termo usado por
Max Sheler.
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