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Copy of Untitled Prezi

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on 29 May 2016

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Para Antunes (2010), tudo pode ser analisado nos textos, o que não pode é reduzir a um campo de exemplificação de questões gramaticais. A autora propõe que a análise textual envolva aspectos globais do texto, aspectos de sua construção e aspectos de sua adequação vocabular. Assim, a proposta do minicurso foi contribuir no sentido de poder viabilizar análises que incluam contexto, texto, léxico e gramática.

RESUTADOS E DICUSSÃO
POSTURA TRADICIONAL:


ASPECTO PREDOMINANTE QUANTITATIVO.
OBJETIVO DE AFERIR SOMENTE O PRODUTO DA APRENDIZAGEM.
NÃO PREOCUPAÇÃO COM DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.
DIVERGÊNCIAS
AVALIAÇÃO SEM UM CONHECIMENTO APROFUNDADO DOS PROCEDIMENTOS.
RESULTADOS COMO "ESPELHO" DOS ASPECTOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM.
CONVERGÊNCIAS
POSTURA TRADICIONAL
EXPERIÊNCIAS DIRETA COM A AVALIAÇÃO
GRUPO: Sherllon S. de Araújo, Robson Moraes, Manuela Moreira, Daniel Silva e Denise Araújo Rocha
PLE
Avaliação em aulas de Letras/Inglês:
as experiências de três professoras universitárias.

LET B 15 - AVALIAÇÃO DE PROEFICIENCIA DE FALANTES DE PORTUGUÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA
PROFESSORA: IRACEMA LUIZA DE SOUZA

Coerência narrativa
Quando as implicações lógicas entres as partes da narrativa são respeitadas. Numa narrativa, as ações acontecem num tempo sucessivo, de forma que o que é posterior depende do que é anterior.
Coerência argumentativa
Diz respeito às relações de implicação ou de adequação que se estabelecem entre pressupostos ou afirmações explicitas no texto e as conclusões decorrentes destes.
Coerência figurativa
Quando há uma compatibilidade entre temas e figuras ou de figuras entre si. As figuras se encadeiam num percurso, para manifestar um determinado tema, por isso, têm que ser compatíveis umas com as outras, senão o leitor não percebe o tema que se deseja veicular.
Coerência temporal
É a que respeita as leis da sucessividade dos eventos ou apresenta uma compatibilidade entre os enunciados do texto, do ponto de vista da localização no tempo. As ações temporais devem ser sequenciadas numa temporalidade compatível, de modo que seja possível ao leitor acompanhar essa sequência temporal. Caso contrário, efetiva-se uma na sucessividade dos eventos, ocasionando a incoerência.
Coerência no nível da linguagem.
É a compatibilidade do ponto de vista da variante linguística escolhida, em nível do léxico e da organização sintática no texto.
Coerência espacial
Diz respeito à compatibilidade entre os enunciados do ponto de vista de localização de espaço

Os nexos de Equivalência.
Nexos de contiguidade.
Nexos de associação
Ela fala que são 4 tipos de nexos coesivos: 1. nexos de equivalência; 2. nexos contiguidade; 3. nexos de associação; 4. nexos de conexão ou de sequenciação. Ela se fixa nos três primeiros.
É comum em todo tipo de texto por causa da exigência de continuidade da propria coerência. Todo texto supõe um fio que não se pode partir.
Exs.: escola - professor; urubus - aves; etc...
POSTURA TOMADA A PARTIR DA INTERAÇÃO COM ESTUDANTES.
...
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
E A GRAMÁTICA NOS TEXTOS ANALISADOS?
Todo texto se constrói pelo concurso de vários fatores, mas isolar esses fatores torna-se uma tarefa pouco significativa, além de praticamente impossível.
O uso de pronomes, de expressões nominais indefinidas e definidas, de adjetivos restritores ou especificadores, de numerais, de conjunções, de preposições e locuções , de adverbios, de afirmações explicativas... contribuem a expressão para o q se pretendia dizer.
A construção de um texto se faz de forma integrada, indissociável.
Conceito Amplo de Avaliação:
Traz a opinião de três professoras, Monique, Carmem e Selma sobre os seus conceitos de avaliação numa visão geral.
POSTURA TRANSICIONAL
CONCEITOS SOBRE AVALIAÇÃO
A VERIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E AVALIAÇÃO COMO DIAGNÓSTICO.
Conceito amplo de avaliação
Monique

“bom, avaliação pra mim, né, é verificar se o aluno conseguiu a aprendizagem, né, se o aluno conseguiu aquilo que foi visto em sala (...) e ver se ele está capaz para o próximo nível”.
Selma:

“ é a forma de verificar até onde, ne, a pessoa conseguiu chegar... eh... dentro daquele assunto, do conteúdo, pra ver se ele aprendeu o que foi ensinado.”
Carmem:

“ porque, pra mim, a palavra verificar quer dizer como se fosse aquele médico, né, você vai e verifica que você estar doente e não faz nada. Verificar é só isso (...) então avaliar pra mim é você primeiro ver quais são as dificuldades do aluno e depois dar um diagnóstico.”
Selma e Monique veem avaliação como verificação do conceito. Tem uma visão reducionista do que seja avaliar.
A opinião das professoras sobre avaliar de forma restrita ao Campo da língua estrangeira:
Monique :

“ avaliar uma língua estrangeira é ver o vocabulário, né, eu conto na prova tanto o vocabulário quanto a gramática, acho que os dois têm o mesmo peso.”
Selma:

“avaliação de uma língua estrangeira é pra verificar se o aluno aprendeu as regras gramaticais e língua e o vocabulário em todas as etapas... a audição, a escrita, todas as quatro habilidades, isso é o mais importante, depois ver o uso na comunicação.”
Selma e Monique dão primazia a estrutura linguística, gramática e redação.
Conceito específico
Carmem:
“ avaliar uma estrangeira é ver se o aluno consegue se comunicar . Aprender uma língua estrangeira não é Aprender gramática da língua estrangeira... avaliar língua pra mim, eu acho que é um todo, e não apenas uma parte dela.”
Avaliar pra Carmem é visar a habilidade do aluno se comunicar na língua alvo. Tem uma visão interacionista.
Objetivos da Avaliação
Ponto 1
Postura Tradicional
Ponto 2
POSTURA TRANSICIONAL
Ponto 3
POSTURA PROGRESSISTA
Experiências com o Erro
"Selma:
Ah, eu acho que o professor não deve tolerar o erro porque se o professor tolera um erro, né, ele [o aluno] está acumulando eh...acumulando... informações que poderiam ser logo extintas dali (...) se não eliminar as informações erradas, isso acaba prejudicando a aprendizagem dele."
"Carmem:
O erro deve ser tolerado pelo professor porque aprendizagem é alguma coisa que vai e volta (...) Então aquela coisa que o aluno aprende naquele momento, depois de repente comete um errozinho, né, mas aí depois com o tempo, o aluno mesmo vai vendo que não é daquela forma e vai colocando o certo (...)"
Monique:
"Olha, eu acho que a gente deve eliminar o erro do aluno porque ele não é importante pro aluno. Seria importante se o aluno não errasse, isso seria mais importante. Então, o aluno vai errar, porque errando ele vai aprender? Não! Se ele já tiver assimilado o certo tanto melhor para a aprendizagem dele."

Os trechos de Selma [12] e Monique [14] revelam a experiência do erro como algo indesejável e prejudicial para a aprendizagem.


- O relato de Carmem [10] contrasta com os de Selma e Monique, pois evidencia uma experiência do erro como algo positivo.

Experiências com a correção
Duas experiências distintas em relação à correção foram evidenciadas: a correção direta dos erros dos alunos como forma eficaz de correção e a percepção de que existem outras formas eficazes de correção.
Referências:
MICCOLI, L. S. ; PORTO, C. Avaliação em aulas de Letras/Inglês: as experiências de três professoras universitárias. Rev. Brasileira de Lingüística Aplicada, v. 7, n. 2, 2007.
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