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FORMA - PROJETO E EXECUÇÃO

Seminário para a disciplina de Práticas Construtivas – Execução de Estruturas(TRABALHO EM GRUPO)
by

Valério Melo

on 29 May 2014

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Transcript of FORMA - PROJETO E EXECUÇÃO

Decisões virão a partir das interações disciplinares.

FÔRMAS - PROJETO E EXECUÇÃO
Para a disciplina de Práticas Construtivas – Execução de Estruturas
Prof. Dr. Manuel Vitor dos Santos
Por:
Mariana Braga
Nathalia Marques
Patrick Morais
Rafael Fujisawa
Rafael Mistura
Valério Melo
FÔRMAS - PROJETO E EXECUÇÃO
Deve ser considerado os seguintes aspectos:
Peso próprio da estrutura;
Cargas devidas a fôrmas ainda não retiradas
Sobrecargas de execução;
Sequência de retirada das fôrmas e escoramentos;
Dificuldades no acesso para remoção;
Condições ambientais e de cura;
Módulo de elasticidade.
Aplicação
Retirar apenas quando o concreto adquirir a resistência suficiente para:
Suportar a carga imposta ao elemento estrutural nesse estágio;
Evitar deformações que excedam as tolêrancias especificas;
Resistir danos para superfície durante a remoção.

Para obras de pequeno porte e de menor responsabilidade pode-se adotar o prazo:
Faces laterais
: 3 dias
Retirada de algumas escoras
: 7 dias
Faces inferiores, deixando algumas escoras bem encunhadas
: 14 dias
Desforma total (Exceto item abaixo
): 21 dias
Vigas e arcos com vão maior do que 10 m
: 28 dias
Pilar
CURA DO CONCRETO
Evitar a perda de água;
Assegurar uma superficie resistência;
Assegurar a formação de uma capa superficial dúravel.
Mudanças bruscas de temperatura
Secagem
Chuva forte
Água torrencial
Congelamento
Agentes Químicos
Choques e Vibrações
CUIDADOS NA CURA
AGENTES PREJUDICIAIS DO CONCRETO
RESISTÊNCIA
Atingir a resistência caracteristica à compressão
NBR 12 655 - Concreto de cimento Portland Preparo, controle e recebimento - Procedimento
Salvo condições especificas, o produto não deve:
Alterar a qualidade da superficie;
A coloração, no caso de concreto aparente;
Dificultar a aderência do revestimento;
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ( PES )
PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DOS SERVIÇOS (PIS)
Realizada pelo Engenheiro ou Mestre de Obra.

Inspeções de preparo

Check list
Atividade inspecionada
Instrumento utilizado
Tolerância admitida
Visto e data do responsável pela inspeção.
REESCORAMENTO
APLICAÇÕES
Economia na execução: Sendo de 10% a 15% do custo do escoramento com forma
Absorver cargas do escoramento dos pavimentos superiores.

OBJETIVO
Absorver cargas superiores a projetada
Evitar deformações (Flechas) excessivas
Garantir a qualidade do concreto
Sistema Drophead
Empresa SH Fôrmas, Andaimes e Escoramento
1) Retiram-se as escoras com suporte de painel
2) Bascula-se o painel na direção
na menor dimensão do painel
3) Retira-se o painel
DESMOLDANTES
Fabricantes
TEMPO DE PERMANÊNCIA DE ESCORAMENTO E FÔRMAS
Limpeza
Exigencias
DESFORMA DO CONCRETO
NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC)
INSPEÇÃO DOS SERVIÇOS
CONCRETAGEM E DESFORMA
Concretagem
Desforma da laje
Desforma de pilar
Viga
Laje
RETIRADA DO ESCORAMENTO
Verificação
Pilar
• Checar o posicionamento das galgas e dos espaçadores
• Conferir o prumo das fôrmas dos pilares.
• Checar a altura do topo de cada painel.
• Verificar o travamento dos painéis, conferindo a imobilidade do conjunto escoras, barras de ancoragens (ou tensores, ou sargentos) e gastalhos.
• Checar todos os encaixes das fôrmas
• Verificar a estruturação e vedação dos painéis.

Vigas
• Verificar a locação das fôrmas dos pilares no nível da laje assoalhada (boca do pilar), corrigindo quando descobertos erros maiores que 2 mm.
• Certificar-se do perfeito encaixe das fôrmas no encontro entre vigas e pilares.
• Conferir o alinhamento dos painéis laterais de vigas, na região entre pilares, ou em toda a sua extensão - no caso de vigas periféricas.
• Checar a seção de todas as vigas, corrigindo os erros maiores que 2 mm.
• Verificar o nivelamento dos fundos de vigas, utilizando preferencialmente nível a laser.
• Checar a estruturação dos painéis de vigas.
• Conferir o travamento dos painéis, verificando a imobilidade do conjunto.
• Verificar a vedação dos painéis.


Lajes:
• Checar o nivelamento do assoalho com um aparelho de nível a laser, pela parte inferior da fôrma.
• Conferir as contraflechas, quando solicitado em projeto.
• Certificar-se do perfeito encaixe dos compensados, conferindo se não há folgas.
• Verificar a vedação do assoalho.
• Checar a locação de furos e shafts.
• Verificar o posicionamento de rebaixos - quando especificados em projeto.


Dimensionamento- lançamento do concreto – PRESSÃO

Dimensionamento- lançamento do concreto – PRESSÃO

Dimensionamento

Montagem - LAJES

Montagem – LAJES NERVURADAS

Posicione as escoras, assim como indica o projeto, sem se esquecer de nivelar o escoramento;
Se não for possível alinhar as fôrmas com réguas ou guias, você pode fixar um cordão ou arame para garantir que as nervuras obedecerão a marcações previamente determinadas.
Encoste as cubetas na lateral da fôrma da viga de borda ou na faixa de ajuste. Nunca apóie uma na outra. Isso pode fazer com que elas se movam e provoquem vazamentos de concreto ou desalinhamento das nervuras.
Não use pregos na fixação pois isso pode danificá-las;
Se não houver assoalho, monte-as sobre placas de compensado, até que possa se apoiar sobre as fôrmas aplicadas.
 Depois de montar, aplique desmoldante nas fôrmas, o que facilita a desenforma e evita danos às peças.


Montagem – LAJES NERVURADAS

Montagem – Esquema de Fôrmas mistas

Montagem – Esquema convencional

Nivele os panos de lajes e verifique a contra-flecha, quando o projeto solicitar. O nivelamento é feito ajustando-se a altura das escoras de apoio da fôrma por meio de cunhas. Quando utilizamos escoras metálicas ou torres, o ajuste é feito rosqueando a flange das peças.

A melhor opção para a realização do nivelamento é a utilização de um aparelho de nível a laser na parte inferior da fôrma, onde podemos checar o nivelamento do cimbramento e fôrmas. Posteriormente, podemos posicionar o nível a laser na parte superior da fôrma para nivelar as taliscas ou mestras de concretagem e checar novamente o nivelamento do assoalho.

Fixe na fôrma de laje os gabaritos de furação elétrica e hidráulica. Passe desmoldante em toda a superfície do assoalho e libere a fôrma para as checagens e o lançamento da armação.


Montagem - LAJES

Montagem - LAJES

Montagem - LAJES

Lançar e fixar as longarinas apoiadas em sarrafos guias pregados nos garfos das vigas;
providenciar o escoramento mínimo para as longarinas por meio de escoras de madeira ou metálicas (1 a cada 2 metros);
lançar o assoalho (chapas compensadas ou tábuas de madeira) sobre as longarinas;
conferir o nível dos painéis do assoalho fazendo os ajustes por meio cunhas nas escoras ou ajustes nos telescópios;
fixar os elementos laterais a fim de reduzir e eliminar as folgas e pregar o assoalho nas longarinas;
verificar a contra-flecha e se for o caso de laje-zero, nivelar usando um aparelho de nível (laser) a fim de garantir a exatidão no nivelamento;
travar o conjunto todo;
limpar e passar desmoldante;
conferir nos projetos das instalações os pontos de passagens, prumadas, caixas, embutidos etc.;
liberar para execução da armadura;
conferir todo o conjunto e partes antes de liberar para concretagem, verificando principalmente: nivelamento, contra-flecha, alinhamento lateral, imobilidade, travejamento, estanqueidade, armaduras, espaçadores, esquadro e limpeza do fundo.


Montagem - LAJES

Pregue sarrafos-guia na lateral dos garfos a uma distância igual à altura da longarina, medida a partir do fundo do assoalho. Estas peças servirão de apoio para as longarinas da fôrma de laje. Posicione as escoras de madeira (ou metálicas, ou torres) conforme solicitação de projeto, obedecendo espaçamento, prumo e alinhamento entre elas.
As escoras deverão ficar apoiadas sobre calços de madeira assentados sobre terra apiloada ou sobre contrapiso de concreto, ficando uma pequena folga entre a escora e o calço para a introdução de cunhas de madeira.

Montagem - LAJES

O encaixe dos fundos de vigas entre os pilares deve ser preciso e perfeito. Ajustadas as imperfeições, posicionam-se todos os garfos (ou escoras, ou torres metálicas), tomando o cuidado com espaçamento, prumo e alinhamento entre eles.
O procedimento para nivelar o fundo das vigas quando utilizamos escoramento metálico é mais fácil e preciso; tais equipamentos possuem uma rosca que permite o ajuste milimétrico da altura.

Montagem - VIGAS

Depois de colocada a armadura e todos os embutidos (prumadas, caixas etc.) posicionar as galgas e espaçadores a fim de garantir as dimensões internas e o recobrimento da armadura;
dependendo do tipo de viga (intermediária ou periférica) executar o travejamento da fôrma por meio de escoras inclinadas, capuzes, tirantes, tensores, encunhamentos etc., de acordo com as dimensões dos painéis e da carga de lançamento a suportar;
conferir todo o conjunto e partes e liberar para concretagem, verificando principalmente: alinhamento lateral, prumo, nível, imobilidade, travejamento, estanqueidade, armaduras, espaçadores, esquadro e limpeza do fundo.


Montagem - VIGAS

Montagem - VIGAS

Depois de limpos os painéis das vigas, deve-se passar desmoldante;
lançar os painéis de fundo de vigas sobre a o topo dos pilares ou sobre a borda das fôrmas dos pilares, providenciando apoios intermediários com garfos (espaçamento mínimo de 80 cm);
fixar os encontros dos painéis de fundo das vigas nos pilares cuidando para que não ocorram folgas (verificar prumo e nível);
nivelar os painéis de fundo com cunhas aplicadas nas bases dos garfos e fixando o nível com sarrafos pregados nos garfos (repetir nos outros garfos até que todo o conjunto fique nivelado);
lançar e fixar os painéis laterais;
conferir e liberar para colocação e montagem da armadura;

Montagem - VIGAS

O encaixe dos fundos de viga entre os pilares deve ser perfeito.A presença de folgas indica que os pilares não estão no prumo, sendo necessário corrigi-los antes da continuação dos trabalhos.Além disso,os garfos posicionados no vão devem estar aprumados e alinhados.

Montagem - Vigas

Após a execução dos pilares procedemos à montagem das vigas e lajes. O início do trabalho ocorre com a montagem dos fundos de vigas. Para tal, lançam-se os painéis a partir do nível superior dos pilares, apoiando-os diretamente em alguns garfos do vão, ou mãos-francesas. O fundo da viga deve ser pregado na lateral do nível superior dos pilares e nos garfos ou mãos-francesas.


Montagem - VIGAS

Montagem - PILARES

Passar desmoldante nas faces internas das fôrmas (caso já tenha sido usada);
conferir e liberar para colocação e montagem da armadura;
depois de colocada a armadura e todos os embutidos (prumadas, caixas etc.) posicionar as galgas e espaçadores a fim de garantir as dimensões internas e o recobrimento da armadura;
prever janela de inspeção e limpeza em pilares com mais de 2,5 m de altura;
executar o travamento da fôrma por meio de gravatas, tirantes, tensores, encunhamentos etc., de acordo com as dimensões dos painéis e da carga de lançamento a suportar;
conferir todo o conjunto e partes e liberar para concretagem, verificando principalmente: prumo, nível, imobilidade, travejamento, estanqueidade, armaduras, espaçadores, esquadro e limpeza do fundo.


Montagem - PILARES

Eixos e nível transferidos para a laje (conferidos e liberados com trena metálica);
marcar e fixar os gastalhos nos tacos
apiloar o concreto na base interna do gastalho a fim de remover a nata de cimento;
fixar um pontalete guia, travando-o no gastalho e aprumando de acordo com os eixos (2 escoras em mão-francesa);
colocar as formas (3 faces) do pilar, cuidando para que fiquem solidarizadas no gastalho e aprumadas no pontalete guia;
a cada operação conferir prumo, nível e ortogonalidade do conjunto (usando esquadro metálico);


Montagem - PILARES

Coloque os demais montantes verticais terminando a montagem de uma das faces da fôrma. Monte os painéis pregando-os na primeira lateral de fôrma já montada.
Posicione a armação, não esquecendo os espaçadores. Coloque as galgas e distanciadores, que impedirão o estrangulamento da seção do pilar e as mãos-francesas (escoramento transversal).


Montagem - PILARES

Inicialmente, os eixos coordenados devem ser transferidos para a laje em execução, tomando os cuidados necessários para que fiquem precisos. Após a marcação dos eixos coordenados, esticam-se linhas de náilon para sua visualização e procede-se então à execução dos gastalhos. Nesta fase, a laje deve estar livre e devemos evitar o trânsito de pessoas não envolvidas na tarefa.
Utilizando sempre trenas, lançam-se as distâncias entre os eixos e os gastalhos, sempre em duas direções. O gastalho deve ser bem fixado, solidarizado com a laje.

Montagem - Pilares

Montagem e execução de Fôrmas

A execução da montagem das fôrmas e escoramento de pilar pode ser dividida em:
1. Transferência dos eixos coordenados e execução dos gastalhos
2. Montagem da fôrma
3. Verificação do prumo e alinhamento
4. Posicionamento da armadura e concretagem



Montagem - PILARES

Desenforma
Montagem
De um modo geral, as fôrmas apresentam o seguinte percentual de custo em relação ao edifício:

Custo da fôrma = 50% do custo do CA;
Custo do CA = 20% do custo da obra;
Custo da fôrma = 10% à 30% do custo da obra.

Podemos locar, montar na obra ou comprar fôrmas, dependendo das condições impostas pela obra, assim como também devemos considerar a utilização de fôrmas nas peças pré-moldadas.

NORMAS:

NBR15696-FÔRMAS E ESCORAMENTOS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO - PROJETO, DIMENSIONAMENTO E PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS

ABNT NBR 7190:1997 PROJETO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

SITES

www.uepg.br/denge/aulas/formas/Formas.doc;
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/produtos-servicos/4/formas-de-aluminio-easyset.html
http://www.acdeliberato.net/Senai/Artigos/formas%20de%20Madeiras.pdf
http://www.abrasfe.org.br/Arquivos/upload_Norma_NBR_15696-CONCRETE_SHOW_2010.pdf
http://www.piniweb.com.br/empresa/download/Engenharia_custos_aplicada_a_construcao_civil.pdf
http://periodicos.unifacef.com.br/index.php/rea/article/viewFile/185/37
http://www.holdengenharia.com.br/livro-formas-e-escoramentos-para-edificios.html

BOLETINS TÉCNICOS

BT/PCC/161 – Estudo da produtividade da mão-de-obra no serviço de fôrmas para estruturas – Souza, Ubiraci Lemes de e Agopyan, Vahan – Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP – Departamento de Engenharia Civil, São Paulo 1996;

LIVROS

Fôrmas e escoramentos para edifícios – Critérios para dimensionamento e escolha do sistema – Nazar, Milton, Ed. PINI, 1ª edição março 2007;
MEDIÇÃO DA PRODUTIVIDADE

PRODUTIVIDADE DE MÃO-DE-OBRA

MEDIÇÃO DA PRODUTIVIDADE

PRODUTIVIDADE DE MÃO-DE-OBRA

ANÁLISE ECONÔMICA

FÔRMAS E ESCORAMENTOS

Além do método tradicional de confecção de fôrmas temos também os métodos criados pelo engenheiro Toshio Ueno para fôrmas pré-fabricadas?
São os métodos:
MADEIRIT
PRÁTIKA;
GETHAL;
SH;
MADEWAL.


Você Sabia?

Recurso mais significativo de custo da construção com maiores perdas e mais dificuldades em controlar

PRODUTIVIDADE DE MÃO-DE-OBRA

Baseado nos fundamentos de Thomas em seus Modelos dos Fatores, devemos considerar os recursos como :

Utilização das fôrmas:
Lajes.

FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Escadas;

FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Cintas;

FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Paredes;

FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Vigas;

FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Pilares;


FINALIDADE

Utilização das fôrmas:
Fundações (blocos e sapatas);






FINALIDADE

Os custos da utilização de fôrmas variam por conta dos materiais utilizados em função do tipo de obra.


Considerando que todas as obras, mesmo aquelas​ feitas em
alvenaria estrutural têm concreto armado ​em sua estrutura e
que os materiais variam os custos também variam.


QUANTO CUSTA EM UMA OBRA

Peça pré-moldada

Peça moldada in loco

UTILIZAÇÃO DAS FÔRMAS

cinta

Utilização das fôrmas:

FINALIDADE

MATERIAIS UTILIZADOS:

Fôrma mista

Fôrma metálica

Como vimos no material apresentado anteriormente por nossos colegas, os materiais utilizados na confecção de fôrmas e escoramentos para obras pode ser de madeira, metálicas, em plástico, de papelão ou mistas.


Fôrma da madeira

Análise econ.
Vantagens

Agilidade, qualidade e facilidade de aplicação para concreto de pilares e colunas redondas.
Seu peso que é bem menor que o da fôrma de madeira, sendo ainda , bom isolante térmico e acústico.
Produto 100% reciclável que proporciona agilidade na obra e dispensa o uso de desmoldante.
Não exigi mão de obra especializada.
 Aplicação variada podendo ser utilizado para diversos formatos de colunas, execução de tetos abobadados, enchimento de lajes, formas para luminárias embutidas em lajes, vazios circulares, etc.
O material não reage com o concreto porque é quimicamente inerte.
Não absorve a água do concreto, melhorando o processo de Cura. 


Resultado da laje utilizando cubetas

Esquema das cubetas apoiadas nas formas.

Exemplos de Formas utilizando Compensado Plastificado

Exemplos de Formas utilizando tábuas, sarrafos e pontaletes

Materiais plásticos (Cubetas)

As cubetas podem ser apoiadas em formas ou diretamente apoiadas em vigas metálicas montadas sobre cabeçotes deslizantes.

Apresentam diversas modulações: 60x60, 61x61, 80x80, 65x65 cm, etc.
Rápida montagem e desmontagem;
Rigidez e estabilidade;
Serem resistentes a impactos e tração;
Dispensarem a fixação com pregos;


Formas de Alumínio

O sistema de fôrmas é constituído por painéis fabricados com perfis estruturais de alumínio e chapas também em alumínio. Suas dimensões variam de acordo com o projeto.
Devido a sua leveza e facilidade de montagem, as fôrmas de alumínio:
- Proporcionam alta produtividade em obras.
- Redução no custo de mão de obra
- Redução da mão de obra de carpintaria
- Minimização dos erros de execução
Fácil manuseio e armazenagem
Bom acabamento superficial
Boa estanqueidade
Rapidez na montagem e desmontagem


Formas de Aço

Estrutura de aço rígida composta por flanges, costelas e travessas que são soldadas diretamente na parte de trás da face de contato, que enrijecem e estruturam os painéis, formando um conjunto único.

O painel padrão de 600 mm x 1.200 mm pesa somente 22 kg, e os tamanhos dos painéis variam entre 50 mm e 600 mm de largura e 600 mm e 1.200 mm de altura.

Em média, um conjunto de painéis pesa 29 kg/m2



As formas Metálicas podem ser de aço ou alumínio, são empregadas em lajes, pilares, vigas, cortinas e peças pré-moldadas.

São chapas metálicas de diversas espessuras dependendo das dimensões dos elementos a concretar e dos esforços que deverão resistir.

Os painéis metálicos são indicados para a fabricação de elementos de concreto pré-moldados, com as fôrmas permanecendo fixas durante as fases de armação, lançamento, adensamento e cura.

As escoras metálicas são pontaletes tubulares extensíveis com ajustes a cada 10 cm, com chapas soldadas na base para servir como calço. Podem ter no topo também uma chapa soldada ou uma chapa em U para servir de apoio as peças de madeira (travessão ou guia).

Metal

Chapas de Compensado Plastificado

As faces das chapas de compensado recebem as folhas de papel tego-filme impermeável e com desmoldante.

Chapas de Compensado Resinado

A madeira do tipo compensado é um dos materiais mais utilizados para fabricação de formas. Elas substituem as tábuas de madeira serrada, destacando-se pela qualidade e economia.

As chapas de compensado são constituídas por lâminas de madeira, de espessuras entre 1 mm e 4 mm, dispostas com direção de fibras perpendiculares entre si. As lâminas são ligadas através de cola à base de resina fenólica, resistente a água.

O posicionamento cruzado (perpendicular) das lâminas proporciona ao painel de compensado uma excelente resistência mecânica.

Chapas de Compensado

Exemplos de Formas utilizando tábuas, sarrafos e pontaletes

As formas de madeira são as mais utilizadas em edifícios, e normalmente são constituídas de painéis de madeira compensada, tábuas e pontaletes de madeira serrada.

As vantagens da forma de madeira são:

Utilização de mão-de-obra de treinamento relativamente fácil (carpinteiro)

Uso de equipamentos e complementos pouco complexos e relativamente baratos (serras manuais e mecânicas, furadeiras, martelos etc.)

Boa resistência a impactos e ao manuseio (transporte e armazenagem)

Ser de material reciclável e possível de ser reutilizado

Apresentar características físicas e químicas condizentes com o uso (mínima variação dimensional devido à temperatura, não-tóxica etc.).

Madeira

As madeiras indicadas para uso em estruturas de fôrmas e escoramentos são:

Madeira em bruto – peças serradas ou não, cuja utilização deve ser feita de acordo com a NBR 7190:1997 Peças simplesmente aparelhadas

Madeira industrializada – são peças fabricadas industrialmente com diversos controles em sua produção.

Madeira

A seguir, serão apresentados os materiais utilizados em formas para construção civil.

São:

Madeira
Metal
Plástico
Papelão


Materiais

As formas de papelão utilizadas para execução de colunas e pilares de concreto são uma ótima solução tanto para grandes obras como para pequenas também porque economizam mão de obra e materiais na construção.

Papelão

Esquema das cubetas apoiadas das vigas metálicas

Geralmente são compostas de painéis de madeira com travamentos e escoramentos metálicos.

Mistas

Quando for usar painéis de chapas de compensados para moldar paredes, vigas altas, pilares de grandes dimensões e bases para assoalhados (lajes) será conveniente reforçar as chapas a fim de obter um melhor rendimento

Solidarização ou reforço de chapas compensadas

Exemplos de Formas utilizando tábuas, sarrafos e pontaletes

Segundo o item 14.7.7 da NBR 6118 (2003) as “lajes nervuradas são lajes moldadas no local ou com nervuras pré-moldadas, cuja zona de tração é constituída por nervuras entre as quais pode ser colocado material inerte”.

Para isso usam-se fôrmas de polipropiíeno que são bem leves e fáceis de posicionar.

Materiais plásticos (Cubetas)

Pontales

Sarrafos

Tábuas

Madeira serrada (Tábuas, Sarrafos e Pontaletes)


Materiais
Laje nervurada com Cubetas de polipropileno.

Fôrmas laterais de compensado plastificado.

Materiais utilizados na obra.


Laje com fundo em compensado plastificado.

Cimbramento metálico com vigas de madeira.


Procedimentos e condições para formas e escoramentos;

Execução de estrutura de concreto moldado in loco;
NBR 15696:
Abordagem:
Visita;
Normas;
Materiais;
Sistemas e Elementos;
Análise Econômica;
Projeto
Montagem;
Desenforma.


elem/sist.
Projeto de fôrmas e
escoramento
A partir das análises
Projeto de fôrma
a) materiais;

b) posição dos elementos;

c) critérios adotados;

d) plantas, cortes, vistas.
Projeto de escoramento
a) cargas admissíveis dos equipamentos;

b) posição dos elementos;

c) cargas nas bases de apoio;

d) plantas, cortes, vistas
FÔRMA TREPANTE

Sistemas
Custo
Qualidade
Prazo


Elementos

Molde
Estrutura do molde
Estrutura (Cimbramento)

Elementos

TORRE METÁLICA

ESCORAS OU SISTEMA PONTUAL

Sistemas


MESA VOADORA

Sistemas

GRAVATA

BARRA DE ANCORAGEM

CABEÇAL MULTIPLO

CABEÇAL DE APOIO U

Elementos

CRUZETA

VIGA MISTA

VIGA DE MADEIRA

PÉ DE MONTAGEM (TRIPÉ)

ESCORA

ESCORA APRUMADORA

Elementos

Arquitetura
Critérios de medição/memoriais
Projeto Estrutural
Condicionantes
Técnicos
Econômicos
Segurança

Realizada em 20/03/14
Obras da Universidade Federal do ABC (www.ufabc.edu.br) - câmpus Santo André
Bloco Esportivo, Cultura e Torre do Relógio
Av. do Estado, 5001, Santo André-SP
Área: 3.652,89 m²

VISITA
Fôrmas:
estrutura provisória;
resistir as ações das cargas resultantes do lançamento do concreto;



Escoramento:
estrutura provisória deve resistir e transmitir às bases as ações provenientes das cargas resultantes do lançamento do concreto;
NBR 15696:
FÔRMAS - PROJETO E EXECUÇÃO
Para a disciplina de Práticas Construtivas – Execução de Estruturas
http://prezi.com/ieq6ismbramr/?utm_campaign=share&utm_medium=copy&rc=ex0share
Bibliografia
Apresentação em:
Sistemas
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