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Teoria cognitiva de Aaron Beck

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by

Silvania Santos

on 16 September 2013

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Transcript of Teoria cognitiva de Aaron Beck

Teoria cognitiva
Aaron Temkin Beck
Contexto Histórico
Fase neobehaviorista foi responsável pela teoria de aprendizagem considerando a mediação cognitiva como variável presente no processo de aprendizagem.
Em 1962, Ellis, Propôs sua Rational Emotive Therapy ou, Terapia racional emotiva.
Em 1977 é lançado o Journal of Cognitive Terapy and Research.
Em 1985 a palavra “cognição” pasasa a ser aceita em publicações da AABT, Association for Advanciment of Behavior Therapy

Continuação
Em 1986 Beck é aceito como membro da AABT
Inaugurada a era cognitiva na área de psicopatologia
Modelo psicanalítico de depressão - Agressão retroflexa
Depressão como refletindo simplesmente padrões negativos de processamento de informação
Fluxo de pensamentos automáticos
A negatividade não era um sintoma, mas sim uma forma de instalar e manter a depressão
Para Beck, a cognição e não a emoção é apontada como fator essencial na depressão, conceituando-a, portanto, como um transtorno de pensamento e não de emoção, propondo, então, a “vulnerabilidade cognitiva, como a pedra fundamental do novo modelo de depressão, e a noção de esquemas cognitivos.
Objetivos da Terapia de Aaron Beck
Princípios da Terapia Cognitiva
de Aaron Beck
Pensamentos Automáticos
São os nossos diálogos internos, que ocorrem em forma de pensamento ou de imagens mentais. Todos temos conversas internas e automáticas o tempo todo. Estas vozes internas ficam nos dizendo o que fazer o tempo todo. Os pensamentos automáticos derivam das nossas crenças mais profundas.
Esquemas são estruturas cognitivas de formação de significados que vamos desenvolvendo desde cedo e que nos auxiliam a interpretar e explicar o mundo.Nas palavras do próprio Beck :
“um esquema é uma estrutura cognitiva que filtra, codifica e avalia os estímulos aos quais o organismo é submetido...Com base na matriz de esquemas, o indivíduo consegue orientar-se em relação ao tempo e espaço e categorizar e interpretar experiências de maneira significativa”.

Os pensamentos automáticos podem vir em forma de imagens e não de pensamentos
Pensamentos em outro nível
acontecem de repente
Não são decorrentes do raciocínio
Atuação do Terapeuta
Situação: o telefone não tocou todo o fim de semana
A emoção: sentimentos de abandono, carência, depressão.
Identificar os pensamentos automáticos "O que esta passando pela sua cabeça agora ?
Pensamentos automáticos - “ninguém se preocupa comigo/ não tenho amigos/ não sou uma pessoa agradável/ não consigo me relacionar
Avaliar a validade dos pensamentos, questionar a veracidade (das interpretações)
A maneira usual de coleta de dados é por meio de auto-relatos como lição de casa entre as sessões.Quando o paciente é sujeito à reflexão racional as emoções mudam.
De onde surgem os pensamentos automáticos?

Crenças Centrais
São Fenômenos cognitivos mais duradouros

Desde a infância as pessoas desenvolvem crenças sobre si mesmas, outras pessoas e seus mundo, são verdades absoluta!

As crenças centrais são o nível mais fundamental de crença, elas são globais, rígidas e supergeneralizadas.

Os Pensamentos automáticos que passam pela cabeça da pessoa, são específicos à situação e podem ser considerados o nível mais supeficial de cognição.
Situação: O telefone não tocou
Crença central : Nunca vou merecer afeto
ou o mundo é agressivo e solitário.

O paciente interpreta a situação através da lente dessa crença, embora seja inverdade. Ele seleciona as informações que confirmam essa crença, desconsiderando o que é contrario. Mantém a crença mesmo sendo imprecisa e disfuncional.

termos: sempre, nunca, jamais,
tendem a ser generalizações
que explicam nossas crenças
Crenças Intermediárias
É o nível existente entre crença central e pensamentos automáticos, Constituem uma forma de reduzir o sofrimento provocado pelas crenças centrais.
- Atitudes: "é horrível ser solitário"
- Regras: "Eu devo procurar as pessoas o tempo todo"
- Suposições:"Se eu agradar mais as pessoas elas se aproximarão de mim"
As crenças influenciam a visão da situação, e consequentemente influencia como ele pensa, sente e comporta.


Distorções cognitivas
Erros cognitivos são padrões de respostas que perpetuam os pensamentos automáticos e as crenças que os geraram. Todos cometemos alguns erros cognitivos em menor ou maior grau, são expressas em pensamentos automáticos disfuncionais.
Distorcem a realidade para que esta se torne condizente com nossas crenças centrais
Exemplos de distorções Cognitivas
Pensamento do tipo tudo ou nada (dicotômico)
- enxerga o universo em apenas 2 categorias: como certo ou errado
sucesso ou fracasso (não vê um intermédio)

Catastrofização

prevê o futuro da pior forma possível, superestimando possibilidade de ocorrências negativas.

Personalização

Acreditar que eventos negativos ou comportamentos aversivos de terceiros, se devem a algo que a própria fez


Continuação
Desqualificação do positivo
Descarta as características positivas , evidenciando as negativas.

Inferência Arbitrária
Chegar a conclusão na ausência de evidências

Ditadura dos “deveria”
Ter uma idéia excessivamente rígida de como deve ser o seu comportamento e grande exigência sobre a sua performance.
terapeuta
Ênfase inicial nos pensamentos automáticos - percepção consciente
Avaliar e modificar pensamentos
Crenças centrais e intermediárias - a modificação destas torna o paciente menos propensos a apresentar recaída no futuro
É essencial para o terapeuta aprender a conceituar as dificuldades do paciente em termos cognitivos, a fim de determinar como proceder na terapia.
Ligar sua história de vida a estas estruturas de formação de significados e experimentar maior flexibilidade cognitiva, permitindo novas maneiras de pensar e agir.


Uma das técnicas
É possível combatê-los e ajustá-los utilizando cartões de enfrentamento, onde o paciente escreve uma frase realista e deixa em um lugar onde possa ler sempre.
Exemplo: em vez de um pensamento do tipo: “ eu faço tudo errado”, preenche em um cartão uma frase curta e realista do tipo “ eu faço muitas coisas bem feitas como x, y, z...” e lê sempre que o pensamento disfuncional se apresentar.
Esta é uma das técnicas que a TC ensina o cliente utilizar e que são úteis por toda a vida, não só durante o processo terapêutico.

Psicopatologias que podem ser aplicada a Terapia cognitiva
Trastorno bipolar
Depressão
Trastorno de ansiedade
Fobias
Trastornos da personalidade
Trastornos de pânico
Trastorno obsesivo-compulsivo
Autoestima
Solucões de problemas
Trastornos sexuais

"Realidade não existe, o que existe é aquilo que percebemos da realidade". Aaron T. Beck
Biografia
Providence Rhode Island - 18 de junho de 1921
Pais imigrantes Judeus - Russia
Doença grave
Depressão mãe
Graduação - Yale Medical Scool. Neurologia(1946)
Professor de psiquiatria Pensylvânia(1954)
Instituto Beck de Terapia Cognitiva
Premio Lasker
520 artigos e co-auotr de 22 livros

Desenvolver habilidades para resolução de problemas e reestruturação cognitiva.
A TC é uma das pri
ncipais abordagen
s psicoterápicas utilizadas no mundo
todo para o trata
mento de uma ampla ameaça d
e transtornos p
sicológicos e psiquiátricos.
Tem a sua eficácia comprovada no tratamento dos transtornos depressivos, transtornos de ansiedade, dependência química, transtornos de personalidade, entre outros.
É uma abordagem estruturada, orientada para o presente, diretiva, ativa e breve, direcionada para resolver os problemas atuais e modificar os pensamentos disfuncionais.
A terapia Cognitiva propõe que não são as situações, mas a forma que interpretamos as situações que influencia o modo como nos sentimos e nos comportamos. Alguns indivíduos, ao longo de suas vidas vivem experiências que os levam a desenvolver esquemas e crenças disfuncionais, o que os predispõe a interpretar as situações de forma distorcida. A essa tendência denominamos Vulnerabilidade Cognitiva. Determinados eventos de vida podem tornar esses esquemas e crenças negativos hipervalentes em indivíduos vulneráveis, levando-os a sofrimento emocional.
Esquemas
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