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ISG Intervenção Social com Jovens na Promoção de Estilos de Vida Saudáveis

Trabalho de grupo no âmbito da dicsiplina de Intervenção Social com grupos.
by

Nicolle Santos

on 10 March 2016

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Transcript of ISG Intervenção Social com Jovens na Promoção de Estilos de Vida Saudáveis

Educar para a cidadania
“Contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas e solidárias”

(Direção-Geral da Educação)

A Intervenção Social com Crianças e Jovens na Promoção de Estilos de Vida Saudáveis
Estudos revelam que os jovens e as crianças mantêm estilos de vida pouco saudáveis que se vão perpetuando à medida que vão envelhecendo

(Lopes, 2012).
Diagnóstico
Análise SWOT dos Estilos de Vida dos Adolescentes Portugueses


Maioria dos jovens com IMC normal;
Boa perceção de saúde;
Prática de atividade física por parte dos adolescentes;
Elevado nível de felicidade e de satisfação com a vida;
Generalizada utilização de contraceptivos nas relações sexuais;
Abertura dos jovens na discussão da sexualidade com outros;
Consciência relativamente às consequências do ato sexual;
Aptidões físicas (energia dos jovens).

intervenção social com jovens na promoção de estilos de vida saudáveis
"para que no futuro ainda adoptem os comportamentos cívicos ensinados nas suas primeiras fases de desenvolvimento humano"

(Carmo, 2014).


O que são Estilos de Vida e qual é a sua importância?
Estilos de vida são hábitos e comportamentos que respondem às situações do dia-a-dia

(Motta e Viana, 2011)

A influência que exercemos e recebemos dos diferentes ambientes físicos e sociais que nos rodeiam faz delinear os nossos hábitos e estilos de vida

(Romão e Pais, 2013)


Proposta de Intervenção
Plano de Ação
Proposta de Avaliação

Sexualidade






Consumo de Substâncias Ilícitas e Licitas

Educação para a Saúde e a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis
• A sexualidade está sempre presente na vida de um individuo desde logo na sua infância;

• A prevenção de comportamentos de risco na sexualidade, deve começar em casa;

• A escola também deve fazer parte do ato de prevenção;


Procura de adrenalina e identidade
Influência
do grupo de pares
Comportamentos associados à representação social da adolescência (Lopes, 2012)
1. Ingestão de substâncias ilegais e legais; (Malbergier et al., 2012);
2. Relações sexuais desprotegidas (Marreiros, 2002);
3. Consumo frequente de álcool e tabaco (Gomes, 2001);
4. Subnutrição (Cordás et al., 2004);
5. Sobrenutrição (Silva, 2008).
Comportamentos que se desviam do padrão de estilo de vida saudável:

Educação para a Saúde e a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis
Educação para a Saúde e a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis
Nutrição/Hábitos Alimentares
• Amplitude do termo "droga";

• Consumo de substâncias é cada vez mais, um dos maiores problemas sociais da actualidade;

• Não existe uma tipologia estanque que identifique de forma exata e exaustiva a origem do consumo;

• Papel da Família.

Mais que uma
vez por semana
Quase todos
os dias
Haxixe/Erva
Estimulantes
LSD
Cocaína
Ecstasy
Medicamentos
Doping
Heroína
8,8
3,4
1,9
1,8
1,6
1,4
1,2
2
Raramente
ou nunca
89,9
84,4
7,9
11,7
3,6
3,9
Consumo de Fruta (%)
Raramente
ou nunca
Pelo menos 1 vez
p/ semana
Pelo menos 1
vez p/ dia
8,5
7
53,6
48
38
45
Estar Triste/deprimido (%)

Preferência das crianças por alimentos ricos em lípidos e doces;
Maior ou menor apetência por estes alimentos consoante o consumo;
A criança em idade pré-escolar desenvolve preferências alimentares devido à observação de outras crianças


Crianças:
Desporto/Prática de Exercício Físico
Os adolescentes determinam as refeições consoante as diversas situações:
Adolescentes:
Refeições com os pais (maior autocontrolo);
Refeições com o grupo de pares (falta de controlo);
Oposição às regras impostas pelos pais;
Alimentação
saudável
“Fast food” (não-saudável)
Publicidade da televisão influencia a alimentação dos jovens
Sedentarismo dos jovens.
(Viana, Santos & Guimarães, 2008)
(Viana, Santos & Guimarães, 2008)
“O exercício físico e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar (…) a par de uma alimentação saudável”
Direção Geral de Saúde
A escola

A família

Atores
Um familiar praticante de desporto pode servir de motivação
Disciplina de educação física;

Campeonatos entre turmas ou entre escolas.

Mens sana in
corpore sano
S (Strenghts - Pontos Fortes)
W (Weaknesses - Pontos Fracos)
Escasso consumo de legumes e fruta;
Elevado consumo de doces e refrigerantes;
Insatisfação das raparigas com a sua imagem corporal;
Reduzida prática desportiva por parte das raparigas;
Auto-imagem (desvalorizada por parte das raparigas);
Vergonha na aquisição de contracetivos;
Pressão dos pares;
Comportamentos de risco ao nível da sexualidade;
Percentagem relevante de adolescentes com IMC abaixo ou acima do ideal;
O (Opportunities - Oportunidades)
Existência de aulas de Educação Sexual na escola;
Distribuição gratuita de contraceptivos nos Centros de Saúde;
Acompanhamento familiar;
Existência de torneios desportivos no âmbito escolar;
Influência dos Media (nutrição e auto-imagem);
Programa “Mexa-se”;
Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde;
PASSE: Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar;
Programa CUIDA-TE.

T (Threats - Ameaças)
Crise económico-financeira;
Famílias com eventual fraco nível de supervisão;
Influência dos Media (nutrição e auto-imagem);
Desvalorização da Educação Física por parte do Ministério da Educação;
Desadequado investimento das escolas ao nível da gestão alimentar;
Descriminalização do consumo de drogas.

NEC
ESSIDA
DES
OBJETIVOS GERAIS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ESTRATÉGIA
S
RECURSO
S
ATIVIDADE
S

Nutrição e Atividade Física






Sexualidade





Consumo de Substâncias








Desenvolvimento de competências pessoais e sociais


Promover práticas saudáveis de nutrição e de actividade física




Promover uma vivência sexual equilibrada




Informar acerca do consumo de substâncias







Promover competências pessoais e sociais


Consciencializar acerca dos benefícios de uma alimentação saudável;

Fomentar a prática de actividade física

Informar sobre a sexualidade;

Minimizar os
comportamentos de risco;


Minimizar o consumo de substâncias;

Esclarecer eventuais dúvidas acerca do consumo de substâncias;



Promover a auto-estima e a auto-imagem;

Promover a participação cívica

Empowerment

Grupos D
(desenvolvimento
de
competências)

Grupos A (ação
social)

Parcerias


Os jovens;

As famílias;

Entidades de promoção de saúde;

Escola

Projeto “Construir o Futuro”
Intrevir, Educando e Promovendo comportamentos saudáveis;

Modificar hábitos e comportamentos nas crianças e jovens;

Coincidir a intervenção com a fase de desenvolvimento e de aprendizagem do grupo;

Estratégias de intervenção de estilo securizante, não directivo e democrático (Carmo, 2008);
Estimular competências intrapessoais e interpessoais;
Atividades que promovam o desenvolvimento do corpo, das aptidões dos mais novos e que permitam descarregar energias (Carmo, 2008);
Atividades num molde criativo e inovador;
Importância do envolvimento da comunidade, famílias e escolas;

Funcionando como recurso.

Planeamento das Sessões do Projeto:
“Promoção dos Estilos de Vida Saudáveis em Crianças e Jovens”
Duração da intervenção: 6 meses | Frequência das sessões: Semanal (90 Minutos) | Número de Sessões: 23 Sessões | População-alvo: 12 – 18 anos

Experimentação de ... (%)
Todos os dias
Nunca
Menos 3 vezes
p/ semana
3 ou mais vezes
p/ semana
2,8
4,8
24,3
43,9
53,9
43,1
19
8,2
Atividade Física (%)
(adaptado de Matos, M. et al. (2010).
A Saúde dos Adolescentes Portugueses
)
(adaptado de Matos, M. et al. (2010).
A Saúde dos Adolescentes Portugueses
)
(adaptado de Matos, M. et al. (2010).
A Saúde dos Adolescentes Portugueses
)
(adaptado de Matos, M. et al. (2010).
A Saúde dos Adolescentes Portugueses
)

A prevenção dos comportamentos de risco deve ser realizada com base na investigação dirigida à origem do problema;

Os objetivos são a promoção da autonomia e da responsabilização dos jovens;
Estado de pleno bem-estar ao nível físico, psíquico e social bem como, a ausência de doença (OMS);
Quando se abrange a comunidade, a intervenção tem maior impacto (Ministério da Saúde, 2006).
Educação para a Saúde e a Promoção de Estilos de Vida Saudáveis
Docente | Ana Esgaio
Unidade Curricular | Intervenção Social com Grupos
Discentes | Catarina Alves
Flávia Rodrigues
Nicolle Santos
Patricia Pinto
Rafaela Oliveira
Razões para a primeira relação sexual dos jovens (%)
(adaptado de Matos, M. et al. (2010).
A Saúde dos Adolescentes Portugueses
)
Focus Group (Auto-avaliação e auto-reflexão);
Entrevistas Informais
Dia Aberto:
"Despertar Memórias"
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