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Criacionismo na mídia

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by

Michelson Borges

on 23 September 2015

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Transcript of Criacionismo na mídia

Criacionismo
na
MIDIA
michelson borges
´
O comentário de John Maynard Smith,
um dos papas da biologia moderna,
é interessante:
“Por causa da excelência de seus ensaios, [Gould] tornou-se conhecido entre não biólogos como o mais destacado teórico da evolução. Em contraste, os biólogos evolucionistas com quem discuti seu trabalho tendem a vê-lo como um homem cujas ideias são tão confusas que quase não vale a pena ocupar-se delas, mas alguém que não se deve criticar em público por ao menos estar do nosso lado contra os criacionistas.”
“Por causa da excelência de
seus ensaios, [Gould] tornou-se
conhecido entre não biólogos
como o mais destacado teórico
da evolução. Em contraste, os
biólogos evolucionistas com
quem discuti seu trabalho
tendem a vê-lo como um homem cujas ideias são tão confusas que quase não vale a pena ocupar-se delas, mas alguém que não se deve criticar em público por ao menos estar
do nosso lado contra os criacionistas.”
25 de agosto de 1999: a revista
IstoÉ publica matéria na qual
afirma que a crença na
semana da criação é uma
“bobagem sem tamanho”.
Agosto de 2001: a revista Galileu chama os criacionistas de “fundamentalistas”
e o criacionismo de “movimento populista
anti-intelectual”.
Julho de 2002: a revista Galileu afirma que a religião é um “subproduto da evolução”.
Julho e dezembro de 2003: a revista Superinteressante faz ataques diretos à Bíblia.
A revista Época do dia 22 de dezembro de 2003 traz uma declaração leviana
de Neil Asher Silberman,
um dos autores do livro
A Bíblia Não Tinha Razão:
“Depois que se provou
que o mundo não foi
criado em sete dias...”
Novembro de 2004: a revista National Geographic afirma que “os indícios da evolução são inegáveis”, apesar da pergunta estampada na capa: “Darwin estava errado?”
3 de janeiro de 2005: a revista Época chama os criacionistas de “ignorantes”.
Maio de 2005: a revista Ciência Hoje considera o ensino do criacionismo uma “esquizofrenia pedagógica”.
8 de fevereiro de 2006: a revista Veja diz que a “tese” bíblica de que Deus criou todos os seres vivos é “treva”.
28 de junho de 2005, a Folha de S. Paulo publica matéria sobre o físico Marcelo Gleiser, na qual ele afirma que “ensinar criacionismo é crime”.
Abril de 2012: a aula sobre fósseis, de um professor da rede adventista, vira polêmica nas redes sociais
e tema de uma matéria do Portal Terra.
Abril de 2012: o Globo Ciência dedica um programa ao criacionismo, mas não entrevista um criacionista. “Fundamentalistas.”
Abril de 2012: o jornal O Estado de S. Paulo trata do criacionismo, mas entrevista apenas um criacionista, entre vários evolucionistas.
Com toda essa propaganda negativa, não é de se estranhar que muita gente alimente preconceito contra os criacionistas (ou não queria ser visto com eles).
Ufanismo darwinista
Ufanismo darwinista
A revista Ciência Hoje de julho de 2009 traz a matéria de capa “Darwin e a evolução – Uma teoria que mudou o mundo”. O editorial apresenta uma boa definição do que é darwinismo e mostra o tamanho do preconceito que existe contra o criacionismo e a teoria do design inteligente:
“Há 150 anos, era publicado um livro que mudaria radicalmente nossa concepção da natureza. A Origem das Espécies, do naturalista inglês Charles Darwin, propunha uma teoria avassaladora: a de que existiria um parentesco evolutivo entre todos os seres vivos, mostrando que os humanos e os macacos descendem
de um ancestral comum. ...
“Dessa forma, Darwin rompia com o dogmatismo religioso que concebe a nossa espécie como fruto da criação divina. Com sua teoria, ele atribuía um novo significado para o ser humano: o produto de um processo natural responsável por toda
a diversidade biológica existente. ...
“Mais de um século e meio depois, a obra
de Darwin se mantém atual e poderosa:
ela sobreviveu a todos os testes a que foi submetida desde sua origem. Com a incorporação dos conhecimentos advindos
da genética, ela atingiu sua maioridade e mostrou-se capaz de contestar as teorias criacionista e do desenho inteligente, limitando-as a alternativas que não estão
à altura do evolucionismo por terem argumentos religiosos e não científicos.”
Alguns pontos se sobressaem ao
se analisar esse editorial ufanista:
1. A revista insiste na tese nunca empiricamente demonstrada de que todos os seres vivos descendem
de um mesmo e desconhecido ancestral (macroevolução), extrapolando os dados observacionais que dizem respeito apenas à diversificação de baixo nível (microevolução).
2. Tenta colocar Darwin como o herói que
suplantou o “dogma” da criação, como se essa
doutrina bíblica basilar se tratasse de simples
dogma religioso e não houvesse evidências
de design inteligente na natureza.
3. Afirma que o ser humano é “o produto
de um processo natural responsável por toda a diversidade biológica existente”, deixando claro que o evolucionismo teísta é darwinisticamente insustentável, uma vez que o darwinismo
é puramente naturalista.
4. O texto afirma também que mais de um século e meio depois a obra de Darwin se mantém “atual e poderosa”, ignorando completamente
o crescente número de cientistas (não apenas criacionistas ou do design inteligente) que
têm aderido à lista Dissent from Darwin (www.dissertfromdarwin.org).
5. O texto ignora também o fato de que os avanços em genética e biologia molecular, na verdade, ajudaram a abrir uma caixa-preta inconveniente para o darwinismo, uma vez que se provou ser a vida, mesmo a de uma “simples” célula, muito mais complexa do que
se supunha no tempo de Darwin.
6. O editorial polariza a questão como sendo
um debate entre ciência (darwinismo) e religião (criacionismo/design inteligente); mas não é assim. Os teóricos do design inteligente nem sequer se referem a livros de tradição religiosa ou a Deus, apenas demonstram que existem evidências de teleologia (projeto) na natureza
e não mero acaso cego.
O que Ciência Hoje faz é evitar os desafios científicos afirmando que o assunto não pode ser debatido por se tratar de ciência versus religião, campos que, no entender deles,
não devem ser misturados.
E essa acaba sendo a postura
de quase todos os meios de
comunicação populares, para
os quais a controvérsia é
bem interessante, já
que “vende jornais”.
Modelo naturalista-filosófico
A mídia prestaria grande favor se mostrasse ao público que a discussão em torno das origens está carregada de “sabor filosófico”. Se, por um lado, criacionistas bíblicos fundamentam suas convicções na Palavra de Deus, por outro, os darwinistas se escoram no naturalismo filosófico.
“‘Evolução’ pode significar qualquer coisa desde
a declaração não controversa de que a bactéria ‘desenvolve’ resistência aos antibióticos à grande afirmação metafísica de que o Universo
e a humanidade ‘evoluíram’
inteiramente por forças
mecânicas sem propósito.
Uma palavra elástica assim
é capaz de induzir ao erro,
dando a entender que sabemos
tanto sobre a grande afirmação
quanto sabemos sobre a
pequena afirmação” (p. 21).
Ironicamente, o próprio conceito de naturalismo não pode ser uma parte testável de uma hipótese evolucionista! O naturalismo é, antes, uma posição filosófica assumida a priori – o sobrenatural não existe, e mesmo que haja evidências apontando para ele,
deve-se buscar outras explicações.
“Para um naturalista, o Universo
é análogo a uma caixa selada. Tudo
o que existe na caixa (a ordem natural)
é causado ou explicável em termos de
outras coisas existentes no interior da
caixa. Nada, nem mesmo Deus, existe
fora dessa caixa; portanto, nada fora
da caixa que chamamos Universo, ou cosmo, ou natureza pode ter qualquer efeito causal sobre o interior da caixa.” Francis J. Beckwith, William Lane Craig e J. P. Moreland, Ensaios Apologéticos – Um estudo para uma cosmovisão cristã, p. 251
O darwinismo é um modelo naturalista. Isso significa que não há espaço para o sobrenatural em nenhum momento da História, nem mesmo na origem de tudo.
Mas isso quer dizer que pesquisas criacionistas
são inviáveis? É evidente que não se pode testar
se Deus Se envolveu na história da Terra – mas
se Ele Se envolveu, conforme descrito na Bíblia,
esses eventos (especialmente a criação e o dilúvio)
devem ter deixado algumas
evidências no mundo natural,
e essas evidências, sim, podem
ser investigadas cientificamente.
Ciência forense
Origem da informação
Cosmovisões
A cosmovisão ou ponto
de vista filosófico/teológico do pesquisador afeta a condução de suas pesquisas. Um bom exemplo é apresentado por Thomas Kuhn, em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas:
“Um investigador, que esperava aprender algo a respeito do que os cientistas consideram ser a teoria atômica, perguntou a um físico e a um químico eminentes se um único átomo de hélio era ou não uma molécula. Ambos responderam sem hesitação, mas suas respostas não coincidiram. ...
“Para o químico, o átomo de hélio era uma molécula porque se comportava como tal desde o ponto de vista da teoria cinética dos gases. Para o físico, o hélio não era uma molécula porque não apresentava um espectro molecular. ...
“Podemos supor que ambos falavam
da mesma partícula, mas a encaravam
a partir de suas respectivas formações
e práticas de pesquisa. Suas experiências na resolução de problemas indicaram-lhes o que uma
molécula deve ser.” p. 75, 76
Kuhn conclui que “o que um homem vê depende tanto daquilo que ele olha como daquilo que sua experiência visual-conceitual prévia o ensinou a ver” (p. 148). E isso nada
tem que ver com os fatos em si, mas com
a interpretação deles à luz
da cosmovisão escolhida
e previamente adotada.
Esta nota publicada no site da revista Galileu (2/2010) ilustra bem o que estamos dizendo:

“Seu namorado tem essa péssima mania [de olhar disfarçado quando passa uma mulher atraente]? Culpe a seleção natural (como quase tudo que tem relação com o comportamento sexual masculino e feminino). Ao longo da evolução humana
o macho se destacou por sua
capacidade de visão. ...
“‘Nos primórdios a mulher ficava muito mais circunscrita a um local para onde o homem voltava e trazia prendas, alimento, frutos da caçada. Nessa busca por carne o homem desenvolveu grande
afinidade com a atividade
visual, ela se apresenta
não apenas com relação
ao sexo. ...
“‘Mas certamente tem grande peso em sua dinâmica de atração, é o que primeiro lhe chama a atenção e segue tendo muito apelo até o final de sua vida’, afirma Carmita Abdo, doutora em sexualidade...
“Então, você pode até dar um beliscão bem forte no seu namorado/marido/pretê, mas saiba que as raízes de seu comportamento estão naquele antepassado caçador de milhares de anos atrás. Isso também confirma o que você já sabia: seu namorado é um pouquinho troglodita.”
Graças à cosmovisão darwinista/naturalista, cada vez mais os seres humanos se tornam menos responsáveis por seus atos. Pecado não mais existe. É tudo uma questão de “evolução”. Somos escravos dos genes (determinismo genético). Livre-arbítrio é tido como uma “bobagem” que os religiosos tentam colocar na cabeça das pessoas.
Cenário profético
“Como o sábado se tornou o ponto especial
de controvérsia por toda a cristandade,
e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena minoria em ceder à exigência popular, fará com que
esta minoria seja objeto de execração universal
.” Ellen White, O Grande Conflito, p. 615
Bobos
Burros
Ignorantes
Esquizofrênicos
Criminosos
Fundamentalistas
“O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. [...] Ao passo que a observância do sábado falso em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus,
é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador
.” Ellen White, O Grande Conflito, p. 605
13 de dezembro de 1998: Folha de S. Paulo, caderno Mais!: “Extremos da Evolução”. Divergências entre expoentes evolucionistas Richard Dawkins
e Stephen Jay Gould.
O pai da religião espírita, o francês Allan Kardec, ao construir suas doutrinas, fez uso abundante dos pressupostos evolutivos, mais exatamente da evolução como ideia de
progresso. Ademais, o
Espiritismo, tal qual o
Darwinismo, faz questão
de lograr para si o status
de “ciência”.
Fundamentalismo
“Assim como outras formas de radicalismo religioso, ele [o fundamentalismo] exige que se viva sob uma interpretação literal e, portanto, originalmente ‘pura’ dos textos sagrados.” Veja, 7 de setembro de 2011
“Fundamentalistas cristãos rejeitam as descobertas da biologia e da física sobre as origens da vida e afirmam que o livro do Gênesis
é cientificamente exato em todos
os detalhes.” Karen Armstrong,
Em Nome de Deus
Apocalipse 14:6, 7
www.criacionismo.com.br
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