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As Relações Económicas com o Resto do Mundo

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by

Beatriz Gouveia Andrade

on 12 February 2016

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Transcript of As Relações Económicas com o Resto do Mundo

As Relações Económicas com o Resto do Mundo
Balança de pagamentos
Balança Corrente
Comercio Extra-UE de bens
Balança Corrente
Novos mercados
Balança Corrente
Tipologia das exportações e importações de bens
Economia A - 11ºano D1
2015/2016

Docente:
Catarina Moura e Silva

Discentes:
Beatriz Gouveia Andrade nº4
Catarina Patrício nº5
Madalena Andrade de Moura nº11

Conclusões
Introdução
A
Balança de Pagamentos
constitui um documento estatístico e contabilístico anual no qual são registados os diferentes fluxos resultantes do comércio entre um país e o Resto do Mundo num determinado período de tempo
Balança
Corrente
Balança
de Capital
Balança
Financeira
-Balança de bens
-Balança de serviços
-Balanca de rendimentos
-Balança de transferências
Balança de Transferências
Balança de capital
Balança Financeira
IDE e IDPE
2011 2012

UE 74,4% 71,1%

PALOP 6,8% 8,0%

NAFTA 5,0% 5,0%

MERCOSUL 1,8% 2,3%

MAGREBE 2,1% 2,3%

Outros 9,8% 11,3%
2011 2012

UE 73,6% 71,8%

PALOP 2.1% 3,2%

NAFTA 2,7% 2,2%

MERCOSUL 2,9% 3,0%

MAGREBE 1,6% 2,6%

Outros 17,1% 17,2%
2011 2012

Espanha 24,9% 22,5%

Alemanha 13,6% 12,3%

França 12,2% 11,8%

Angola 5,4% 6,6%

Reino Unido 3,9% 5,3%

Países Baixos 3,7% 4,2%
2011 2012

EUA 3,5% 4,1%

Itália 3,7% 3,7%

Bélgica 3,1% 3,1%

China 0% 1,7%

Brasil 1,4% 0%

Outros 23,2% 24,7%

2011

2012

Espanha 32,3% 31,8%

Alemanha 12,4% 11,5%

França 6,8% 6,6%

Angola 0% 3,2%

Reino Unido 3,3% 3,0%

Países Baixos 4,8% 4,9%

Nigéria 2,6% 0%

EUA 0% 0%

Itália 5,5% 5,3%

Bélgica 2,5% 2,5%

China 2,5% 2,4%

Brasil 2,5% 2,4%

Outros 24,9% 26,4%
Pergunta 32.1
Pergunta 33.1
Pergunta 33.2
Existe um menor peso das exportações de bens de
baixa tecnologia
(de 44,2%, em 2000, para 38%, em 2012) e de
alta tecnologia
(de 10,3%, em 2000, para 6,8%, em 2012). O peso dos bens de
média-alta tecnologia
decresceu (de 31,2%, em 2000, para 29%, em 2012) enquanto que o peso dos bens de
média-baixa tecnologia
cresceu (de 14,3%, em 2000, para 26,2%, em 2012).

http://www.tvi24.iol.pt/pesquisa/videos/alta%20tecnologia/ajuste-de-contas-produtos-tecnologicos-da-bosch/563e91120cf2f4cfb5ee791a
Pergunta 35
Balança Corrente
Tipologia das exportações e importações de bens
As exportações portuguesas que mais peso tiveram foram
Máquinas, aparelhos
(cerca de 15%)

e
Veículos, outro material de transporte
(cerca de 13%).
Pergunta 34.1
Pergunta 34.2
As importações portuguesas que mais peso tiveram foram os
Combustíveis Minerais
(cerca de 20%) e
Máquinas, aparelhos
(cerca de 15%).
Balança de Rendimentos
Balança de Transferências
Balança de Transferências
Pergunta 37
Pelos valores do quadro é possível verificar que as receitas do turismo, bem como as remessas dos emigrantes cobrem parte do défice da Balança de Bens, o que tem vindo a aumentar. As receitas do turismo, em 2012, cobrem 100% do défice da Balança de Bens enquanto que as remessas dos emigrantes, também em 2012, cobriam 32% do défice da Balança de Bens.

O turismo e as remessas dos emigrantes tornam-se assim influentes na economia portuguesa dado que anulam o défice da Balança de Bens.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-ja-depende-pouco-das-remessas-dos-emigrantes-1681388
Pergunta 38: b e c


Pergunta 39.1
Os países que mais investiram em Portugal, em 2012, foram Espanha, França, Reino Unido e Luxemburgo.

A percentagem total do investimento da UE em Portugal foi de 91%.
Pergunta 40.1
Tanto em 2012 como em 2011, as atividades financeiras mais procuradas pelo IDE foram o
comércio por grosso e a retalho
(com 34,1% e 41,7%, respetivamente) e as
atividades financeiras e de seguros
(com 21,9% e 23,9%, respetivamente).
Pergunta 41.1
Pergunta 42.1
Portugal investiu mais, em 2012, nos Países Baixos, Espanha, Angola e Brasil.
As atividades mais procuradas pelo IDPE foram as atividades financeiras e de seguros.
32.2
Como principal destino das exportações de bens permanece a
UE28
(
73%
do total no 1º semestre de 2015 mas, contudo, esse valor continua a ser menor do que o valor das exportações para a UE 27 em 2011), seguida do
NAFTA (6,2%)
, dos
PALOP
(5,6%) sendo que a UE28 e o NAFTA aumentaram as respetivas quotas face ao período homólogo de 2014, enquanto os PALOP reduziram. De Jan/Jun 2015 as exportações para o MERCOSUL, PALOP e Outros diminuiram em relação a 2012, enquanto as exportações para o MAGREBE e NAFTA aumentaram.
Em 2015 as importações vindas
UE 28
aumentaram para
76,2%
face a 2012, atingindo valores superiores ao valor das importações vindas da UE 27 em 2011 (73,6%), o que é acompanhado por uma diminuição das importações dos outros grupos de paises. Conclui-se que a UE28 foi a origem da maioria dos produtos importados nesse período com perto de 76,2% do total, seguida do
MERCOSUL (2,3%)
, dos
PALOP (2,3%),
e do
NAFTA (2,1%)
.
34.3
36.
Balança de capital
IDE por país de origem
IDPE
Balança Corrente
Comércio Intra-UE de bens
Importações
O relacionamento de Portugal com os restantes Estados-membros da UE continuou a ser preponderante nas importações de bens, à semelhança do que se verificou nas exportações de bens. Denota-se, no entanto, uma redução do seu peso relativo nos últimos anos. No ano 2005, o Comércio Intra-UE concentrou 77,4% do valor total das importações de bens, mas em 2012 o seu peso diminuiu para 71,8%. Em 2014, o Comércio Intra-UE concentrou 74,7% do valor total das importações (+2,7 p.p. face a 2013).
Exportações
A evolução do Comércio Intra-UE foi semelhante à observada na globalidade do Comércio Internacional, o que evidencia o tradicional predomínio dos países da UE nas transações de Portugal com o exterior. Todavia, nos últimos anos evidencia-se uma tendência de diminuição do seu peso relativo: em 2005, 80,0% dos bens nacionais vendidos para os mercados externos tinham como destino os países Intra-UE, mas no ano 2012 o seu peso diminuiu para 71,0%. Contudo, o seu peso aumentou ligeiramente em 2014: 70,9% dos bens exportados tiveram como destino países Intra-UE (70,3% em 2013).
Os cinco maiores clientes de Portugal -
Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e os EUA
- concentraram cerca de 61% do total exportado nesse período. A estrutura dos principais clientes permaneceu quase idêntica em relação ao 1º semestre de 2014, destacando-se que os EUA subiram em termos de posição no ranking e de quota (passou de 6º cliente com 4,1% de quota, para 5º com 5%), enquanto que Angola baixou (de 4º cliente com 6% de quota, para 6º cliente com 4,3%)
Fonte: INE
A
Espanha, a Alemanha, a França, a Itália e os Países Baixos
permaneceram os cinco principais fornecedores, que representaram juntos 62,7% das importações efetuadas no 1º semestre de 2015. Destes, destacam-se os aumentos de quota de Espanha e da França e um ligeiro decréscimo da quota da Alemanha.
Em relação às importações de bens, as
máquinas e aparelhos, os combustíveis minerais, os veículos e outro material de transporte, os produtos químicos e os produtos agrícolas
, lideram o ranking das compras ao exterior efetuadas no 1º semestre de 2015, representando 63,4% do total.
As
máquinas e aparelhos
continuaram a ser o grupo de produtos mais exportado no 1º semestre de 2015 (14,6% do total), seguido pelos
veículos e outro material de transporte (12,1%), combustíveis minerais (8,1%), metais comuns (8,0%) e plásticos e borracha
(7,3%). Estes cinco principais grupos de produtos representaram cerca de 50,1% do total exportado por Portugal nesse período (contra 49,4% no 1º semestre de 2014).
Balança Corrente
Balança Turística (de serviços)
• De acordo com o Banco de Portugal, as
receitas do turismo em Portugal têm vindo a crescer de forma sustentada no período de 2010 a 2014
, atingindo perto de 10,4 mil milhões de euros em 2014 (+12,4% face ao ano anterior), valor que representou cerca de 15% do total das exportações portuguesas de bens e serviços.

• No
1º semestre de 2015
as receitas do turismo registaram um aumento significativo de 12,2% face ao período homólogo do ano anterior, atingindo perto de
4,6 mil milhões
de euros.

• Os principais mercados geradores de receitas de turismo para Portugal, no 1º semestre de 2015, foram o
Reino Unido (com 17,2% do total), França (14,8%), Espanha (12,1%), Alemanha (11,2%) e Angola (6,8%), que concentraram 62,1% do total nesse período
. Estes cinco mercados registaram crescimentos muito significativos, na ordem dos 10%-21% cada (à exceção da França, que cresceu 7% face ao período homólogo do ano anterior), sendo de ressaltar os casos de Angola (+21% face ao 1º semestre de 2014), da Alemanha (+17,8%), Espanha (+15,5%) e Reino Unido (+10,5%). São ainda de referir os EUA (6º mercado em termos de receitas com 4,5% de quota, +3,5%), o Brasil (8º com 4,2% de quota, +6,9%) e a Suíça (10º com 2,5%, +10%).

• Segundo a Organização Mundial de Turismo (UNWTO World Tourism Barometer - April 2015), em
2014 Portugal foi o 26º mercado mundial (e 10º da UE) em termos de receitas de turismo e o 35º mercado recetor, tendo sido registado 9,3 milhões de chegadas de turistas
http://www.pordata.pt/Portugal/Remessas+de+emigrantes+total+e+por+principais+pa%C3%ADses+de+origem-2367
A balança de rendimentos em Portugal apresenta um
saldo deficitário
desde 1996 (aprox.1%) , tendo-se agravado a partir de 2006 (aprox.4%) até 2009 (onde ultrapassa os 5%). A partir daí tem tendência a decrescer ate menos de 4% em 2012, devido ao pagamento de juros (incluindo os do título da dívida pública),dividendos e repatriamento de lucros.
http://www.pordata.pt/Portugal/Balança+de+capital-2356
Balança de Capital
Webgrafia
Bibliografia
IDE
Segundo dados do Banco de Portugal, os fluxos do IDE em Portugal, em termos líquidos, registaram um montante próximo de 4,6 mil milhões de euros em 2014 (+216% face a 2013).

Os valores mais elevados dos últimos cinco anos registaram-se em 2011, ano em que o IDE alcançou 5,3 mil milhões de euros e em 2012 com 6,4 mil milhões de euros.

No 1º semestre de 2015 o valor do IDE registado foi de cerca de 5,9 mil milhões de euros (+38,9% comparando com o período homólogo de 2014), ultrapassando o valor total do IDE registado no ano de 2014.

Em termos de stock de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) em Portugal, no final de dezembro de 2014, foram registados cerca de 88,5 mil milhões de euros (-1,7% em relação ao valor em dezembro de 2013). No fi nal do 1º semestre de 2015 o stock de IDE em Portugal totalizou 103,7 mil milhões de euros (+10% face a junho de 2014).
IDPE
No que respeita ao Investimento Direto de Portugal no Exterior (IDPE), observaram-se perto de 2,1 mil milhões de euros em 2014 (+347,8% comparativamente ao ano anterior), sendo que o valor mais elevado do período 2010-2014 se verificou em 2011 (perto de 9,7 mil milhões de euros).

No 1º semestre de 2015 o valor do IDPE alcançou cerca de 4,8 mil milhões de euros (+109,7% comparando com o período homólogo de 2014).

O stock de Investimento Direto de Portugal no Exterior (IDPE) representou 41,4 mil milhões de euros em dezembro de 2014 (-3% face a dezembro de 2013).

Em junho de 2015 o stock de IDPE subiu a perto de 47,0 mil milhões de euros (+7,9% face a junho de 2014).
A
União Europeia foi a principal origem de IDE em Portugal
em termos acumulados, com uma quota de 90,3% em junho de 2015, destacando-se, ao nível intracomunitário, os
Países Baixos e Espanha
(com pesos de 23,6% do total, cada), o
Luxemburgo
(21,5%), o
Reino Unido e França
(7,4% e 4,1%, respetivamente).

De entre os países extracomunitários (9,7% do total em junho de 2015), salientam-se o
Brasil, Angola, os EUA, a Suíça e a China
com quotas de 2,3%, 1,7%, 1,5%, 1,3% e 0,7%, respetivamente
IDE
http://www.tvi24.iol.pt/videos/economia/reverter-concessoes-dos-tranportes-e-deitar-fora-investimento-estrangeiro/565d9ff90cf29b36599a0f91

www.portugalglobal.pt
www.pordata.pt
www.bportugal.pt
www.ine.pt
www.conheceracrise.com
www.tvi24.iol.pt
www.economico.sapo.pt
www.publico.pt


Pais, M.J., Oliveira, M.L., Góis, M.M., Cabrito, B.G., (2014),
Economia A 11ºano
, Lisboa: Texto
De acordo com os dados do Banco de Portugal, nos últimos cinco anos, as exportações e importações de bens e serviços registaram taxas de crescimento médias anuais de 7,1% e 0,7%, respetivamente. No 1º semestre de 2015, as exportações de bens e serviços verificaram um crescimento de 5,7%, face ao período homólogo do ano anterior, e as importações de 5,3%, tendo a taxa de cobertura alcançado 102%. O saldo da balança comercial de bens e serviços foi positivo entre 2012 e o 1º semestre de 2015, invertendo a tendência negativa registada na última década.

No que respeita às exportações apenas de bens, aumentaram no 1º semestre de 2015 em termos homólogos 5,7%, de acordo com os dados do INE, enquanto as importações cresceram 4,1%, correspondendo a uma taxa de cobertura de 83,9%. O saldo da balança comercial de mercadorias continuou a apresentar um défice no 1º semestre de 2015 (em 2014, havia apresentado o segundo défice mais baixo dos últimos cinco anos).
Conclusões
A manutenção da capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa, a partir de 2012 deveu-se à estabilidade das várias rúbricas que compõem a balança corrente e de capital, sobretudo devido à melhoria do saldo da balança corrente, consequência do crescente dinamismo das viagens e do turismo.

Apesar da diminuição da importância da UE no comércio externo português, o comércio de bens é maioritariamente efectuado com os Estados-Membros da União Europeia. A estratégia de diversificação dos mercados, devido à crise económica e financeira sentida nas economias europeias, deu origem à identificação de novos países participantes nas trocas comerciais com Portugal, tais como a China, o Brasil e Angola, por exemplo.

Os combustíveis minerais, as máquinas e aparelhos e os veículos e outros materiais de transporte constituem os principais grupos de produtos importados e exportados.

Conclusões
É possível inserir o Relatório Porter no contexto da avaliação da balança de pagamentos, uma vez que esta nos fornece informações sobre a matriz sectorial da economia portuguesa e demonstra as alterações sofridas nos últimos anos.

Para além do desenvolvimento de uma nova economia de serviços, e com impacto reduzido em matéria de criação de valor sustentado, é de referir também o fenómeno de progressiva desindustrialização, entretanto acentuado nos anos mais recentes, o que vai contra as ideias estabelecidas no relatório quanto às áreas em que Portugal deve intervir: profunda renovação organizativa e estrutural dos sectores (sobretudo) industriais e aposta na utilização da Inovação como alavanca de criação de valor de mercado.

O balanço é conhecido por um défice estrutural elevado, desemprego e um tecido empresarial envelhecido. Torna-se claro que a competitividade portuguesa é o grande desafio nos próximos tempos.

Contudo, nem toda a situação é desfavorável à economia portuguesa uma vez que a aplicação do projeto de Porter permitiu melhorias evidentes nos sectores tradicionais como o do calçado, do têxtil, vestuário e confecções, nos vinhos e mobiliário.
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