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lumen gentium

documento vaticano II
by

Gabriele Brusco

on 25 January 2013

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Transcript of lumen gentium

Finally CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA LUMEN GENTIUM SOBRE A IGREJA CAPÍTULO I MISTÉRIO DA IGREJA Objecto da Constituição: a Igreja como sacramento CAPÍTULO IIIA CONSTITUIÇÃO HIERÁRQUICA DA IGREJA E EM ESPECIAL O EPISCOPADO CAPÍTULO II POVO DE DEUS

não se poderiam salvar aqueles que, não ignorando ter sido a Igreja católica fundada por Deus, por meio de Jesus Cristo, como necessária, contudo, ou não querem entrar nela ou nela não querem perseverar.não se poderiam salvar aqueles que, não ignorando ter sido a Igreja católica fundada por Deus, por meio de Jesus Cristo, como necessária, contudo, ou não querem entrar nela ou nela não querem perseverar. CAPÍTULO IVOS LEIGOS A luz dos povos é Cristo a Igreja, em Cristo, é como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano natureza e missão universal A vontade salvífica do Pai decidiu elevar os homens à participação da vida divina sempre lhes concedeu os auxílios para se salvarem. Missão e obra do Filho: fundação da Igreja O Espírito santificador e vivificador da Igreja O Reino de Deus ...este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45). a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra As figuras da Igreja b. redil c. agricultura ou o campo de Deus e. construção de Deus : templo, cidade, casa... a. «Jerusalém do alto» e «nossa mãe» A Igreja, Corpo místico de Cristo cabeça Cristo, cada homem tem sua função, o Espirito anima... A Igreja, sociedade visível e espiritual a sociedade organizada hierarquicamente, e o Corpo místico de Cristo, o agrupamento visível e a comunidade espiritual, a Igreja terrestre e a Igreja ornada com os dons celestes não se devem considerar como duas entidades, mas como uma única realidade complexa, formada pelo duplo elemento humano e divino ( nova aliança que estará nos corações «raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo conquistado... que outrora não era povo, mas agora é povo de Deus» (1 Ped. 2, 9-10). Nova Aliança com o novo Povo de Deus oferecendo sacrificios e orações O exercício do sacerdócio comum nos sacramentos confirmação, evagelizadores eucaristia, confissão, unção doentes, matrimonio... O sentido da fé e dos carismas no povo cristão profecías, magisterio e dons especias Universalidade e catolicidade do único Povo de Deus todos os homens em geral, pela graça de Deus chamados à salvação O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial Os fiéis católicos; a necessidade da Igreja Vínculos da Igreja com os cristãos não-católicos Relação da Igreja com os não-cristãos Carácter missionário da Igreja ahi de mi se eu não evangelizar Proémio: o primado de Pedro 1 Pedro à frente dos outros Apóstolos
2 nele instituiu o princípio e fundamento perpétuo e visível da unidade de fé e comunhão.
3 primado do Pontífice romano e do seu magistério infalível O colégio dos doze Apóstolos O Senhor Jesus, depois de ter orado ao Pai, chamando a Si os que Ele quis, elegeu doze para estarem com Ele e para os enviar a pregar o Reino de Deus Os Bispos, sucessores dos Apóstolos pastores da Igreja; quem os ouve, ouve a Cristo; quem os despreza, despreza a Cristo e Aquele que enviou Cristo (cfr. Luc. 10,16) O Episcopado como Sacramento Na pessoa dos Bispos, assistidos pelos presbíteros, está presente no meio dos fiéis o Senhor Jesus Cristo, pontífice máximo O Colégio dos Bispos e a sua Cabeça o colégio ou corpo episcopal não tem autoridade a não ser em união com o Romano Pontífice Relação dos Bispos dentro do Colégio O tríplice ministério dos Bispos O ministério episcopal de ensinar O ministério episcopal de santificar O ministério episcopal de reger Os Presbíteros e suas relações com Cristo,com os Bispos, com o presbitério e com o povo Cristão Os diáconos Proémio: Carácter peculiar dos leigos Conceito e vocação do leigo na Igreja Por vocação própria, compete aos leigos procurar o Reino de Deus tratando das realidades temporais e ordenando-as segundo Deus. Portanto, a eles compete especialmente, iluminar e ordenar de tal modo as realidades temporais, que elas sejam sempre feitas segundo Cristo e progridam e glorifiquem o Criador e Redentor. Unidade na diversidade O Apostolado dos leigos A consagração do mundo pelo apostolado dos leigos O testemunho de vida pelo apostolado dos leigos Nesta obra, desempenha grande papel aquele estado de vida que é santificado por um sacramento próprio: a vida matrimonial e familiar. Aí se encontra um exercício e uma admirável escola de apostolado dos leigos, se a religião penetrar toda a vida e a transformar cada vez mais A santificação das estruturas humanas pelo apostolado dos leigos Devido à própria economia da salvação, devem os fiéis aprender a distinguir cuidadosamente entre os direitos e deveres que lhes competem como membros da Igreja e os que lhes dizem respeito enquanto fazem parte da sociedade humana. Relações dos leigos com a Hierarquia Conclusões: os leigos vivificadores do mundo CAPÍTULO V
A VOCAÇÃO DE TODOS À SANTIDADE NA IGREJA Proémio: chamamento universal à santidade Jesus, mestre e modelo «sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito» (Mt. 5,48) A santidade nos diversos estados bispos, sacerdotes, diaconos.... esposos, doentes.... A caridade. O martírio. Os conselhos evangélicos. A santidade no próprio estado CAPÍTULO VI
OS RELIGIOSOS Os conselhos evangélicos e o estado religioso Consagração ao serviço divino; o testemunho de vida Regras e constituições
A relação com a Hierarquia Pureza de vida ao serviço do mundo Conclusão: perseverança e santidade CAPÍTULO VII
A ÍNDOLE ESCATOLÓGICA DA IGREJA PEREGRINA
E A SUA UNIÃO COM A IGREJA CELESTE Caráter escatológico da nossa vocação à Igreja A Igreja, só na glória celeste alcançará a sua realização acabada, quando vier o tempo da restauração de todas as coisas (cfr. Act. 3,21) União da Igreja celeste com a Igreja peregrina Expressões dessa união: orações pelos defuntos, culto dos santos Unidade no amor e na Liturgia Ensinem, portanto, aos fiéis que o verdadeiro culto dos santos não consiste tanto na multiplicação dos actos externos quanto na intensidade do nosso amor efectivo, pelo qual, para maior bem nosso e da Igreja, procuramos «na vida dos santos um exemplo, na comunhão com eles uma participação, e na sua intercessão uma ajuda» Por outro lado, mostrem aos fiéis que as nossas relações com os bem-aventurados, quando concebidas à luz da fé, de modo algum diminuem o culto de adoração prestado a Deus pai por Cristo, no Espírito, mas pelo contrário o enriquecem ainda mais CAPÍTULO VIII
A BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA MÃE DE DEUS
NO MISTÉRIO DE CRISTO E DA IGREJA I. PROÉMIO A Virgem mãe de Cristo A Virgem e a Igreja fília de Adão e privilegiadada Deus Intenção do Concílio esclarecer o papel de Maria na salvação e a relação dos homens com ela II. A VIRGEM SANTÍSSIMA NA ECONOMIA DA SALVAÇÃO A mãe do Redentor no Antigo Testamento A esta luz, Maria encontra-se já profeticamente delineada na promessa da vitória sobre a serpente (cfr. Gén. 3,15), feita aos primeiros pais caídos no pecado. Ela é, igualmente, a Virgem que conceberá e dará à luz um Filho, cujo nome será Emmanuel (cfr. Is. 7,14; cfr. Miq. 5, 2-3; Mt. 1, 22-23). É a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e recebem a salvação de Deus. Com ela, enfim, excelsa Filha de Sião, passada a longa espera da promessa, se cumprem os tempos e se inaugura a nova economia da salvação, quando o Filho de Deus dela recebeu a natureza humana, para libertar o homem do pecado com os mistérios da Sua vida terrena. Como diz S. Ireneu, «obedecendo, ela tornou-se causa de salvação, para si e para todo o género humano» Maria na Anunciação Maria na infância de Jesus Maria na vida pública e na paixão de Cristo Mas sua mãe conservava todas estas coisas no coração e nelas meditava (cfr. Luc. 2, 41-51). Maria depois da Ascensão assunção III. A VIRGEM SANTÍSSIMA E A IGREJA O influxo salutar de Maria e a mediação de Cristo mediação de Maria subordinada à de Cristo A maternidade espiritual nossa mãe na ordem da graça A natureza da sua mediação Maria tipo da Igreja como Virgem e Mãe A fecundidade virginal da Igreja Virtudes de Maria os fiéis ainda têm de trabalhar por vencer o pecado e crescer na santidade; e por isso levantam os olhos para Maria, que brilha como modelo de virtudes sobre toda a família dos eleitos IV. O CULTO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM NA IGREJA Natureza e fundamento do culto Foi sobretudo a partir do Concílio do Éfeso que o culto do Povo de Deus para com Maria cresceu admiràvelmente, na veneração e no amor, na invocação e na imitação, segundo as suas proféticas palavras: «Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada, porque realizou em mim grandes coisas Aquele que é poderoso»(Luc.1,48). Espírito da pregação e do culto Evitem com cuidado, nas palavras e atitudes, tudo o que possa induzir em erro acerca da autêntica doutrina da Igreja os irmãos separados ou quaisquer outros.
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