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Supervisão Pedagógica: do Perfil ao Papel do Supervisor

Conceito de Supervisão Perfil e Papel do Supervisor Pedagógico
by

Evandro Morgado

on 23 May 2012

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Transcript of Supervisão Pedagógica: do Perfil ao Papel do Supervisor

Estrutura
1. Contextualização
2. Supervisão Pedagógica: do conceito à práxis
3. O Supervisor
3.1. Perfil
3.2. Papel
4. Referencial de competências
5. Conclusão
Supervisão Pedagógica
do Perfil ao Papel do Supervisor
Disciplina:
Teorias e Modelos de Supervisão
Docente:

Nilza Santos
Formandos
:
Ana Paula Cúrdia
Evandro Morgado
Helena Lestre
Márcia Morgado
Especialização em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores
SNPL - Aveiro
2012
CONTEXTUALIZAÇÃO
A sociedade moderna caraterizada pela revolução tecnológica...
...MODIFICOU
os processos de produção
o ritmo dos processos
as formas de interação e socialização:
a circulação de informação acontece a um ritmo ultrarrápido;
as relações são cada vez mas “digitais” e, muitas vezes, virtuais
o perfil e o papel dos diferentes agentes da sociedade e das organizações
(...)
...REQUER
organizações ágeis e reflexivas
sistemas rigorosos
lideranças atentas e proactivas
mecanismos de controlo, de apoio e de estímulo à atualização/mudança
redes de comunicação e trabalho cooperativo
(...)
...EXIGE ÀS ESCOLAS
atualização constante
uma atitude reflexiva:
reconhecimento do passado
a leitura do presente
previsão do futuro
lideranças atentas e preparadas
uma postura investigativa
desafios: um espírito insatisfeito e colaborativo
uma CULTURA de ESCOLA
As características da sociedade atual, os desafios da ESCOLA do séc. XXI e o Estatuto da Carreira Docente fizeram emergir a figura do

SUPERVISOR PEDAGÓGICO.
2. SUPERVISÃO
“Reconcetualização” do conceito de Supervisão (Alarcão, 2009, pp. 119-121)
A supervisão era “o processo em que um professor, em princípio mais experiente e informado, orienta outro professor ou candidato a professor no seu desenvolvimento humano e profissional”
(Alarcão, 2009, p. 120)
.

A “supervisão da prática pedagógica emerge como uma auto e hetero-supervisão, comprometida e colaborante, em que os professores se entre-ajudam a desenvolver-se e a melhorar o seu próprio ensino.”
(Alarcão, 2009, pp. 119-120)
.
A a supervisão é “o processo de dinamização e acompanhamento do desenvolvimento qualitativo da organização da escola e dos que nela realizam o seu trabalho de estudar, ensinar ou apoiar a função educativa, através de aprendizagens individuais e colectivas, incluindo as dos novos agentes”

(Alarcão, 2009, p. 120)
.
Assim...
A escola assume, atualmente, um papel vital na sociedade, levando a “re-conceptualizar o âmbito da supervisão”.
A supervisão tem como função a dinamização e o acompanhamento do desenvolvimento da escola.
A supervisão não se ocupa apenas dos docentes na sua formação inicial, mas sim de todos os seus agentes que realizam o trabalho de ensinar, estudar ou apoiar a função educativa.
A supervisão é “um processo de desafios, acompanhados de apoios para que as pessoas sejam capazes de responder aos desafios”
(Alarcão, 2009, p. 121).
Em 1987...
Em 2003...
A supervisão do século XXI tem 2 características essenciais:
“Democraticidade”

“Liderança com visão”
O Modelo triangular de supervisão é ultrapassado pelo modelo de supervisão na Mesa Grande, onde as cadeiras de supervisor e supervisionado são, agora, ocupadas por todos os agentes educativos.
Modelo da Mesa Grande
(Vasconcelos, 2007, p. 19)
A Supervisão para a melhoria de Práticas
(Lamy, 2009, p. 1)
Ao falarmos em supervisão pedagógica, “fala-se em:
1) processos de apoio/regulação do ensino e da aprendizagem
2) reflexão e investigação sobre a ação educativa
3) mudança e melhoria de práticas pedagógico-didácticas.”
O processo supervisivo é fundamental e determinante na construção e desenvolvimento do docente como “indivíduo aprendente, colaborativo e reflexivo”.
(Lamy, 2009, p. 2)
“A supervisão, desde que encarada de uma forma positiva e construtivista e não apenas destinada à formação inicial, mas ligada à aprendizagem e melhoria de práticas ao longo da vida, pode dar um valioso contributo para
1) o crescimento pessoal e profissional
2) a qualidade na educação
3) adquirir/reciclar conhecimentos
4) escolher percursos/perspetivas em educação.”
(Lamy, 2009, p. 2)
“A supervisão não pode:
assentar numa relação interpessoal pouco dinâmica;
desligar-se da sua vertente fundamentalmente formativa para enfatizar uma dimensão correctiva e classificativa;
ser controlo, superioridade, imposição ou os seus opostos.”
(Lamy, 2009, p. 3)
A supervisão deve ser:
“análise e interpretação
incentivo à (auto-)reflexão
estratégia
partilha e colaboração.”
(Lamy, 2009, p. 3)
(Lamy, 2009, pp. 1-3)
O SUPERVISOR
Quem são os supervisores?

Segundo Kimball, “Eles são os expeditores. Ajudam a estabelecer a comunicação. Auxiliam os indivíduos a ouvirem uns aos outros. (...) O papel de supervisor transformou-se em papel de apoio, de assistência e de participação, em vez do de direção.”

(Sergiovanni, 1986, p.12)
PAPEL
O Supervisor “não é aquele que faz, nem é aquele que que manda fazer; é a pessoa que cria condições para que os professores ajam e façam isso de uma forma colaborativa, de uma forma crítica, indagadora, portanto com um espírito de investigação” .
Na escola, todos são supervisores, mas uns são mais do que outros (líderes, apoiam, desfiam mais), pois todos devem ter o espírito de auto e hetero-supervisão.
(Alarcão, 2009, p. 120)
(Alarcão, 2009, p. 121)
É “facilitador, criador e dinamizador de contextos da aprendizagem e confiante em que os professores têm potencialidades para aprender, para se desenvolverem, para continuarem a sua qualificação, precisando para isso apenas de contextos favoráveis, de apoios e desafios”
(Alarcão, 2009, p. 121)
O Supervisor é um “líder de comunidades aprendentes”
(Alarcão, 2009, p. 126)
“O Supervisor reflexivo é o formador detentor de 3 atitudes básicas:
a) abertura de espírito
b) responsabilidade
c) entusiasmo”
Vasconcelos (2007, p. 13)
Função dos Supervisores
"Ser elemento aglutinador"
(Vasconcelos, 2007, p. 12)
"Incentivar os professores a trabalharem em conjunto com uma postura indagadora e transformadora"
(Alarcão, 2009, p. 120 )
Fazer os outros tomar consciência do que têm e do que sabem, no sentido de os poder “empurrar” ou “sustentar” para níveis mais elaborados do conhecimento.
(Vasconcelos, 2007, p. 14).
“Criar um clima favorável, uma atmosfera afectivo-relacional e cultural positiva, de entre-ajuda, recíproca, espontânea, autêntica, cordial, empática, colaborativa e solidária”
(Vasconcelos, 2007, pp. 14-15)
Proporcionar “diálogo, vontade de partilhar e gerar conhecimento em comum, (...) confiança mútua e humildade para “aprender sempre”.

(Lamy, 2009, p. 2)
PERFIL

transparência
confiança mútua
idoneidade
profissionalismo
sentido de dever
isenção
relação interpessoal positiva
(Lamy, 2009, p. 3)
PRINCÍPIOS ÉTICOS
COMPETÊNCIAS DE CARÁTER
ponderação
tranquilidade
bom senso
paciência
(Lamy, 2009, p. 3)
“Pôr as pessoas no centro”, processos de “empowerment”, para que as pessoas se tornem atores e sujeitos dos próprios processos de supervisão”

(Vasconcelos, 2007, p. 12)
Colocar “andaimes para que este processo se vá gerando. Ajuda a criar redes de recursos, de comunicação e apoio. Vai ajustando o scaffolding conforme as necessidades do grupo.

(Vasconcelos, 2007, p. 19)
Informar, sugerir, criticar, encorajar e não medir, controlar e julgar durante o ciclo supervisivo que tem três momentos: “pré-observação, observação e pós-observação”

(Lamy, 2009, p. 4)
CONCLUSÃO
1. Promover o crescimento do aluno e, desse modo, consequentemente, aperfeiçoar a sociedade [melhorar a instrução].
(Sergiovanni, 1986, pp. 14 - 15)

2. Oferecer liderança para assegurar continuidade e constante readaptação ao programa educacional durante um período de tempo.
(Sergiovanni, 1986, pp. 14 - 15).

3.Desenvolver, cooperativamente, ambientes favoráveis ao ensino e à aprendizagem (...) [ambientes renováveis].
(Sergiovanni, 1986, pp. 14 - 15)

4. Desenvolver o potencial de aprendizagem do Educador

5.Potenciar a qualidade da educação
(Alarcão, 2009, p. 120)
Objetivos da supervisão
"Uma organização que continuadamente se pensa a si própria, na sua missão social e na sua organização, e se confronta com o desenrolar da sua actividade, num processo heurístico, simultaneamente avaliativo e formativo."

(Alarcão, 2009, p. 121)
A Supervisão e Escola HOJE
Questionário
Questionário
Conclusões
Documento final
Identificação (1/5)
Identificação (2/5)
Identificação (4/5)
Identificação (5/5)
A Supervisão e as Lideranças
Outras competências…
«Deve ser inovador, ousado, criativo e, sobretudo um profissional de educação comprometido com os seus pares, professores.»

«"APARECER" frequentemente nos espaços frequentados, quer pelo corpo docente, não docente e discente»

«Entender-se muito bem com todos, ser persuasivo»

«Tem em todas as ações uma atitude humana, educada, humilde, orientadora, sendo um exemplo para os outros.»
Referencial de Competências do Supervisor Pedagógico
Trabalho de Campo
Trabalho Prévio
Tendo por base…
Perfis de formação na formação especializada de professores relativos ao Despacho Conjunto nº 198/99, de 15 de Fevereiro publicado no Diário da República, II Série, nº 52, de 3 de Março de 1999
Revisão da literatura sugerida
Foi proposto um Referencial de Competências do Supervisor Pedagógico (proposta inicial composta por 24 itens).
Elaboração de um Questionário
Com que objetivo(s)?
OBJETIVOS do QUESTIONÁRIO
Recolher a perceção do pessoal docente relativamente à importância da figura do supervisor nas lideranças intermédias (grupos disciplinares, departamentos, diretores de turma, etc.).
Analisar a perceção dos docentes no que se refere à importância da figura do supervisor nas lideranças superiores (direção).
De entre as 24 competências do Supervisor Pedagógico indicadas, identificar as que são consideradas pelos docentes como as competências principais.
Refletir acerca do conceito “Supervisão Pedagógica”.
Propor um perfil de competências para o Supervisor Pedagógico.
Questionário
Questionário
A Supervisão e as Lideranças
Conclusões
Grande parte dos inquiridos parece não ter uma noção clara do conceito subjacente à figura do Supervisor.
Perceção que emerge do ponto anterior e a dispersão de “votos” leva-nos a atender à importância de todos os itens propostos.
Foram focadas competências de 4 diferentes espetros e pela seguinte ordem de importância:
Domínio da Intervenção
Domínio da Análise Crítica
Domínio da Formação Contínua, Supervisão e Avaliação
Domínio da Consultoria
Alarcão, I. (2009). Formação e Supervisão de Professores: uma nova abrangência. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 8, pp. 119-126. Consultado em março de 2012, em http://sisifo.fpce.ul.pt

Lamy, F. (2009). Supervisão Pedagógica. Revista Correio da Educação nº 339. Vila Nova de Gaia: Edições Asa

Sergiovanni, T. J. & Strarratt, R. J. (1986). Supervisão: perspetivas humanas, São Paulo: EPU

Vasconcelos, T. N. (2007). Supervisão como um "TEAR": Estratégias emergentes de "andaimação" definidas por supervisoras e supervisionadas. Revista da Educação, Vol. XV, n.º 2, pp. 5-21
Referências Bibliográficas
Obrigados...
...pela atenção de Supervisor
A dinamização e o acompanhamento do desenvolvimento qualitativo da organização escola e dos que nela realizam o seu trabalho de estudar, ensinar ou apoiar a função educativa através de aprendizagens individuais e coletivas, incluindo a dos novos agentes.
Objeto da Supervisão
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