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Seminário Sistémica 2013

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by

Inês Machado

on 3 June 2013

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Transcript of Seminário Sistémica 2013

Psicologia Sistémica
- Teoria Geral dos Sistemas
- Cibernética
- Pragmática da Comunicação Humana

Modelo Ecológico de Bronfenbrenner
Ciclo Vital da Família
(Relvas, 2004)
CICLO VITAL DA FAMÍLIA (Watzlawick, Beavin & Jackson, 1967)
- É impossível não comunicar;

- Toda a comunicação tem um nível de conteúdo e um nível de relação, sendo que o segundo classifica o primeiro (meta-comunicação), definindo a natureza da relação;

- A natureza de uma relação é afetada pela pontuação das sequências comunicacionais/da sequência dos acontecimentos entre os comunicantes;

- Toda a comunicação pode ser analógica ou digital;

- Toda a comunicação pode ser simétrica (maximização das semelhanças) ou complementar (maximização das diferenças). Os 5 Axiomas da Comunicação Humana
(Watzlawick, Beavin & Jackson, 1967) Pragmática da Comunicação Humana Cibernética Cibernética Um sistema, segundo Hall and Fagen tal como citado por Richey, Klein & Tracey (2011)
é o conjunto de objetos e das relações entre os objetos e os atributos, sendo que os objetos são componentes ou partes do sistema, os atributos as suas propriedades e a relações “dão a coesão” ao sistema todo . A Sistémica é uma abordagem que permite observar e analisar as interrelações de elementos num dado contexto ou sistema. (Durand, 1979) Teoria Geral dos Sistemas Um conjunto de elementos inter-relacionados com um objetivo comum.


Numa perspetiva sistémica,
um sistema é constituído por um conjunto de objetos que se relacionam entre si e entre os seus atributos. Qualquer elemento de um dado sistema assume tanto atividades organizadoras como é também organizado pelos outros elementos, influencia e é influenciado, é tanto causa como efeito.
(Bronfenbrenner, 1979)
MODELO ECOLÓGICO DE BRONFENBRENNER (Uhlmann, 2002) Equifinalidade Totalidade Complexidade Circularidade Multifinalidade Retroação Os sistemas têm como propriedades e princípios centrais os seguintes constructos: Teoria Geral dos Sistemas À Descoberta ...
Da Psicologia Comunitária Metodologias utilizadas:
- Segredos das Letras 1 e Segredos das Letras 2.


Como auxiliar nas aulas foram ainda utilizados o Livro de Fichas do 1º e do 2º ano, os Casos de Leitura do 1º e 2º ano e as Fichas Autocorretivas do 1º ano e do 2º ano. ESTUDO DE PROJECTO Funcionamento das aulas:
Terças, quintas, sextas, 10h às 12h

Caracterização dos formandos:
- Idades muito heterogéneas (entre os 19 e os 82 anos);
- Dificuldades muito heterogéneas;
- Formandos predominantemente do sexo feminino. ESTUDO DE PROJECTO Acompanhamento semanal (50 minutos)
Cinco casos clínicos (neste momento)


C, sexo feminino, 7 anos
M, sexo feminino, 14 anos
A, sexo feminino, 22 anos
C, sexo feminino, 25 anos
P, sexo feminino, 48 anos Acompanhamentos psicológicos Observações de consultas com a Dra Filipa

Primeiras consultas

Acompanhamentos psicológicos

Reuniões de equipa no Centro de Saúde de Sete Rios Actividades desenvolvidas
Iniciado em Abril
Orientadora: Dra Filipa Santos
Supervisora: Prof. Dra Isabel Narciso Centro de Saúde do Lumiar
Estágio Complementar Formandos:

Leonel Arez (19 anos)
Manuel Almeida (38 anos)
Arcângela Martins (65 anos)
Domingas Vasco (58 anos)
Maria Emília Farinha (74 anos)
Francisca Lopes (56 anos)
José Toquito (73 anos)
Susana Limas (53 anos)
Zita da Costa Alves (57 anos)
Laurinda Lourenço (64 anos)
Conceição Sebastião (68 anos)
Mariana Arsénio (82 anos) ESTUDO DE PROJECTO Dificuldades:

- Iniciação – não sabem ler nem escrever; nunca frequentaram o contexto escolar (Psicóloga);
- Consolidação – já possuem algumas competências da escrita e da leitura (Alunas IE).

“O que me custa mais é que quero apanhar o autocarro e não sei ler o nome das paragens, tenho de perguntar às pessoas.”

“Gostava de conseguir ler o jornal, e de conseguir escrever cartas às minhas netas.” ESTUDO DE PROJECTO - Pretende responder às necessidades que se verificam no âmbito das baixas qualificações populacionais dos jovens e dos adultos que residem no Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar.

- Colaboração de três voluntárias, uma psicóloga estagiária da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa e duas alunas do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Projecto de Alfabetização de Adultos na AMBCVL ESTUDO DE PROJECTO - Lecionação de aulas de alfabetização a uma população heterogénea a nível etário (colaboração de duas colegas do Instituto de Educação). Actividades desenvolvidas na AMBCVL - Lecionação de aulas de informática a idosos;

- Participação nas aulas de artesanato;

- Acompanhamento psicológico a duas associadas em contexto domiciliar;

- Participação no projeto “Contos Intergeracionais”. Actividades desenvolvidas na AMBC AMBCVL A Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar (AMBCVL) é uma associação sem fins lucrativos, criada em 1994, pela iniciativa de alguns dos moradores do Bairro da Cruz Vermelha que pretendiam introduzir melhorias no bairro. Tem como missão trabalhar em prol da defesa dos interesses dos moradores, bem como contribuir para que os mesmos tenham uma melhor qualidade de vida. A Associação de Moradores do Bairro das Calvanas (AMBC) foi inicialmente fundada com o intuito de resolver os problemas inerentes ao Bairro e aos moradores. Ao longo do tempo tem desenvolvido uma intensa atividade na área social, desportiva, recreativa e cultural. AMBC Estagiária: Kristel Travessa
Orientadoras: Dra Mónica Azevedo; Carla Pousinho
Supervisora: Prof Dra Isabel Narciso Associação de Moradores do Bairro das Calvanas e Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar À Descoberta ...
Da Psicologia Clinica-Comunitária Descobri que e tive a prova viva de que o estágio pode ser uma imagem que nos transmite algum receio e até mesmo medo, que não conseguimos ter controlo sobre aquilo que não conhecemos, mas as ferramentas estão lá, nós temos as ferramentas necessárias, e quando forem precisas vamos conseguir utilizá-las espontaneamente e conseguimos surpreender-nos a nós próprios;
Descobri que há momentos de frustração, momentos que nos levam mesmo a baixo, mas descobri que são esses mesmos momentos que nos tornam mais fortes, que nos fazem crescer e que nos ajudam a seguir em frente neste ano de estágio;
Descobri que hoje podemos chamar à atenção e gritar um pouco com os meninos, e quando chegamos a casa e pensamos que não era aquilo que queríamos, mas quando no dia seguinte os mesmos meninos nos abraçam e nos tomam novamente como seus “amigos” como se nada tivesse acontecido, isto sim, é um dos momentos mais gratificantes;
E descobri que não somos capazes de fazer tudo, que há situações que vão ser mais difíceis, mas que não é por isso que vamos ser menores profissionais.



A minha palavra: “Descobri que muitas vezes a aprendizagem começa quando vamos para além da nossa zona de conforto;
Descobri que por vezes a realidade pode ser dura e desafiante, mas que nós temos ferramentas para sermos mais do que ela;
Descobri também que o que nos molda é a forma como encaramos os nossos desafios, porque são estes que nos permitem crescer, amadurecer e desabrochar;
Descobri que mais vale errar acertadamente do que acertar erradamente;
Descobri que o importante é sermos autênticos para cativarmos e para sermos cativados, porque a partir do momento em que cativamos (ou seja, que criamos laços) passamos a ser parte de um todo e o todo de uma parte;
Descobri que na maioria das vezes, devemos ver e fazer com o coração, porque muitas vezes o essencial escapa ao espectro visível da visão humana; as pessoas podem esquecer o que nós dizemos, o que nós fazemos e até quem somos, mas não esquecem a forma como nós as fazemos sentir;
Descobri finalmente que muito mais há a descobrir e que quanto mais anseio descobri-lo, mais descubro ansiá-lo.”

A minha palavra: A Junta de Freguesia da Lapa (JFL) carateriza-se por ser uma entidade pública que tem como objetivo suprir necessidades, bem como gerir e providenciar recursos para os habitantes da freguesia da Lapa. Esta proporciona aos habitantes várias iniciativas e atividades, bem como várias ações e projetos, tais como:

Nós da Juventude;

Projeto Intervir;

Academia Sénior. Aliança terapêutica e aprofundamento dos motivos do pedido de acompanhamento;
- Realização da anamnese
- Compreender quais as queixas
- Conhecer antecedentes clínicos SESSÃO 1: Nome: Carolina

Idade: 11

Sugestão de acompanhamento efectuada por: Psicóloga Educacional da Carolina;

Queixas mencionadas pela mãe:
- “A Carolina faz como se fosse mãe da avó.”;
- Apresenta muitas preocupações com a mãe e com a avó;
- Desinteresse pela escola;
- Criança irresponsável. ESTUDO DE CASO: PRÓXIMAS SESSÕES: Uma carta para o Mateus…

Pôr o Bullying a fugir Jogo do Gostar: aprofundar as suas dinâmicas relacionais, nomeadamente as dinâmicas familiares e entre pares. SESSÃO 4 e 5: Nome: Lucas

Idade: 10

Sugestão de acompanhamento efectuada por: Psicóloga Educacional do Lucas;

Queixas mencionadas pelos pais:

Desinteresse escolar;

Mudança a nível do comportamento e atitudes. ESTUDO DE CASO: Ações de sensibilização e prevenção (Bullying; Violência no namoro);

Acompanhamentos psicológicos;

Apoio ao Estudo;

Aulas de Psicologia na Academia Sénior da JFL;

Ciclo de Palestras na Academia Sénior da JFL;

Formação para Auxiliares de Ação Educativa;

Formação Parental;

Orientação Escolar e Profissional;

Programa de Educação para a Saúde e Sexualidade. ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS: Avaliação do comportamento e atitudes com os pais, assim com do cumprimento dos objetivos iniciais de proposta a acompanhamento psicológico. PRÓXIMAS SESSÕES: SESSÃO 8, 9 e 10:
Trabalhar a temática do Bullying;

Abordar e trabalhar estratégias de coping;

Como ajudar o Mateus?

Actividade para casa: A minha semana… Aliança terapêutica e aprofundamento dos motivos do pedido de acompanhamento;
- Compreender quais as queixas
- Conhecer antecedentes clínicos
- Conhecer as suas relações familiares SESSÃO 1, 2 e 3: Estagiárias: Camila Stein Novais & Daniela Lopes
Orientadora: Dr.ª Bárbara Mourão
Supervisora: Professora Doutora Rita Francisco


31/05/2013 Jogo do Gostar. SESSÃO 10: Realizar a atividade das fotografias da família com o pai da Carolina. SESSÃO 9: Trabalhar as preocupações da Carolina:
- “A Balança das Preocupações” SESSÃO 6, 7 e 8: Trabalhar a rotina diária da Carolina:
- plano semanal/ rotina diária SESSÃO 5: “Para que serve a escola?” – Abordar a importância da escola, bem como aprofundar os seus interesses escolares e os seus relacionamentos no meio escolar.

O Lucas quando for grande… – Compreender mais pormenorizadamente quais os interesses do Lucas, o que ele gostaria de ser um dia mais tarde… SESSÃO 6 e 7: Avô Pai Mãe Avó Carolina Trabalhar as relações da Carolina
- desenho da família
- o Coração da Avó e da Carolina
- as fotografias da família SESSÃO 2, 3 e 4: À Descoberta...
Do Coffee Break! Acompanhamento Psicológico À Descoberta do Estágio… À Descoberta do Estágio… Casos de:
Desestruturação familiar,
Alcoolismo,
Crianças em risco de abandono escolar
Crianças vítimas de abuso sexual pelas famílias,
Mulheres vítimas de violência doméstica,
Sujeitos com dificuldades na relação conjugal e descompensação emocional,
Dificuldades na educação sexual dos filhos,
Regulação dos nascimentos,
Situações de desemprego. Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 1977
Objetivos:
Defende e promove a vida humana, lutando pela maior qualidade de vida
Desenvolve a unidade familiar através do respeito pela dignidade entre e pelos seus elementos fundamentais;
Auxilia todos aqueles que querem estar ao serviço da vida, assumindo-a responsavelmente e transmitindo-a livremente
Lema: “Unir para Construir”. À Descoberta do Estágio… Projecto Família À Descoberta do Estágio… Atividades desenvolvidas:
Colaboração nas atividades organizadas pelo Departamento de Psicologia:
Elaboração de um trabalho teórico individual (preparação para consultas psicológicas).
Acompanhamento psicológico (depressão, perturbações de personalidade, ansiedade, limites e regras, avaliação psicológica, etc.)
Colaboração e organização de Formação Parental.
Organização de um Colóquio.
Colaboração e organização de Colónias de férias.
Formação no Projecto Família e acompanhamento de uma família.
Participação em Formações Contínuas. À Descoberta do Estágio… À Descoberta do Estágio… Projectos em funcionamento: À Descoberta do Estágio… Locais de Intervenção: A população-alvo:


Sinalizados por instituições parceiras,
ou através de solicitações próprias. À Descoberta do Estágio… À Descoberta de Mim… Balança entre o positivo e negativo de E não estar a viver com P e as meninas
Reflexão de sentimentos acerca dos acontecimentos da sua vida
“O que penso de mim…”
“O que mais gosto em mim…”
“Como os outros me veem…”
“Os meus medos…”
“Os meus sonhos…”
“As coisas que me deixam triste…”
“As coisas que me deixam alegre…”
“O que gostava que fosse diferente na minha vida…”
“Mãos, cabeça e coração…” – habilidades;) À Descoberta do Outro…Sessões: da 11 até agora Aliança terapêutica, exploração da história de vida, da história clínica, das relações familiares:

Anamnese
Genograma
Mapa da Rede Social

…Sessões: da 5 à 10
Relativamente ao objetivo de “lidar com a filha mais velha”:
Fichas de castigos e recompensas;
Regras e limites
Saber dizer não.
Fichas dos Sorrisos para a L À Descoberta do Outro
…Sessões : da 1 à 4 Estabelecidos pela P:

“Conversar/Desabafar”
“Ultrapassar todos os problemas por que tem passado”:
Saber lidar com a L (filha mais velha), nomeadamente saber colocar-lhe regras e conseguir que faça os trabalhos de casa
Conseguir que o pai das filhas deixe de a magoar*. À Descoberta do Outro…Objetivos Nome: P
Idade: 39
Estado Civil: Separada
Agregado: L (menina, 9 anos) e N (criança 8 meses)
Profissão: reformada por invalidez
Antecedentes Clínicos: Urgência psiquiátrica no HSM
Motivo de Encaminhamento: Violência Doméstica e Familiar
Terapêutica Atual : Acompanhamento Psicológico À Descoberta do Outro…Problemática Acompanhamento Psicológico À Descoberta do Estágio… À Descoberta do Outro…Genograma Projecto Família À Descoberta do Estágio… Atividades desenvolvidas:
Colaboração nas atividades organizadas pelo Departamento de Psicologia:
Elaboração de um trabalho teórico individual (preparação para consultas psicológicas).
Acompanhamento psicológico (depressão, perturbações de personalidade, ansiedade, limites e regras, avaliação psicológica, etc.)
Colaboração e organização de Formação Parental.
Organização de um Colóquio.
Colaboração e organização de Colónias de férias.
Formação no Projecto Família e acompanhamento de uma família.
Participação em Formações Contínuas. À Descoberta do Estágio… À Descoberta do Estágio… Projectos em funcionamento: À Descoberta do Estágio… Locais de Intervenção: À Descoberta do Estágio… Casos de:
Desestruturação familiar,
Alcoolismo,
Crianças em risco de abandono escolar
Crianças vítimas de abuso sexual pelas famílias,
Mulheres vítimas de violência doméstica,
Sujeitos com dificuldades na relação conjugal e descompensação emocional,
Dificuldades na educação sexual dos filhos,
Regulação dos nascimentos,
Situações de desemprego. Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 1977
Objetivos:
Defende e promove a vida humana, lutando pela maior qualidade de vida
Desenvolve a unidade familiar através do respeito pela dignidade entre e pelos seus elementos fundamentais;
Auxilia todos aqueles que querem estar ao serviço da vida, assumindo-a responsavelmente e transmitindo-a livremente
Lema: “Unir para Construir”. À Descoberta do Estágio… Movimento de Defesa da Vida
Estagiárias: Sara Rodrigues
Tânia Martins
Orientadora: Dr.ª Carmelita Dinis
Supervisora: Professora Doutora Maria Teresa Ribeiro À Descoberta do Estágio… A população-alvo:


Sinalizados por instituições parceiras,
ou através de solicitações próprias. À Descoberta do Estágio… Participação nas rotinas da família;
Preenchimento de ficha de objetivos;
Esclarecimento e tranquilização acerca de questões financeiras; Intervenção - 2ª semana Primeiras visitas a casa;
Explicação mais pormenorizada do Projeto, duração e disponibilidade;
Observação de rotinas (antes de jantar; almoço, limpeza da casa e outras tarefas domésticas);
Observação de birras das crianças e resolução das mesmas;
Evolução do processo Intervenção - 1ª semana Estudo de caso – A problemática Estudo de caso - Genograma Estudo de caso:
Projecto Família – acompanhamento intensivo da família de S. (20 anos)
Assistente familiar: Rita Andrade e Tânia Martins
Reunião CPCJ Lisboa Norte
Sinalização:
Delegação de responsabilidades parentais a terceiros;
Necessidade de trabalhar relação mãe/filhas. À descoberta do outro… A S. demonstra um novo comportamento, tem uma nova casa, adequada a receber as crianças.


O MDV irá ajudar a tentar perceber se a família tem as condições necessárias para fechar o processo na Comissão, assegurando a proteção das crianças.

O J. está desempregado e a S. trabalha como empregada doméstica.

Relação com o C. continua a não ser boa e este contacta frequentemente mas não para conversar sobre/com as crianças.

Não cumpre o estipulado no acordo (pensão de alimentos e visitas todas as 4ª feira e domingos de quinze em quinze dias, sem dormida) Estudo de caso – A problemática Feedback de comportamento adequado Resposta Passo a Passo Resolução de adversidades.
Resposta a pedidos de ajuda (J. e S.)
Realização de tarefas – inscrições em creches (prioridade).
Calendarização das próximas tarefas a realizar.
Disponibilização total para acompanhar a S. aos serviços.
Perceção de rotinas desadequadas e tentativa de estruturação.
Jogo “Dar” – Objetivos, Princípios e Valores, Pontos fortes Intervenção - 4ª semana Validar sentimentos demonstrados e não demonstrados Como reagem a birras e situações difíceis Perceção de cada um dos cônjuges de quais as suas necessidades e do/a companheiro.
Pedir descrição do comportamento das crianças em termos de comportamento observável.
Esclarecimento e aprofundamento novas informações importantes.
Planeamento de deslocações aos serviços. Intervenção - 3ª semana À Descoberta...
Do Almoço! Seminário do Núcleo de
Psicologia Clínica Sistémica À Descoberta...
Da Psicologia Sistémica À Descoberta ...
Da Psicologia Clinica-Comunitária À Descoberta ...
Da Psicologia Clínica Introdução Teórica Totalidade Retroação Circularidade Equifinalidade Multifinalidade Complexidade Princípio Hologramático Cibernética Cronossistema À Descoberta...
...Do Estágio À Descoberta...
...Do Outro ESTUDO DE PROJECTO À Descoberta...
...De Mim À Descoberta...
...Do Estágio
À Descoberta ...
...Do Outro.
À Descoberta...
...de Mim.
À Descoberta...
...Do Estágio O Lar é a resposta Social que tem por finalidade o acolhimento de crianças/jovens, no sentido de lhes proporcionar estruturas de vida tão aproximadas quanto possível às das família, com vista ao seu desenvolvimento global, criando condições para a definição do projecto de vida de cada criança/jovem. As crianças chegam aos lares da SCML provenientes dos CAOT’s. Lares B. S. – 6 anos
G. S. – 8 anos
H. S. – 9 anos
C. M. – 15 anos “O que é a Família?”
1ª sessão: Conceito de Família.
2ª sessão: Tipos de Família.
3ª sessão: Pontos comuns entre Família e Lar.
4ª sessão: Expetativas acerca da sua Família.
5ª sessão: “O que posso fazer para me sentir em Família?”. Intervenção em Grupo Histórias de Vida;
Genogramas;
Reuniões de Psicólogos da DIADIJ;
Reuniões da Equipa do Lar;
Reuniões com serviços (EATTL, Adoção,…);
Avaliação Psicológica;
Intervenções Individuais;
Intervenções em grupo;
Acompanhamento de processos de integração no Lar e concretização de PV;
Participação nas rotinas do Lar. Actividades Acolhe crianças dos 0 aos 6 anos (ou em caso de emergência dos 0 aos 8 anos) que tenham medida de acolhimento institucional e cuja situação tenha sido sinalizada pelas CPCJ’s, pelo Tribunal de Família e Menores de Lisboa ou por outras entidades com intervenção nesta área.

Os motivos que levam ao acolhimento: maus tratos físicos, negligência, entrega para adoção, incapacidade parental.

Os casos são analisados pela Equipa de Admissões que encaminha a criança para o CAOT ou, em situações específicas, directamente para um dos lares (DIADIJ, 2007). DIADIJ Fundada em 1498, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) procura a realização da melhoria do bem-estar da pessoa no seu todo, prioritariamente dos mais desprotegidos.

Intervém no apoio e realização de atividades para a inovação, qualidade e segurança na prestação de serviços, e na promoção de iniciativas no âmbito da economia social. Pode, a pedido do Estado ou de outras entidades públicas, desenvolver atividades de serviço ou interesse público. SCML “Faz-de-conta”
Fantoches
Distinguir menino/menina
Partilhar Pessoal-Social Circuito
Cordas
“Lobo e a galinha”
“Tubarão”
Locomoção Lotação do Lar: 16 crianças
(entre os 2 anos e os 15 anos)

11 meninas
10 meninos Equipa Técnica
Diretora
Assistente Social
Psicólogo

Equipa Educativa
2 Educadoras
7 Auxiliares de Educação

Equipa de Apoio
2 Auxiliares de serviço geral
2 Cozinheiras Lar A Nossa Casa Conceitos maior/menor
Loto
Sequências
Correspondência de imagens
Raciocínio Prático Animais
Partes do corpo
Posições
Rotinas
Conto de história Linguagem Empilhamentos
Atirar/apanhar bola
Desenhar
Enfiamentos
“Caçadores”
Coordenação olho-mão Jogos de encaixe
Puzzles
Plasticina
Rasgagem
“Toupeiras”
Realização Vasco

Data de Nascimento: 04/08/2010
Data de Admissão no CAOT: 07/08/2012
Data de Admissão no Lar: 23/11/2012
Motivo de Admissão: Negligência Grave
Projecto de Vida: Reintegração Familiar Carlos

Data de Nascimento: 21/10/2010
Data de Admissão no CAOT: 18/08/2011
Data de Admissão no Lar: 17/11/2011
Motivo de Admissão: Incapacidade Parental
Projecto de Vida: Reintegração Familiar Intervenção Individual Projecto Família Acompanhamento Psicológico Projectos em funcionamento: Locais de Intervenção:

Desestruturação familiar,
Alcoolismo,
Crianças em risco de abandono escolar
Crianças vítimas de abuso sexual pelas famílias,
Mulheres vítimas de violência doméstica,
Sujeitos com dificuldades na relação conjugal e descompensação emocional,
Dificuldades na educação sexual dos filhos,
Regulação dos nascimentos,
Situações de desemprego.


Sinalizados por instituições parceiras,
ou através de solicitações próprias. Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 1977
Objetivos:
Defende e promove a vida humana, lutando pela maior qualidade de vida
Desenvolve a unidade familiar através do respeito pela dignidade entre e pelos seus elementos fundamentais;
Auxilia todos aqueles que querem estar ao serviço da vida, assumindo-a responsavelmente e transmitindo-a livremente
Lema: “Unir para Construir”. À Descoberta ...
...do Estágio Colaboração nas atividades organizadas pelo Departamento de Psicologia:
- Elaboração de um trabalho teórico individual (preparação para consultas psicológicas).
- Acompanhamento psicológico (depressão, perturbações de personalidade, ansiedade, limites e regras, avaliação psicológica, etc.)
- Colaboração e organização de Formação Parental.
- Organização de um Colóquio.
- Colaboração e organização de Colónias de férias.
Formação no Projecto Família e acompanhamento de uma família.
Participação em Formações Contínuas. Casos de: População-alvo: Actividades Desenvolvidas Estabelecidos pela P:

“Conversar/Desabafar”
“Ultrapassar todos os problemas por que tem passado”:
Saber lidar com a L (filha mais velha), nomeadamente saber colocar-lhe regras e conseguir que faça os trabalhos de casa
Conseguir que o pai das filhas deixe de a magoar*. Objetivos À Descoberta
...de Mim. Relativamente ao objectivo de "pai das filhas deixar de magoar P"

Balança entre o positivo e negativo de E não estar a viver com P e as meninas
Reflexão de sentimentos acerca dos acontecimentos da sua vida
“O que penso de mim…”
“O que mais gosto em mim…”
“Como os outros me veem…”
“Os meus medos…”
“Os meus sonhos…”
“As coisas que me deixam triste…”
“As coisas que me deixam alegre…”
“O que gostava que fosse diferente na minha vida…”
“Mãos, cabeça e coração…” – habilidades;) Sessões: da 11 até agora Aliança terapêutica, exploração da história de vida, da história clínica, das relações familiares:

Anamnese
Genograma
Mapa da Rede Social


Relativamente ao objetivo de “lidar com a filha mais velha”:
Fichas de castigos e recompensas;
Regras e limites
Saber dizer não.
Fichas dos Sorrisos para a L Sessões : da 1 à 4 Genograma Nome: P
Idade: 39
Estado Civil: Separada
Agregado: L (menina, 9 anos) e N (criança 8 meses)
Profissão: reformada por invalidez
Antecedentes Clínicos: Urgência psiquiátrica no HSM
Motivo de Encaminhamento: Violência Doméstica e Familiar
Terapêutica Atual : Acompanhamento Psicológico Problemática À Descoberta...
...Do Outro Sessões: da 5 à 10 Participação nas rotinas da família;
Preenchimento de ficha de objetivos;
Esclarecimento e tranquilização acerca de questões financeiras; Intervenção - 2ª semana Primeiras visitas a casa;
Explicação mais pormenorizada do Projeto, duração e disponibilidade;
Observação de rotinas (antes de jantar; almoço, limpeza da casa e outras tarefas domésticas);
Observação de birras das crianças e resolução das mesmas;
Evolução do processo Intervenção - 1ª semana Estudo de caso – A problemática Estudo de caso - Genograma Projecto Família – acompanhamento intensivo da família de S. (20 anos)
Assistente familiar: Rita Andrade e Tânia Martins
Reunião CPCJ Lisboa Norte
- Sinalização:
Delegação de responsabilidades parentais a terceiros;
Necessidade de trabalhar relação mãe/filhas. A S. demonstra um novo comportamento, tem uma nova casa, adequada a receber as crianças.




O MDV irá ajudar a tentar perceber se a família tem as condições necessárias para fechar o processo na Comissão, assegurando a proteção das crianças.

O J. está desempregado e a S. trabalha como empregada doméstica.

Relação com o C. continua a não ser boa e este contacta frequentemente mas não para conversar sobre/com as crianças.

Não cumpre o estipulado no acordo (pensão de alimentos e visitas todas as 4ª feira e domingos de quinze em quinze dias, sem dormida) Estudo de caso – A problemática Resolução de adversidades.
Resposta a pedidos de ajuda (J. e S.)
Realização de tarefas – inscrições em creches (prioridade).
Calendarização das próximas tarefas a realizar.
Disponibilização total para acompanhar a S. aos serviços.
Perceção de rotinas desadequadas e tentativa de estruturação.
Jogo “Dar” – Objetivos, Princípios e Valores, Pontos fortes Intervenção - 4ª semana Perceção de cada um dos cônjuges de quais as suas necessidades e do/a companheiro.
Pedir descrição do comportamento das crianças em termos de comportamento observável.
Esclarecimento e aprofundamento novas informações importantes.
Planeamento de deslocações aos serviços. Intervenção - 3ª semana À Descoberta
...Do Outro. Estudo de Caso À Descoberta...
...De Mim. Movimento de Defesa da Vida
Estagiárias: Sara Rodrigues
Tânia Martins
Orientadora: Dr.ª Carmelita Dinis
Supervisora: Professora Doutora Maria Teresa Ribeiro - Confusão mental (atitudes imprevisíveis para lidar com o comportamento do seu filho adolescente, fingir que está tudo bem entre eles)

Regulação emocional;

Termómetro subjectivo da ansiedade;

Técnicas de relaxamento;

Respiração diafragmática;

Lista de ideias relaxantes para cada um dos sentidos;

Treino de relaxamento muscular progressivo. Estabelecimento da aliança terapêutica;

Exploração do motivo para o acompanhamento;

Exploração da história familiar, relacional e pessoal;

Definição de objectivos terapêuticos;

Estabelecimento de regras com os filhos.

TBOS
Questionamento focado nas soluções: a pergunta-milagre, a questão excepção e a questão-escala;

Tarefa da predição.
- Proposta de realização de um «tempo especial» com cada um dos seus filhos

Cooperação através do elogio;

Construção de uma lista de comportamentos que ela pretende que ele mude;

Construção de uma lista de castigos e outra de recompensas, como consequências do comportamento dele;

Para evitar uma acumulação de castigos,interromper ou não o permitir começar uma actividade que seja do agrado dele;

Sistema de economia de fichas com a filha. População
Os seus serviços dirigem-se à população em geral, independentemente da faixa etária (crianças, jovens, adultos e idosos), género, etnia, condição social e económica e crenças religiosas e políticas.
 
 
Atividades desenvolvidas:
Prestação de apoio psicológico individual , conjugal e familiar;
Dinamização de um Workshop dirigido a pais e educadores: “Birras, como lidar com elas?”;
Dinamização acções de sensibilização para professores nas escolas da freguesia: “O Papel do Psicólogo” e “Relação Professor/Aluno: Desafios e Soluções”
Participação em actividades comunitárias (Festas da Vila).

O Gabinete de Atendimento Psicológico (GAP), inserido na Junta de Freguesia do Forte da Casa (JFFC), surgiu no ano 2000 e funciona em parceria com o CEFIPSI: Centro de Formação e Investigação em Psicologia.


Principais objectivos:
proporcionar apoio psicológico individual, familiar;
dinamizar grupos de apoio;
realizar avaliações psicológicas;
proporcionar ações de sensibilização sobre diversos temas;
realizar ações de formação e workshops a outros profissionais.



A equipa do GAP é integrada por psicólogos registados na Ordem dos Psicólogos Portugueses e, desde 2005, acolhe estagiários académicos (finalistas), da Faculdade de Psicologia da Universidade da Lisboa.
  Descobri…
…que quando penso que não sou capaz, existe uma força em mim que não me faz desistir! Força essa, que no final do dia me faz pensar consegui!
….que cada experiência, seja boa ou má, tem sempre algo de bom a retirar.

A minha palavra:



Carina Marques À Descoberta… De Mim Temáticas centrais:
Regulação emocional;
Relações familiares: “tempo especial”
Estabelecimento de objetivos a curto, médio e longo prazo;
Relação professor-aluna;
Comportamento na sala de aula;
Hábitos e métodos de estudo. Acompanhamento psicológico Nª de sessões: 19


Acompanhamento individual semanal.

Primeira sessão: J. e pais;
Restantes sessões: J.;
Reuniões com o Diretor de Turma da J.

Primeira sessão:
- Reconhecimento do problema e motivação para a mudança;
- Definição de objetivos;
- Estrutura e dinâmica familiar: Construção do genograma com a família; exploração das relações e padrões de interacção entre os sub-sistemas familiares e os elementos da família.
- História de Vida da J. e dos membros familiares. Acompanhamento psicológico Nascimento do irmão mais novo (ciúmes). História Familiar: Descobri…

… que sou capaz de ultrapassar obstáculos sucessivos e saber tirar partido disso.
… que aprender a lidar com a frustração me fez crescer, e tornar mais forte.
… que até sei aplicar o que aprendi.
… que a minha aprendizagem só agora começou.

A minha palavra: Socializa facilmente;
Gosta de conversar, principalmente com os adultos;
Quando conversa, procura muitas vezes a atenção dos outros. Interação social: Aproveitamento baixo;
Reprovou no 2º ano;
A turna é a mesma desde o 2º ano até agora;
A turma a que pertence é a mais indisciplinada da escola;
Disciplinas favoritas: história (não tem negativa);
Na maioria das disciplinas tem nota negativa. História Escolar: “A J. é uma menina de 11 anos, que vive com os pais e os dois irmãos. É alegre, simpática e adora usar roupas muito coloridas.” Sinalização: Pais

Motivo do acompanhamento:
Mau comportamento na escola.
“Relação conflituosa com os professores”
“Perturba o funcionamento das aulas”
“Dificuldade em acatar ordens”
" Distrai-se facilmente”
“É muito faladora”

GAP – Gabinete de Atendimento Psicológico
JUNTA DE FREGUESIA DO FORTE DA CASA Estagiárias: Carina Marques (carina_maiamarques@hotmail.com)
Daniela Martins (dani.alv.mar@gmail.com)

Orientadora de estágio: Drª Catarina Azevedo

Supervisora: Professora Doutora Marta Pedro 5 B D. 2012 S. 1998 15 F Motivo do pedido de acompanhamento:

O pedido de acompanhamento foi solicitado pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, injunção imposta pelo tribunal por a C ter incorrido num crime de maus tratos ao filho. Estudo de Caso À Descoberta...
Do Estágio Plano do Acompanhamento Programa do Barkley MRI À Descoberta...
Do Outro À Descoberta...
De Mim Daniela Martins Perseverança À Descoberta...
Do Outro À Descoberta...
De Mim PERSISTÊNCIA Trabalhar equilíbrio entre a autonomia/independência
Explorar comunicação :
Partilha de sentimentos
Partilha de pensamentos
Objetivos para a relação no futuro Objetivos de futuras sessões Familiares presentes: irmãos LL, RL e DL e sobrinho FL.
Balanço das visitas
Exploração da comunicação familiar
Preparação de saídas
Perspetiva positiva acerca da forma como tem decorrido as visitas
Familiares referem mudanças positivas que se relacionam mais com a sobriedade do que com mudanças a nível familiar ou pessoal. Sessão 3 Familiares presentes: LL, RL (irmãos)
Conhecer perspetiva acerca do consumo
Conhecer relações familiares
Transmitir normas e regras para visitas
Irmãos identificam-no como “patinho feio” porque durante a infância sempre foi o mais maltratado
Enurese até aos 14 anos que acentuava maus-tratos
Referem pouca estabilidade na vida do JL.
Hipótese de super envolvimento com a irmã L. Sessão 1 Divórcio dos pais aos 3 anos
Viveu com pai e madrasta até aos 16
O pai também era alcoólico e agredia toda a família sendo que o JL era o mais agredido
Esteve num colégio interno dos 16 aos 21 onde inicia consumos de álcool e haxixe
Após divórcio vive temporariamente com cada um dos irmãos ou com relações pouco estáveis, acabando nos últimos anos por viver na rua. Genograma JL- 44 anos
Problemática identificada: Alcoolismo
Consumo de drogas leves. Estudo de Caso Observação e participação em grupos terapêuticos
Preparação e realização de seminários formativos.
Entrevistas individuais para iniciação de acompanhamento familiar
Observação e acompanhamento de intervenções familiares
Participação em seminários de formação para familiares
Participação em formações de equipa
Tradução e aplicação de um questionário Atividades Realizadas Média que ronda os 90 utentes, divididos entre a CT, a Casa de Entrada e a Reinserção Social.
Na CT a média mensal é de 60 utentes que estão divididos em quatro grupos:
- Utentes em fase de Orientação
- Toxicodependentes tradicionais
- Duplos diagnósticos”
- Alcoólicos
Em paralelo é realizado trabalho com as famílias Equipa de intervenção direta
Setor de primeiras entrevistas
Casa de Entrada
Comunidade Terapêutica
Reinserção Social Etapas de intervenção Associação Vale de Ácor Instituição Particular de Solidariedade Social , sem fins lucrativos, que nasce da iniciativa da Igreja Católica e que trabalha desde 1994 na recuperação de toxicodependentes.
Equipa multidisciplinar
População-alvo: Adultos com problemas de Toxicodependência/Alcoolismo Estagiária: Joana Silva
Orientadores: Dr.ª Isabel Marques de Abreu e Dr. Manuel Vilhena
Supervisora: Professora Doutora Maria Teresa Ribeiro Associação Vale de Ácor
Projeto Homem A Associação Vale de Ácor utiliza o método terapêutico do Projeto Homem criado pelo Centro Italiano di Solidarieta , e consiste num método de intervenção com um programa terapêutico -educacional que pretende fazer com que o individuo recupere a sua autonomia, o sentido de responsabilidade e a capacidade de tomar decisões.Este método realiza-se através de acompanhamento individual, grupos de auto-ajuda, seminários formativos, grupos de expressão de sentimentos: terapia pela arte, dramatizações, bonding, acompanhamento familiar paralelo, grupos de prevenção de recaída.
Bases teóricas:

- Logoterapia
- Terapia Gestalt
- Métodos Cognitivo- Comportamentais
- Terapia Familiar Sistémica
- Abordagem existencial-humanista Projeto Homem Familiares presentes: irmãos LL, RL, DL e filha SL
Objetivo:
Reconstruir história pessoal
Refletir acerca da responsabilidade e tomada de decisão
Não foi possível reconstruir cronologicamente a história de vida do JL
Foco na perspetiva de cada um dos irmãos acerca do tempo que viveram com o JL:
Incumprimento de normas e regras
Desligamento
JP explica desligamento com irmãos referindo desejo de autonomia e independência

Hipótese: Desejo de independência do JL leva-o a afastar-se da família devido ao afastamento a família preocupa-se e tende a “tomar conta dele” tirando-lhe a autonomia o que reforça o seu desejo de independência.

Objetivos definidos pela família e pelo JL:
Aumentar proximidade
Aprofundar relação Sessão 2 À Descoberta...
...do Estágio À Descoberta...
...Do outro À Descoberta...
...De Mim Durante este ano desvendei em mim capacidades ainda ocultas… Resiliência, Tolerância à Frustração e Assertividade passaram a fazer parte da minha vida. Descobri que para mudar o primeiro passo é, efetivamente, querer mudar e que nunca poderei ser a Super-Mulher com que sempre sonhei…
Descobri que aquilo que recebemos do outro é muito mais do que aquilo que algum dia lhe possamos dar! MAIO 2013 O MAPA dos ENCONTROS Genograma Colorido Número de Sessões Previstas: 3
Número de Sessões Realizadas: 1
Conhecer melhor a história familiar (investigar histórias passadas, recolha de fotografias antigas); Promover a comunicação (o saber escutar) entre os membros familiares; Reconhecer características da personalidade de cada membro da família; Trabalhar em conjunto em prole de um objetivo comum ÁRVORE GENEALÓGICA A Intervenção:


Objetivo: INTEGRAÇÃO DAS MENORES NO AGREGADO FAMILIAR DA MÃE
Intervenção: trabalhar Competências Parentais; Perceção das Necessidades junto das Menores; trabalhar a Distribuição de Tarefas
Plano Intervenção: Dezembro 2012
Início Intervenção Estagiária: Janeiro 2013 (trabalho iniciou-se em Abril 2012)
Estratégias Usadas:
- Atendimentos Individuais com a Sra. S.
- Participação Colónia de Férias para famílias (SCML)
Participação das menores no Grupo de Jovens e de Pré
Adolescentes da EAF4
- Visitas Domiciliárias
- Construção de Portefólio Familiar Progenitora namorou 6 meses com o pai das meninas e em solteira já era agredida pelo companheiro
Já em estudante, a progenitora recorria aos estimulantes com o objetivo de aumentar o rendimento académico e já fumava “charros”
Filha mais velha é beneficiária de Processo de Promoção e Proteção (PPP) na CPCJ Lisboa Centro devido ao agravamento da relação com a avó materna, sendo que a Medida de Promoção e Proteção aplicada é na pessoa da mãe, uma vez que esta se apresenta como mais estruturada para realizar o acompanhamento do desenvolvimento integral das filhas
Reintegração no agregado da mãe feita no Verão de 2012 (Colónia de Férias SCML)
Por decisão do TFML a avó materna possui a guarda das menores
Atualmente a progenitora encontra-se sem consumos e com acompanhamento terapêutico e toma de medicação ESTUDO DE CASO: Nome: Família V.
Tipologia do Agregado: Monoparental Feminina
1 adulto
3 menores (16, 14 e 12 anos)
Menores são acompanhadas pela EAF desde Outubro 2009
Até Julho 2012 integravam o agregado familiar da avó materna
Antecedentes Clínicos do Agregado: Internamento da progenitora em Unidade terapêutica (toxicodependência); Historial de Prostituição; Violência Doméstica
Terapêutica Atual do Agregado:
Progenitora: acompanhamento psiquiátrico (toma de medicação); acompanhamento psicológico
Filha mais nova: acompanhamento psicológico Fonte: Manual de procedimentos das EAF, 2012 Modelo Ecológico de Avaliação e Intervenção nas Situações de Risco e de Perigo na Infância Potenciar os fatores de resiliência de cada criança ou jovem nos seus diferentes contextos vivenciais e significativos;

Capacitar e envolver as famílias para a construção de um projeto de vida que vise romper com o ciclo reprodutivo da pobreza, exclusão e mau trato, minimizando ou ultrapassando os fatores de desproteção para a criança/jovem;

Melhorar a eficácia do trabalho em parceria potenciando os recursos existentes e mobilizando novos. Fonte: Manual de procedimentos das EAF, 2012 Objetivos das EAF’s:
Promover os direitos e a proteção das crianças e jovens em perigo e das respetivas famílias, bem como manter em meio natural de vida proporcionando condições adequadas de forma a garantir o seu bem-estar e desenvolvimento integral

Promover as competências das famílias para que estas se constituam como redes de suporte efetivo às necessidades das crianças e jovens, consolidando projetos de vida autónomos Mencionaram a importância de dar valor às pequenas coisas da vida e o quão bom tinha sido refletirem sobre a sua própria família
A C. deu a ideia de emoldurarem o brasão e colocarem-no num sitio visível da sala No final:
Realçaram a importância de estarem ali todas juntas a fazer aquele trabalho (o que já não acontecia há muito tempo) BRASÃO FAMILIAR População alvo: Família Com Crianças e Jovens em Risco Atividades Desenvolvidas:
Atendimentos Multidisciplinares e Individuais;
Intervenção em Contexto Familiar (Visitas Domiciliárias);
Reuniões de Estudo de Caso em Equipa Multidisciplinar;
Avaliação, Encaminhamento e Articulação em Situações de Saúde Mental;
Grupo de Jovens;
Ação de Formação (prevenção primária de comportamentos de risco);
Promoção de Competências Pessoais e Sociais em Jovens;
Promoção de Competências Parentais;
Reuniões de Psicólogos da SCML;
Reuniões de Articulação com Parceiros;
Reuniões de Supervisão Técnica. Fonte: Proposta de Modelo de Funcionamento das EAF’s da SCML de 2012 Pirâmide da Subsidiariedade Estagiária: Mª Margarida Barbudo
Orientadora: Dr.ª Liliana Alves
Supervisora: Professora Doutora Rita Francisco


2012/2013 FAMÍLIA V. À Descoberta...
... Do Estágio Fonte: Manual de procedimentos das EAF, 2012 À Descoberta...
...Do Outro Número de Sessões Previstas: 1
Número de Sessões Realizadas: 1
Facilitar a expressão de sentimentos face a cada membro do agregado; Reconhecer as forças familiares e conduzi-las à valorização da ‘nova’ família
Tarefa realizada na casa da família (apenas com o agregado familiar) À Descoberta...
...De Mim Primeira Reflexão de estágio:
“O estágio são como 9 meses de gravidez...Nos primeiros tempos estamos aflitos, stressantes, expectantes, amedrontados com o futuro. O fim? Esse tenho a certeza que mudará a minha vida para sempre”

Resposta:
Neale Donald Walsch
"Só podes ter sucesso, não consegues falhar. Falhar é impossível, é uma ilusão. Nada é falhar. Nada. Tudo move a história humana, e propulsiona o processo de evolução para a frente.
Tudo te avança na tua jornada."

Palavra: Competência Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades Programadas Actividades Realizadas Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Estagiária: Márcia Filipa Mateus Pinhal
Orientadora: Dr. Nelson Henriques de Barros Gonçalves Vieira Lopes
Supervisora: Professora Doutora Mª Teresa Ribeiro


2012/2013 Equipa de Apoio à Família Sul 3 Actividades realizadas
Sessões semanais (3ª-feira das 17h30 às 19h30)
Dinâmicas
Debates
Diálogos
Actividades Extra:
Festas de Natal, Páscoa, Carnaval
Passeios
Intercâmbios de Grupos de Jovens
Colónia de Férias
Espaço nas Redes Sociais: Facebook Para quem se destina?
Jovens entre os 12 e os 17 anos que sejam acompanhados pelas EAF’s O que é?
Grupo de Jovens iniciado em 2009 e, actualmente, dinamizado pelas EAF 1 e EAF3 que pretende Discutir, informar , dialogar e esclarecer questões importantes para a adolescência (Escola, amigos, afectos, consumos, comportamentos, etc…) Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades desenvolvidas Reuniões de Equipa
Reuniões de Subgrupo
Supervisão de Equipa
Articulação com Parceiros
Reuniões de Psicólogos da DIASL-Sul
Formação sobre temas específicos
- Genograma
- Mapa de rede social
- Ecomapa
- Historiograma Objectivo Geral: Promoção de Competências Pessoas e Sociais

Objectivo Final: Promover coesão de Grupo

Metáfora das sessões: Fase Desenvolvimentista da Integração num Grupo Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Projecto Grupo de Jovens Katorze + Actividades desenvolvidas Projecto de Competências Parentais
“A Viagem ao País da Familia” Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades Realizadas Facebook Actividades desenvolvidas Blog Espaço Espaço Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades Realizadas Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades Realizadas Espaço Programa Katorze+ (K+)
Programa de Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais Actividades desenvolvidas À Descoberta...
...Do Estágio. À Descoberta...
...Do Outro. À Descoberta...
...De Mim. Capítulo 8 – Sentimentos e Pensamentos Livro de Vida Capítulo 7 – O meu futuro Livro de Vida Temáticas que estimulam o interesse da criança fazendo o registo dos momentos mais divertidos passados no lar. Capítulo 6 – Épocas importantes Livro de Vida Capítulo 5 – Escola Livro de Vida Capítulo 3 – Um dia na minha vida Livro de Vida Capítulo 2 – Os meus gostos Livro de Vida Capítulo 1 – EU Livro de Vida Estabelecimento de uma relação empática e compensadora - “dar colinho”;
Construção de uma narrativa baseada no “EU”;
Trabalhar autoestima e autoconhecimento positivos;
Fazê-lo acreditar nas suas capacidades;
Desenvolver atividades dinâmicas adequadas à sua faixa etária;
Trabalhar os sentimentos, validar;
Desconstruir ideias ligadas ao passado;
Projetar um futuro securizante onde se possa trabalhar as expectativas, dúvidas e medos;
Ajudar a criança a pensar e explorar os seus sentimentos, reações e respetivas consequências
Trabalhar as representações sobre as suas relações. Objetivos Genograma Criança

5 anos de idade
Frequenta o Jardim-de-Infância
Bom potencial cognitivo
Acolhido desde Maio de 2011
Projeto de Vida - Adoção

Problemática:
Tristeza visivelmente marcada À Descoberta...
...Do Outro 3. Articulação Sistémica

Trabalho de Equipa no lar (reuniões de equipa; Reuniões de Supervisão);
Trabalho com a rede familiar e social de apoio e em parceria (CAOT, EATTL)
Reuniões de Psicólogos da DIADIJ Atividades desenvolvidas 2. Intervenção grupal

Provas de diagnóstico pré-escolar;
Conclusão do Guia de Acolhimento – “A casa onde eu vivo”;
Programa para Promoção de Competências Sócio-afetivas em Adolescentes; Atividades desenvolvidas 1. Intervenção e acompanhamento individual

Co-Construção de uma Narrativa de Vida (sobretudo aspetos positivos e relacionados com o presente) – Estudo de Caso;
Histórias de Vida;
Acompanhamento do processo de integração;
Avaliação Psicológica; Atividades desenvolvidas Estagiária: Melissa Vitorino
Orientadora: Dra. Clara Gonçalves
Supervisão: Professora Doutora Marta Pedro À Descoberta...
...Do Estágio Animais
Partes do corpo
Posições
Rotinas
Conto de história Linguagem “Faz-de-conta”
Fantoches
Distinguir menino/menina
Partilhar Pessoal-Social Conceitos maior/menor
Loto
Sequências
Correspondência de imagens
Raciocínio Prático Empilhamentos
Atirar/apanhar bola
Desenhar
Enfiamentos
“Caçadores”
Coordenação olho-mão Circuito
Cordas
“Lobo e a galinha”
“Tubarão”
Locomoção Vasco

Data de Nascimento: 04/08/2010
Data de Admissão no CAOT: 07/08/2012
Data de Admissão no Lar: 23/11/2012
Motivo de Admissão: Negligência Grave
Projecto de Vida: Reintegração Familiar Carlos

Data de Nascimento: 21/10/2010
Data de Admissão no CAOT: 18/08/2011
Data de Admissão no Lar: 17/11/2011
Motivo de Admissão: Incapacidade Parental
Projecto de Vida: Reintegração Familiar Intervenção Individual
À Descoberta...
...Do Outro Histórias de Vida;
Genogramas;
Reuniões de Psicólogos da DIADIJ;
Reuniões da Equipa do Lar;
Reuniões com serviços (EATTL, Adoção,…);
Avaliação Psicológica;
Intervenções Individuais;
Intervenções em grupo;
Acompanhamento de processos de integração no Lar e concretização de PV;
Participação nas rotinas do Lar. Actividades Lotação do Lar: 16 crianças
(entre os 2 anos e os 15 anos)

11 meninas
10 meninos Equipa Técnica
- Diretora
- Assistente Social
- Psicólogo

Equipa Educativa
- 2 Educadoras
- 7 Auxiliares de Educação

Equipa de Apoio
- 2 Auxiliares de serviço geral
- 2 Cozinheiras Lar A Nossa Casa
À Descoberta...
...Do Estágio Acolhimento temporário ou prolongado de crianças e jovens em situação de perigo, proporcionando estruturas de vida tão aproximadas quanto possível às da família, com vista ao seu desenvolvimento global.

Assegurar superiores interesses de cada criança/jovem, respeitando a sua individualidade e favorecendo a criação das condições necessárias para a definição do projeto de vida. Lares de infância e juventude Acolhe crianças dos 0 aos 6 anos (ou em caso de emergência dos 0 aos 8 anos) que tenham medida de acolhimento institucional e cuja situação tenha sido sinalizada pelas CPCJ’s, pelo Tribunal de Família e Menores de Lisboa ou por outras entidades com intervenção nesta área.

Os motivos que levam ao acolhimento: maus tratos físicos, negligência, entrega para adoção, incapacidade parental.

Os casos são analisados pela Equipa de Admissões que encaminha a criança para o CAOT ou, em situações específicas, directamente para um dos lares (DIADIJ, 2007). DIADIJ Fundada em 1498, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) procura a realização da melhoria do bem-estar da pessoa no seu todo, prioritariamente dos mais desprotegidos.

Intervém no apoio e realização de atividades para a inovação, qualidade e segurança na prestação de serviços, e na promoção de iniciativas no âmbito da economia social. Pode, a pedido do Estado ou de outras entidades públicas, desenvolver atividades de serviço ou interesse público. SCML Registo gráfico do lugar onde vive e das atividades que realiza neste espaço de modo a construir na criança o sentimento de pertença. Capítulo 4 – A casa onde eu vivo Objetivo Dar sentido à história de vida da criança apoiando-a na construção da identidade pessoal Livro de Vida Jogos de encaixe
Puzzles
Plasticina
Rasgagem
“Toupeiras”
Realização B. S. – 6 anos
G. S. – 8 anos
H. S. – 9 anos
C. M. – 15 anos “O que é a Família?”
1ª sessão: Conceito de Família.
2ª sessão: Tipos de Família.
3ª sessão: Pontos comuns entre Família e Lar.
4ª sessão: Expetativas acerca da sua Família.
5ª sessão: “O que posso fazer para me sentir em Família?”. Intervenção em Grupo Motivos do acolhimento institucional À Descoberta...
...De Mim Atividades
Lúdica – Salame
As pessoas que moram no meu coração
As mãos que ajudam – Dedicatórias
Lúdica - Massa de moldar
Qual a minha cara? Livro de Vida Livro de Vida À Descoberta...
... Do Outro À Descoberta...
...Do Outro Cooperação Avaliação do comportamento e atitudes com os pais, assim com do cumprimento dos objetivos iniciais de proposta a acompanhamento psicológico. À Descoberta...
... De Mim Simbiose Turma 2012/2013 Lar Novo Rumo Mónica:

Trabalhar emoções associadas a possível separação. Estratégias de compensação.

Terapia Narrativa através do Brincar: Orientar para reconstrução de uma imagem/ideia positiva de família.

Exploração dos cenários possíveis/expectativas após a separação. ‘O final feliz…e o menos feliz’. Orientações Futuras:

Pais:
Incentivar os pais a definirem a sua situação relacional. Preparar para as mudanças associadas a possível separação física.

Conciliar estilos educativos diferentes, clareza na imposição de regras de ambos os lados. Realçar a importância das rotinas para transmissão de segurança e bem-estar nos filhos.

Realçar a importância da manutenção de um nível de comunicação cordial, para o bem-estar da Mónica. Distancia-se destes problemas num mundo fantasiado da situação familiar, em que os pais não surgem juntos. ‘Quero uma nova casa grande com piscina para a minha mãe, eu vou lá e convido as minhas amigas para uma festa de pijama …’

Apercebe-se da instabilidade da presença da mãe, procura comportar-se bem, busca a sua presença e agradá-la.


Dá bastante importância as relações de amizade que mantém com as colegas da escola, demonstra desagrado pela forma que considera mais autoritária e impositiva do estabelecimento de regras e da rotina escolar. A Mónica…

Considera-se ‘divertida’, ‘irrequieta’, e um pouco ‘tontinha’.

Revela facilidade na expressão verbal, com um discurso elaborado e desenvolto tendo em consideração a idade.

Retrata-se e identifica-se com figuras femininas mais velhas ( pré-adolescentes) do que a sua idade real.

Nas histórias que cria, aparece como uma figura heroica, independente e praticamente omnipotente.

Expressa preocupação sobre a situação de conflito dos pais e a possibilidade de separação iminente. ‘A minha vida é muito difícil…’; ‘Vivo numa casa de malucos’. Planificação do Processo de Acompanhamento:

Sessão 1 & 2 (Pais): Enquadramento e Clarificação do motivo de orientação para acompanhamento psicológico individual; Recolha de dados anamnésicos


Sessão 3: Auto-Imagem, conhecimento de si, visão do mundo (escola, em casa, família, pares), a percepção dos seus recursos/capacidades e limitações/aspectos que gostava de melhorar
‘Auto-retrato’ com apresentação, completamento de frases, o brincar.


Sessão 4,5 e 6: Exploração da vivência do conflito parental. Emoções, preocupações e medos; Visão das Figuras Parentais; Satisfação na interação com os pais. Orientação da reflexão para as estratégias usadas no controlo de estados de maior ansiedade e tensão emocional.

Contar histórias, através de figuras humanas em bonecos; desenho da família imaginária e real; identificação e atribuição de identidades a imagens de diferentes idades; o brincar. História Familiar:
Gravidez desejada mas não programada. Período feliz para o casal.
Nascimento da Mónica – adaptação da Maria ao papel de mãe. Dificuldade em gerir as rotinas de cuidado com a ocupação profissional.
Após a Mónica fazer 1 ano, início dos conflitos entre o casal. Escalada, culminando na separação e no distanciamento emocional.
Convivência pouco frequente, embora as discussões ainda ocorram. Situação Inicial:
Pais em conflito, discussões constantes em casa na presença da Mónica.
Mãe descrita pelo pai, como desligada, ausente e pouco interessada em cuidar da filha.
Pai transmite a imagem de ‘super-pai’, companheiro de brincadeiras, compincha e flexível na imposição de regras, em casa. Bastante preocupado em proteger e assegurar o bem-estar psicológico da filha. Atitude protetora da Mónica e culpabilizante da Maria*.
Indefinição da situação de separação dos pais.
Visões diferentes quanto as estratégias para educar a Mónica, diferentes estilos parentais. Nome: Mónica*
Idade: 6 anos
Fratria: filha única
Motivo da Sinalização/ Orientação para Acompanhamento Psicológico: Pela professora do ensino básico, por apresentar comportamentos desadequados na sala de aula (ex: ser ‘destabilizadora’, distrair os colegas, interromper a professora e ter dificuldade em permanecer concentrada e quieta a realizar as tarefas que lhe são pedidas). Demonstra alguma impulsividade e dificuldade em acatar e cumprir regras impostas em ambiente escolar. ESTUDO DE CASO CLÍNICO A equipa de trabalho é composta por:
Coordenadora do Projeto (Alexandra Constantino)
Assistente Social (Ana Maggiolly)
Técnica de Ação Social (Helena Domingues)
Psicóloga (Diana Almeida)
Psicólogas Estagiárias Acompanhamento Psicológico individuais a crianças, jovens e adultos.
Colaboração no desenvolvimento e na dinamização de um programa de Formação Parental (Programa Ser Pais) e Educação Emocional pela Arte (Programa ArtZania) para crianças.
Colaboração na condução de um processo de Avaliação Psicológica.
Observação de um caso de acompanhamento psicológico individual.
Participações de reuniões de trabalho conjunto com a equipa SolSal. No seu plano de atuação conjuga diversas áreas:

I- Acompanhamento e Orientação Familiar
II-Banco de Bens de Primeira Necessidade
III- Voluntariado Educativo
IV- Intervenção Comunitária
V- Formação
VI-Investigação O projeto SolSal surge inserido nos princípios de atuação de orientação formativa do Sistema Preventivo de Dom Bosco, direcionado para crianças, jovens e família. Promove a educação segundo a ótica da solidariedade, da positividade, do afeto e do compromisso com a vida. Abril 2013 a Julho 2013 Supervisora Estágio: Prof.ª Dr.ª Isabel Narciso Orientadora: Drª Diana Almeida Apoio ao estudo e na realização de tarefas escolares;
Organização e colaboração em eventos comunitários (ex: feiras, exposições de fotografia, festas comunitárias, jogos).
Participação em atividades lúdicas no espaço do ATL. ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS O Espaço Mundo integra uma equipa em mudança permanente. Para assegurar o funcionamento da associação e a concretização dos projetos, a Associação Espaço Mundo conta com a participação voluntária e desinteressada da grande maioria da sua equipa, composta por:
- Coordenadora do Projeto
- Voluntariado – Ensino Secundário (Colégio São João de Brito)
- Monitores (antigos alunos do ATL)
- Estagiários/Monitores (Psicologia; Ensino Secundário Profissional)
- Pessoas da Comunidade/Residentes do Alto do Lumiar Setembro 2012 a Junho 2013 Coordenadora do Projeto/Orientadora: Evelize Costa Dinamização da sala de estudo reservada para as crianças e jovens da Escolinha de Rugby da Alta de Lisboa:
Dinâmicas de promoção de competências pessoais e sociais em crianças dos 6 aos 11 anos, inspiradas nos ‘Valores do Rugby’;
Apoio ao estudo e realização de tarefas escolares.
Apoio na logística de funcionamento da Escolinha de Rugby da Alta de Lisboa: acompanhamento dos jovens em treinos e convívios, elaboração de relatórios de atividade e ficha do atleta. Para a dinamização deste projeto, a equipa conta com a participação:
- Treinadores de Rugby (escalões sub8/10; sub12/14)
- Coordenador Desportivo
- Parceria da Fundação EDP
- Estagiários (ensino secundário vertente do desporto; Psicologia)
- Apoio dos Encarregados de Educação
- Associação de Pais das Escolas do Alto do Lumiar (APEAL)
- Voluntariado Neste sentido, a Escolinha de Rugby da Alta de Lisboa, proporciona um ambiente formativo a nível social e escolar, através de duas vertentes: prática desportiva segundo os valores e cultura do Rugby e promover a importância do sucesso escolar através do apoio ao estudo A Associação de Residentes do Alto do Lumiar incluí no seu projeto de atuação comunitária a valência desportiva , tendo como missão proporcionar a inclusão e a ocupação de tempos livres dos jovens da Alta de Lisboa através da prática do Rugby como modalidade desportiva, segundo o lema ‘o Rugby como escola de vida’. Setembro 2012 a Abril 2013 Supervisores Estágio: Prof. Dr. Wolfgang Lind e Prof.ª Dr.ª Isabel Narciso Orientadoras: Dr.ª Mónica Azevedo e Dr.ª Bárbara Oliveira Estagiária: Sónia Silva A Valência de Acompanhamento Psicológico Individual e familiar (I) tem como objetivos gerais:
Promover o bem-estar emocional e a saúde mental de crianças, adolescentes e adultos.
Facilitar o desenvolvimento pessoal, apoiando-os na construção de um projeto de vida.
Promover um desenvolvimento harmonioso das relações familiares e a parentalidade positiva. Conta com 3 Principais Áreas de Intervenção:

1- Acompanhamento Psicológico Individual a Crianças e Adolescentes

2- Acompanhamento Psicológico Individual a Adultos

3 – Acompanhamento Psicológico Familiar Conta com a participação e partilha de recursos de diversas associações de base local (ex: APEAL, Clube da Europa, ARAL) e do papel ativo dos pais para o concretização do seus projetos. Tem como objetivo geral a promoção e a inclusão social de crianças e jovens, alargada a restante comunidade da Alta de Lisboa, através de ações mobilizadores da comunidade local que valorizam a multiculturalidade e a inter-geracionalidade (Projeto ‘Meses do Mundo’ – Setembro 2012-Março 2013) A Associação Espaço Mundo é um associação sem fins lucrativos fundada em 2011, resultante da iniciativa do grupo de Residentes da Quinta Grande (Alto do Lumiar) em responder às necessidades formativas e de ocupação de tempos livres das crianças e jovens da Alta de Lisboa. A ARAL surge em 2006 da iniciativa e vontade de um grupo de residentes do Alto do Lumiar em criar uma associação exclusivamente constituída por residentes, interessada em abrir um espaço de dinamização do bairro e contribuir positivamente para o seu desenvolvimento, tendo em conta os melhores interesses dos seus residentes. A ARAL encontra-se integrada no Grupo Comunitário do Alto do Lumiar e trabalha em parceria com diversas associações de base local (K’Cidade, AllArtes, CLIP, etc.) e outras entidade públicas e privadas (ex: Fundação EDP, Junta de Freguesia do Lumiar, Complexo Desportivo do Lumiar). À Descoberta...
...Do Estágio ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS À Descoberta...
...Do Outro À Descoberta...
...De Mim. Dia 27 de Fevereiro – “João” volta à escola! ”João” vai à escola desde esse dia;

Boa relação com os colegas e professores;

Gosta de estar na escola. 3. Momento Atual Tarefa Familiar Nenhum dos elementos da família podia falar sobre a tarefa em si, nem sobre o regresso do “João” à escola;

“João” – Cópias durante a manhã (nº de páginas previamente definido); Fichas de Matemática durante a tarde; proibição de jogar playstation;

“António” - Proibição de jogar playstation até que o irmão regressasse à escola (apenas podia 1 h por semana);

Avó C. – Não perguntar ao “João” quando ele irá voltar à escola;

Mãe – Manhã – Elaborar as fichas de Matemática; Tarde – Terminar as cópias que ficaram por fazer e corrigir as fichas;

Pai – Manhã – Levar “João” todos os dias à escola (passar pelo portão); Tarde – Registo das tarefas realizadas pelo “João” e ajudar nas tarefas escolares.

"João” acabou por ir para a casa da avó; passava pela escola quando iam às compras. 3. Intervenção Familiar Integrada (Janeiro a Março)
Formato da avaliação: sessões familiares em contexto de domicílio (4); reuniões com a escola (1). Exploração das tentativas de solução (consulta de psicologia; consulta de pedopsiquiatria; pensar em mudar de escola; professora e psicóloga da escola irem buscar o “João” a casa; pai obrigá-lo a ir à força – sem resultados);

Exceções ao Problema: 1º dia de aulas do 4º ano foi no período da manhã à escola, mas “era só falar e falar e estava esquecido” (sic “João”);

Pergunta Milagre;

Questão Escala;

Genograma Familiar;

Exploração da história de vida familiar (Cronograma com fotografias);

Estrutura e relações familiares (Desenho da Família);

Reunião com Escola. 2. Avaliação Ecológica do Risco (Novembro a Janeiro) Clarificação de papéis (do CAFAP e da família) e da ação do serviço no âmbito no processo.

Recolha das preocupações da família
- Não ir à escola. 1. Primeiro Contacto com a Família Sinalização:
- Data: Novembro de 2012;
- Motivo: Abandono/rejeição escolar
- Após as Férias da Páscoa (3º ano), “João” não quer voltar à escola;
- Mãe – estar em casa com ela;
- Avó C. – atitude da professora (“gritava muito” sic);
- Pai – ter reprovado no 3º ano e visita à escola para onde os colegas iam transitar no ano letivo seguinte.
- Transitou para o 4º ano;
- Em Setembro de 2012, foi ao primeiro dia de aulas e depois não voltou.

Cada vez que se aproximava do portão da escola - agitações, tremores, gritos, “parece que entra em pânico” (sic pai) com a ideia de ir para a escola; “entra em pânico à porta da escola e grita “Pai leva-me para casa, eu não consigo”” (sic pai). Nome da criança: “João”

Idade: 10 anos

Tipologia familiar: Nuclear

Entidade sinalizadora: A própria família (com indicação da escola). Estudo de caso – Família B. Potenciar recursos e articulação com parceiros (p.e mudança de habitação; gestão de recursos económicos e alimentares).

Delinear de objetivos concretos e de “baby-steps” para os alcançar.

Empowerment e capacitação da mãe – reforço da competência e abordagem focada nas forças e nas soluções (medo por estar a alcançar objetivos muito depressa, “o pobre desconfia” sic);

Potenciar a autonomização para gerir as próprias crises;

Potenciar uma adequada integração da história de vida.

Integração no Grupo de Pais CAFAP 2013 – Nós Pais…Nós Filhos.
Transparência.
Relação genuinamente terapêutica e colaborativa. 3. Intervenção Familiar Integrada Reconstrução de Narrativas -» Mudança de Paradigma

“Eu pobre com 3 filhos e ninguém me dá nada” (sic) para
“Eu tenho 3 filhos, criados por mim, uma capacidade de olhar por eles como ninguém… e ainda consegui uma casa” (sic). Explorar a rede de suporte familiar.
- Mapa da Rede Social.

Avaliação do impacto da relação da Fabiana com o pai (p.e ambiente pautado por conflitos).
Avaliação do Potencial de Mudança da mãe.
Avaliação de condições habitacionais, questões de saúde e escolares. 2. Avaliação Ecológica do Risco (Out. a Dez.) Análise do Acordo de Promoção e Proteção, compreensão das preocupações do referente e da perceção da família sobre as mesmas.

Realização do Genograma Familiar com a família, explorar dinâmicas e relações familiares. Avaliar dinâmicas de risco e proteção.

Explorar as exceções ao problema, focando no positivo e orientando para a solução, Questão Milagre e Questão Escala.

Aplicação do Adult Attachment Interview Protocol (Mary Main), adaptado – avaliação de questões individuais que possam afetar o prestar de cuidados e o grau de integração da história de vida da progenitora.

Aplicação do Formulário EBR – Entrevista Baseada nas Rotinas (McWilliam) – (p.e sesta).

Observação e avaliação da relação entre a fratria (“tenho de mantê-los afastados para não haver brigas”; “birras do Rodrigo” sic mãe).
- Quadro das Birras (motivo? Como agi? Quanto tempo durou?) Formato da avaliação: sessões familiares em contexto clínico e de domicílio, entrevistas de avaliação individuais com a mãe e sessões de observação de interação entre a mãe e crianças e entre a fratria. 2. Avaliação Ecológica do Risco (Out. a Dez.) Estudo de caso – Família A. Sinalização:
Ausência de modelos parentais adequados;
Instabilidade de relações amorosas da por parte da mãe, pautadas inclusive por violência.
Instabilidade em fixar residência.
Negligência das condições de higiene da habitação e dos cuidados básicos das crianças.
Negligência ao nível da segurança (p.e queimadura “Samanta”).
Inadequação de comportamentos parentais (p.e karaoke).
Situações de agressão física do pai de “Samanta” em relação à mãe.
Exposição dos menores a situações de violência. Nome das crianças: “Fabiana”, “Rodrigo” e “Samanta”.

Idades: 7, 3 e 2, respetivamente.

Tipologia familiar: Monoparental feminina.

Entidade sinalizadora: Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ).

Data Sinalização: Agosto de 2012.

Medida de Proteção: Medida de Apoio Junto da Mãe. Estudo de caso – Família A. Pedido
Avaliação Ecológica do Risco e Intervenção Familiar.
Ações específicas grupais de promoção da parentalidade positiva.
Apoio Social ou de recursos pontuais. À Descoberta…
…Do Outro Eixo 1. Avaliação e Intervenção Familiar Integrada Framework for the assessment of children in need and their families CRIANÇAS E
JOVENS EM RISCO Factores ambientais e da família Competências parentais Necessidades de desenvolvimento Eixo 1. Avaliação e Intervenção Familiar Integrada
- Ação 1. Avaliação Ecológica do Risco
- Ação 2. Intervenção Familiar Integrada

Eixo 2. Intervenção Psico-educativa e Comunitária
- Ação 1. Parentalidade Positiva (p.e “Nós Pais… Nós Filhos”)
- Ação 2. Intervenções Grupais com Crianças e Jovens (p.e Oficinas Pens’art (6-12) e Grupo de Jovens)
- Ação 3. Desenvolvimento Comunitário

Eixo 3. Integração e Promoção de Recursos
- Ação 1. Formação, Investigação, Consultoria e Supervisão
- Ação 2. Banco de Recursos para as Famílias Organização Geral Intervém através de uma equipa multidisciplinar, baseando-se no pressuposto que a família é o meio privilegiado para o desenvolvimento saudável e harmonioso das crianças e jovens. O CAFAP Avalia e intervém ecológica e sistemicamente com crianças e jovens sem situação de risco ou perigo e as suas famílias, baseando-se numa abordagem colaborativa, integrativa e focada nas soluções.

Tem também como objetivos potenciar processos de resiliência individual e familiar, promovendo os fatores protetores e o bem-estar físico, psicológico e social em crianças, jovens e suas famílias. O CAFAP “Serviço de apoio especializado às famílias com crianças e jovens, vocacionado para a prevenção e reparação de situações de risco psicossocial mediante o desenvolvimento de competências parentais, pessoais e sociais das famílias.”

Portaria 139/2013 de 2 de Abril. Diário da República, 1.ª série — N.º 64 Ministério da Solidariedade e da Segurança Social
Estagiárias: Cátia Silva e Inês Machado
Orientadora : Dr. Guida Mendes
Supervisora: Professora Doutora Isabel Narciso

31 de Maio de 2013 Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental

Associação Nós À Descoberta…
…Do Estágio Tarefa Familiar – Resultados Primeira semana de aplicação da tarefa família, “João” ficou doente – adiou-se;

Semana seguinte (28/01 a 03/02) “João” começa a tarefa; família adapta-se (mãe dificuldades em focar, irmão faz as cópias restantes; pai apenas podia passar pela escola num dos dias da semana – ia para casa da avó;

Após esta semana mãe conta diferença: levanta-se sem esforço e prepara-se para ir para casa da avó sem qualquer esforço; num dos dias referiu “está bem, eu quero ir à escola” (sic “João”), não se referindo ao dia de amanhã, mas ao futuro próximo;

No Carnaval – foi até às grades da escola;

Sessão com professora e escola – apresentação dos vários elementos da família e suas características; boneco “João” com as caraterísticas que é importante a professora saber; professora convida-o a ir na segunda-feira seguinte à escola; usar linguagem do “João”;

Segunda-feira, pai não o levou à escola, porque “João” “ficou com a lágrima no olho” (sic);

Reunião na CPCJ - tomada da consciência da lei de Processo de Promoção e Proteção em consequência do abandono escolar; responsabilização dos progenitores. 3. Intervenção Familiar Integrada (Janeiro a Março) Objetivos e Calendarização da Intervenção;

Tarefa Familiar – Terapia da Ordália (Jay Haley);
- Duração de uma semana (durante o horário escolar);
- Esforço e envolvimento de toda a família;
- Pais expunham a tarefa ao resto da família sem nós.
Formato da intervenção: sessões familiares em contexto de domicílio (2); sessões parentais em contexto de domicílio (3) ; sessão conjunta com a família e professora (1); reunião na CPCJ (1.) Objetivo: “João” regressar à escola;
Hipótese: “João” não vai à escola porque, para toda a família é mais benéfico que ele esteja em casa. 3. Intervenção Familiar Integrada (Janeiro a Março) Formato da intervenção: sessões familiares em contexto clínico e de domicílio, quinzenalmente.
Gestão emocional e comportamental crianças :
- Sinais de alarme;
- Música SOS - Utilização da música como estratégia adaptativa de intervenção.

Previsibilidade e estabilidade (p.e rotinas diárias):
- Questões negociáveis e não negociáveis.
- Estabelecimento de rotinas diárias adequadas (p.e sesta).

Estabelecimento de fronteiras:
- Dentro do agregado - Assertividade parental, estabelecimento de regras e limites, potenciar interações que protejam.
- Com o contexto exterior – proteger-se de conflitos familiares; de influências, contextos e pessoas que potenciem dinâmicas de risco (“Bolha Actimel”).

Estimulação – Delinear de estratégias para integração de R e S em equipamento de infância. 3. Intervenção Familiar Integrada (Jan. até atualidade) Genograma Familiar Clarificação de papéis (do CAFAP, do referente e da família) e da ação do serviço no âmbito no processo.
Recolha das preocupações da entidade sinalizadora (referente).
Recolha das preocupações da família. 1. Primeiro Contacto com a Família e Referente Políticas Reactivas PERIGO - Protecção Intensiva  O CAFAP e as Famílias: Genograma Familiar Intervenção Precoce na Infância (IP);
Centro de Recursos para a Inclusão (CRI): Escola de Educação Especial (EEE) e Apoio às Escolas;
Centro de Actividades Ocupacionais (CAO);
Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental (CAFAP);
Creche “Os Pirilampos”;
Empresa de Inserção “Clube Família”;
Gabinete de Inserção Profissional (GIP);
Protocolo do Rendimento Social de Inserção (RSI);
Lar Residencial "Nossa Casa“. 2006
Nasce o C.A.F.A.P. da Associação Nós Associação de Pais e Técnicos para a Integração do Deficiente Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) fundada em 1982, que tem como missão promover a inclusão social de pessoas com deficiência ou em outra situação de desvantagem. A Associação NÓS estabelece o seu foco de intervenção nas necessidades da pessoa com deficiência e da sua família. Atualmente, a NÓS conta com nove serviços com respostas diversificadas:  Ação 2. Intervenções Grupais com Crianças e Jovens
Grupo de Promoção de competências para a vida – Grupo de Jovens Ação 1. Promoção da Parentalidade Positiva
Grupo de Pais “Nós Pais… Nós Filhos” Eixo 2. Intervenção Psico-educativa e Comunitária População: crianças e jovens, dos 0 aos 18 anos, em situação de risco ou perigo e as suas famílias, com residência nos concelhos do Barreiro e Moita (freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira). À Descoberta...
... Do Outro Estudo de Caso - Família B. À Descoberta...
... De Mim
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