Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Sistema Endócrino

Iniciação à Patologia
by

Ana Rita Machado

on 1 January 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Sistema Endócrino

Sistema Endócrino Instituto Politécnico da Guarda O sistema endócrino é constituído pelas glândulas endócrinas, assim chamadas por lançarem directamente no sangue as hormonas que produzem. O sistema endocrino é constituido pelas seguintes glândulas: Principais Funções Reguladoras: Metabolismo e maturação dos tecidos;
Equilibrio Hidríco
Frequencia cardíaca e regulação da pressao arterial
Controlo da Glicose e de outros nutrientes no sangue
Contração uterina e produção de leite Instituto Politécnico da Guarda
Escola Superior de Saúde
Iniciação à Patologia Hipófise e Hipotálamo O hipotálamo e a hipófise são os principais locais de interacção dos sistemas nervoso e endócrino. O hipotálamo regula a actividade secretora da hipófise. Diabetes insípida É uma doença provocada, geralmente, pela falta de secreção de ADH e conduz a produção de grandes quantidades de urina diluída, que pode atingir cerca de 20 litros por dia. A diabetes insípida também pode resultar de traumatismo renal ou de uma doença genética que torne o rim incapaz de responder à ADH. Diabetes Mellitus É um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicémia e decorre da produção, secreção ou utilização deficientes de insulina Portugal tem mais de 900mil diabéticos, o que equivale a 11,7% da população. Diabetes Mellitus Insulino-Dependente- tipo 1
A insulina é uma hormona segregada pelo pâncreas.



As células produtoras de insulina são as células Beta dos ilhéus de Langerhans.



Os tecidos alvo da insulina são o fígado, o músculo esquelético e o tecido adiposo. Pâncreas Classificação dos diabetes É a mais rara (10% dos diabéticos), e mais frequente nas crianças e jovens.

As células Beta deixam de produzir insulina devido à destruição destas células.

Não está relacionada com maus hábitos de vida ou de alimentação errada.

Requer injecções diárias de insulina para controlar a diabetes e prevenir a cetoacidose.

A insulina sintética pode ser de ação lenta ou rápida: a de ação lenta é ministrada ao acordar e ao dormir; a de ação rápida é indicada logo após grandes refeições. Diabetes Mellitus não-Insulino-Dependente
Tipo 2 É a mais frequente (90% dos diabéticos).

É causada por uma falha na produção de insulina e na libertação desta pelas células Beta.

Tem uma forte componente hereditária, geralmente associado à obesidade.


Desenvolve-se frequentemente em etapas adultas. Diabetes Mellitus Gestacional Aparece durante a gravidez (3%, desaparecendo depois do parto).
Durante a gravidez (aproximadamente por volta da 24ª semana de gestação) o organismo produz grandes quantidades de hormonas que ajudam o bebé a crescer e há uma maior necessidade do organismo em insulina. Se o pâncreas não produzir a quantidade de insulina necessária ou se esta não realizar a sua função adequadamente, a glucose sanguínea aumenta (hiperglicemia), dando origem à Diabetes Gestacional. Onde metade desenvolvem diabetes tipo II se não tomarem medidas de prevenção. Glândula Tiroideia Ela é uma estrutura de dois lobos localizada no pescoço (em frente à traqueia) e produz hormonas que regulam a taxa do metabolismo. Hipotiroidismo Hipotiroidismo é quando a quantidade de hormonas produzidos pela tiróide, no nosso organismo, está abaixo do normal. Os sintomas desta doença são os seguintes:
Diminuição do metabolismo basal;
Intolerância ao frio;
Aumento de peso, redução de apetite, sonolência; Hipertiroidismo Hipertireoidismo é uma doença da glândula tiroideia que se caracteriza pela hiperfunção da mesma com consequente tirotoxicose (tirotoxicose é o resultado clinico, fisiológico e bioquímico resultante do excesso de hormonas tiroideias).
Os principais sinais são:

•Perda de peso, aumento do apetite;
•Hiperactividade, insónia, inquietação, irritabilidade, depressão e capacidade de atenção reduzida;
•Taquicardia; Bocio O bócio caracteriza-se por um aumento perceptível do tamanho da tiróide.
O aumento da tireóide pode ser acompanhado de excesso (hipertireoidismo) ou redução de seu funcionamento (hipotireoidismo). Estas alterações podem ser decorrentes de doenças hereditárias, auto-imunes, carência de iodo, ou tumores benignos e malignos. Glândula Paratiroideia Encontram-se normalmente embutidas na face posterior de cada lobo da tiroideia. São geralmente em número de quatro e as suas células estão organizadas em massas ou cordões compactos e não em folículos.
A hormona paratiroideia actua nos ossos, nos rins e no intestino delgado
O hipoparatiroidismo é causado pela remoção acidental durante a tiroidectomia e provoca:
•Hipocalcemia (existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue);
•Excitabilidade neuromuscular aumentada. Hipoparatiroidismo
O hiperparatiroidismo é resultado da disfunção da paratiroideia ou causado por situações que reduzem os níveis de cálcio no sangue tais como a ingestão insuficiente de cálcio, ingestão insuficiente de vitamina D, gravidez e lactação. Hiperparatiroidismo Miastenia Grave Timo
Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica.

O Timo assegura que os linfócitos T não vão reagir contra as proteínas ou outros antígenos presentes nos tecidos do próprio corpo, o que poderia ser letal. O timo seleciona o linfócito T que será liberado, e se esse reagir, logo é destruído e fagocitado, assim só os que reagem contra antígenos externos, como os de uma bactéria, uma toxina ou tecido transplantado de outra pessoa são liberados.

A maior parte do pré-processamento dos linfócitos T no Timo ocorre antes do nascimento e meses após o nascimento do indivíduo. A miastenia grave é uma doença neuromuscular que causa fraqueza e fadiga anormalmente rápida dos músculos voluntários. A fraqueza é causada por um defeito na transmissão dos impulsos dos nervos para os músculos. A doença raramente é fatal, mas pode ameaçar a vida quando atinge os músculos da deglutição e da respiração. Supra-Renais As glândulas suprar-renais localizam-se sobre o polo superior de cada rim, estão rodeadas por um abundante tecido adiposo.

As supra-renais são glândulas vitais para o ser humano, já que possuem funções muito importantes, como regular o metabolismo do sódio, do potássio e da água e regular as reações do corpo humano face ao stress, entre outras. Aldosteronismo O aldosteronismo é originado pela produção excessiva de aldosterona. Esta patologia resulta de um tumor do córtex supra-renal (aldosteronismo primário), e resulta também, quando alguns factores externos conduzem ao aumento da produção de aldosterona (ldosteronismo secundário).
A hipersecreção de androgénios pelo córtex suprarenal determina uma situação designada por síndrome adrenogenital, em que os caracteres sexuais secundários se desenvolvem precocemente nos rapazes e as raparigas apresentam um aspecto masculinizado. Síndrome Adrenogenital Pâncreas O pâncreas é uma glândula de aproximadamente 15 cm de extensão do sistema digestivo e endócrino dos seres humanos que se localiza atrás do estômago e entre o duodeno e o baço. O pâncreas é tanto exócrino (segrega suco pancreático, que contém enzimas digestivas) quanto endócrino (produzindo muitas hormonas importantes, como insulina, glucagon e somatostatina). Divide-se em cabeça, corpo e cauda. Pancreatite Aguda Esta condição ocorre quando o pâncreas torna-se rapidamente inflamado. As maiores causas são:
Ingestão de bebidas alcoólicas em grande quantidade;
Pedra na vesícula;
Drogas;
Autos níveis de gordura no sangue;
Hereditariedade; As principais glândulas endócrinas do sistema reprodutor masculino são os testículos.
As funções dos testículos dependem da secreção de FSH e LH pela adeno-hipófise.
A principal hormona segregada pelos testículos é a testosterona, um androgénio. A testosterona regula a produção de espermatozóides pelos testículos, desenvolve e mantém os órgãos reprodutores masculinos e as características sexuais secundárias. Testículos A principal causa de infertilidade nos homens é um baixo número de espermatozoides. Se a contagem de espermatozoides baixar para menos de 20 milhões por milímetro, o homem é, em geral, estéril. A diminuição do número de espermatozoides pode ocorrer por lesão dos testículos como resultado de traumatismo, radiação, criptorquidia ou infeções como a parodite epidémica. Infertilidade Masculina Homem saudável. Homem infertil. Ovários As principais glândulas endócrinas do sistema reprodutor feminino são os ovários. Como os testículos, as funções dos ovários dependem da secreção da FSH e LH pela adeno-hipófise. As principais hormonas segregadas pelos ovários são os estrogénios e a progesterona.
Estas hormonas, juntamente com a FSH e LH, controlam o ciclo reprodutor feminino, preparam as glândulas mamárias para a lactação e são responsáveis pela manutenção da gravidez Infertilidade Feminina As causas de infertilidade nas mulheres incluem a disfunção das trompas uterinas, a secreção reduzida das hormonas hipofisárias ou ováricas e a interrupção da nidação. As aderências, resultantes de situações inflamatórias pélvicas com origem numa grande variedade de infecções, podem causar a obstrução de uma ou das duas trompas e constituem uma causa relativamente frequente de infertilidade na mulher.
A interrupção da nidação pode resultar de tumores uterinos ou de situações causadoras de secreção anormal da hormona ovárica. Assintomática; pode progredir para diabetes, ou permanecer inalterado.Pode ser um factor de risco no desenvolvimento de hipertensão, coronariopatia e hiperlipidémias. Menor tolerância à glicose (MTG) Algumas drogas, substâncias químicas, hormonas e síndromes genéticos podem diminuir a atividade da insulina, resultando em hiperglicémia.
Doenças que afetam o pâncreas alteram a produção de insulina. Diabetes associado a outras afeções Ausência absoluta ou relativa de produção de insulina pelas células beta, resultando em hiperglicémia.
Defeitos no local do receptor da célula, secreção de insulina insuficiente, frente a aumentos da glicemia e maior produção de glicose pelo fígado. Fisiopatologia Manifestações Clínicas Nos adultos:

A diabetes é, geralmente, do tipo II e manifesta-se através dos seguintes sintomas:
•Urinar em grande quantidade e muitas mais vezes, especialmente durante a noite (poliúria);
•Sede constante e intensa (polidipsia);
•Fome constante e difícil de saciar (polifagia);
•Fadiga;
•Comichão (prurido) no corpo, designadamente nos órgãos genitais;
•Visão turva. Nas crianças e jovens:
A diabetes é quase sempre do tipo I e aparece de maneira súbita, sendo os sintomas muito nítidos. Entre eles encontram-se:
•Urinar muito, podendo voltar a urinar na cama;
•Ter muita sede;
•Emagrecer rapidamente;
•Enorme fadiga, associada a dores musculares intensas;
•Comer bastante sem nada aproveitar;
•Dores de cabeça, náuseas e vómitos. Tratamento Médico Tratamento Médico Diabetes Mellitus Tipo I Este tratamento, que deve ser acompanhado necessariamente pelo médico de família, engloba três vertentes fundamentais:

Adoção de uma dieta alimentar adequada;
Prática regular de exercício físico. O exercício regular permite promover a utilização dos hidratos de carbono, ajudam no controlo do peso, reforçam a ação da insulina e melhoram a aptidão cardiovascular.
Uso da insulina. Nestes doentes as células do pâncreas que produzem insulina foram destruídas, motivo pelo qual este produz muito pouca ou nenhuma insulina. Diabetes Mellitus Tipo II O tratamento é semelhante mas, devido à menor perigosidade da doença, a maioria das vezes basta que a alimentação seja adequada e que o exercício físico passe a fazer parte da rotina diária para que, com a ajuda de outros medicamentos específicos (que não a insulina), a diabetes consiga ser perfeitamente controlada pelo doente e pelo médico. MEDICAMENTO: Anti-diabéticos orais para doentes com DMNID (Diabetes Mellitus Não Insulino-Dependente), que não conseguem controlar a glicose apenas com dieta e exercício. Actuam estimulando a secreção de insulina pelas células beta funcionantes, reduzindo a produção hepática de glicose e aumentando a sensibilidade periférica à insulina. Insulinoterapia A insulina é um tratamento de substituição imprescindível, pois o pâncreas deixou de a produzir em virtude da destruição das células deste. Em Portugal só é comercializada insulina igual à insulina humana, produzida com recurso a técnicas de engenharia genética, sendo as reações alérgicas muito raras em virtude da sua grande pureza. Tratamento com insulina: Tem que ser adaptado a cada doente, dependendo de factores como: idade, exercício físico, hábitos alimentares, estabilidade da diabetes, doenças intercorrentes complicações e estado emocional.
O principal objetivo é conseguir o controlo da diabetes, seja qual for o esquema terapêutico a utilizar. Insulinas de acção intermédia: Actuam ao fim de 30/90 minutos atingindo a eficácia máxima após 4/12 horas e mantém o efeito de 12/24 horas. Utiliza-se nos idosos com metabolismo estável. Insulinas de acção prolongada: Podem actuar durante 28 horas. São utilizadas para cobrir as necessidades basais no quadro da insulinoterapia intensiva. Insulinas mistas: Uma mistura de insulinas normais e modificadas. Utiliza-se na insulinoterapia convencional. Tipos de Insulina Locais onde se injecta a insulina Deve proceder-se à rotação dos locais onde se administra a insulina, de forma a evitar a formação de nódulos, porque estes podem interferir na absorção da mesma. Intervenções de enfermagem e ensino ao doente Objetivo do ensino é o controlo das habilidades, incluindo, controle da Hipoglicémia, monitorização da glicose sanguínea e informações básicas sobre a dieta.
Cabe ao enfermeiro e ao médico esclarecer os conviventes significativos como prevenir a diabetes:
Vigilância dos órgãos mais sensíveis, como a retina, rim, coração, nervos periféricos, entre outros;
Controlar a tensão arterial e a glicemia;
Bons hábitos alimentares;
Prática de exercício físico;
Não fumar;
Cuidar da higiene e vigilância dos pés. Para concluir
Full transcript