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Copy of ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO EM UMA SALA DE AULA

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by

Felippe Amaral

on 3 December 2013

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Transcript of Copy of ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO EM UMA SALA DE AULA

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO EM UMA SALA DE AULA

Aluna: Camila da Silva Costa
Orientador: Prof. Ms. Samuel de Oliveira
Curso: Engenharia de Produção


Centro Universitário de Formiga – UNIFOR
2013

1 INTRODUÇÃO
- Fatores que influenciam na adaptação do ser humano em um ambiente;

- O conforto térmico está associado ao bem estar dos ser humano;

- As razões por estudar o conforto térmico;

- Fatores pessoais e ambientais que intervém nas condições de conforto.

1.1 Problema
Qual a sensação térmica em uma sala de aula, de uma rede de ensino superior do Centro Oeste de Minas Gerais, identificada através da medição de temperatura pelo método IBUTG e quais as influências das condições térmicas?
1.2 Justificativa
O presente trabalho se justificou em analisar quais as condições e térmicas de um grupo de alunos em uma sala de aula em função do que pode ocorrer com o desempenho perante as atividades a serem executadas.
1.3 Hipótese
Diante do problema proposto, foram levantadas
as seguintes hipóteses:

- Dispor de aberturas amplas;

- Utilizar de materiais para possível reforma ou construção de maior massa;

-Recorrer de dispositivos mecânicos para que possam contribuir com a ventilação e aquecimento do local.

2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo Geral



Analisar o conforto térmico em
um ambiente de ensino.
2.2 Objetivos Específicos
- Determinar o índice de conforto térmico;

- Analisar quais são as condições ideais para haver conforto térmico;

- Verificar a influência do ambiente de se sentir termicamente confortável.

3 REFERENCIAL TEÓRICO
De acordo com Ruas (1999) o conceito de sensação térmica é estudado basicamente para identificar a influência nas sensações térmicas e como elas se relacionam entre si.

Para Grzybowski (2004), as sensações de conforto térmico são subjetivas e é o que determina a satisfação do indivíduo em um ambiente.

Os índices térmicos têm o objetivo de alcançar e mensurar dados, buscando alternativas que avaliem e expliquem as sensações, são eles:
IBUTG
IST
PMV
Ao desenvolver uma determinada atividade o organismo
libera calor e o mesmo será dissipado por meio das trocas de calor entre o ambiente e o corpo Lamberts et al. (2013).

Os responsáveis por essas trocas podem se apresentar de maneiras subjetivas, pessoais e ambientais:

- Metabolismo (Met);
- Temperatura do Ar;
- Velocidade do Ar;
- Temperatura Radiante.

Segundo Incropera e Dewitt (2003) para haver a transmissão de calor deverá haver uma energia em trânsito devido uma diferença na temperatura.
CONVECÇÃO
CONDUÇÃO
RADIAÇÃO TÉRMICA
EVAPORAÇÃO
4 MATERIAIS E MÉTODOS
4.1 Descrição e caracterização do local a ser estudado

Os parâmetros de estudo que fundamentaram o presente trabalho é a verificação de temperaturas de uma rede de ensino superior localizada em uma cidade do Centro Oeste de Minas Gerais possuindo diversos cursos.

A pesquisa procedeu de modo que forma feitas as leituras das temperaturas de uma sala de aula no período noturno enquanto tinha aula.

Fonte: Lambets et al. (2013).

Sala vista da parede da lousa
Sala vista da entrada

Fonte: O Autor (2013)
Fonte: O Autor (2013)
4.2 Técnicas para coleta de dados
O presente estudo se baseou em uma pesquisa descritiva, onde foi analisado o grau de conforto térmico de uma sala de sala, procedendo da seguinte forma:

- Instalação do tripé;
- Posicionamento do tripé;
- Verificação das similaridades do grupo;
- Tempo de 25 minutos, estabilização do conjunto;
- Coleta das temperaturas a cada 30 minutos do dia 21 ao dia 31 de outubro;
- Aplicação do IBUTG;
- Análise de comparação com relação ao IBUTG a temperatura real.


5 RESULTADOS

Temperaturas coletadas dos termômetros: globo, úmido e seco.
Tripé IBUTG
Fonte: Brasil (2002).
Temperaturas Coletadas
Continuação da tabela
5.1 Análise de Aplicação do IBUTG




Dados referentes do IBUTG através da equação:



IBUTG = 0,7 tbu + 0,3 tg
Tabelas com o valores do IBUTG
Gráfico Comparativo entre a temperatura real ao valor médio do IBUTG.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
- O estudo foi baseado em coletar as temperaturas e aplicar o índice IBUTG;

- Foram considerados todos os aspectos com relação ao local para não haver interferência;

- Foram encontrados resultados satisfatórios.

7 CONCLUSÃO
No trabalho realizado notou-se uma grande importância de um estudo sobre o conforto térmico de uma rede de ensino, já que o desempenho e a comodidade dos alunos são fatores necessários ao desenvolvimento dos mesmos e o ambiente age diretamente nesses fatores.

Os valores encontrados através do IBUTG, representam valores dentro dos limites permissíveis comprovando que o local está em boas condições e que as instalações oferecem conforto térmico.

REFERÊNCIAS
GRZYBOWSKI, G. T.
Conforto Térmico nas Escolas Públicas em Cuiabá – MT
: Estudo de Caso. 2004. 100 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós Graduação em Física e Meio Ambiente) – Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, 2004.

INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P.
Transferência de Calor e de Massa
. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2003. 698 p.

LAMBERTS, R. et al.
Conforto Térmico e Stress Térmico
. Departamento de Engenharia Civil, Laboratório de Eficiência Energética em Edificações – LABEEE. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina Atualizado em: 2013.

RUAS, A. C.
Conforto Térmico nos Ambientes de Trabalho
. 1. Ed. São Paulo: Ministério do Trabalho, 1999. 94 p.
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