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Patologia apícola

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by

Hélio Carlos Rocha

on 10 November 2016

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Transcript of Patologia apícola

Patologia Apícola
Doenças da Fase Larval

1. European Foulbrood (EFB, Podridão Europeia da Cria, Cria Pútrida Europeia, Loque Europeia).

2. American Foulbrood (AFB, Podridão Americana da Cria, Cria Pútrida Americana, Loque Americana).

3.Chalkbrood (Cria Giz, Cria Gessificada, Ascosfaera).

4. Stonebrood (Cria Pétrea).

5. Sacbrood (Cria Ensacada).
Doenças da Fase Adulta

1. Varroatose

2. Acariose

3. Nosemose

4. Outras
Cria Pútrida Europeia – cria salteada, encontrada no Brasil em 1954 (SP).
Etiologia – Bactéria
Melissococcus pluton
White, 1912.
Sintomatologia – infecta larvas jovens,com menos de 48 horas (cria aberta), larva morre e desidrata formando um escama.
Contaminação pelas abelhas nutrizes.
Não forma esporo de resistência.
Cria Pútrida Americana – cria salteada, ainda não encontrada no Brasil (???).
Etiologia – Bactéria
Panaebacillus larvae
White, 1907.
Sintomatologia – infecta larvas mais velhas, com mais de 53 horas, na fase de transição entre cria aberta e fechada; larva passa por uma fase viscosa, com a língua esticada, antes de formar uma escama desidratada.
Contaminação pelas abelhas nutrizes.
Forma esporo de resistência.
Cria Giz – encontrada Botucatu (SP) em 1997 por Rocha
et al
. e por Satler no RS 1998; Passo
Fundo 2002 - FAMV.
Etiologia – Fungo
Ascosphaera apis
que forma um ascostroma ou cisto que contém ascosporo ou esporos com talos positivo e negativo.
Sintomatologia – infecta larvas de 3 a 4 dias de idade, forma um micélio branco igual a algodão, após seca e endurece, parecendo um giz.
Contaminação pelas abelhas nutrizes.
Enfermidade fatorial – estresse na colônia de abelhas.
Cria Pétrea – encontrada em forma endêmica nos locais de criação de abelhas.
Etiologia – Fungo
Aspergillus flavus
;
Sintomatologia – larva morre, desidrata e escurece.
Contaminação pelas abelhas nutrizes.
Enfermidade fatorial – estresse na colônia de abelhas.
Cria Ensacada (Sacbrood) – morte na larva na fase de inicio da pupação.
Etiologia – Vírus que ataca vários tecidos das larvas, causando a morte.
Sintomatologia – larva coloração amarelada e/ou escura na fase de pupação, formando um “saco”.
Contaminação pelas abelhas nutrizes.
Identificada no Brasil em 1960.
Acariose: encontrada no Brasil em 1971, Santana do Livramento (RS).
Etiologia: ácaro
Acarapis woodi
.
Sintomatologia: endoparasito das traqueias torácicas, penetra pelos espiráculos do tórax. Propagação: contato direto de abelha para abelha, quando a abelha morre, os ácaros morrem rapidamente.
Diagnóstico:
No campo: abelhas caídas na frente da colmeia, com tremor nas asas;
No laboratório: visualização do ácaro dentro da traqueia, com microscópio
Varroatose ou varroase – encontrada no Brasil em 1972, introduzido através do Paraguai.
Etiologia – Ácaro
Varroa jacobsoni
O., atualmente Varroa destructor.
Sintomatologia – ectoparasito de larvas e abelhas adultas, alimenta-se da hemolinfa. Parasita original da
Apis cerana
.
Contaminação por zangões e contatos das abelhas.
Diagnóstico – visualização sobre as abelhas e larvas.
Nosemose – encontrada no Brasil em 1954 (SP/RJ) e 1963 (SC).
Etiologia – Protozoário
Nosema apis
Zander.
Sintomatologia – parasita o ventrículo da abelha, impede a absorção de proteínas e a produção de geleia real pelas glândulas hipofaringeanas.
Contaminação - abelhas faxineiras por esporos contidos nas fezes no interior da colmeia.
Diagnóstico – visualização do ventrículo e em laboratório.
Pequeno Besouro da Colmeias– não encontrado no Brasil; EUA identificado em 2000.
Etiologia – Coleóptero
Aethina tumida
Murray.
Sintomatologia – colocação ovos nos interior dos alvéolos do favo, alimentado-se de mel, pólen e cera; pupação no solo, próximo a colmeia.
Contaminação – através dos insetos adultos.
Diagnóstico – visualização no interior da colmeia e próximo ao solo.
Traça Grande da Cera
Etiologia – Lepidóptero
Galleria mellonella
.
Sintomatologia – colocação ovos nos sobre os favos no interior das colmeias, as larvas alimentam-se de pólen e cera, danificando os favos pela construção de galerias.
Contaminação – através dos insetos adultos.
Diagnóstico – visualização no interior da colmeia.
Problemas em colmeias fracas.
Tratamento: 40 min. a 49 ºC.
Traça Pequena da Cera
Etiologia – Lepidóptero
Achroia grisella
.
Sintomatologia – colocação ovos nos sobre os favos no interior das colmeias, as larvas alimentam-se de pólen e cera, danificando os favos pela construção de galerias.
Contaminação – através dos insetos adultos.
Diagnóstico – visualização no interior da colmeia.
Problemas em colmeias fracas.
Tratamento: 40 min. a 49 ºC.
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