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UGT

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by

Ricardo Jorge Pinto

on 26 June 2015

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Transcript of UGT

Elvas Portugal

Conferência “Elvas Património Mundial, Crescimento Sustentado e Desenvolvimento Transfronteiriço”

Organizada pela UGT, em parceria com a Câmara Municipal de Elvas.
A abertura da conferência está a cargo do secretário de Estado do Emprego, Octávio de Oliveira, seguida pelas intervenções dos presidentes de diversas Confederações e do secretário-geral da UGT, Carlos Silva. O encerramento está a cargo do secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias.

14:30 - Abertura pelo secretário de Estado do Emprego, Octávio de Oliveira
Oradores:
Presidente da CIP, António Saraiva;
Presidente da CAP, João Machado;
Presidente da CCP, João Vieira Lopes;
Presidente da CTP, Francisco Calheiros;
Secretário-Geral da UGT, Carlos Silva.

17:00 - Encerramento pelo secretário de Estado adjunto e da Economia, Leonardo Mathias.

Centro de Negócios Transfronteiriço (Zona Industrial Avenida Europa).

DIVISÃO DE PROTAGONISMO
Lisboa, 18 mai (Lusa) – Os secretários-gerais da CGTP e da UGT criticaram hoje as propostas do FMI por considerarem que significam a continuação das medidas de austeridade impostas durante o programa de intervenção financeira da ‘troika’.

Para o líder da CGTP, Arménio Carlos, as propostas do Fundo Monetário Internacional (FMI) "não são nada de novo" e "apontam claramente para as mesmas políticas que foram aplicadas depois do Memorando da ‘troika’".

No relatório hoje divulgado, que resulta dos trabalhos da missão técnica a Portugal ao abrigo do Artigo IV, realizada em março, o FMI defende a necessidade de indexar as pensões à evolução da economia e recomenda que se voltem a suspender as reformas antecipadas e que se aumentem as contribuições para a Caixa Geral de Aposentações (CGA).

O FMI defende ainda no documento que se mantenham as 40 horas de trabalho semanal nas autarquias e que se continue a reduzir o número de trabalhadores da Administração pública. "Vindo de quem vem não é de estranhar, mas é necessário pôr em causa essas posições e não lhes dar cobertura, como este Governo fez e continua a fazer", disse Arménio Carlos à agência Lusa.

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, assumiu idêntica posição e prometeu combater as posições do FMI. "O FMI tem uma posição extremamente ideológica, pretendendo embaratecer o trabalho e retirar direitos e regalias laborais, o que levará os trabalhadores ao empobrecimento.

A ‘troika’ saiu de Portugal em maio de 2014, mas o FMI volta à carga e nós temos de dizer não a esta cegueira", disse o sindicalista à Lusa.

Carlos Silva considerou incompreensível que a austeridade continue para além do programa de intervenção da ‘troika’ e acusou o FMI de ser "uma máquina perversa de destruição dos direitos dos trabalhadores".



Lisboa, 22 abr (Lusa) - A UGT deixou hoje "alertas" ao PS sobre o seu cenário macroeconómico, designadamente em matéria de legislação laboral, e advertiu que a reforma da Segurança Social não pode ser feita com o ruído de uma campanha eleitoral.

Carlos Silva, secretário-geral da UGT, falava no final de uma reunião com o secretário-geral do PS, António Costa, e com Mário Centeno, que coordenou o grupo de trabalho de economistas que preparou para os socialistas o cenário macroeconómico, intitulado "Uma década para Portugal".

"Não se pode fazer uma reforma da Segurança Social no meio do ruído de uma campanha eleitoral. A última reforma, em 2008, foi construída num amplo consenso entre os parceiros sociais, que não entram na vida político-partidária", disse Carlos Silva.

O secretário-geral da UGT elogiou alguns aspetos da proposta constante no cenário macroeconómico do PS para a redução progressiva e temporária da taxa social única (TSU) dos trabalhadores e dos empregadores, designadamente por proporcionar maior poder de compra às famílias, mas manifestou-se também apreensivo com "a volatilidade" prevista para compensar financeiramente.

Lisboa, 31 mar (Lusa) – O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, acusou hoje o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) de deixar a central sindical “por birra”, desvalorizando o impacto financeiro desta saída.

“Não fomos apanhados de surpresa, mas não deixamos de lamentar uma decisão que tem pouco de sindical porque o movimento sindical é alicerçado em valores como a solidariedade e isto é um sinal contrário”, afirmou à Lusa o secretário-geral da UGT, reagindo ao anúncio da saída do SNPVAC da central sindical.

Em declarações à Lusa, Carlos Silva considerou que a decisão de 84% dos cerca de 3.000 tripulantes de cabine filiados no SNPVAC é “baseada em argumentos que não são verdadeiros”, acusando a direção de fazer “birra”, na sequência da UGT não ter apoiado a decisão de recusa em subscrever o acordo celebrado entre nove sindicatos, representantes dos trabalhadores da TAP, e o Governo.


Número de Documento: 19364037

Lisboa, Portugal 15/06/2015 13:00 (LUSA)
Temas: Tribunal, Economia, Negócios e Finanças, Transportes, Greve, Sindicatos, Sociedade

(Corrige a data de realização da greve, que é no dia 18 de junho, quinta-feira, e não 18 de maio).

VERSÃO INTEGRAL CORRIGIDA:

Lisboa, 15 jun (Lusa) – O tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES) anunciou hoje que não decretou serviços mínimos para a circulação de comboios do Metropolitano de Lisboa na greve de 24 horas agendada para a próxima quinta-feira.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa marcaram uma greve de 24 horas contra a subconcessão da empresa para o dia 18 de junho, sendo que os trabalhadores dos serviços noturnos iniciam o seu período de greve às 23:30 de quarta-feira até às 07:00 de quinta-feira.

“Esta luta tem também o objetivo de lutar contra a reestruturação interna que está a ser feita, que vai originar a extinção de postos de trabalho e que assenta no objetivo de criar uma estrutura para uma empresa única que não existe”, esclareceu a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans).


A agência pode divulgar opiniões e comentários do seu conhecimento – mas sempre com a clara indicação, referenciando o nome de quem os emitiu e as suas circunstâncias precisas. A não identificação da fonte de um comentário é inaceitável, até porque gera a sensação de uma “camuflagem” a uma tomada de posição da própria agência.
A reprodução de comentários, análises e opiniões retirados de blogues ou páginas de redes sociais obriga a tanto ou mais cuidado do que com aqueles que são retiradas dos meios tradicionais: desde logo, ter atenção a indícios de eventual falsificação; se estes não existirem, deverá então ser explicitado o nome do blogue ou a página e os seu(s) responsável(eis), quem assina o comentário e em que data
e a que horas o fez.


Os textos de comunicados (oficiais ou quaisquer outros) e os ‘press releases’ podem servir de elemento ou de alerta para uma notícia. Mas o jornalista nunca deve limitar-se a modificar-lhes a abertura e a difundi-los como notícia da agência: deve, sempre, tratá-los com os mesmos critérios de objetividade e relevância com que trata a restante informação que recolhe.
Sucede, ocasionalmente, que algumas fontes solicitam a divulgação na íntegra de certos comunicados (nomeadamente comunicados oficiais) nas notícias da agência: só em situações muito excecionais – por exemplo, que envolvam a segurança nacional ou a saúde pública – a Lusa divulgará integralmente esses comunicados como uma notícia. Nestes casos, a agência obriga-se a mencionar expressamente a solicitação para a sua transcrição integral, dando-lhes o posterior e consequente tratamento jornalístico, sempre e quando a relevância noticiosa o justificar.


Barcelos, Braga, 07 mai (Lusa) - O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, disse hoje que a confederação sindical vai propor, em setembro, a subida do salário mínimo nacional para um valor "à volta" de 522 euros.

Em declarações à Lusa, à margem de uma visita a um têxtil de Barcelos, Carlos Silva sublinhou que a proposta da UGT andará "sempre à volta dos valores preconizados pelo
secretário-geral do Partido Socialista".

"Ele [António Costa] preconizou 522 euros, talvez a UGT proponha um bocadinho mais. Iremos analisar, mas será à volta disso", referiu.


Porto, 01 mai (Lusa) – O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, disse hoje que a confederação sindical vai propor um novo aumento do salário mínimo nacional em setembro, para entrar em vigor em janeiro do próximo ano.
Durante a sua intervenção no evento de comemoração do 1.o de Maio no pavilhão Rosa Mota, no Porto, Carlos Silva, que não explicitou o valor da atualização, lembrou o aumento recente de “apenas” 20 euros, mas sublinhou que foi “um sinal importante”.

(....)

Cerca de meio milhão de trabalhadores foram abrangidos pelo aumento do salário mínimo nacional, que, a 01 de outubro do ano passado passou dos 485 euros para os 505 euros,
depois de estar congelado desde 2011.
O aumento, que vigorará até ao final de 2015, decorreu de um acordo estabelecido entre o Governo, as confederações patronais e a UGT, deixando de fora a CGTP que considerou insuficiente o valor de 505 euros.



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CORREÇÃO: Greve no Metro de Lisboa na quinta-feira sem serviços mínimos na circulação de comboios
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1.º Maio: UGT vai propor novo aumento do salário mínimo em setembro (C/ ÁUDIO E VÍDEO)

Porto, 01 mai (Lusa) – O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, disse hoje que a confederação sindical vai propor um novo aumento do salário mínimo nacional em setembro, para entrar em vigor em janeiro do próximo ano.
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