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Aula 01: Montagem, Edição e composição visual

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by

Carlos Debiasi

on 6 October 2018

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Transcript of Aula 01: Montagem, Edição e composição visual

Temas gerais
1. Conceitos de montagem cinematográfica: a montagem clássica, rupturas
estéticas
2. A opacidade e a transparência no discurso audiovisual
3. A montagem narrativa e não-narrativa;
4. O sentido da montagem;
5. Formas básicas de criação visual voltadas para montagem;
5. Técnica, teoria e criação na montagem;
6. A montagem voltada para a animação digital;
7. Fluxo de trabalho em edição digital;
Montagem Analítica
Quando a leitura de um plano após o outro dá a impressão de continuidade dentro de um mesmo cenário, aproximando o espectador de novas ações.
TEMA 1
A montagem como fim narrativo

O processo de montagem clássico

O princípio de continuidade


A busca pela linguagem
O cinema precisou de algumas décadas para encontrar a montagem como especificidade. Observe os seguintes trechos de filmes entre 1895 e 1915.
A montagem é o princípio básico do cinema. É nela que o cinema revela a sua especificidade.
Montagem Paralela
Quando o encadeamento de vários planos, filmados em diferentes cenários dão a intenção de ações acontecendo ao mesmo tempo.
AULA 01: Montagem, Edição e composição visual. O Conceito da Edição Clássica.
Isso significa dizer que um filme é
construído através de pequenas unidades
(os planos), que em conjunto tem um determinado objetivo (contar uma história, traduzir um sentimento, realizar uma experimentação, etc...)
Dica!
Para saber mais sobre a especificidade do cinema, leia:
A linguagem cinematográfica
, de Marcel Martin.
Nos filmes dos irmãos Lumière, a câmera não se movimenta e os planos são pouco narrativos (não contam a história de personagens e tem um caráter documental)
1895
1902
Viagem a Lua, de Georges Méliès ainda não possui planos de câmera diferentes para contar uma história. Todas as ações acontecem em um mesmo plano geral, herança direta da visualidade no teatro. Porém, Méliès já conta uma história em seu filme, com começo, meio e fim.
1903
O americano Edwin Porter usa planos de câmera diferentes para contar a sua história. Por exemplo, quando os bandidos vão render o maquinista do trem, forçam-no a parar e logo em seguida entram no trem para roubar, já existe mudança de planos. Claro que a decupagem ainda é rudimentar, mas já existe em
O Grande Roubo do Trem.
1915 e 1916
DW Griffith é o cineasta desse primeiro período que melhor irá compreender os princípios da narrativa cinematográfica. Esses dois exemplos acima retratam isso. O primeiro é o assassinato de Lincoln no filme Nascimento de uma Nação (1915) e o segundo a sequência final de Intolerância (1916). Nelas, Griffith utiliza vários planos diferentes (closes, planos gerais, planos médios, conjuntos, etc.) para contar a sua história. Além disso os filmes possuem um ritmo estudado, feito para gerar tensão no espectador. Esta é a base do cinema narrativo clássico, que se repete em diferentes filmes até os dias de hoje.
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