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Teoria dos Sistemas Sociotécnicos

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Teoria dos Sistemas
Sociotécnicos Estágios Iniciais Organizações podem ser consideradas como sistemas sociotécnicos interdependentes: - Possuem aspectos tecnológicas e sociais interativos, sendo que ambos devem ser considerados no design de estrutura do grupo. No desenvolvimento de organizações de trabalho, seus elementos sociais, técnicos e econômicos devem ser otimizados conjuntamente. Essa optimização é possível devido a escolhas organizacionais. Tarefa principal - A tarefa que a organização
deve realizar para sua sobrevivência. Assim sendo, deve-se ter os subsistemas sociais, técnicos e econômicos conjuntamente otimizados para realizá-la. Organizações de trabalho devem ser consideradas sistemas abertos.
Usa-se o modelo de entrada-transformação-saída para entender sistemas de produção. Tendo em mente que os pensadores socio-técnicos foram muito influenciados pelas conclusões de von Bertalanffy: O trabalho em grupo é de extrema importância. Maior satisfação, trabalho com tarefas mais complexas, mais agilidade nas soluções etc; O pensamento sociotécnico incentiva a criação de grupos semi-autônomos. Estes possem controle e decisão executadas internamente; A teoria dos sistemas sociotécnicos vê organizações como buscadores de suas tarefas principais que podem ser melhor alcançadas seguindo estes sete conceitos que foram inspirados ou desenvolvidos durante os estágios iniciais da teoria. O último conceito pode ser visto como uma consequência direta dos grupos serem semi-autônomos, onde gestores possuem tempo livre para tarefas mais importantes, como investir energia em relacionar o sistema operacional (e a organização como um todo) com seu ambiente. Assim garantindo que o grupo do sistema operacional tem abastecimento para a entrada e que a saída gera lucro no mercado. Estes conceitos nem sempre foram assim ou surgiram juntos.

Inicialmente, Trist e Bamforth (1951) trabalhavam com uma analogia de trabalho mecânico ao invés da idéia de sistema aberto que surge mais tarde.
A noção de tarefa primária também sofreu modificação. Ainda assim, o núcleo do pensamento sociotécnico foi criado pelos mesmos no início da década de 1960. Os Estudos da Mineração de Carvão Garante-se a otimização do todo, mesmo que isso venha a requerer um aspecto inferior em algum dos elementos. É possível trabalhar com diferentes formas de trabalho organizacional dentro das mesmas restrições tecnológicas, sociais e econômicas, tendo resultados sociais e psicológicos diferentes. associada ao Instituto Tavistock de Relações Humanas (particularmente com os nomes de Emery, Rice e Trist). Trist e Bamforth (1951) e mais tarde Trist et al. (1963) utilizaram técnicas sociotecnológicas para estudar a mecanização da indústria de mineração de carvão britânica.

Muitos dos conceitos anteriores podem ser vistos nestes estudos. Pequenos grupos de homens habilidosos, auto-reguladores e autônomos em suas partes de mineração.
- Escolhiam com quem trabalhavam;
- Desenvolveram múltiplas habilidades;
- Eram responsáveis por seu próprio ritmo;
- Supervisão era interna;
- Cada grupo tinha seu próprio contrato com a gerência. Conventional Long-wall: - Sistema de trabalho similar a uma fábrica;
- De 40 a 50 especialistas, diferentes salários, todos trabalhando na mesmo local para mineração;
- Três turnos, cada um fazendo uma parte da tarefa geral;
- Constante interferência da gerência. Foi criado para aproveitar ao máximo a tecnologia desponível, aparenta ser eficiente para isto, porém o sistema social foi ignorado, o que causou levou a consequênciais psicológicas e sociais disfuncionais. Composite Long-wall: Este sistema opera a tecnologia eficientemente e presta atenção nas necessidades dos sistemas sociais ao mesmo tempo, o que só traz benefícios a todos os envolvidos. - Grupos auto-selecionados de 40 ou 50 homens tomavam responsabilidade por todas as tarefas, a cada turno;
- Auto-reguladores, novamente desenvolvem múltiplas habilidades nos integrantes;
- Eram pagos num sistema de bônus por grupo; Com estes estudos, demonstra-se conceitos como:
- Escolha organizacional;
- Necessidade de otimizar sistemas sociais e técnicos conjuntamente;
- Busca pela tarefa principal;
- Utilidade de trabalho em grupo;
- Criação de grupos semi-autônomos;
- Visão que gerentes são mais eficientes em alcnaces maiores, controlando as entradas e saídas de um sistema aberto. Desenvolvimentos posteriores Nas décadas de 1960, 70 e 80, inúmeros artigos sobre idéias sociotécnicas continuaram surgindo e a escala de intervenção se tornava cada vez mais ambiciosa. Ao longo da criação destes, ao menos seis novas idéias foram adicionadas aos conceitos de pensamento sociotécnico, estas são: - Promoção de democracia industrial por meio da teoria sociotécnica;
- Mais atenção dada a forma de trabalho adequeada;
- Considerações em como a tecnologia poderia ser remodelada para permitir trabalho em grupo;
- Maior valorização das relações de organização-ambiente;
- Metas organizacionais adicionadas como um subsistema importante;
- Metodologia passo a passo para colocar o pensamento socio-técnico em prática. Democracia Industrial: - Estende a tomada de decisão ao nível mais baixo da organização, utilizando o conceito de grupos semi-autônomos.

Experiências realizadas na Noruega tiveram sucesso moderado, porém não propagou-se por outros países. Design do Trabalho - O trabalho deve ser exigente e desafiador;
- O trabalho deve promover aprendizado contínuo;
- O indivíduo deve possuir certa tomada de decisão;
- Necessidade de apoio social e reconhecimento no local de trabalho deve ser suprida;
- As tarefas e produtos devem estar relacionadas à vida fora da fábrica;
- O emprego deve ser visto como uma contribuição para algum futuro almejado. Adaptação da Tecnologia em prol do trabalho em grupo - Durante os estudos nacionais, as tecnologias existentes eram aceitas e ajustes eram feitos nas organizações de trabalho e sistemas sociais.

- Já nos estudos posteriores, há real redesign de tecnologias para uma verdadeira otimização conjunta. Maior valorização das relações de organização-ambiente Emery e Trist criam o conceito de texturas causais de ambiente, referente a conectividade do sistema que existe no próprio ambiente.Isolam quatro tipos ideais de texturas causais:

- Calmo-aleatório;
- Calmo-agrupado;
- Perturbado-reativo;
- Campos turbulentos; Metas Organizacionais - Organizações devem adotar estruturas flexíveis para aumentar sua capacidade de adaptação em meio a campos turbulentos;

- Importância do desenvolvimento de um conjunto de valores que podem ser compartilhados por organização;

- Colaboração conjunta com outras organizações para buscar soluções. Metodologia passo a passo - Compatibilidade;
- Especificação crítica mínima;
- Critério sócio-técnico;
- Princípio multifunção;
- Localização de fronteira;
- Fluxo de informação;
- Congruência de apoio;
- Projeto e valores humanos;
- Projeto Incompleto. Ariane Schimidt
Bruno Teixeira da Silva
Daniel Linck
Fernando Beckenbach Buonocore
Kleyton Klein
Maurício Blum
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