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IMPLANTES CURTOS:

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by

Allbert Almeida

on 4 July 2015

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Transcript of IMPLANTES CURTOS:

Proposição
Introdução
Discussão
Revisão da
Literatura

Conclusões
Orientador: Prof. Fabrício Malheiros de Miranda Monteiro
Co-Orientadora: Profa. MSc Marina Leite Pimentel
INTRODUÇÃO
Este estudo tem como objetivo demonstrar, por meio de uma revisão de literatura, a previsibilidade, vantagens e as limitações do uso de implantes curtos em regiões com grandes reabsorções ósseas.

REVISÃO DA LITERATURA
IMPLANTES CURTOS:
Uma opção de tratamento
Emanuela Marques de Aquino Bellini
PROPOSIÇÃO
Discussão

ESTÉTICA


Evitar região anterior alongamento das coroas comprometimento estético.

CARGA IMEDIATA X CARGA TARDIA

imediatamente carregados utilizando–se diâmetros maiores que 3.75mm
, abordagem cirúrgica de dois estágios - mais segura.


1 -
Os implantes curtos devem ser considerados como uma opção viável e previsível nos casos de reabilitações múltiplas e unitárias em regiões com grandes reabsorções ósseas.
 
2 -
Os implantes curtos apresentam vantagens no uso:
simplicidade na técnica cirúrgica;
baixa morbidade do tratamento;
menor custo e menor tempo de tratamento;
os implantes curtos apresentam índices de sucesso semelhantes aos encontrados nos implantes longos.
 






3 -
Implantes curtos apresentam poucas limitações técnicas quanto a sua utilização, devendo apenas haver um questionamento nas condições em que venham suportar próteses com implicações de padrões estéticos.
Resumindo ...
O que todos nós queremos
saber é : os implantes
curtos dão conta do recado?

Revisão de literatura: Trabalhos de 2005 a 2014.
Implantes curtos: uma opção de tratamento
Otimização: Desenvolvimento no design e tratamento de superfície

Protocolo a ser seguido





311 implantes curtos de 7 e 8.5mm

13 falhas (10 mandíbula e 3 maxila)- 95.8% de sucesso após 3 anos

A qualidade óssea foi dividida em 3 grupos: alta, normal e baixa

Implantes curtos com superfície tratada possuem o mesmo comportamento que implantes mais longos.

Restrições como regiões posteriores, largura óssea e densidade óssea não se justificam.





Densidade óssea
Proporção coroa/implante
Força de mordida

Diminuição de forças (laterais e cantilevers)
Aumento da área de superfície do implante
1 -
Número
2 -
Esplintagem
3 -
Diâmetro
4 -
Desenho




Revisão de Literatura de 1980 a 2004 - 16.344 implantes –- 786 implantes perdidos
3.75 X 7mm - Insucesso de 9.7%
4 X 7mm - Insucesso de 7.5%
Fatores importantes a serem relatados: o que é um implante curto, época que ocorrem as falhas e suas causas

Qualidade óssea + implantes menores que 7mm evitar
Aumentar o diâmetro + tratamento de superfície
Aumentar a estabilidade primária protocolo



Estudo retrospectivo - 2 anos

383 Implantes curtos (7 - 8.5mm), (256 usinadas / 127 oxidadas)

Sobrevida: 7mm – 95.9% e reabsorção média 1mm
8.5mm – 96.9% e reabsorção média 1.3mm

Stress ósseo máximo é praticamente independente do comprimento.

Implantes curtos representam um tratamento alternativo para áreas com pequenas alturas ósseas.



Implantes curtos em região posterior maxilar - região de difícil acesso

Vantagens X Desvantagens

Superfície reduzida do implante

Razão prótese/implante e forças oclusais

Aumente a taxa de sucesso: abordagem cirúrgica de dois tempos, esplintar, evitar unitários em extremidade livre, oclusão, diâmetro

Taxas de sucesso são semelhantes aos implantes longos, devendo ser uma opção que devemos oferecer aos pacientes, dependendo da seleção de cada caso.




Estudo retrospectivo com 2073 implantes 6 - 9mm - Acompanhados por até 7 anos
315 Implantes plataforma padrão - Coroas unitárias na mandíbula - 98.4%
722 Implantes plataforma larga - Coroas unitárias na mandíbula - 99.9%
229 Implantes plataforma padrão - Prótese fixa 3 - 2 na mandíbula - 98%
413 Implantes plataforma larga - Coroas unitárias na maxila - 99.2%
306 Implantes diâmetro variados - Coroas unitárias na maxila - 98.9%
- Aumento de seio maxilar

Taxa de sucesso dos implantes curtos é similar a dos implantes longos
6 anos

5 anos
6 anos
4 anos
74 meses
6 anos
Fugazzoto (2008)

Revisão de literatura discutiram características importantes para o uso clínico de implantes curtos

Ápices cortantes e compactantes - Estabilidade Primária
Roscas progressivas - Compactação óssea lateral
Diâmetro maior - menor tensão resultante de cargas externas
Roscas no terço cervical - Diminui as tensões e assim a perda óssea na crista
Plataforma Switching - Manutenção da crista óssea
Tratamento de superfície - Estabilidade secundária
Mesas oclusais menores, Máximo de pontos de contato harmônicos, Sulcos rasos, Cúspides baixas e pouco inclinadas
Cuidados durante as perfurações
Limitações estéticas

Implantes curtos são clínicamente viáveis para reabilitação de arcos atróficos
Thomé
et al.
(2009)



Estudo retrospectivo durante 2 anos

335 implantes curtos de 8mm - 124 pacientes –mandíbula

Taxa de sucesso 99%

77% restaurados com próteses fixas esplintadas

Efetivo tratamento alternativo ao enxerto ósseo e lateralização do nervo alveolar inferior, em mandíbulas atróficas e com alturas deficientes.


Estudo prospectivo 3 anos - maxila

48 implantes de superfície porosa – 5 e 7mm – 4,1 e 5mm de diâmetro

35 pacientes - pré molares e molares - altura óssea ≤ 5mm

13 pacientes - elevação de seio

Taxa de sucesso 97.92 % - 1 implante perdido

Bons resultados curto e longo prazo


Revisão de literatura (2000 a 2008),
Avaliar implantes curtos x implantes padrão/longos.
1)
Área a ser reabilitada (qualidade óssea),
2)
comprimento,
3)
diâmetro,
4)
tipo e tratamento de superfície,
5)
coroa/implante,
6)
prótese
7)
conexão a outros implantes,
8)
carga oclusal/parafuncional,
9)
complicações protéticas.
Taxas de sobrevida – 78.8% a 100%
Implantes curtos possuem a mesma taxa de sucesso comparados a implantes longos
Desenvolver plano de tratamento



Implantes curtos (7-8.5mm) –- mandíbula -– pacientes com doença periodontal
Dois grupos:
- Teste (15 pacientes - 41 implantes - com problemas periodontais)
- Controle: (7 pacientes - 11 implantes - sem problemas periodontais)
Avaliações iniciadas 3 meses até 8 anos
Não observou-se diferença estatística em perda da crista óssea e idade
Pacientes com doença periodontal podem ser tratados com implantes curtos rígido protocolo de controle antes da instalação dos implantes e após a instalação das próteses.




Estudo prospectivo - 12 pacientes desdentados - altura óssea 6-8mm

4 implantes de 4 x 6mm na região interforaminal

Avaliados por 1 ano (2 implantes perdidos) - 96 % de sobrevivência
Guljé
et al.
(2012)



Avaliados 690 implantes curtos - 6mm straumann (266 maxila e 364 mandíbula)

Taxa de sucesso 93.7% (19 perdidos precocemente antes de serem carregados)

Implantes curtos de 6mm com superfície rugosa demonstram taxas de sobrevivência favoráveis
Discussão


Discussão

TAXAS DE SUCESSO X INSUCESSOS

Altas taxas de sucesso com a utilização de implantes curtos



- insucessos: elevada altura de coroa
maiores forças de mordida na região posterior
densidade óssea da região.

década de 90 mostram um grande insucesso dos implantes curtos, pois não havia o tratamento de superfície.
Discussão

FORÇAS OCLUSAIS

afirmou que stress no terço apical dos implantes é de menor magnitude quando comparado ao do terço crestal, concentrando-se nos 5 primeiros milímetros do osso-implante, conceito confirmado por , não sendo o comprimento do implante o fator principal na distribuição das cargas oclusais.
Discussão


QUALIDADE ÓSSEA

fator crítico em associação com implantes curtos devendo ser evitada
contraindica o uso de implantes curtos e cônicos em osso de baixa qualidade

implantes curtos colocados em osso tipo IV x osso tipo III
largura e densidade óssea não são restrições para o uso de implantes curtos em regiões posteriores.
Discussão

TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE

estimulam o encravamento mecânico entre o implante e o osso.

aumentar em até 33% o contato osso-implante, beneficiando a distribuição das forças.

melhora da evolução das superfícies usinadas/polidas para superfícies ásperas/texturizadas.

taxa de sucesso maior com implantes curtos com superfície tratada em comparação com os de superfície lisa.

resultados similares.
Discussão

ESPLINTAGEM DOS IMPLANTES

aumentar a área de superfície funcional dos implantes curtos, melhor distribuição de forças junto a interface osso-implante.
deve-se esplintar implantes curtos unitários com implantes mais longos em extremidade livre, principalmente em osso de baixa qualidade.

DESENHO PROTÉTICO

mesa oclusal em implantes curtos deve ser mais estreita possível, com cúspides baixas, a máxima intercuspidação em relação cêntrica, proporcionando liberdade nos movimentos excêntricos, conceito este corroborado por .
Muito Obrigada!!!
Conclusões
Monografia apresentada à Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, Regional de São José dos Campos, para obtenção do título de Especialista em Implantodontia.
Neves
et al.
(2006)
Goené
et al.
(2005)
Misch (2005)




Implantes curtos com carga imediata
133 implantes de 6.5 - 10mm em todas as regiões da boca
Coroas esplintadas em grupos de no mínimo 4 elementos
Após 4 anos de controle - Sucesso de 97.7% - 3 Falhas

Resultados influenciados por:
- Cirurgia
- Hospedeiro
- Implantes
- Oclusão

Implantes curtos podem ser utilizados com carga imediata
Deve-se utilizar diâmetros maiores que 3.75mm
Degidi
et al.
(2007)
Maló
et al.
(2007)

Maló
et al.
(2007)
Morand
et al.
(2007)
Fugazzoto (2008)
Fugazzoto (2008)
Thomé
et al.
(2009)
Grant
et al.
(2009)

Corrente
et al.
(2009)

Romeo
et al.
(2010)

Touma
et al.
(2010)
Guljé
et al.
(2012)
Srinivasan
et al.
(2014)
Arlin (2006)
,

Misch
et al.
(2006)
,
Degidi
et al.
(2007)
,

Corrente
et al.
(2009)
,

Grant
et al.
(2009)
,
Anitua
et al.
(2010)
,
Tutak
et al.
(2013)
,

Srinivasan
et al.
(2014)
.
Misch
et al.
(2006)
Júnior
et al.
(2010)
,
Romeo
et al.
(2010)
Neves
et al.
(2006)
,
Morand
et al.
(2007)

Júnior
et al.
(2010)
Chang Lai
et al.
(2013)
Goené (2005)
Corrente
et al.
(2009)
Júnior
et al.
(2010)
Morand
et al.
(2007)
Garcés
et al.
(2012)
Renouard (2005) e Tutak
et al.
(2013)
Misch (2005)
Tutak
et al.
(2013)
Anitua
et al.
(2008)
,
Grant
et al.
(2009)
,
Tutak
et al.
(2013)
Morand
et al.
(2007)
Misch (2005)

Thomé
et al.
(2009)
Thomé
et al.
(2009)
Degidi
et al.
(2007)
Morand
et al.
(2007)

e
Júnior
et al.
(2010)
manuaquino@yahoo.com.br
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