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TCC I

Primeira apresentação
by

Magali Gonçalves

on 16 May 2013

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Transcript of TCC I

Magali Gonçalves da Silva Estratégias de Pós Consumo de Automóveis
no Brasil Metodologia Alternativas de pós consumo, tal como logística reversa, podem melhorar a sustentabilidade na indústria automobilística. Entende-se como melhora na sustentabilidade na indústria automobilística, neste trabalho, a tomada de medidas destinadas a coibir a destinação incorreta de automóveis e a implantação de diversas estratégias como alternativa para destinação ambientalmente correta. Hipótese Produção em Massa: Indústria Automobilística Automovéis e o Meio Ambiente Aspectos Legais do Pós Consumo Estratégias de Pós consumo Profª Silvia F. Mac Dowell Objetivo Geral Sistematizar as estratégias existentes em relação ao pós consumo de automóveis; Levantar as propostas existentes na Legislação de Resíduos Sólidos no âmbito nacional e estadual Levantar e analisar as estratégias formuladas pela Indústria Automobilística, em termos de propostas setoriais – ANFAVEA; Levantar e analisar as estratégias de pós consumo das principais Indústrias Automobilísticas presente no Brasil, tais como a Honda, Toyota, Fiat, Ford e Volkswagen; Analisar as possibilidades e desafios para aumentar a sustentabilidade no pós consumo de automóveis no Brasil. Identificar e analisar as propostas e estratégias de pós consumo de automóveis no Brasil, tendo em vista discutir alternativas de sustentabilidade na área de transporte e resíduos. Objetivos Específicos 1. 2. 3. 4. 5. Após a Primeira Guerra Mundial;
Henry Ford e Alfred Sloan;
Modelos padronizados, baixo custo e pouca variedade. Produção Enxuta: Após a Segunda Guerra Mundial;
Eiji Toyoda e Taiichi Ohno;
Produtos com maior variedade, menos defeituosos, utilizando menos mão de obra e espaço, ou seja, menor uso de recursos, em termos de tempo e mateiais. No Brasil Linha do Tempo Presidente Juscelino Kubitschek cria a GEIA e a política cambial;
Indíce de nacionalização;
Recebimento de estímulo e apoio cambial, fiscal e creditício;
Constituição da Indústria Automobilística brasileira. 1965 -
1975 A produção de automóvel cresceu, em média, 17,5% e a economia regional cresceu na mesma proporção. Depois de um período de 20 anos de crescimento, a produção e o número de empregados nas montadoras começou a cair, ocasionado na sua estagnação, decorrente da recessão do Plano Collor. A partir
de 1980 2012 1956 Atualmente, a indústria automobilística passa por momentos de crescimento e posterior queda;
Redução direcionada do (IPI), com o intuito de impulsionar as vendas das montadoras e coibir demissões. Conteúdo: Introdução;
Hipótese;
Objetivos;
Referencial Teórico:
Indústria Automobilística;
Automóveis e o Meio Ambiente;
Tendências de Descartabilidade;
Aspectos Legais;
Estratégias de Pós Consumo de Automóveis.
Metodologia;
Cronograma. Dimensão da frota brasileira 38.832.919 automóveis registrados 2011 2013 42.682.111 automóveis registrados 43.541.296
automóveis registrados 2012 7% 2% Introdução DENATRAN Impactos Emissão de gases do efeito estufa (GEE);
Emissão de poluentes;
Congestionamento urbano;
Poluição sonora;
Mortes e acidentes de trânsito;
Destinação final do automóveis e suas partes pós consumo. Impactos do pós consumo dos automóveis Ocupação de espaço em vias de públicas e aterros;
Proliferação de vetores urbanos;
Foco de vandalismo e insegurança;
Exposição a diversos fatores climáticos. Aumento da Responsabilidade Ambiental Obsolescência programada Tendências de Descartabilidade Impactos Poluição atmosférica;
Poluição sonora;
Congestionemantos. Ocupação de espaço público;
Foco de vandalismo e criação de vetores;
Ação de intempéries. Interação entre o automóvel e o meio ambiente O enorme volume de resíduos que gera;
Diversidade de materiais nele contidos;
Elementos químicos tóxicos nele existentes;
O impacto de sua cadeia global e extensa de produção;
Crescimento acelerado de seu mercado consumidor mundial;
Os ciclos cada vez menores de desenvolvimento de novas tecnologias e materiais que ele promove. Após a Segunda Guerra Mundial Desenvolvimento tecnológico;
Melhor desempenho, menor custo e ciclo de vida. Final do século XX Tendências mercadológicas para a redução sistemática do ciclo de vida dos produtos. Fonte: http://iystp2.blogspot.com.br/ Fonte: http://iystp2.blogspot.com.br/ Fonte: http://migre.me/ewbL4 Fonte: Leite, 2002. Fonte: Stolcov; Ferroni, 2012. Fonte: Relatório de Sustentabilidade Toyota 2012. Política Nacional de Resíduos Sólidos
Lei Federal 12.305/2010 Projetos de Lei Política Estadual de Resíduos Sólidos
Lei Estadual nº 12.300/2006 Projeto de Lei 8005/2010;
Projeto de Lei 1862/11.
Alteração a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, inserindo os veículos automotores e seus componentes na logística reversa.
Responsabilizar as empresas que fabricam, importam e comercializam automóveis pela coleta e destinação final do produto pós consumo. Fonte: Câmara dos Deputados Responsabilidade Pós Consumo Fonte: Lemos, 2012. Preceito de proibição de dano a outrem, responsabilizando o fornecedor pelos danos provocados por um produto defeituoso.

A responsabilidade pós-consumo está explicita na Política Nacional de Resíduos Sólidos, quando está trata de acordo setorial, logística reversa e ciclo de vida de produtos. Destinação ambientalmente correta dos resíduos;
Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida;
Viés preventivo;
Incentivar a pesquisa e o desenvolvimento da reciclagem, reaproveitamento e tratamento dos resíduos. Anterior a PNRS;
Estabelece os resíduos sujeitos a responsabilidade pós consumo;
Combinação dos princípios de responsabilidade pós consumo e do poluidor pagador. Logística Reversa Análise do Ciclo de Vida Gerênciamento da Cadeia de Suprimentos No mundo União Européia: transferência da responsabilidade para as cia automobilísticas;
Japão: Lei da Reciclagem Automotiva - o proprietário paga pelas taxas de reciclagem;
Estados Unidos da América: não há legislação específica, mas possuem ações locais;
Argentina: Lei de Desmanches de Veículos, legalização de centros de reciclagem. Levantamento da estratégias existentes para pós-consumo dos automóveis, por parte das empresas (Relatórios de Sustentabilidade) e levantamento de condicionantes legais que possam influenciar o processo. Cronograma 1. Pesquisa Documental 2. Pesquisa de Campo Coleta de dados sobre programas em curso e entrevistas com representantes das empresas e do setor (ANFAVEA). Fonte: Joaquim, 2012. Fonte: Womack, 1992. Fonte: Ferro, 1992. Fonte: Mildemberger, 2012. Fonte: Medina, 2003. Fonte: Leite, 2003. brigada! Magali Gonçalves da Silva Engenharia Ambiental - 9º semestre Os produtos, ao longo do tempo, tornam-se obsoletos, devendo retornar ao seu ponte de origem tratamento adequado.

Ponto de vista logístico;
Ponto de vista financeiro;
Ponto de vista ambiental. Fonte: Barbieri e Cajazeira, 2009. Fonte: Stolcov; Ferroni, 2012. Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. A segmentação por categorias de logísticas dos produtos a retornar;
Equipes treinadas;
Análises de mercados;
A rede de logística reversa e processos mapeados;
Modais de transporte equacionados;
Procedimentos operacionais;
Sistemas de informação;
Indicadores de desempenho;
Controle de custos. Tecnologia;
Marketing;
Informação;
Organização;
Finanças. Fonte: Adaptado de Leite, 2002. Logística Reversa está ligada ao ciclo de vida dos produtos, que remete à ideia de que, para a logística, a vida de um produto não termina com sua entrega ao cliente. Fonte: Lacerda, 2009. Fluxo de materiais, informações, pagamentos e serviços, partindo pelos fornecedores de matérias-primas, passando pelos setores de produção e armazenamento das empresas e chegando aos consumidores finais. Bibliografia BARBIERI, José C.; CAJAZEIRA, Jorge E. R. Avaliação do ciclo de vida do produto como instrumento de gestão da cadeia de suprimento – o caso do papel reciclado. In. Simpósio de Administração da Produção Logística e Operações Internacionais (SIMPOI), 7., 2009, São Paulo. Anais. Disponível em: http://www.simpoi.fgvsp.br/arquivo/2009/artigos/E2009_T00481_PCN81956.pdf. Acesso em 26 de março de 2013.

BRASIL. DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito. Estatística – Frota. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/frota.htm. Acesso em: 10 de março de 2013.

BRASIL. Lei 12305, de 02 de agosto de 2010. Política Nacional de Resíduos Sólidos. Diário Oficial da União, 03 ago. 2010. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm. Acesso em: 10 de março de 2013.

DAHER, Cecílio E.; SILVA, Edwin P.de la S.; FONSECA, Adelaida P. Logística Reversa: Oportunidade para Redução de Custos através do Gerenciamento da Cadeia Integrada de Valor. Universidade de Brasília, Brasília, Distrito Federal, 2006. Disponível em: http://repositorio.bce.unb.br/handle/10482/12550. Acesso em: 25 de março de 2013.
FERRO, José R. A Produção Enxuta no Brasil. In: WOMACK (Org.). A máquina que mudou o mundo. Rio de Janeiro: Campus, 1992. P. 311 – 337.

LACERDA, Leonardo. Logística Reversa: Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais, 2009. Disponível em: http://www.sargas.com.br/site/artigos_pdf/artigo_logistica_reversa_leonardo_lacerda.pdf, acessado em: 27 de março de 2013.

LEITE, Paulo R. Logística Reversa: Nova Área da Logística Reversa Empresarial. In: Revista Tecnologística, São Paulo: Editora Publicare, maio/2002.

MORAIS, Káty M. N. Uso da tecnologia da informação na gestão da Cadeia de Suprimentos: a visão dos fornecedores de São Luís do Maranhão Dissertação (Mestrado em Administração), Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/6671/K%C3%81TY%20MARIA.pdf?sequence=1. Acesso em: 27 de março de 2013.

SRIVASTAVA, S.K. Green Suplly Chain Management: A State-of-the-Art Literature Review. International Journal of Management Reviews, v. 9, n. 1, p. 53-80, 2007.Disponivel em: http://iic.wiki.fgv.br/file/view/Green+supply-chain+management.A+state-ofthe-art+literaturereview.2007.Srivastava..pdf. Acesso em: 25 de março de 2013.

STOICOV, Carla; FERRONI, Gustavo. Sustentabilidade no Setor Automotivo. In: Série de Estudos Setoriais UNIETHOS.

TOYOTA BRASIL. Relatório de Sustentabilidade 2012. São Paulo: 2013. Disponível em: http://etiostoyota.com.br/portaltoyota/portal/meio_ambiente/toyota_rs2012.pdf. Acesso em: 10 de março de 2013.

WOMACK, James P.; JONES, Daniel T.; ROOS, Daniel. A máquina que mudou o mundo. Rio de Janeiro: Campus, 1992. Jan a Abr Estratégias de sustentabilidade aumenta a competitividade. Automóveis mais eficientes Crescimento indefinido da frota Versus Maior facilidade para comprar do carro novo Destinação pós consumo Versus Fonte: Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei Federal 12.305/2010 Fonte: Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei Federal 12.305/2010 Fonte: Krikke (1998 apud DAHER; SILVA; FONSECA, 2006) Fonte: Turban, McLean e Wetherbe (2004, apud MORAIS, 2010), Fonte: Adaptado de Srivastava, 2008.
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