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Revolução Francesa

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by

Leonardo G. M.

on 12 September 2015

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Transcript of Revolução Francesa

Revolução Francesa
Paris, século XXI
Paris, século XVIII
A Revolução Francesa
foi uma das mais
influentes guerras de
todos os tempos. Há
3 principais causas
que levaram à
anos de revolução.
Crise Econômica Francesa
Os Iluministas
O Sistema Estatal
O Rei Louis XV morreu em
1774 levando o país da França a
extrema pobreza. Depois de
lutarem em inúmeras guerras,
com o estilo de vida extravagan-
te e caro dos ricos, o país
ficou falido. A sociedade fran-
cesa tinha que pagar pesados
impostos, que deixou muitos
cidadãos pobres. Eles não pode-
riam mais pagar pela sua
subsistência por muito tempo.
Essa crise levou a uma onda de
crime e grande ressentimento
da população em relação ao
governo.
"S'ils n'ont plus de pain
qu'ils mangent de la brioche."
1789-1799
Os Iluministas
Os iluministas foram pessoas que usavam a razão para resolver problemas sociais e políticos. Muitas ideias novas foram apresentadas como a liberdade individual, a igualdade entre todos, e um governo dirigido pelas pessoas. Essas ideias foram atraentes para o povo francês e manteve a promessa de um novo governo.
A Crise Econômica
O Sistema Estatal
O sistema estatal foi uma ordem
social que dividia a sociedade em certas
classes. Cada classe possuia difentes
previlégios e deveres baseados em sua
riqueza. O primeiro e segundo estado continham

todas as decisões políticas, econômicas e religiosa, eram a nobreza e o clero. E o terceiro estado era formado pela maioria da população.
O sistema estatal possuia ainda uma espécie de tribunal chamado de
Estados Gerais
onde cada estado apresentava queixas, e o tribunal votava as melhores maneiras para solucioná-las.
Os 3 Estados!!
O Primeiro Estado:
O
Clero
O clero era a mais alta posi-
ção social. Eram extremamentes
ricos, não pagavam impostos e
possuiam a maior parte de terra
de toda a França.
Eles representavam cerca de
3% de todas população francesa.
O Segundo Estado:
a
Nobreza
O Rei Louis XIV estabeleceu a ex-
travagância da corte de Versalles,
onde a nobreza vivia. Eram membros do segundo estado onde não pagavam impostos e possuiam previlégios de comprar os mais altos postos governamentais, cargos militares, regras judiciais e profissões clérigas.

O Terceiro Estado:
a
População
A população representava
97% da sociedade francesa.
A burguesia, camponeses, e
a classe média que incluia es-
critores, advogados, douto-
res, professores e parócos,
faziam parte desse grupo.
Pagavam altos impostos e
possuiam pouca representa-
tividade.
A Guerra dos Sete Anos
Os iluministas influenciaram as revoluções através do oceâno, nas Américas.
A França auxiliou os Estados Unidos na sua independência, contra os ingleses.
O que há de errado com o Sistema Estatal?
Os membros do Terceiro Estado se ressentia de que, enquanto viviam cercados por fome e impostos escandalosamente altos, os membros do Primeiro e Segundo Estados gozavam de grande riqueza e pagando nenhum imposto. O Terceiro Estado gastou todos os seus magros rendimentos com pão e impostos, trabalhando duro para nenhuma recompensa, enquanto a aristocracia participava de festas de gala e banquetes a partir da vida da corte em Versalhes. Eles causavam grande parte da dívida nacional com seus privilégios. Alguns membros do Terceiro Estado eram ricos, mas a maioria tinha rendimentos escassos ou estavam enterrados em dívida. Ainda pior, enquanto os membros da aristocracia foram agraciados com o trabalho do governo, representação, o Terceiro Estado tem pouca representação política em tudo.
"20 milhões devem viver com metade da riqueza da França, enquanto o Clero... devora a outra metade"
- O Cahiers
O governante durante a Revolução Francesa era o Reio Louis XVI. Ele era um governante jovem que facilmente era ludibriado e não sabia tomar decisões importantes. Tudo o que ele fazia era viver extravagentemente com sua esposa, Rainha Maria Antonieta, em seu palácio em Versalhes.
Maria Antonieta era uma jovem princesa austríaca que se casou com Louis XVI para formar uma aliança Áustria-França. Ela cresceu achando entediante os trabalhos da vida real e gostava de viver luxuosamente em Versalhes. Ela gastava seu tempo festejando, ouvindo música, e se vestindo de forma única e extravagante. Famosa por sua vida luxuosa, ela também ficou conhecida por, durante muito tempo, não gerar um herdeiro no seu casamento com Louis XVI. (Ela se recusou a consumar seu casamento por muitos anos).
Turbulência política e econômica, além dos descontentamentos do Terceiro Estado, levaram o Rei Louis XVI a convocar os conselhos dos Estados Gerais.
Esse encontro iria levar a população francesa a uma grande...
Revolução.
O descontente Terceiro Estado se autonomeou Assembleia Nacional, acima dos encontros dos Estados Gerais. Eles eram a Assembleia Nacional porque eles eram e serviam a nação francesa.
O Juramento da
Assembleia Constituinte
A revolução realmente começa quando o Terceiro Estado, apoiado pela maioria do clero e minoria da nobreza, resolve declarar, contra a vontade do rei, que a partir de então (17 de junho de 1789), seriam uma Assembléia Nacional e a partir do dia 20 de junho de 1789, os deputados reunidos assinaram um juramento de "nunca se separar e de reunir-se onde quer que as circunstâncias o requeressem, até que uma constituição fosse firmemente estabelecida". Desde então a Assembleia Nacional era também Assembleia Constituinte.
Os membros do terceiro estado pediam por reformas como impostos mais justos, a liberdade de imprensa , salários adequados , regulamentos fiscais mais baixos e contribuição regular para o Estados Gerais na reunião em Versalhes . No entanto, eles foram deixados de fora da reunião.
14 de julho de 1789:
A Queda da Bastilha
Com boatos se espalhando de que o Rei Louis XVI iria dissolver a Assembleia Nacional e que tropas reais ocuparia Paris, 800 cansados, irritados parisienses planejava atacar a Bastilha e apreender armas que fossem encontradas lá. A Bastilha era uma prisão. Quando os guardas se recusaram a sair, a multidão entrou e abriu fogo contra eles, uma batalha se seguiu. Muitas pessoas foram mortas e vários prisioneiros libertados, mas nenhuma arma foi encontrada pelo terceiro estado. A Queda da Bastilha é o dia da independência nacional, hoje da França. Ele simboliza o poder do povo para enfrentar o monarca e tomar medidas. Como os parisienses atacaram esta prisão sombria, um símbolo de coragem tão grande contra a monarquia nasceu, também nasceu um símbolo da Revolução. O povo francês decidiu que essa era a hora da mudança e do fim da opressão.
HOUEL, Jean-Pierre. Tomada da Bastilha.1789. Galeria Nacional da França
Noções
sobre a
Assembleia Nacional
Constituinte
Aboliu o dízimo eclesiástico
Aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão;
Aprovação, em 1791, de uma
Constituição
para a França:
O poder do monarca foi subordinado à Constituição;
O poder foi dividido em três instituições básicas e independentes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário;
Estabeleceu-se o voto censitário, ou seja, só podiam votar cidadãos que tinham determinada renda;
Manteve-se a escravidão nas colônias francesas, como o Haiti;
As retrições mercantilistas e feudais foram extisntas, favorecendo o livre-comércio.
Em 26 de Agosto de 1789 foi criada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Essa declaração garantia a cidadania (um novo título para o povo francês versus o de Monsieur e Madame) inspirada nos ideais iluministas de direito a liberdade, prosperidade e resistência à opressão.
"Homens nascem e permanescem livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum".
- Declaração dos Direitos do Homem.
Mulheres reclamaram da Declaração dos Direitos do
Homem
... Os Cidadãos e a Assembleia Nacional criaram o esquema Tricolor. Esta foi a nova bandeira de seu país, que misturava cores azul e branca da França e acrescentou a cor vermelha dos bourbons.
"Morte aos austríacos!"
- Mobilização das mulheres insatisfeitas em Versalhes, 6 de outubro de 1789
Mulheres
marcham em
Versalhes!
Porque?
As mulheres de Paris estavam frustradas porque enquanto elas estavam morrendo de fome e não podiam pagar o pão para suas famílias (por vezes gastavam 80% de sua renda com pão e apesar das medidas tomadas pela Assembléia Nacional, nobres continuaram a vider em luxo e prazeres). A Rainha Marie Antoinette foi a principal delas. Seus pequenos atos de caridade não eram nada perto dos milhões que ela gastou com jóias, roupas e entretenimento em Versalhes e Petit Trianon. As mulheres que passavam fome não resistiram ao impeto de tomar medidas contra a rainha estrangeira que se recusava a ouvir os seus pedidos de reforma.
Quem?
Cerca de 6.000 mulheres da classe trabalhadora de Paris - uma multidão enfurecida marchando por pão e justiça.
Onde?
Paris, França para o Palácio de Versalhes.
Uma marcha de quase 21 quilometros sob um torrencial aguaceiro.
Quando?
5-6 de outubro de 1789.
O que aconteceu?
As mulheres exigiam ver o Rei Louis XVI e se recusavam a sair enquanto ele não concordasse em voltar para Paris, a capital.
O rei, relutantemente, aceitou e na manhã seguinte ele e a família real estavam de partida para a capital.
As parisienses vitoriosas voltaram para Paris em cima de ganhões apreendidos.
A família real se muda para o Palácio de Tuileries, onde são prisioneiros virtuais. Eles ainda não são inimigos da República, eles fazem parte da Revolução.
A Assembléia Nacional é movida para Paris.
As mulheres cantavam,
"Agora não teremos que ir tão longe, quando quisermos ver nosso Rei!"
Após o ataque de Versalhes, o Rei e a Rainha basicamente foram prisioneiros em Paris. A Assembleia Nacional continuou tomando decisões executivas.
Uma série de Constituições!
"Liberdade, Igualdade e Fraternidade!"
4 de agosto de 1789:
Depois de muita revolta e da violência da tomada da Bastilha, A Assembléia Nacional se juntou para uma nova reunião que duraria a noite toda em 4 de agosto de 1789, a Assembléia trabalhava para por um basta nos privilégios da aristocracia e hereditários. Os nobres queriam manter sua isenção de dívidas senhoriais, direitos especiais de caça, isenção de pagamento de impostos, mas desistiram e, de fato, já haviam perdido a maioria dos privilégios.
O 4 de agosto tranformou palavras em direitos e fez de todos os cidadãos homens em iguais.
Logo mais a "Declaração dos Direitos do Homem" seria escrita como um primeiro passo em direção a uma verdadeira Constituição, modelada após a declaração de Independência dos Estados Unidos.
"Nós podemos ver esse momento como o alvorecer de uma nova revolução, quando todos os encargos que pesam sobre o homem são abolidos, e a França verdadeiramente renasce"
- Presidente da Assembléia
Constituição de 1791:
Dois anos depois, em 1791, a Constituição finalmente foi produzida. Essa Constituição configurava uma monarquia limitada na contra mão da monarquia absolutista que governou a França por muitos anos. Foi eleita uma Assembléia Legislativa com o poder de fazer leis, coletar impostos e decidir questões de guerra e paz. Essa Constituição também organizou o espaço francês dividindo o território em 83 partes quase de igual tamanho, o governo toranava-se mais eficiente.
A Constituição de 1791 trazia ideais iluministas, garantindo (legalmente) a igualdade entre todos os cidadãos homens e o fim da interferência da Igreja no governo.
Os moderados pensavam que isso colocaria um fim na revolução, mas outros não descansariam enquanto o poder não estivesse nas mãos de todos, e não só daqueles que tinham meios e tempo para servir no governo. Logo depois, o rei e sua família iriam tentar abandonar a Assembléia, falharam na tentativa e tiveram de enfrentar a acusação de serem traidores da revolução.
O Fim dos Bourbons
O assalto ao Palácio Tuileries
A população francesa capturou os monarcas em sua residência em Paris, o Palácio de Tuileries. Eles prenderam Marie Antoinette e o Rei Louis XVI alegando traição por auxiliarem a Áustria em guerras externas à França. Os monarcas seriam executados mais tarde e a Convenção, que surgiriam em Setembro (essencialmente constituída de Jacobinos) assumiu a forma de uma República.
As Guerras da Revolução
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Muitos países estavam incomodados com a Revolução Francesa. Áustria desaprovava a revolução porque Marie Antoinette era austríaca e eles não queriam ver ela morta por traição (como a República havia decretado). Basicamente, todos os outros países eram contra a revolução porque temiam que ela pudesse se espalhar entre eles. Migrantes (nobres e clérigos do primeiro e segundo estado que haviam abandonado a França) se refugiaram em países como a Grã-Bretanha, Áustria e Prússia. Eles relataram os ataques aos seus privilégios especiais e como a população queria limitar a monarquia e a própria República. Monarcas e nobres desses países temiam que a revolução pudesse se espalhar em seus domínios. Se isso acontecesse, os poderosos poderiam perder sua posição no governo ou todos os seus luxos. Temerosos de isso acontecer, eles começaram a atacar a França. Isso levou a Assembleia Nacional a declarar guerra a esses países por tirania. Essas guerras duraram de 1792 a 1815.
Revolução
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Prisão e Execução de Luís XVI
Agosto de 1792 - Janeiro de 1793
"Franceses, eu morro inocente. Perdoo os autores da minha morte. Peço a Deus que o sangue derramado nunca caia sobre a cabeça da França..."
Fuga da
Família Real
Marie Antoinette, viúva, presa
A rainha não viveu muito tempo mais que seu marido. A viúva, perturbada e doente, foi posta em julgamento por muitas acusações, algumas verdadeiras e outras falsas, incluindo ser uma traidora, cometer incesto com seu filho e enviar tesouro francês para o exterior. Seu julgamento não foi muito justo, mas Marie Antoinette se manteve digna durante todo o processo. No final, foi condenada.
"Eu fui uma rainha... e vocês tiraram minha coroa; uma esposa... e vocês mataram meu marido; uma mãe... e vocês me privaram de meus filhos. Meu sangue permanece sozinho: peguem-no, mas não me façam sofrer mais."


Marie Antoinette executada
Outubro, 1793
Marie Antoinette foi levada a guilhotina em 16 de outubro de 1793 aos 37 anos. Dizem, ela mostrou grande dignidade ao encarar a morte. Suas palavras finais são as mencionadas anteriormente. A morte da rainha foi amplamente celebrada através da França.
As Crianças
Marie Therese Charlotte
Marie Sophie
Helene Beatrice
Louis Charles
Louis Joseph
Nenhum dos filhos de Louis XVI e Marie Antoinette se tornariam grandes governantes da França. Duas das crianças morreram antes dos oito anos de idade. Louis-Charles sofreu muito com maus tratos e confinamento por parte dos revolucionários durante a Revolução Francesa. Ele se tornou rei da França em 1793, mas apenas monarquistas o reconheciam como rei já que a monarquia havia sido abolida pelos Jacobinos e a Assembleia Nacional estava no poder. Ele viveu apenas dois anos a mais e morreu com dez anos. Uma menina, Marie Thérèse Charlotte, foi libertada depois do reino do terror e viveu ate 1851 na condição de imigrante, carregando um legado pessoal de sua família e da revolução.
Robespierre, Danton & Marat: os líderes políticos da República francesa revolcionária
Robespierre se tornou o líder da Assembleia Nacional. Ele foi um idealista e tinha muitos planos para um novo governo. Primeiramente, seus ideais e de seus companheiros eram de ajudar o povo francês, mas as coisas rapidamente saíram de controle. Ele liderou o povo francês no Reino do Terror. Ele veio a ser um dos mais brutais e radicais revolucionários.
A Navalha
Nacional
O caminho para a guilhotina
Embora antes da revolução os nobres utilizassem a guilhotina com o objetivo de executar os revolucionários, a Guilhotina viria a ser a arma mais perigosa da Convenção durante o Reino do Terror. Robespierre formou o Comitê de Salvação Pública para punir e executar qualquer pessoa que fosse contra a Assembleia Nacional. Se alguém estivesse tentando enfraquecer o Reino do Terror de Robespierre ou se alguém meramente não parecesse excitado com ele, poderiam ser executados pela "Navalha Nacional", como a guilhotina ficou conhecida.
Qualquer um poderia ser suspeito, preso e condenado à guilhotina e apenas 15% dos sentenciados a morte pela guilhotina eram nobres ou clérigos. A razão para a matança de Robespierre era que ele temia perder o poder pelo povo achar que ele tinha ficado fora de controle. Muitas pessoas sofreram o golpe da sua ira, o golpe na cabeça.
Durante o fim da regra da Assembleia Nacional e como a República chegou ao poder, os revolucionários se separaram em dois grupos diferentes: os Jacobinos e os Girondinos. Esses dois grupos rivalizavam entre si pelo poder da França e debatiam sobre como governar o país.
Jacobinos
Grupo radical
Ganharam poder
Queriam a continuidade da reforma na França
Maioria dos membros eram advogados de classe média
Alguns Jacobinos importantes:
Maximilien Robespierre
Georges Jacques Danton
Jean-Paul Marat
Girondinos
Grupo moderado
Queriam manter a república e não reformar mais
Alguns Girondinos importantes:
Jean François Ducos
Armand Gensonné
Charlotte Corday
Um país
Dividido
em dois.
Como sinal de vontade de um governo do povo, muitos dos trabalhadores urbanos - homens e mulheres adotaram os sans-culottes - ou "sem calças" - tipo de calças compridas, na rejeição dos calções extravagantes vestidos por homens nobres. Muitos sans culottes exigiram uma república. Eles não tinham medo de ser radical.
SANS-COLOTTES:
Classe trabalhadora radical
A nova moda
Revolucionária
Existia até mesmo moda revolucionária para as mulheres
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Os revolucionários fizeram guerras enquanto a monarquia ainda estava no local e eles estavam tentando ganhar poder para a Assembleia Nacional. Também houve guerra interna muito tempo depois de a Assembleia Nacional, durante o tempo da República e da Convenção. O povo francês que se opunham a reformas duras de Robespierre e impostos para pagar guerra externa tornou-se a doença da república e houve uma explosão de pequenas guerras civis. Estas guerras duraram todo o tempo da república, todo o caminho até as eleições, quando Napoleão Bonaparte assumiu o poder.
Uma outra figura importante na revolução era ...
Olympe de Gouges
Enquanto a Declaração dos Direitos do Homem era grandiosa em provir todos os cidadãos masculinos com direitos, mulheres não tinham seus direitos garantidos nesse documento. Uma mulher, a bonita burguesa Olympe de Gouges, extendeu esses direitos às mulheres, que exerciam um papel chave nessa revolução, através de sua declaração, a "Declaração dos Direitos da Mulher e dos Cidadãos". Ela estabelecia que todas as mulheres eram livres e iguais também. Ela fora executada mais tarde por isso e outros escritos.
Jean-Paul Marat
Jacobino Radical
Era um Jacobino radical que desejava direitos para pessoas de todas as classes. Como jornalista, ele escrevia artigos influentes acusando pessoas, especialmente pessoas poderosas, de serem contra a República e levava elas a morte. Ele foi largamente responsável por muito terror durante a Revolução
"L'Ami du peuple"
Charlotte Corday
"Eu matei um homem para salvar 100.000."
Charlotte Corday nasceu em uma pequena família aristocrática. Ela era contra a execução do rei e pensava que as ações de Marat comprometiam a república e as pessoas. Contudo, ela poderia por um fim a violência dele.
13 de Julho!
"À moi , ma chère amie!"
Enquanto Marat estava doente e imerso em um banho medicinal, Charlotte foi a casa dele sob o pretexto de entregar nomes para que ele os acusasse. Depois de entrar no quarto dele, ela pegou um punhal e cravou no seu peito, matando-o. Ela esperava por um fim a todo o terror que ele, como um radical influente, havia inspirado e causado. Mas isso não aconteceu. O grupo político dos Jacobinos continuram com o reino do terror, Corday foi executada pelo assassinato, e Marat foi concebido como martir por muitos filhos da revolução.
"Não se esqueça de mostrar minha cabeça para o povo!
Vale bem a pena ver!"
- Danton
Depois de muito tempo, a guilhotina iria consumir duas das pessoas que mais deram poder a ela
Depois das execuções desses líderes Jacobinos e outros radicais, as execuções que marcaram o Reino do Terror começaram a cessar. A grande violência da Revolução Francesa estava acabando.
A Queda!
O Reino do Terror derrubou muitas pessoas, de princesas a políticos e vendedores de rua. Ilustrado pela execução de Robespierre e Danton, o Reino do Terror derrubou até seus criadores. As pessoas da Convenção Nacional temiam por suas próprias vidas e cansados de tanto sangue. Eles assumiram as rédeas do governo e executaram membros do Comitê de Salvação Pública, incluindo Robespierre e outros radicais. Depois da morte desses radicais, o Reino do Terror acabou e a Convenção caiu. Isso gerou uma nova constituição e um Diretório assumiu o poder. Devido a muitos fatores, o Diretório não foi poderoso e popular por muito tempo. Políticos esperavam ganhar o apoio das pessoas através de um popular herói de guerra chamado Napoleão Bonaparte. Assim, eles planejaram usar Napoleão como um peão em prol de seus próprios interesses, logo ele iria inaugurara uma nova Era de Revoluções se ternando o governante da França. Embora o nacionalismo houvesse crescido, a Convenção tinha acabado.
Constituição de 1795:
Essa constituição foi escrita pelo grupo moderado após o Reino do Terror. Eles esperavam evitar os excessos da Assembleia Nacional, que haviam criado tanto medo, acusações e violência entre as pessoas. Essa Constituição determinava um Diretório de cinco homens e duas casas legislativas, eleitas por cidadãos homens que tinham propriedades. O Diretório, primeiramente composto pela burguesia e a classe média, se tornou dominante nesse período da Revolução Francesa. Uma série de fatores, incluindo guerra, corrupção, inflação, revoltas pela fome e um renascimento da realeza devido a emigrantes tornaram o Diretório impopular. Esse sistema não funcionou tão bem quanto foi planejado, e em breve uma nova organização política iria surgir quando Napoleão assumisse o poder.
Napoleão Bonaparte
"A partir desse momento, eu previ o que eu poderia ser. Eu já senti a terra fugir debaixo de mim, como se eu estivesse sendo levado para o céu."
- Napoleão Bonaparte
Napoleão foi um grande herói de guerra durante a Revolução Francesa. Ele lutou em muitas das últimas longas guerras externas contra os austríacos, os ingleses e o Império Habsburgo. Em 1799, durante as eleições republicanas, Napoleão se autonomeou Imperador. Ele queria continuar a reforma da França e construir um Império Francês que iria durar muitos anos até cair na Batalha de Waterloo. Depois disso a França se tornou uma República novamente.
Efeitos
a longo prazo
da Revolução Francesa
O nacionalismo se espalhou pela população francesa e a população de muitos outros países;
A monarquia terminou na França;
A bandeira tricolor foi adotada;
Liberdade e Igualdade foram garantidas a todos os cidadãos homens;
Marseilles, atual hino nacional da França foi criado;
Passos em direção da reforma social e da tolerância religiosa foram dados;
Ideais iluministas de democracia se mantiveram vivos e se espalharam pela Europa.
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