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Terapia da Fala

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by

Margarida Tavares

on 4 May 2014

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Transcript of Terapia da Fala

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINAIS DE ALERTA?

Muitas crianças têm acompanhamento em terapia da fala (mesmo quando não lhes é diagnosticado algum síndrome ou deficiência, e na maioria das vezes quando não estão associadas a outras problemáticas)
Referências Bibliográficas:
Bailey, D. e Wolery, M. (1992). Teaching infants and preschoolers with disabilities. New York: Merrill.
Bernstein, K. e Tiegerman, E. (1993). Language and communication disorders in children. New York: Macmillan Publishing
Cole, P. (1982). Language disorders in preschool children. New Jersey: Prentice-Hall, Inc. Correia, L.M. (1997).
Fey, M., Windsor, J. e Warren, S. (1995). Language intervention: preschool through the elementary years. Communication and Language Intervention Series- Vol. 5. Baltimore: Paul Brookes Publishing Co.
Polloway, E., Patton, J. e Serna, L. (2001). Strategies for teaching learners with special needs. New Jersey: Prentice-Hall, Inc.
Reed, V. (1994). An introduction to children with language disorders. New York: Macmillan Publishing Company.

Não existe uma data precisa para determinar se o desenvolvimento da linguagem está adequado ou não. O que sabemos é que a criança desenvolve a aprendizagem da língua desde muito cedo e as diferenças individuais, de carácter orgânico e comportamental, é que irão determinar o momento em que a criança começará a falar.




As perturbações ou atrasos na Linguagem e/ou Fala, revelam-se quando esta surge tardiamente, podendo constituir um sinal de alerta para os pais.

Por vezes, as alterações só são notadas quando a criança entra para a escola e começa a ter dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita, entre outras, relacionadas com a linguagem e fala, mas que interferem no sucesso escolar da criança.
O QUE FAZ O TERAPEUTA DA FALA?

Avalia
características da comunicação da criança, verificando assim se são ou não adequadas à sua idade.
O diagnóstico é feito após esta avaliação, assim como a partir das informações obtidas junto dos pais, numa entrevista.
Posteriormente, é elaborado um plano terapêutico de acordo com o quadro clínico de cada criança.
Terapia da Fala
É NORMAL NESTA IDADE?
qUAIS OS Sinais de ALERTA?

3 PERGUNTAS COMUNS
É NORMAL NESTA IDADE?
QUAIS OS
sINAIS DE ALERTA?

NA ESCOLA
Diagnósticos
 A fala é pouco perceptível
omite ou troca sons em palavras
omite partes de palavras
não diz todas as palavras numa frase
utiliza frases demasiado simples para a idade

O vocabulário utilizado é reduzido 

Apresenta dificuldades na compreensão do que lhe é dito ou pedido

Tem dificuldade em mastigar (baba-se? tem sempre a boca aberta?)
 
Quando é que uma criança necessita de Terapia da Fala?

O que faz o Terapeuta da Fala?

Quais são os principais sinais de alerta?
Tal como nas outras áreas de desenvolvimento (cognitivo, motor), também no desenvolvimento da linguagem a criança passa por etapas diferentes, correspondentes à idade cronológica e nas quais irá adquirindo novos conhecimentos linguísticos.
Há crianças que demonstram dificuldades na comunicação, não conseguindo expressar por palavras o que pretendem.

Estes problemas ocorrem quando a fala não surge na idade apropriada ou porque se mantém numa etapa de desenvolvimento, por mais tempo do que seria esperado para a sua faixa etária, não conseguindo avançar.

1. Factores que afectam o “input” da linguagem
(a) factores ambientais: circunstâncias sociais e bilinguismo
(b) privação sensorial: perturbação auditiva ou visual
2. Factores que afectam o processamento da linguagem
(a) deficiências cognitivas gerais
(b) deficiências emocionais especificas (autismo)
(c) deficiências de linguagem especificas
3. Factores que afectam o output da linguagem
(a) distúrbios do controlo oro-facial
(b) alterações estruturais
Quando é que uma criança necessita de Terapia da Fala? 

ATÉ AOS 4 ANOS
MAIS DE 4 ANOS
Ainda não diz alguns sons (ex: “pato” em vez de prato)
Omite, troca ou distorce os sons da fala

Tem dificuldades escolares
Troca alguns sons/letras na leitura e na escrita?
Faz muitos erros?
Demora muito tempo a ler?
Não compreende o que lê?
Não consegue encadear as ideias num texto?


Gagueja
Tem vindo a piorar? Tem medo de falar? Isola-se?

Problemas na voz
Está rouca frequentemente? Grita muito? Fala muito ou muito alto? Faz esforço a falar?
Atraso do Desenvolvimento da Linguagem:
Baixo vocabulário,
Dificuldade em formular ideias e estruturar fases, em compreender ordens,
Fala "abebezada".

Perturbação Específica do Desenvolvimento da Linguagem:
Desenvolvimento irregular de competências linguísticas,
Dificuldades no processamento de frases ou de informação abstrata. Estas dificuldades podem ser observadas ao nível da oralidade e da escrita, quer na recepção como na expressão da linguagem.

Dislexia:
Dificuldades na expressão verbal (leitura lenta, hesitante, esforçada, inexpressiva, salta linhas e inventa/omite/distorce palavras);
Dificuldades na expressão escrita (escreve com muitos erros, troca/inverte/omite/acrescenta, grafemas, confunde e inventa palavras);
Dificuldades ao nível da discriminação auditiva, comprometimento da consciência fonológica e da memória auditiva.

Perturbações Articulatórias:
Distorção de sons (devido a imaturidade ou por incapacidade em articular o som);
Refletem-se em erros na escrita, uma vez que as crianças irão escrever e ler paralelamente à forma como falam.

ESTRATÉGIAS:
COM OS MAIS NOVOS:
Falar sobre objectos, acontecimentos e/ou relações que atraíram a atenção da criança;
Repetir e clarificar palavras, afirmações e pedidos que a criança parece não entender;
Falar mais alto e tentar de variadas formas conseguir chamar a atenção da criança para elementos importantes de frases produzidas;
Dar feedback às crianças;
Uso de modelos quinestésicos (gestos);
Jogos com rimas; divisão silábica; adivinhas;

COM OS MAIS CRESCIDOS:
Se necessário ler os enunciados;
Dar mais tempo para o aluno copiar a informação do quadro;
Linhas orientadoras para organização de textos.

o-6 meses
Não reage a estimulação sonora
Não sorri.

6-12 meses
Deixou de produzir sons-jogo sonoro
Não reagir ao seu nome
Não reagir a sons familiares, não vira a cabeça para o lado em que aparece o som (telefone,campainha, porta).
o educador/professor disse que o meu filho tem problemas.
o pediatra disse estar tudo bem.
o que faço?!
12-18 meses
Não usar monossílabos
Não brinca e não estabelece contacto ocular
Não entende o significado das palavras: “não”, “adeus”, “papa”
Não diz pelo menos 10 palavras. 

18-24 meses
Não compreende instruções simples
Não combinar duas palavras para formar frases
Não obedece a ordens simples como: “ anda cá”, “senta-te”, “fica em pé”
Palra demasiado, tem ecolália (repete sempre o que lhe é dito); e não aponta para partes do corpo: pé, boca, nariz, olhos, etc.; não junta palavras. 
24-36 meses
Utilizar apenas duas palavras
Não formar frases

36-48 meses
Utilizar discurso ininteligível
Não formar frases simples, nem perguntas simples
A fala não é inteligível para a família
Não emite a última sílaba das palavras, como “ga” em vez de “gato”
Tem dificuldades em controlar a baba e em deglutir (engolir) alimentos
Tem dificuldades na audição (otites/amigdalites)
O educador/professor desempenha um papel crucial na deteção precoce.
Assim como os pais, e ao contrário do técnico de outra especialidade, o educador/professor tem um contacto diário com acriança.
O seu conhecimento não está dependente dos laços afectivos e emocionais característicos da relação parental.
O professor pode fazer a detecção precoce das dificuldades de linguagem a partir do que conhece da criança e do seu entendimento do que é a linguagem e as suas dificuldades, complementados pela experiência que vai acumulando através da prática docente .
sinais de alerta exteriores:
Respira só pela boca?
Baba-se muito?
Mastiga de boca aberta?
Pede muitas vezes para repetir? (ah?, o quê?)
Troca sons semelhantes na escrita? (t/d, c/g, b/p,...)

Os pais devem agir naturalmente em relação a este tema, a pressa ou ansiedade transmitida às crianças poderão ser uma barreira.

A aquisição da linguagem deve ser feita por experiências positivas.
Apesar de sabermos o papel da imitação, no processo de aquisição da linguagem, é importante que isso aconteça de forma natural, para que a criança tire o máximo prazer em verbalizar. Para além do prazer, é importante a criança sentir que tem algo a ganhar(satisfazer as suas necessidades, desejos ou pura brincadeira).

Os pais são o maior modelo para a criança. Por este motivo, é fundamental falar adequadamente com os filhos. Não os “imitar”, não inventar um vocabulário que só os próprios compreendem.
Como é que posso ajudar o meu filho a falar mais?

Neste caso, torna-se de extrema importância realizar um despiste, ainda antes da entrada para a escola.
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