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Hérnias Discais-Tratamento

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Webster Vitoria

on 17 October 2013

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Transcript of Hérnias Discais-Tratamento

Lombalgia

Neurologia
Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais
Compressão do disco intervertebral.

Mais comum entre:
L4-
L5
: Dor na face ântero-lateral do membro inferior(principalmente na perna) até o dorso do pé(3 artelho mediais),
causando dificuldade em dorsiflexão dos artelhos.

L5-
S1
: Dor distribuída pela face posterior do membro inferior, com déficit da região plantar e ao nível do 5º dedo (Paciente não consegue se apoiar sobre o calcâneo)

1-Deyo RA, Phillips WR. Low back pain. A primary care challenge. Spine 1996; 21:2826-32;
2. Cecin HA. Proposição de uma reserva anatomofuncional, no canal raquidiano,
como fator interferente na fisiopatologia das lombalgias e lombociatalgias mecânicodegenerativas. Rev Assoc Med Bras 1997; 43:295-310.
3. Nachemson AL. Newest knowledge of low back pain. A critical look. Clin Orthop
1992; 279:8-20.
4. Sheon RP, et al. Soft tissue rheumatic pain. 3rd ed.; 1996. p. 391.
5. Bigos SJ, Battie MC, Spengler DM, et al. prospective study of work perceptions and psychosocial factors affecting the report of back injury. Spine 1991; 16:1-6.
6. Leboeuf-Y de C, Kyvik KO, Bruun NH. Low back pain and lifestyle. Part II. Obesity.
Information from a population-based sample of 29, 424 twin subjects. Spine 1999;
24:779-83.
7. Deyo RA, Bass JE. Lifestyle and low-back pain. The influence of smoking and obesity. Spine 1989; 14:501-6.
8. Cecin HA. et al. Dor lombar e trabalho pesado: aspectos epidemiológicos. Rev Bras Reumatol 1992; 32:157-62.
9. Leino P, Magni G. Depressive and distress symptoms as predictors of low backpain, neck-shoulder pain, and other musculoskeletal morbidity: a 10 years followup of metal industry employees. Pain 1993; 53:89-94.
10. Netter, FH. Atlas of human anatomy. 5ª ed. Elsevier 2013.
11. http://www.giulianobarretto.com.br – acessado em 13/10/2013

Bibliografia
Estenose do Canal Raquidiano
Estenose do Canal Raquidiano
Manifesta-se com dificuldade para a marcha associada a dor lombar e em membros inferiores (o paciente refere dor ao caminhar uma certa distância e melhora ao interromper a marcha).


Os distúrbios esfincterianos podem estar presentes.O diagnóstico é confirmado por raio-x, tomografia computadorizada e ressonância magnética de coluna lombar.


O tratamento cirúrgico consiste na retirada dos elementos que levam à redução do canal vertebral lombar.

Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais - Sintomas

Hérnias Discais – Protrusão Medial
Hérnias Discais – Protrusão Lateral
Hérnias Discais
Compressão do disco intervertebral.

Mais comum entre:

L4-
L5
: Dor na face ântero-lateral do membro inferior(principalmente na perna) até o dorso
do pé(3 artelho mediais), causando dificuldade em dorsiflexão dos artelhos.

L5-
S1
: Dor distribuída pela face posterior do membro inferior, com déficit da região plantar e ao nível do 5º dedo (Paciente não consegue se apoiar sobre o calcâneo)

Hérnias Discais
Espondilolistese
O termo espondilolistese significa o escorregamento de uma vértebra sobre a outra mais próxima.

Este escorregamento ou predisposição para o mesmo pode ter várias causas.


A mais comum é a congênita (relacionadas a defeitos da coluna ao nascimento) e a degenerativa (provocada por desgaste das articulações e transtornos dos discos intervertebrais, mais comum em mulheres acima de 50 anos).

Espondilolistese
Maioria dos casos: instalação progressiva do quadro
clínico nos 12 meses. Próximos 12 meses + lenta.
Estabilidade após esse tempo - LESS/TURNER 1963

Pior prognóstico: na 1a. avaliação, há sinais neurológicos
severos. Segundo fator da piora prognóstica é o estado
da gravidade da doença em relação a idade do paciente
–– implicações vasculares - IRVINE 1965

Piora da espondilose (imagem): sem relação direta com
piora clínica. Prognóstico cirúrgico está diretamente
ligado com grau de comprometimento neurológico e
Idade - NURICK 1972

Mielopatias
São um grupo de doenças que comprometem a medula espinhal, podendo provocar perda gradual dos movimentos do corpo.

No caso de Mielopatias Espondilóticas, segundo Nurick podemos classificá-las em:

• Grau 0: Sinais e sintomas de envolvimento da raiz mas sem evidência de doença na medula espinhal
• Grau 1: Sinais de doença na medula espinhal mas sem dificuldade de andar
• Grau 2: Leve dificuldade no andar que não impede um emprego de tempo integral
• Grau 3: Grave dificuldade no andar que requer assistência e impede emprego e ocupação de tempo integral
• Grau 4: Capacidade para andar somente com assistência ou com ajuda de um andador
• Grau 5: Confinamento a uma cadeira ou cama

Mielopatias
Lombalgias-Anamnese
Manobra de Valsalva

Manobra de Lasegue

Sinal das “pontas”

Sinal do “arco de corda”

Manobra de Romberg

Sinais de
alerta
para:

Síndrome da cauda equina:
anestesia em sela, disfunção da bexiga e déficit neurológico progressivo em MMII.

Tumor ou infecção

Fratura
Lombalgias
Coluna Lombar
Coluna Lombar
Monitoria de Neurologia
Ac. Webster de Oliveira Vitoria

Curso de Neurologia

Canal Estreito Lombar
Hérnias Discais-Tratamento
Hérnias Discais
Espondilolistese
Espondilolistese
Doença reumática crônico-degenerativa de maior incidência mundial.

Espondilose
A dor lombar constitui uma causa freqüente devmorbidade e incapacidade, sendo sobrepujada apenas pela cefaléia na escala
dos distúrbios dolorosos que afetam o homem.

No entanto, em atendimento primário por médicos não-especialistas, para apenas 15% das lombalgias e lombociatalgias, se encontra
uma causa específica.


As dificuldades do estudo e da abordagem das lombalgias e lombociatalgias decorrem de vários fatores, dentre os quais,
podem ser mencionados a inexistência de uma fidedigna correlação entre os achados clínicos e os de imagem.
Coluna Lombar
Mielopatias
Ac. Webster de Oliveira Vitoria

Prof. Rudá Alessi
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