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Tumores formadores de tecido ósseo

Tumores formadores de tecido ósseo
by

Juliana Buarque

on 18 May 2010

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Transcript of Tumores formadores de tecido ósseo

Tumores Formadores de Tecido Ósseo Osteoma osteóide e Osteoblastoma lesão osteoblástica
benigna ativa
pequeno tamanho (<1,5cm)
bordos claramente delimitados
zona periférica de neoformação óssea reativa
tecido celular muito vascularizado
osso imaturo e tecido osteóide
Osteoma osteóide Osteoblastoma Osteoma osteóide da tíbia. Radiografias de frente (A) e
perfil (B), mostrando o nicho e a esclerose reacional. Características diáfises dos ossos longos (tíbia e fêmur)
tumefação, sensibilidade, eritema e endurecimento
adolescentes e adultos jovens
Lesão dolorosa - fibras nervosas no tumor
Não parece aumentar de volume



Diagnóstico raio-X
cintilografia óssea
tomografia computadorizada
ressonância magnética Radiografia (A), mapeamento (B) e tomografia (C) de
um osteoma osteóide de tíbia, onde se evidencia na
tomografia o nicho rádio-transparente rodeado por uma área de esclerose reacional. Osteoma osteóide da região proximal do fêmur de uma criança de 8 anos de idade. Note na radiografia (A) e na
tomografia (B) a presença do nicho osteolítico na metáfise proximal do fêmur. Em (C) na peça e em (D) na radiografia da peça cirúrgica evidencia-se o nicho do osteoma osteóide ao lado da área de esclerose reacional. Lesão benigna
maior que 1,5 cm
ausência de uma zona periférica
agressivo
Características indivíduos na infância e na adolescência
Acomete: vértebras, ilíaco, costelas, mãos e pés.
Pouco doloroso
lesão pode sugerir um tumor ósseo maligno
Diagnóstico raio-X
cintilografia óssea
tomografia computadorizada
ressonância magnética Radiografia da mão, mostrando um osteoblastoma na falange proximal
do III dedo. Radiografia de frente (A) e perfil (B) da coluna cervical de um paciente portador de um osteoblastoma da 6ª vértebra cervical. Note o adensamento ósseo evidenciado na radiografia e na tomografia (C). Osteossarcoma Tumor mesenquimal maligno - células cancerosas produzem matriz óssea;

20% dos cânceres ósseos primários;

Pacientes com menos de 20 anos de idade (75%);

Idosos - doença de Paget, infartos ósseos, irradiação prévia.
Osteosarcoma Principais locais de origem dos osteossarcomas.
Patogênese Mutações genéticas

Retinoblastomas hereditários

Gene RB

Locais de maior crescimento ósseo
Morfologia Subtipos:

Porção anatômica do osso de onde se origina intramedular, intracortical ou da superfície;

Grau de diferenciação;

Multicentricidade sincrônico ou metacrônico;

Primário ou secundário;

Variantes histológicos.
**Osteossarcoma da metáfise de ossos longos!

Macroscopicamente: tumores volumosos, arenosos, cinza-esbranquiçados, áreas de hemorragia, degeneração cística.

Microscopicamente: Grandes núcleos hipercromáticos.
Morfologia Características Clínicas Massas dolorosas e de dilatação progressiva

Fratura súbita do osso

Triângulo de Codman
26. Osteosarcoma

(A) Note o osso maligno (Tu) invadindo a medula óssea (MO) ao lado das trabéculas
ósseas existentes (TO).
(B) Osteóide imaturo (OSt) produzido pelas células osteoblásticas malignas (OM) e a
presença de várias células mesenquimais de aspecto bizarro (setas);
(C) Osteóide imaturo (ost) produzido pelos osteoblastos atípicos (setas);
(D) Osteossarcoma justacortical. Note as ilhas ósseas normais (IO) ao laso do estroma
fibroso. Note a grande diferença histológica com o osteossarcoma central. Radiografia do fêmur, de frente (a) e de perfil (b), de uma criança portadora de osteossarcoma.
Note metátase salteada ("skip metastasis") na região proximal da diáfise do fêmur. Radiografia mostrando o triangulo
de Codman em um osteossarcoma da
extremidade distal do fêmur. Radiografia de frente (A) e ressonância magnética (B)
de um paciente portador de osteossarcoma na extremidade
proximal da tíbia. Note a invasão extracortical bem vi-
sibilizada na ressonância, assim como o comprometimento
da epífise atráves da placa fisária. TUMORES ÓSSEOS
Tumores formadores de ossos A Santa Casa de São Paulo foi a pioneira na dedicação
ao tratamento desta doença e na formação de outros pro-
fissionais, na busca de melhores resultados clínicos e funcionais.
O QUE SÃO TUMORES ÓSSEOS?
Proliferações(crescimento) de células anormais nos ossos.
Podem ser não cancerosos (benignos) ou cancerosos (malignos).
Primários ou Metastáticos.
A dor óssea é o sintoma mais comum desse tipo de tumor.
Pode ser observada uma massa ou uma tumefação.
Epidemiologia Fatores causais dos tumores ósseos são desconhecidos.
Acomete mais indivíduos na infância, na adolescência e adultos jovens.
O sexo masculino é mais acometido
Corresponde 1% a 1,5% de todos os tipos de câncer.
Gráfico 1 - Distribuição das neoplasias malignas de osso, segundo faixa etária
e sexo. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, janeiro/2000 a setembro/2005.
Tumores formadores de ossos Produção de ossos pelas células neoplásicas;
Geralmente com mineralização variável.
BENIGNOS

OSTEOMA
OSTEOMA OSTEÓIDE
OSTEOBLASTOMA
MALIGNOS

OSTOSSARCOMA
Osteoma Osteoma Formado por tecido ósseo maduro, diferenciado, com estrutura predominantemente laminar.
Aparece no crânio
Possui evolução lenta
Assintomático quando se origina na tábua externa
Nas cavidades, provoca obstrução, retenção de secreção e infecção.
Possui duas variedades anatômicas: Osteoma esponjoso e fibroma ossificante e osteoma ebúrneo.
Constitui a síndrome de Gardner quando múltiplo e associado à polipose familial do cólon.
Sintomas Dor facial, frontal ou cefaléia (70% dos pacientes)
Sintomas compressivos (relacionados com o crescimento do tumor:
Crescimento anterior (10% a 38% dos pacientes)
Extensão posterior:Proptose, diplopia, exoftalmia, amaurose fugaz, Síndrome de Brown Adquirida
Extensão inferior: Diminuição da acuidade visual
Outros sinais: abscesso cerebral, fístula liquórica e pneumoencéfalo com manifestações centrais de demência, meningites, crise convulsiva e hemiparesia.
Sinusite (independente da sua localização) é encontrada em aproximadamente 22% dos casos.
Radiografias do Osteoma Radiografias do Osteoma Radiografias do Osteoma Radiografias do Osteoma Grupo: Camila Paulino Carlanne Lacerda Eduarda Wandeveld Juliana Buarque Larissa Brianni COMO É O PLANO DE TRATAMENTO ? Para se tratar o câncer ósseo e de partes moles é necessário uma equipe multidisciplinar:
médicos (incluindo oncologistas clínicos),
radioterapêutas,
radiologistas,
ortopedista
oncológico,
fisioterapeutas oncológicos
enfermeiros especializados em oncologia.
O tempo exato do tratamento ???

OBS:Todos os pacientes devem ser considerados para quimioterapia, radioterapia e cirurgia.
O sucesso do procedimento do salvamento consiste em 3 planos cirúrgicos:
Ressecção de tumor.
Reconstrução do esqueleto.
Transferência de músculos e outros tecidos.
Tratamento QUIMIOTERAPIA- Tratamento do câncer quando envolve o uso de um, ou de um grupo de medicamentos que são usados para matar as células, as quais estão se dividindo rapidamente. A quimioterapia é usada somente para tumores malígnos de alto grau.

QUIMIOTERAPIA PRÉ-OPERATÓRIA (INDUÇÃO)

a) Freqüentemente a quimioterapia é aplicada antes da remoção cirúrgica do tumor para "matar" o tumor e diminuir o seu tamanho.
b) Diminui o tamanho da cirurgia e através desta permite o salvamento de um membro de forma mais segura. (diminuir a recidiva do tumor porque diminui as “raízes”do tumor nos tecidos normais).
c) Após a remoção cirúrgica a quimioterapia é aplicada para "matar" qualquer tumor microscópico ou célula que possa existir na corrente sangüínea do paciente. Este tratamento é essencial para prevenir a extensão do tumor de onde ele nasceu para outros locais. (metástases).
- A radiação terapêutica libera cuidadosamente uma quantidade calculada de radiação, somente para o tumor e áreas do corpo onde há doença. As radiações em altas doses matam especificamente células cancerosas e ajuda no controle local da doença.

- A chave para a cirurgia de preservação é o correto diagnóstico através da biópsia adequada da massa tumoral. É muito importante a técnica usada para realizar a biópsia porque a má técnica pode disseminar o tumor. O objetivo desta técnica é preservar a função após a remoção completa do tumor

OBS:Hoje a amputação é rara, menos de 5% dos pacientes requerem uma amputação, geralmente para os casos que chegam tarde.
RADIOTERAPIA CIRURGIA DE PRESERVAÇÃO DE MEMBROS PROGNÓSTICO O prognóstico é bom, podendo haver cura com a evolução natural ou com a cirurgia. As recorrências podem acontecer nos pacientes submetidos a cirurgias intracapsulares ou marginais. Fisioterapia em atuação Fisioterapia oncológica- qualidade de vida dada ao paciente durante e após o tratamento oncológico.
A preocupação da fisioterapia não é focal, mas sistêmica. Ou seja, não se preocupa apenas com o local afetado pelo câncer, mas com a repercussão do problema em todo o organismo da pessoa, além da sua auto-estima e qualidade de vida. A principal meta da fisioterapia oncológica é mostrar ao paciente a necessidade de retomar as atividades diárias e oferecer a ele condições para isso.
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