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História da Alimentação da Roma e Grécia Antiga

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Luiza Dozol

on 13 November 2012

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A História da Alimentação na
Roma Antiga e na Grécia Antiga Roma Roma foi um dos maiores impérios constituídos na antiguidade
Ela contou com a influência de diferentes culturas e etnias.
Povos que contribuiram para sua origem: etruscos, úmbrios, latinos, sabinos, samnitas e gregos.
É provável que a cidade tenha surgido de um forte erguido pelos habitantes do Lácio (latinos e sabinos) para defender-se dos etruscos, que dominavam parte da península Itálica.
Roma surgiu no topo do monete Palatino e se expandiu gradualmente pelos outros seis montes vizinhos, o Esquilino, o Célio, o Quirinal, o Viminal, o Capitolino e o Aventino.
A cidade não parou de crescer ao longo dos séculos. Costumes e cultura Os romanos levavam uma vida simples trabalhando no campo e alimentavam-se de
sua própria produção.
A família era uma instituição sagrada e seu
chefe tinha poder e direitos ilimitados sobre a mulher, os filhos, os escravos e os bens.
A religião - baseada no culto aos antepassados e a uma multidão de deuses Com a conquista da Arábia e da Índia, o açúcar foi inserido na alimentação, muitas vezes substituindo o mel por conta de sua manipulação mais simples.
O Fogo em sua cultura era tido como purificador de todas as coisas.
O dia tinha duas refeições principais:
O prandium - que tinha como objetivo encher o estomago para o sustento durante o negotium (horas do dia destinadas ao trabalho)
A cena, consumida durante o otium (horas do dia destinadas ao lazer e prazer).
A medida que o império crescia e com a decadência dos costumes, o luxo e extravagância tornaram-se características da cozinha romana Economia A economia romana era baseada em atividades agrárias e pastoris.
A sociedade se dividia em:
PATRICIOS - proprietários da terra, eram o grupo dominante.
CLIENTES - os mais pobres que prestavam serviços.
PLEBEUS - grupo que não pertencia ao clã. Formado por artesãos, comerciantes, estrangeiros e pequenos proprietários de lotes pouco férteis. Cidadania e Direito Para Roma, o Estado estava acima de tudo e quem
estivesse a serviço da republica deveria respeitar os
deuses, ser leal e corajoso e ambicionar a glória.
A vida do cidadão era regulamentada por leis,
que podiam dizer respeito aos negócios do
Estado e às relações entre famílias e
particulares. A Grécia Antiga nunca foi
um Estado unificado com governo
único. Era um conjunto de cidades-Estado independentes entre si, cada uma delas
desenvolveu seu próprio sistema de governo,
suas leis, seu calendário, sua moeda.
Os gregos tinham conflitos e diferenças entre si,
mas muitos elementos culturais em comum. Falavam
a mesma língua) e tinham uma religião comum, que se manifestava na crença nos mesmos deuses.
Em função disso, reconheciam-se como helenos
e chamavam de bárbaros os estrangeiros
que não falavam sua língua e não tinham
seus costumes, ou seja, os povos que
não pertenciam ao mundo grego. A alimentação romana Grécia Antiga A cultura da Grécia
Antiga é considerada a base da cultura da civilização ocidental.
A cultura grega exerceu poderosa influência sobre os romanos

A civilização grega antiga teve influência na linguagem, na política, no sistema educacional, na filosofia, na ciência, na tecnologia, na arte e na arquitetura moderna. Fundamentada nos elementos da terra, os alimentos eram divididos em fruges (vegetais) e em percudes (alimentos animais ligados à prática de sacrifício).
A alimentação vegetariana era tida como a que mais agradava aos deuses, por sua simplicidade e a ausência de contra-indicações.
O consumo da carne de sacrifício identificava os membros civilizados da sociedade.
Para a maioria da população, a alimentação consistia em uma sopa de aveia com carne e pão chamada de puls ou pulmentum, uma espécie de polenta, suplementada por nabos, azeitonas, feijão, figos, queijo e as vezes porco Além disso, com o
crescimento do império, houve
também aumento no número de iguarias apresentadas, onde estas quanto mais exóticas e raras, mais apreciadas eram.
Incluíam crista de galo, testículos de animais diversos, tromba de elefante. A alimentação Grega A carne animal era valorizada, mas consumida raramente, por ser utilizada principalmente durante os rituais.
A gastronomia grega desenvolveu-se a partir da prática do sacrifício, onde a carne era partida
em partes iguais e assadas, sendo
oferecidas primeiramente aos deuses
e depois consumidas pelos
presentes. A gastronomia grega
desenvolveu-se a partir da prática do sacrifício, onde a carne era partida em
partes iguais e assadas, sendo oferecidas primeiramente aos deuses e depois consumidas pelos presentes. Após a invenção do caldeirão, os peixes e carnes passaram a ser cozidos. Os gregos também passaram a utilizar vários produtos para realçar o gosto de alimentos: o sal, o mel e várias ervas aromáticas.
Os gregos organizavam os seus banquetes com fins sociais e religiosos, atribuindo aos seus participantes de um caráter sacerdotal. Os participantes deviam trajar roupas brancas, e ao ingressar no local, devia tirar seus calçados, e tomar seus
lugares para o inicio das adorações aos deuses Os banquetes consistiam em um sacrifício seguidos da refeição e do simpósio.

A tradição grega prega que um servo não tem dois reis, ou seja, enquanto se comia não se bebia nem se conversava.

Eles comiam quase em silêncio, para não perder a sintonia do sabor em suas bocas.

Todas as conversas eram guardadas para o simpósio, onde havia muito vinho, música e danças. O banquete e o simpósio eram momentos distintos de um mesmo evento, já que se durante o banquete imperava o silêncio, durante o simpósio ocorriam todas as conversas e diversões. Alunas:

Luiza Dozol Pires
Natalia Lehmkuhl
Gabriela Dutra
Izabella de Souza
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