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A ética de Kant

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Inês Bernardino

on 17 February 2014

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Transcript of A ética de Kant

A ética de Kant
Kant formúla o Imperativo categórico de maneiras bastante diferentes
Resumindo
A boa vontade
Tipos de deveres
O Imperativo Categórico

A Fórmula da Lei Universal
A Fórmula da Humanidade
Autonomia

Boa vontade
Perspetiva do que é bom ou valioso
Neste mundo e também até fora dele, nada é possível pensar que possa ser considerado como bom sem limitação, a não ser uma só coisa: uma
boa vontade
.
A boa vontade...
...tem valor intrínseco
...é a única coisa que tem valor incondicional
...é boa em todas e quaisquer circunstâncias
Felicidade
A felicidade é boa mas apenas na condição de ser merecida.
Merecemos ser felizes se tivermos uma boa vontade
O que é exatamente ter uma boa vontade?
Vários tipos de ações:
Ações contrárias ao dever
Ações em mera conformidade com o dever
Ações realizadas por dever
Tipos de deveres
Deveres morais, quais são?
Diferença entre deveres perfeitos e imperfeitos?
Deveres perfeitos na negativa, pois são proibições morais absolutas.
Por existirem deveres perfeitos, a ética de Kant é um exemplo de deontologia absolutista.
Deveres imperfeitos dizem que há certos fins obrigatórios.
Não devemos apenas respeitar os direitos negativos dos outros, cumprindo apenas os deveres perfeitos.
Devemos preocupar-nos com o bem-estar dos outros.
A esse fim chamamos benificiência.
Os deveres perfeitos têm prioridade sobre os imperfeitos.
Não é aceitável fazer uma promessa enganadora de modo a auxiliar alguém.
O Imperativo Categórico
Qual o fundamento dos nossos deveres?
Todos os nossos deveres se justificam a partir de um dever básico.
A lei sobre a qual se fundamentam todos os nossos deveres chama-se Imperativo Categórico.
Imperativo hipotético
Escolhe os meios adequados para os teus fins-ou então modifica os teus fins.
A Fórmula Da Lei Universal
Age apenas segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que ela se torne lei universal.
Segundo Kant, nunca poderíamos querer que todos seguissem a máxima.
Imaginemos uma pessoa que pondera pedir dinheiro emprestado, sabendo que depois não conseguirá pagar a divida no prazo combinado.
A máxima deste agente seria:
Uma máxima é a maneira de como a pessoa age numa certa ocasião, devemos agir segundo máximas que queiramos universializar, ou seja, que queiramos que todos os agentes sigam.
Faz promessas enganadoras
Para aplicar a fórmula da Lei Universal teriamos de nos interrogar se poderíamos querer que todos os agentes a seguissem.
Se as pessoas começassem a fazer promessas enganadoras sempre que lhe apetecesse, depressa deixariam de confiar umas nas outras.
A prática de fazer promessas dessas desapareceria, pois só pode existir enquanto houver confiança das pessoas umas nas outras.
Seria impossivel todos fazerem promessas sem a intenção de as cumprir.
Sendo assim não podemos querer a universalização desta máxima.
Segundo Kant, esta é uma máxima egoísta.
Seria possível todos viverem segundo esta máxima. Uma sociedade de pessoas egoístas é perfeitamente concebivel.
A Fórmula da Humanidade
Imaginemos uma pessoa rica e que não se preocupa nada com com as necessidades dos mais desfavorecidos.

Vive sem contribuir para a felicidade dos outros
Embora não prejudicando ninguém, também não ajuda, podendo fazê-lo sem grande sacrificio.
A máxima deste agente seria a seguinte:
Para aplicar a fórmula da Lei Universal teriamos de nos interrogar se poderíamos querer que todos os agentes a seguissem.
Mas um dia, mesmo muito afortunada que essa pessoa seja, pode vir a precisar desesperadamente de ajuda.
Segundo Kant, nenhum de nós quererá que a máxima do egoísmo seja uma lei universal. Temos então o dever de ajudar os outros.
As ações moralmente certas são racionais
Para agirmos de forma racional, temos de adoptar um determinado fim: a humanidade.
O nosso fim será ter respeito pelo ser humano enquanto agente racional, ou seja, enquanto pessoa.
Segundo isto, Kant exprime o Imperativo Categórico da seguinte forma:
Segundo isto, Kant exprime o Imperativo Categórico da seguinte forma:
Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.
Fórmula da Humanidade
Este principio leva às mesmas conclusões práticas que a Lei Universal.
Quem recusa sistemáticamente auxiliar não está a tratar os outros como fins, mas sim como "coisas", como se a sua felicidade não importasse.
Respeita as pessoas tratando-as como fins e nunca como meros meios.
Imaginemos uma pessoa que pondera pedir dinheiro emprestado, sabendo que depois não conseguirá pagar a divida no prazo combinado.
Promessa enganadora
A pessoa que pediu o dinheiro está a tratar a pessoa como um meio. Está a enganá-la para atingir os seus objetivos.
Esta fórmula também conduz ao dever de não enganar.
Imaginemos uma pessoa rica e que não se preocupa nada com com as necessidades dos mais desfavorecidos.
Fórmula da Humanidade
Respeita as pessoas tratando-as como fins e nunca como meros meios.
Este principio leva às mesmas conclusões práticas que a Lei Universal.
Vive sem contribuir para a felicidade dos outros.
A pessoa rica não está a tratar ninguém como meio, mas a Fórmula da Humanidade exige que tratemos as pessoas como fins.
Esta fórmula também conduz ao dever de beneficiência.
Autonomia
Kant defende que Deus não é o legislador da lei moral fundamental, o Imperativo Categórico.
Os legisladores da lei moral somos nós mesmos, agentes racionais.
A lei moral resulta da nossa autonomia
A autonomia opôe-se à heteronomia
Quem considera a lei moral como heterónoma julga que os deveres morais são imposições exteriores à nossa racionalidade, e isso é um erro, segundo Kant.
Autonomia
O dever de não mentir
É a sujeição do individuo à vontade de outros, de uma coletividade.
A isto opôe-se a autonomia.
Temos este dever não pela sociedade ou por Deus o determinar, mas sim por se fundamentar no Imperativo categórico, que é um principio que vamos buscar á nossa própria razão
A verdadeira liberdade consiste em não haver constrangimentos quando agimos, em agir com autonomia.
Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.
Resumindo
Fórmula da lei Universal
Age apenas segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que ela se torne lei universal.
Fórmula da Humanidade
Autonomia
A verdadeira liberdade consiste em não haver constrangimentos quando agimos, em agir com autonomia.
Questões
Trabalho elaborado por:
Inês Bernardino
Tiago Alves
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