Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

CIÊNCIA DO TREINAMENTO ESPORTIVO - Adaptações Musculares ao Treinamento de Força

No description
by

Fabiano Soares

on 25 February 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of CIÊNCIA DO TREINAMENTO ESPORTIVO - Adaptações Musculares ao Treinamento de Força

PLASTICIDADE MUSCULAR
Adaptação Muscular ao Treinamento de Força
Um treinamento sistematizado
sempre
resulta em certas adaptações
moleculares
e
fisiológicas
no tecido muscular que podem, posteriormente, ser refletidas em modificações
morfofuncionais
.
Adaptação ao Treinamento
As pessoas realizam no dia-a-dia
diferentes
atividades (correr, andar, ficar parado durante horas, tarefas minuciosas, etc.), isso reflete a
diversidade
das nossas fibras musculares;
Diversidade de Fibras
Ganhos de força são iniciados por mudanças no
padrão de recrutamento
das unidades motoras e pelo
sincronismo
das unidades motoras durante a ação contrátil.
Adaptações Neurais
Adaptações Longitudinais
Alterações Bioquímicas
Há tantos métodos de
treinamento
quanto há de
praticantes
;
MÉTODOS DE TREINO
O princípio é simples
Se um músculo encontra uma
solicitação
, para a qual ele não está preparado, ele busca se
adaptar
ao agente estressor:
As fibras podem ser classificadas de acordo com suas propriedades
morfológicas
,
contráteis
e
metabólicas
.
O sistema de alavancas do corpo humano foi desenhado mais para velocidade e amplitude de movimento do que para força.
Além disso...
Diminuição
do recrutamento da musculatura antagonista;
Aumento da
coordenação
intra e intermuscular.
DOMÍNIO NUCLEAR E HIPERTROFIA
Os eventos que normalmente ocasionam a
ativação
das CS são:
trauma muscular
,
lesão
induzida pelo
exercício
físico,
alongamento
crônico, entre outros;
As células satélite ativas se
incorporam
às fibras danificadas ajudando na
síntese
protéica;
Moléculas de
IGF-1
,
GH
e
testosterona
sinalizam esta ação;
Os treinos de força estimulam os
motoneurônios
a liberarem fatores que induzem sua proliferação.
Cada praticante, após algum tempo de prática,
adapta
técnicas, métodos e exercícios de acordo com suas reações
pessoais
, potencial
genético
,
idade
,
objetivos
ou grau de
condicionamento
;
Qualquer
método produz efeitos
positivos
, desde que
intensidade
seja adequada e o
desgaste
não seja superior a recuperação de cada um (efeito
anabólico
).
múltiplas séries
pirâmide crescente
pirâmide decrescente
pirãmide truncada
bi-set
tri-set
super série
exaustão
pré-exaustão
negativo
blitz
roubada
superlento
repetição forçada
etc...
“Para estimular o sistema neuromuscular para
adaptação
que conduzem ao aumento da
força
e da
potência
musculares, o treinamento deve ser realizado de forma a submeter o sistema a cargas
maiores
do que aquelas com que ele está acostumado. Isso é denominado de
sobrecarga progressiva
e, em termos de desenvolvimento de força, traduz-se e, utilizar os músculos do corpo para exercer forças em sua potência
máxima
ou
quase máxima
. O sistema neuromuscular se adapta ao treinamento com aumento no
tamanho
do músculo, aumento da
coordenação dos agonistas
, melhor
recrutamento das unidades motoras
e, em altas frequências de ativação, redução na
co-contração
dos antagonistas, e o resultado é um aumento da força”. (KRAMAER e HAKKINEN,2004, p. 26)

Torna-se mais
forte
Torna-se
maior
Metabolismo

Morfologia

Miosina ATPase

V.de Contração
Característica
Tipo de Fibra
Oxidat.
Oxidat./Glicol.
Glicol.
Vermelha
Intermediária
Branca
Tipo I
Tipo IIa
Tipo IIb
Lenta
Rápida
Rápida
Existe um
equilíbrio
entre impulsos
excitatórios
e
inibitórios
.
Os impulsos inibitórios são importantes para evitar
lesões
nos tecidos conjuntivos e ossos decorrentes de uma ação muscular
máxima
.
Portanto, o ganho de força é parcialmente explicado pela habilidade de
recrutar mais
unidades motoras e de reduzir os impulsos inibitórios.
Adaptações de tendões e ossos ao treinamento, ajudam nesse processo.
Aumento nas concentrações de
creatina
muscular (39%),
fosfocreatina
(22%), ATP (18%) e
glicogênio
muscular (66%);
Pouco
o
nenhum
aumento nas enzimas
glicolíticas
;
Pequenos, mas
significativos
, aumentos nas atividades
enzimáticas
das vias
oxidativas
;
Não há interconvecção das fibras Tipo I para Tipo II;
Diminuição
na concentração de
mitocôndrias
, devido a aumento nos tamanhos das miofriblilas e no volume sarcoplasmático;
Hipertrofia
seletiva
nas fibras do Tipo II.
Hipertrofia e Hiperplasia
A
hipertrofia
da fibra muscular ocorre devido à resposta de
adaptação
à uma sobrecarga
mecânica
e reflete o aumento na taxa de
síntese
de mioproteínas
contráteis
e não
contráteis
, podendo ocorrer tanto
radial
(secção transversa) quanto
longitudinalmente
(comprimento);
O aumento da taxa de síntese é acompanhado pela
diminuição
na taxa de
degradação
de mioproteínas;
A
hiperplasia
(duplicação da fibra muscular) é um processo ainda
controverso
. Já foi observada em animais, mas em seres humanos uma fibra pode alcançar vários
centímetros
de comprimento (sartório), tornando difícil de imaginar a
duplicação
de uma fibra tão
longa
;
O que já foi comprovado, de fato, é a
fragmentação
de fibras
danificadas
em exercícios muito vigorosos, que acarreta a sua duplicação apenas em um
pequeno
segmento. Portanto, a
hiperplasia
não contribui para o processo hipertrófico em seres humanos.
Cada núcleo da célula muscular é responsável por um determinado
volume
de sarcoplasma;
Essa proporção é mantida
constante
mesmo com a
hipertrofia
miofibrilar;
O aumento de
núcleos
irá aumentar a síntese das mioproteínas contráteis e não contráteis e representa cerca de
25%
da hipertrofia observada.
Após os estímulos iniciais do treinamento com pesos, que acarreta aumento na síntese de mioproteína, ocorre a proliferação de células precursoras miogênicas chamadas de
células satélite
(CS);
A síntese de mioproteína inicia após o
primeiro
treino, já a
proliferação
ce CS aguarda a
manutenção
dos estímulos para
incorporação
de núcleos à célula muscular treinada;
Uma vez incorporados, estes novos nécleos
permanecerão
na célula mesmo após cessar o estímulo;
Isso traz vantagens:
redução
da atrofia pela falta de estímulo motor e resposta mais
eficiente
ao retorno à atividade física após um período de inatividade.
a) O músculo adapta-se a alterações em seu
comprimento
por meio da regulação do
número
de sarcômeros em série (WILLIAMS, 1990);
b) A posição (encurtada ou alongada) em que o músculo é
mantido
é fator determinante na
regulação
do número de sarcômeros em série (diminuindo ou aumentando, respectivamente);
c) Embora adaptação das fibras musculares acorra tanto em posição de
encurtamento
como de
alongamento
a resposta em relação ao número de sarcômeros é mais intensa na posição encurtada (redução de
40%
do número de sarcômeros em série) do que na posição alongada (aumento de
20%
no número de sarcômero em série);
d) O grau de
atrofia
muscular observado durante a imobilização depende a
posição
de imobilização e é maior no grupo encurtado;
e) A posição de alongamento, além de impedir o encurtamento e a atrofia musculares, ativa a
síntese protéica
e
adição
de sarcômeros em série;
“São frequêntes questões como por que determinados grupos musculares
encurtam-se
mais que outros; porque indivíduos submetidos a treinamento com exercícios contra-resistidos concêntricos apresentam
grandes
encurtamentos nos músculos hipertrofiados.” (p.4)
“Pode-se identificar, então, que o músculo retraído apresenta duas características básicas:
diminuição
dos números de sarcômeros em séries e aumento de tecido
conjuntivo
. Assim, foi possível entender por que os músculos mais encurtados têm menor
elasticidade
”.(p.8)
Salvini apud Marques (2000)
f) Ainda, a
manutenção
da posição alongada reduz a tensão passiva (GLEIM, 1997) que poderá proporcionar melhor
postura
e
redução
dos riscos de lesões musculo-articulares.
“Quando os componentes elásticos
paralelos
e em
série
se estiram durante a
contração
ativa ou
extensão
passiva de músculo,
tensão
é produzida e
energia
é armazenada; quando eles recuam com relaxamento muscular; esta energia é
liberada
”.

NORDIN, M & FRANKEL, V. H. (2003)
Manter o músculo em
prontidão
para realizar a
contração
, garantindo que a tensão seja produzida e transmitida
suavemente
durante contração;
O tecido conjuntivo muscular e os tendões são estruturas
viscoelásticas
importantes na contração e alongamento muscular;
COMPONENTES ELÁSTICOS EM PARALELO
COMPONENTES ELÁSTICOS EM SÉRIE
Absorção
de energia
proporcional
à razão da aplicação da força.
Prevenção de
sobrestresse
passivo dos Elementos Contráteis;
Permitem o
retorno
dos componentes
contráteis
à posição de repouso após a contração;
O
epimísio
,
perimísio
,
endomísio
e o
sarcolema
formam os componentes elásticos em
paralelo
aos componentes contráteis.
Os
tendões
formam os componentes elásticos em
série
aos componentes contráteis.
Full transcript