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Resenha: Raízes do Brasil

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by

Camila Luciano

on 5 December 2011

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Transcript of Resenha: Raízes do Brasil

Raízes do Brasil
Sérgio Buarque de Holanda
O Semeador e o Ladrilhador
Max Weber
Construção de cidades
Forte instrumento
de dominação
Max Weber:
Mundo Helenístico
Roma Imperial
China - tribo miaotse
Espanha
"Ordenanzas de descubrimiento nuevo y población" - 1563

Zelo urbanístico
Traço retilíneo

Cidades no interior
Clima
Segurança
Somente em caso de bons portos

Construção de Universidades
Queriam fazer da colônia um "prolongamento orgânico" da Espanha
Portugal
Vê a colônia como feitoria
"(...) a colônia é simples lugar de passagem"

Permanecem no litoral "arranhando as costas como caranguejos"
Comércio
Tupis

"Desleixo" português
A silhueta urbana segue a natural
Atualmente
Interior - local pouco habitado
Interiorização do Brasil
Paulistas
Bandeirantes
Modificaram o mapa do Tratado de Tordesilhas em busca de riquezas e escravos
Descoberta de ouro em
Minas Gerais
Maior fluxo de emigrantes do litoral para o interior
Trabalho e Aventura
Consequências da Colonização Portuguesa
Estrutura latifundiária

Modelo de colonização do tipo “aventureiro”

Mão-de-obra escrava
Entraves ao desenvolvimento das demais atividades econômicas
Engenho e os trabalhadores
Especial subdesenvolvimento dos ofícios (artesanato)
Causas:
Indústria caseira (engenhos)
Uso dos “negros de ganho”
Ideal do ganho fácil, sem herança do ofício
Reputação social (trabalho = degradação)
“Negros de ganho” nas cidades
Falta de associação entre os elementos empreendedores
Trabalhos de índole coletiva só eram realizados:
Em prol de atividades religiosas
Em “mutirões” : roceiros ajudam-se mutuamente
“Espírito da caninha” x “Amor ao trabalho”
Matrizes de Iguape e Itu, contruídas no séc. XVII.
A vida brasileira e a influência dos negros
Agregações sociais, lutas entre facções e famílias
Sociedade incoerente e amorfa

Valorização do afetivo, do irracional e do passional

Atrofia de características disciplinadoras e racionalizadoras
Dificuldades na organização política do país.
Debret: família brasileira
Bandeirantes
Descoberta do ouro
Influência como escravos: morosidade e simpatia
“Sinuosa até na violência, negadora de virtudes sociais, contemporizadora e narcotizante de qualquer energia realmente produtiva, a “moral das senzalas” veio a imperar na administração, na economia e nas crenças religiosas dos homens do tempo.” (HOLANDA, p. 62)
“A moral das senzalas”:
Influências culturais africanas
O malogro da experiência holandesa
Bandeiras do Brasil Holandês e da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais
Holandeses no Nordeste (1624 – 1654)
Tentativa de estabelecerem-se no Brasil (Bahia e Pernambuco)
Contrução da “Nova Holanda”
Mauristad : Recife sob o domínio de Maurício de Nassau
População urbana e cosmopolita, cidade bem estruturada
Demais cidades: modestos povoados rurais.
“Ao passo que em todo o resto do Brasil as cidades continuavam simples e pobres dependências rurais, a metrópole pernambucana ‘vivia por si.’” (HOLANDA, p. 63)
Maurício de Nassau e a Recife Holandesa.
Razões do fracasso da colonização flamenca:
Falta de colonos
Déficit de agregação entre cidade e engenho
Não souberam “prosperar conforme a terra”
Orgulho de raça
Calvinismo e idioma nórdico
(Frei Vicente do Salvador)
O Homem Cordial
Conflito Estado x Família
Família Estado => relação de oposição

Família: pessoal, particular
A reconquista da Bahia e Domingos Fernandes Calabar, símbolo da resistência luso-brasileira.
Estado: impessoal, geral
Crise de Transição entre modelos
Modelo antigo: Patriarcal, rural, colonial, familiar.
Modelo Novo: Industrial, urbano.
x
Crise:
Forte persistência dos valores rurais e coloniais.
Surgimento de conceitos “antifamiliares”
Nossa Revolução
x
Agitações Políticas
O Homem Cordial - Conceito
A abolição da escravatura foi o marco inicial da revolução??
Brasileiro típico
Cordial ≠ Gentil
Princesa Isabel
Do açúcar ao café
Declínio da produção agrária

Fortalecimento das cidades

Importância do café

Modelo das fazendas antes e depois de 1840
O aparelhamento do Estado
“Periferia sem centro”

Guerra do Paraguai
Política e Sociedade
Separação da vida política e social

Caudilhismo
Do latim, Cordialis: relativo ao coração
Revolução Vertical
Prioriza as relações afetivas, às impessoais
As revoluções brasileiras foram horizontais

Personalismo
Avesso a formalidades, busca avidamente
a informalidade
A democracia
Cordialismo

“A melhor ação é a que procura a maior felicidade para o maior número de indivíduos”. Jeremy Benthan
Fascismo e Comunismo
O Homem Cordial na sociedade
Visa sempre romper as barreiras da sociedade impessoal,
buscando a maior proximidade possível com o ambiente familiar
Tenta encurtar as distâncias, criar intimidade
Apoia-se na lógica dos favores
Novos Tempos
Utilização do primeiro nome
Finis Operantis
O Homem Cordial na religião

Informalidade inclusive no âmbito religioso


Apelidar santos: Santa Teresa de Lisieux => SantaTeresinha


Nos permite até deixar santos de castigo


Comparação com caso japonês: ritualismo visa dar mais rigor às condutas sociais


Religião perde sua principal função perante a sociedade: Criar uma moral social rigorosa
Santo Antônio de castigo
O Homem Cordial na política
As relações afetivas do ambiente familiar transbordam para a esfera pública
A lógica dos favores afeta fortemente o sistema administrativo brasileiro
Políticos tratam assuntos públicos como se fossem privados => Estado mais pessoal e menos burocrático
Benefício das elites em detrimento das classes mais baixas => Acentuação da desigualdade
Espanhol

Português
Ladrilhador

Semeador
Finis Operis
x
Finis Operantis

Aptidão para o social
O Sentido do Bacharelismo
Profissões liberais

“praga do bacharelismo”
Positivismo
A ideologia

Os Militares

O êxito do positivismo no Brasil
Hierarquia
As origens da Democracia: “Um mal entendido”
CAMILA EDUARDA LUCIANO
JÚLIA PIVA COSTA
LUCIANE CRISTINA BIGARAN
MARIANA HARUE TANIGUCHI NAGAHARA
MATEUS RIBEIRO DE AGUIAR GARCIA
MAURÍCIO REIS DO NASCIMENTO
RAFAEL BECKER MIRANDA
TAMARA RAMALHO MIGNOLI
VINÍCIUS NOBORU KURAMOTO

389153
389099
389129
388963
389293
389315
389226
389285
389145

Integrantes
Trabalho e Aventura
Maior missão histórica dos portugueses: Pioneirismo na conquista do trópico para civilização;

A exploração não ocorreu como um empreendimento metódico e racional.
Notas do Capítulo 4
1-Vida intelectual na América Espanhola e no Brasil
2-A Língua-Geral em São Paulo
3-Aversão as virtudes econômicas
4-Natureza e arte
Vida intelectual na América Espanhola e no Brasil
América Espanhola
Na colonização o espírito aventureiro e as suas façanhas ajudaram os portugueses a encontrar nosso continente, tendo o espírito trabalhador papel quase nulo.
AVENTUREIRO X TRABALHADOR
x
Brasil
Graduados (1775-1821)

Preocupa-se com o objeto final, com o resultado e não com o processo intermediário;

Enxerga o mundo sem fronteiras, vivendo dos “horizontes distantes”;

São audaciosos, irresponsáveis e instáveis;

Conquistam sua recompensa de forma rápida.
América Espanhola: diplomados

México: bacharéis doutores

Brasil: diplomados
150 000
7850

Preocupa-se com o que deve ser feito pra chegar ao resultado;

É esforçado, persistente e enxerga o mundo de forma limitada;

Prezam pela segurança e estabilidade.
473
720
Herança Rural
Base fora dos meios urbanos

Civilização de raízes rurais e não agrícola

Fazendeiros escravocratas monopolizavam a política
Além de Portugal e Espanha, temos o exemplo da Inglaterra com seu espírito aventureiro. Apesar do seu surto industrial criar a idéia de serem trabalhadores, a verdade é que o típico inglês não é industrioso.
A Imprensa
1535: Já se imprimiam livros na Cidade do México
1584: Surge a primeira oficina de imprensa na capital peruana
1747: Todas as principais cidades espanholas possuíam estabelecimentos gráficos
No Brasil a imprensa só foi verdadeiramente introduzida no século XIX
Os entraves ao desenvolvimento da cultura intelectual do Brasil, por meio dos lusitanos, tinha o propósito de impedir a circulação de novas idéias que pudessem pôr em risco a estabilidade de seu domínio.
O gosto pela aventura teve influência decisiva em nossa vida nacional.

Outros fatores também influenciaram o processo de adaptação, mas o decisivo foi o primeiro fator.

Os portugueses se adaptaram de forma insuperável, recriando aqui um pouco de sua origem.
Em relação as suas plantações de cana, apenas ampliaram para uma grande escala o processo já instituído no Brasil.

Dessa forma o latifúndio agrário surgiu pela conveniência da produção e do mercado e não em totalidade pelas condições climáticas.
Coube aos portugueses empregar o regime que serviria de modelo à exploração latifundiária monocultora.

A organização agrária teve como palco principal a lavoura lucrativa da cana-de-açúcar na terra de boa qualidade do Nordeste .
O problema que deveria ser resolvido era quem iria trabalhar nesse sistema de exploração de latifúndios.

A solução mais fácil seria a introdução de escravos africanos, que foi fator obrigatório para desenvolvimento dos latifúndio coloniais.
Abolição
Essa exploração da terra tornou possível a fixação do colono.

“Sem braço escravo e terra farta, terra para gastar e arruinar, não para proteger ciosamente, ela seria irrealizável”. (HOLANDA, p. 49)

A lavoura era cultivada sem técnicas para aumentar a produção e sem recursos para melhorar e revigorar o solo devastado.
1845: Bill Aberdeen
1845: 19363
1846: 50354
1847: 56172
1848: 60 mil
1849: 54 mil
1850: 23 mil
Lei Eusébio de Queirós – 1850
Primeiro passo para a abolição em 1888
O domínio português foi feito obedecendo poucas regras, acolhendo melhor as diferenças raciais e sociais.

Plasticidade social:
ausência praticamente completa de orgulho de raça.

Os portugueses, na época do descobrimento do Brasil, já eram um povo mestiço.
Os engenhos ocupavam importante função no processo de exploração do açúcar
A mistura de raças havia começado na metrópole, onde dificilmente se encontraria uma casa sem uma negra escrava.

Assim já era esperado um fraco sentimento de distância entre os portugueses e os trabalhadores “homens de cor”.
Após 1850
-Aumento das importações brasileiras
-Desenvolvimento urbano
-Era Mauá
Lei Ferraz de 1860 => Crise Comercial de 1864
Transformações superficiais e artificiais
Graduados por ano no México (2010): 416 mil

Graduados por ano no Brasil (2001): 350 mil
Graduado por ano no Brasil (2011): 950 mil

Em 1800: 8.6%
Em 2010: 228%
A estrada de ferro de D. Pedro II, concorria diretamente com a ferrovia de Mauá, absorvendo as cargas de café do Vale da Paraíba.
Engenhos praticamente autossuficientes
Patriarca da família é a autoridade máxima
Invasão do público pelo privado, do Estado pela família
Ascensão dos centros urbanos
Prestígio do trabalho mental
Qualidades do espírito substituem os títulos honoríficos
A Língua-Geral em São Paulo
Línguas de base indígena praticadas amplamente em território brasileiro, no período de colonização

Língua Gerais: Paulista, Amazônica

Língua Geral Paulista: falada ao sul do país no processo de expansão bandeirante
Pintura sobre índios tupis
Tradicionalistas e iconoclastas => mesma órbita de ideias
Agitações superficiais
Limites traçados por nossa vida política
-Origem na colonização portuguesa
No mundo
-Prosperidade dos meios urbanos à custa dos centros de produção agrícola

No Brasil => o contrário
-Desenvolvimento de cidades precário
A razão do tupi estar presente no idioma português falado no Brasil se deve aos portugueses, muito mais do que aos indígenas.
Principalmente: bandeirantes e jesuítas.

Por quê?
Convivência (a proximidade do dia a dia naturalmente fez com que o idioma portugues incomporasse topônimos tupis)
Facilitador de colonização (era necessario conhecer a lingua para melhor se entender com os moradores)
Domingos Jorge Velho, famoso bandeirante
Exemplo de um “Tapuia Bárbaro”
Os apelidos eram em tupi: Manuel Dias da Silva – “Bixira”
Botuca, Tavaimana, Apuçá, Tamarutaca...
Nomes recebiam sufixo de aumentativo tupi:
Mercia Fernandes -> Meciuçu
Nomes de lugares, plantas, animais...
Paranapiacaba
 = paraná + epiak + -(s)aba, "mar" + "ver" + "lugar onde" = "lugar de onde se vê o mar"
Nomes de cidades:
Araraquara
- lugar daquele que sabe o tempo.
Catanduva
- mato grande ou grosso
Piracicaba
- lugar onde o peixe pára
Sorocaba
- terra rasgada
Tatuapé
- caminho do tatu
Acidentes geográficos:
Guanabara
- baía grande
Iguaçu
- rio grande
Iguatemi
- rio verde escuro
Ipanema
- água fedorenta, rio de água ruim
Uso do idioma Tupi
Aversão às virtudes econômicas
Semelhanças entre os espanhóis /portugueses e os demais povos: avareza, ganância...

Uma grande diferença: incapacidade de manter relações econômicas impessoais
Como era:
Vantagens econômicas para conhecidos e amigos
Prestação de serviços privilegiados para conhecidos e amigos
Desconfiança ao traçar negócios com desconhecidos
O que isso gerava:
Privilégios ao amigos
Corrupção

“Dos amigos tudo se pode exigir e tudo se pode receber, e esse tipo de intercurso penetra as diferentes relações sociais. Quando se quer alguma coisa de alguém, o meio mais certo de consegui-lo é fazer desse alguém um amigo.”
Tal modo impessoal de se travar negócios persiste até hoje no Brasil
Fronteiras da Europa
Mundo novo e velha civilização
Personalismo exagerado e suas conseqüências
Sentimento de irracionalidade específica dos privilégios e das hierarquias
Em que sentido anteciparam os povos ibéricos a mentalidade moderna
O trabalho manual e mecânico, inimigo da personalidade
Mundo novo e velha civilização
Significado implícito da frase

Condições naturais, se não adversas, estranhas à sua tradição milenar

Insistência na manutenção de suas idéias, instituições, formas de convívio

“Somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra”
Personalismo exagerado e suas conseqüências
Desenvolvimento ao extremo da cultura da personalidade

Cada qual é filho de si mesmo, de seu esforço próprio

“Sobranceria” : superação

Consequências: frouxidão das estruturas sociais e das instituições
Sentimento de irracionalidade específica
dos privilégios e das hierarquias
Princípios de hierarquia e privilégios muito enraizados no sistema feudal

Portugueses e espanhóis : cultura do prestígio pessoal e não do nome herdado

Nobreza mais acessível, maior igualdade entre os homens
Fim do tráfico => Excepcional vitalidade nos negócios

-1851: sociedades anônimas e Banco do Brasil
-1852: linha telegráfica do Rio de Janeiro
-1853: Banco Rural e Hipotecário
-1854: primeira linha de ferro do país
-1855: construção da segunda linha de ferro
Em que sentido anteciparam os povos ibéricos a
mentalidade moderna
Recife
-Grande fluxo de pessoas para as cidades

Capitanias do Sul
-Escassez de habitantes
Fins do século XV, pioneirismo das Grandes Navegações


Mentalidade moderna, porém não revolucionária


Assimilação dos princípios das antigas classes dirigentes, conservação de elementos aristocráticos
Predomínio do ruralismo se deve aos colonizadores e não a uma imposição do meio
O trabalho manual e mecânico, inimigo
da personalidade
A ação sobre as coisas, implica submissão a um objeto exterior


Gosto pela ociosidade


Moral do trabalho necessaria para ter tranquilidade e ordem entre os cidadãos
Bibliografia
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Companhia das Letras, 2008, São Paulo, 220 páginas
Análise de Raízes do Brasil – Uma visão sobre a obra de Sérgio Buarque de Holanda. Contemporâneos, Revista de Artes e Humanidades, N.3, Nov-Abr 2009
Boxer, C.R.The Portuguese Seaborne Empire 1415–1825. Hutchinson, 1969.
Mello, E.C. O Negócio do Brasil. Portugal, os Países Baixos e o Nordeste, 1641-1669. Rio de Janeiro: Editora Topbooks, 1998
http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=professores&id=13 – Acessado em 30.11.11
http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/lei-eusebio-de-queiros/ - Acessado em 30.11.11
http://www.arroiogrande.com/baraodemaua.htm - Acessado em 01.12.11
http://www.iseg.utl.pt/aphes30/docs/progdocs/HERNAN%20SAEZ.pdf – Acessado em 01.12.11
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/bill-aberdeen.htm - Acessado em 01.12.11
http://luderson.files.wordpress.com/2009/04/raizes_do_brasil.pdf - Acessado em 01.12.11
http://blog-do-william-mendes.blogspot.com/2009/12/leitura-de-raizes-do-brasil-de-s-b.html - Acessado em 01.12.11
http://pt.scribd.com/doc/37574087/Era-Maua – Acessado em 01.12.11
http://www.brasilescola.com/historiab/engenho-acucar.htm - Acessado em 01.12.11
http://www.brasil.gov.br/linhadotempo/epocas/1693/descoberta-de-ouro-em-minas-gerais - Acessado em: 30.11.11
http://www.estudandoatualidades.com.br/marcioamaral/historia-2/historia-do-brasil/ - Acessado em 02.12.11
http://lutapopularonline.blogspot.com/2011/05/carta-aos-lavradores-dos-acores.html - Acessado em 02.12.11
http://explicandoahistoria-ensinandohistoria.blogspot.com/2011/06/incursao-dos-ingleses-no-processo-de.html - Acessado em 02.12.11
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/colonizacao.htm - Acessado em 02.12.11
http://aservicodeclioung.blogspot.com/2010/09/fases-e-resultados-da-revolucoes.html - Acessado em 01.12.11
http://palma1.no.sapo.pt/acucarbr.htm - Acessado em 02.12.11
http://colonizacaobrasileira.blogspot.com/2009/11/exploracao-acucareira.html - Acessado em 02.12.11
Imagens
O sucesso da colonização portuguesa
Portugueses: mais adaptáveis à terra
Contato mais “íntimo” com os negros e indígenas
Fizeram riquezas a partir dos recursos naturais
Língua portuguesa: fonética mais fácil para indígenas e africanos
Igreja Católica: mais receptiva e universalista
Desprovidos de orgulho de raça (mestiçagem)
“O Mestiço” de Portinari e a catequisação dos indígenas.
A persistência da lavoura de tipo predatório
Latifundio: plantio de modo primitivo e grosseiro
Prática das queimadas: empobrecimento dos solos
Tentativa vã de implantar o arado.
A prática das queimadas e a lavoura de cana-de-açúcar.
Aventureiro
Trabalhador
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