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Trabalho sobre o filme Sociedade dos Poetas Mortos

Analise de Sociedade dos Poetas mortos; Didática - FE-USP. O trabalho tem como objetivo mostrar as diferentes representações de professores no filme. Alunos: Diego Franco; Alex Pantoja; Julia França; Cristiane R. Pereira e Aline Vital
by

Diego Franco

on 30 November 2014

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Transcript of Trabalho sobre o filme Sociedade dos Poetas Mortos

FONTS
Ficha técnica:

*Filme: Dead Poets Society (Sociedade dos Poetas Mortos – em português), EUA, 1989.
*Gênero: Comédia dramática
*Duração: 128 minutos (2h 8min)
*Direção: Peter Weir
*Elenco Principal: Robin Williams (John Keating), Ethan Hawke (Todd Anderson), Robert Sean Leonard (Neil Perry), Josh Charles (Knox Overstreet).

Fonte: http://dicasdepedagogia.wordpress.com/2013/01/31/filme-sociedade-dos-poetas-mortos-1989/

Em contraste, o diretor circula pelos quartos dos meninos e vigia as suas atividades, dando-lhes ordens e reprimindo com violência os alunos que não seguem as normas escolares. Essa repressão tanto é verbal quanto física. Quando descobre que um aluno participa de um grupo secreto de estudantes que se reuniam para cantar, recitar poesias e divertir-se, entre outras atividades, castiga-o violentamente com a palmatória.
Clímax:
Esse grupo chamado de “Sociedade dos Poetas Mortos” foi incentivado indiretamente pelo professor Keating, pois ele era alguém que valorizava a opinião, os interesses e habilidades dos meninos. Ele é querido pelos alunos da classe, pois os incentiva a desenvolver um pensamento autônomo e criativo, e, para isso, foge dos métodos e esquemas tradicionais. O grupo, então, “rebela-se” e foge para um lugar secreto perto da escola para lá encontrar refúgio no que desejam realmente ter: cultura, diversão e arte.
O filme retrata bem a dificuldade da abertura tanto da coordenação da escola quanto dos professores aos novos métodos e maneiras para o ensino de adolescentes.
O filme:
O filme se passa em um internato para meninos nos Estados Unidos. A escola retratada é tradicional e prima por quatro valores: tradição, honra, disciplina e excelência. Tais valores podem ser notados ao longo do filme nas atitudes do diretor e da maioria dos professores. O diretor da escola deseja preparar os alunos para ingressarem nas melhores universidades dos EUA e para tornarem-se pessoas prestigiadas perante a sociedade, a escola e a família. A escola quer formar advogados, administradores, engenheiros e outros profissionais mais prestigiados.
Sobre os professores:
Os professores vestem-se de ternos e gravatas e a maioria deles possui métodos tradicionais e exigem rígida disciplina dos alunos. Um professor de inglês substituto causará impressão nos alunos, já acostumados com extrema rotina e disciplina escolar. O professor Keating representará a desmistificação de um professor da época, pois Keating é acessível aos seus alunos. Possui autoridade em sala de aula, sem oprimir os alunos e sem deixar de ser engraçado. Constrói o conhecimento com os alunos por meio de métodos nada tradicionais, recusando um material didático tradicionalista e arcaico oferecido aos professores da escola.
O filme apresenta dois tipos de professores: aqueles mais antigos que seguem à risca o currículo metódico e fechado exigido pela Escola e, através da figura de Mr. Keating, o professor idealista e inovador. As diferenças entre os dois tipos de educadores se manifestam nos mais vários aspectos: modo de lidar com o conhecimento (por um lado, há aqueles que defendem o conhecimento como meio para se alcançar uma posição social prestigiada e, por outro, há Keating, o qual coloca o conhecimento como objetivo primeiro), postura, modo de manter a disciplina em classe, visão da educação.
Mr. Nolan, o professor como defensor da tradição
Podemos dizer que os professores tradicionais seguem a mesma linha do personagem de Mr. Nolan, o diretor do colégio, antigo professor de literatura inglesa. Eles representam um estilo de aula “padrão” em que o mais importante é passar aos alunos o máximo do conteúdo necessário para o ingresso nas grandes universidades, seguindo à risca tudo o que está no currículo tradicional exigido pela escola. Desse modo, os alunos não recebem qualquer estímulo para trazer ideias próprias ou expressar criatividade. Representam a figura do educador muito inflexível na construção do conhecimento com seus alunos.
Mr. Keating é a figura que quebra totalmente com esse padrão rígido e fechado que os professores da Academia Walton apresentam. Ousadia talvez seja a palavra que melhor defina esse personagem. Desde sua primeira aula, procura estimular os alunos a olharem para dentro de si mesmos e refletirem sobre suas vidas. Sua visão é a de uma aula que ensine o aluno muito além daquilo que a grade tradicional exige e que estimule a capacidade dos estudantes de pensarem por si próprios. Seus métodos de ensino também são totalmente inovadores: tira os alunos da sala de aula, rasga páginas do material didático por considerar sua definição de poesia muito restritiva, incentiva-os a subir em sua mesa para estimulá-los a enxergar as coisas de um ângulo diferente, entre outros exemplos. Outro elemento que o destaca dos demais professores é a forma como ele demonstra paixão pelo seu trabalho. Podemos dizer que representa o educador que, além de possuir muita propriedade do conhecimento, é figura acessível a diferentes opiniões.
As inovações que Mr. Keating traz para a sala de aula acabam tocando profundamente seus alunos que chegam a recriar uma sociedade secreta chamada “Sociedade dos poetas mortos”. Esse passou a ser o espaço onde eles tinham liberdade para ler, conversar sobre o que quisessem e, o mais importante expressar livremente ideias, pensamentos e vontades. Um dos membros desse grupo, Neil Perry, decide perseguir seu desejo de seguir carreira no teatro, contra a vontade de seus pais, os quais esperavam que ele seguisse a carreira médica. Após sua primeira apresentação, um grande sucesso, seu pai lhe informa que não permitirá que ele siga seu sonho e, não conseguindo suportar a ideia, Neil acaba cometendo suicídio.
Partindo para uma análise mais geral acerca da imagem do professor que é transmitida pelo filme “Sociedade dos poetas mortos”, podemos dizer que ele é representado como um importante agente de transformação do ambiente escolar. O tradicionalismo pode atar professores e alunos a um modelo educacional muito restritivo que pouco prioriza a expressão, a criatividade e a liberdade de pensamento.
Apesar de se tratar de uma representação bastante idealizada, o filme não prega que todos os professores sejam exatamente iguais a Mr. Keating, ou seja, a intenção não é inaugurar uma nova tradição mas, justamente o contrário, é necessário pensar sobre a efetividade da tradição. Prevalece, então, a mensagem do educador como a figura que deve ter a coragem de inovar nos modos de construção de conhecimento, de estimular a capacidade criadora e autônoma dos alunos, de quebrar com os padrões viciosos pouco produtivos dentro do sistema escolar e, acima de tudo, estar atento às marcas (tanto positivas quanto negativas) que pode deixar na formação e na vida de seus alunos.

Nesta cena do filme, Mr. Keating faz um trabalho individual com um aluno que apresentava sinais de introversão muito fortes. O professor, além de atingir o lado humano que o aluno hesitava em expor para os outros, faz com que o estudante desenvolva algo novo (o poema), causando uma transformação positiva no aluno a partir desse momento.
Nesta cena, pode-se perceber o professor cumprindo com as suas convicções de ensino, que são ensinar o aluno a pensar e enxergar por uma visão sem paradigmas. Os métodos são "ousados", divertidos e tocam os alunos muito mais facilmente do que o "medo" e a rigidez utilizados pelos outros professores. A visão do professor que se passa é a de que a ousadia e a preocupação com o lado humano do aluno são muito mais eficientes do que as formas tradicionais de mérito e medo.
Nesta famosa cena do filme, Mr. Keating expõe suas convicções e mostra como um professor pode trazer reflexões cruciais para a vida de um aluno. Ao contrário do ensino tradicional da Academia, o professor traz uma reflexão sobre a vida, relacionando o conhecimento literário com o cotidiano e o arcabouço de sentimentos do aluno. O "Carpe Diem" será visto não só para a análise e a interpretação literárias, mas também como a "essência" da vida dos alunos - mostrando o impacto positivo que um professor pode ter.
Alunos: Diego Franco; Alex Pantoja; Julia França; Cristiane R. Pereira, Vivian Tsuzuki, Aline Vital. Professora: Paula Perin Vicentini
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